Notas iniciais
Espero que gostem, não estava no meu melhor tempo para digitar, pois meu irmão ficou aqui me infernizando e_e
Nos vemos lá embaixo!
*Inicio da Transmissão*

Stº Antonio da Platina PR

Quinta, 22 de Outubro de 2014 14:21 P.M

— Natália narrando!

Eu estava furiosa. Corno maldito, como ousa tentar matar aquela vadia? Sou eu quem vou mata-la. Eu o olhava com toda a raiva e ódio que eu possuía, mesmo tentando ignorar a dor lancinante que percorria todo o meu corpo. Cada músculo do meu corpo doía, cada membro, tanto que eles quase não me respondiam. Eu não estava de pé por ser forte ou uma mutante, mas sim pela minha força de vontade, que queria manter meus alvos vivos até o momento em que eu pudesse mata-los. Uma forte pontada no meu coração me fez cair de joelhos e levar a mão ao peito. Eu tremia toda, já nem sabia calcular os danos. De relance vi aquele monstro-corno rir de mim. Engoli a dor e botei o orgulho à frente dela. Eu precisava o fazer calar a boca.

— Maldito... apenas um fio de voz saiu de minha boca. Ele riu mais ainda de mim. Maldito, acabara de ferir meu orgulho, e ele não vai gostar da reação.

Respirei fundo, fiquei de pé, endireitando a coluna e me forcei a parar de tremer. Estava na hora de mostrar a aquela vadia o que a esperava. Comecei a correr. Eu corria sempre em linha reta, meu alvo era único e grande, fácil de acertar. Ele apenas ria, e ficou de braços abertos, me chamando com a mão dele, pedindo para que eu o acertasse. Ele queria medir minha força.

— Você vai se arrepender! gritei, pulando em direção a ele enquanto fechava o punho direito.

Ele apenas ria de braços abertos me chamando para acerta-lo. Urrei de raiva e gritei:

— Róseo Punch!

Acertei o soco bem no meio do peito dele. Seu rosto, que antes estava toda debochadora, se tornou uma mascara de dor. Suas costas explodiram em milhões de espinhos. Vários deles entravam e saiam das suas costas. Ele urrava ou mugia? de dor, e seu sangue era expelido para todos os lados. Não dei tempo para ele se recuperar. Assim que cai no chão, imediatamente chutei o lado direito do seu tronco, fazendo espinhos atravessarem seu corpo. Ele urrou de dor, mas isso não fez com que ele não me atacasse. Ele pegou no meu tornozelo, me girou no ar e me arremessou contra o chão. Eu simplesmente afundei na terra. Fiquei um tempo rolando de dor e gritando, mas vi-o arrancando os espinhos do seu tronco e jogando-os de lado. De repente, ele ergue a perna no ar e piso em cima do meu braço esquerdo, quebrando-o e esmagando-o no meio, bem na área do cotovelo. Quando ele o fez, tentei furar a sua cabeça com um espinho, mas ele se esquivou para trás. Eu realmente não estava aguentando ficar de pé, de tanta dor, mas fui forte e consegui. Meu braço ficou pendurado ao lado do meu corpo, totalmente inerte e dolorido.

— Jo.. Ão... JOÃO! gritava enquanto me virava ME AJUDE AQUI!

Ele despertou do seu cochilo e olhou para mim, piscando pesadamente.

— Ajudar? Como?

— Qualquer tipo de apoio!

— Tudo bem... ele se levantou e ergueu as duas mãos para o alto VAI, VAI NATÁLIA! VAI, VAI NATÁLIA! VOCÊ ARRA-RRA-RRASA! ele começou a dançar feito um imbecil ACA-CA-CABA COM ELE! VAAAAAI!!! NATÁLIA! e ele se sentou de novo Pronto.

— IMBECIL! PARE COM ISSO! O ASSUNTO É SÉRIO!

— Você acha que, dar apoio moral, não é difícil? disse ele, se deitando no chão Agora se me dá licença... e voltou a cochilar.

Eu nunca havia ficado com tanta raiva na minha vida. Cerrei os punhos e olhei para o monstro a minha frente. Eu poderia cuidar do João depois. Comecei a correr, apesar de estar tropeçando um pouco. Acho que se não fosse pela minha mutação, eu já estaria morta há algum tempo. O monstro começou a rir e correu para cima de mim. Eu só tinha meu braço direito, tinha acertar a cabeça dele o mais rápido possível. Ele era grande, porem um pouco lento. Desviar no foi difícil. Fingi que ia acerta-lo com um golpe de ombro, e ele fez o mesmo apesar de na verdade estar usando o cotovelo por conta da minha altura e, na hora em que fomos nos chocar, rolei por baixo da sua perna quebrando mais alguns ossos do braço e mordendo a língua para não gritar girando sobre os pés rapidamente.

— Thorny Rose! e comecei a disparar vários espinhos nele.

Errei quase todos, pois a maioria acertou suas costas, mas graças a enorme quantidade de espinhos, seus braços ficaram presos, por um tempo. Tentei rolar para trás, mas ele me acertou um chute com aquele imenso pé. Rolei por alguns metros e tentei ficar de pé, mas cai de joelhos. Meu corpo não me obedecia mais. Estava mole, com a boca aberta e minha visão estava turva. Já não sentia mais a dor, pois meu corpo amortecera e anestesiaria automaticamente, depois de ter sentido tanta de uma só vez. O monstro se aproximara de mim aos poucos. Ele parecia andar lentamente propositalmente, pois eu estava ficando com medo e desesperada. Eu estava vendo a morte de perto, e não desejava isso. Apavorada, tentei gritar, mas a voz não saia. Quando ele se aproximou de mim, ele me chutou de leve e pisou em minha direita. Dessa vez minha voz saiu, e com vontade. Eu só sabia gritar. E então, ele me pegou pela cabeça e me ergueu no ar. Vi o João e a vadia da russa sentados, olhando para mim com indiferença.

— Hora de morrer, pequena rosa. disse o monstro, com uma voz grave e forte.

Ele começou a apertar minha cabeça. Primeiro começou de leve, depois foi fazendo cada vez mais e mais pressão, até que eu comecei a gritar de dor. Sentia minha cabeça ser esmaga e não podia fazer nada. Nem meus espinhos queriam me obedecer. Eu estava fada a morte, e não sabia como. Urrei, de dor, para o mundo todo me ouvir, e desmaiei.

~.~

Eu estava em um sono profundo. Não queria acordar, pois sentia meu corpo doendo enquanto se recuperava. Sabia que tinha um peso enorme sobre mim, talvez escombros, mas nada podia fazer, pois eu não me mexia. Às vezes escutava o grito da Natália e ficava inquieto, mas mesmo assim não conseguia me mover. Parecia ser um sonho confuso. Até que, uma hora, escutei um urro de dor e desespero da Natália, e lutei contra o meu próprio sonho, contra o desconhecido, pois ela precisava de mim. Com uma explosão de fúria, fiz os vários escombros voarem a minha volta. Os meus dois olhos estavam destampados e eu enxergava num tom vermelho vivo. Meu corpo começou a ficar roxo, como se estivesse com muita pressão vinda de dentro para fora. Meus músculos cresceram um pouco, eu cresci e me sentia mais forte e poderoso. Eles estavam a alguns metros de mim. Vi o monstro esmagando a cabeça da Nat. Num piscar de olhos, já estava segurando o pulso dele apertando-o com força e torcendo-o, fazendo ele a soltar. No exato segundo em que ela caiu no chão, eu dei um soco poderoso direto no queixo do monstro, fazendo-o decolar e voar por Stº Antonio. Num salto, o alcancei em pleno ar, e antes mesmo que ele pudesse respirar, o chutei para baixo, fazendo-o descer por um prédio como uma seta, eclodindo o mesmo.

*Término de Transmissão*

Notas finais
Peço desculpas pela má qualidade do capitulo, pois o Flash aqui em casa deu defeito e não deu para configurar. Assim que, eu arrumar, eu conserto e deixo o capitulo mais bonito!
Kissus.