Preludio ao Universo
66 Perigo, não leia!
Neste verso condeno teu olhar
Sonhos serão roubados, eis o crime
A leitura permite a mente voar
Venha comigo agora, e então rime
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Desdobro sua consciência meu leitor
Na gaiola te prendo sob custódia
O que será você aqui do autor?
Faço-o bobo da corte da rapsódia
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Dance, e dance, mas cante neste ritmo
Veja como eu divirto com seu riso
Pra rimar escolhi o algoritmo
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Pois seu imaginativo está tão solto
A prisão é de escolha própria e livre
Se mais ler, ficarás mais desenvolto.
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"Não há despertar de consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar a sua própria alma. Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão."– Carl Jung
Notas finais
"Cuidado com o que se lê, pois a história se repete, e o tesouro mais bem guardado é aquele compartilhado num lugar onde todos veem."
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