Prelude To Death

9 Semi-deusa, Ducha Quente e Surpresas


Notas iniciais
Primeira cena quente do capitulo! õ/
Nada muito detalhado u.u Foi espiado apenas -qn
Espero que gostem! õ/

*Inicio de Transmissão*

Em algum lugar – PR

Terça, 21 de Outubro de 2014 06:24 P.M

Estava tudo tranquilo. Vinicius e Ana Carolina estavam sussurrando coisas e se olhavam com olhos apaixonados. Estava rolando certo clima de amor ali. A Natália estava dormindo. Eu estava dirigindo e o sol estava se pondo. Eu estava com tédio. A Natália “pediu” emprestado meu iPod e agora eu não podia escutar nada. O som não funcionava, pois estava desligado. Droga. De repente a Natália espirrou e a Ranger capotou. Por ela ter espirrado, vários espinhos saíram de seu corpo, transformando-a num cactos humano! A Ranger saiu capotando, a Ana Carolina gritando e o Vinicius a abraçando, para tentar protegê-la de algum dano. A Natália era arremessada para os lados, e vários espinhos entraram em mim. Eu tentava empurrar ela, mas não dava mesmo. A Ranger saiu se arrastando por mais alguns metros soltando muita faísca até que parou.

- Estão todos bem? – eu segurava meu braço tentando estancar o sangue.

- Estamos sim, mas o único que parece ter se machucado foi você Dan. – disse a Natália enquanto “guardava” os espinhos novamente. – Desculpe por isso, foi sem querer.

- Como vamos seguir viagem? – perguntara Vinicius.

- Vamos sair daqui. Alguns quilômetros a frente tem um posto, lembra-se? Lá devemos achar transporte.

Ele concordou com a cabeça e eu comecei a forçar, fazendo a lataria se desdobrar, e depois dando um soco na porta, fazendo-a voar longe. Arrastei-me para fora e arranquei as outras portas, tirando todos de dentro. Pegamos nossas mochilas e outros objetos e começamos a caminhar. Já estava de noite e a visibilidade era quase zero. Pegamos alguns lençóis e amarramos um no outro e fui à frente, com meu olho tampado e enxergando perfeitamente. Notei que eu conseguia ver o calor dos corpos dos meus amigos e eu conseguia ver ao longe, vários pontos azuis. O que será que poderia ser? Eu segurava minha katana e carregava um revolver na cintura e várias balas no bolso. A Natália carregava a mochila com o restante das armas e andava com um revolver na mão, com as munições no bolso. O Vinicius estava com o rifle. Ele não queria desgrudar dele. A Ana Carolina era a ultima da fila e ainda não sabia nem carregar uma arma, muito menos atirar para andar com uma. Continuamos caminhando em direção ao posto. Estávamos a 500m mais ou menos, e eu estranhava aqueles brilhos que se mexiam por todo lado.

- Estranho... Muito estranho?

- O que? – Natália perguntou.

250m.

- Aqueles pontos se movendo no posto...

- Que pontos?

- Acho que só eu posso ver... Tem 10 pontos ao todo... Dois parecem estar engatinhando, o resto parecem de pé... E se movem pelo posto.

- Pontos? Movem-se? Será que são alguns zumbis, Dan? – perguntara Vinicius.

- Não tenho certeza.

Depois de um tempo chegamos ao posto. Começamos a andar em direção a loja de conveniência do posto. Poderíamos passar a noite ali. De repente, vi um grande Rottweiler correr para cima da Ana Carolina. Eu saquei a katana, cortei o meu lençol e corri para cima dele.

- ATAQUE SURPRESA! ERAM ZUMBIS! – gritara.

A Ana Carolina paralisou. A Natália tentou correr, mas o Vinicius não quis sair de perto da Ana, o que a fez cair no chão. Ela xingou e cortou o lençol dela com um espinho. Eu estava lutando contra o cachorro, que havia mordido a katana e não queria soltar. Alguns zumbis estavam saindo de todos os lados. Oito ao todo. Vinicius começou a atirar, tentando mata-los. A Natália, quando estava para entrar na loja, foi atacada por outro Rottweiler, que a derrubou. Ela se levantou furiosa.

- Eu sou a ultima pessoa que você gostaria de atacar! – falou, com um quê de raiva de dar medo.

O Rottweiler pulou sobre ela de novo, com a boca escancarada, querendo arrancar um pedaço da Natália. A Natália, furiosa, enfiou a mão na garganta do cachorro, chegando ao seu estomago.

- Rose’s Thorn!

O Rottweiler explodiu em espinhos. Eles surgiram de todos os lados, por todo o seu corpo. Um forte ganido e tudo o que restou do cachorro foi sua pata traseira que ficou se movendo até que parou. A Natália sorria sinistramente, e um pouco de sangue do cachorro escorria pelo seu rosto. Ela fez os espinhos voltarem para sua pele e deixou o cachorro cair. Seu braço era vermelho puro, cheio de sangue.

- VERME INUTIL! – gritou enquanto pisou na cabeça do cachorro, esmagando-o.

O Rottweiler que estava lutando contra mim me largou e correu contra a Natália. Ele estava furioso. Corria aos pulos.

- OUTRO VERME FILHO DE UMA CADELA?

Quando o cachorro deu outro salto, a Natália disparou um espinho da palma de sua mão, acertando a barriga do Rottweiler.

- Thorny Rose!

E o pequeno espinho explodiu em vários outros espinhos, perfurando o Rottweiler por todos os lados, fazendo um circulo perfeito que fez o espinho sair rolando. O coração, cérebro, pulmão e vários outros órgãos estavam espalhados pelos milhares espinhos. A Natália havia se tornado muito poderosa. Mais poderosa que até mesmo eu. Eu, Vinicius e Carol aproximamo-nos da Natália, surpresos. O Vinicius havia matado os outros zumbis.

- Desde quando você usa nomes para os golpes? – disse guardando a katana.

Ela sorriu.

- Achei que ficaria interessante... Alias, acho que percebeu. Sou a mais forte desse grupo... – e entrou rebolando na loja de conveniência.

Ficamos perplexos, mas entramos também. Arrumamos lugares para dormir no fundo da loja. A Carol passeou pela loja, pegando isqueiro e velas. Ela disse que ia tomar banho e o Vinicius a acompanhou. Disse que ficaria de vigia, caso algo aparecesse ele a defenderia. Deitei ao lado da Natália e olhei para um relógio. 08h43min. Fechei os olhos e cochilei.

- Dan... Dan! – a Natália me balançava.

- Quê?

- Vai ver por que eles estão demorando!

- Eles quem?

- O Vinicius e a Carol, ora!

- E por que você não foi?

- Por que estou com preguiça! Vai logo! – disse ela dando-me um tapa no peito.

Levantei-me esfregando meu peito. Estava ardendo. Olhei para o relógio. 10h43min. Duas horas, já? Estranhei e sai da loja, contornando o posto e indo para os chuveiros. O Vinicius não estava na entrada. Acelerei o passo e cheguei a porta, abrindo-a levemente e espiei lá dentro. O que eu vi me excitou. A Carol estava contra a parede, com suas pernas bem torneadas cruzadas no corpo do Vinicius, que se movia lentamente, mas com força e destreza entre suas pernas. Ela estava de boa aberta e arranhando as costas dele. Ela estava toda vermelha já. Ela gemia baixinho, apesar de estar claramente se esforçando para não gemer alto, pois ele também lambia um dos seus mamilos. Sexo debaixo de uma ducha quente. Sorri. Que bom que eles estavam se dando bem. Encostei a porta para não fazer barulho e voltei para dentro. Quando cheguei, a Natália me olhava com os olhos semicerrados.

- E então? Cadê?

- Deixe-os... Estão cuidando um do outro de perto.

- Hunf. – e se virou, tentando dormir.

Eu fiquei acordado todo o tempo, só imaginando o que eles estariam fazendo. 00h13min, foi a hora em que o Vinicius voltou. Ele carregava a Carol no colo, que parecia estar muito fraca e cansada. Óbvio, depois de todo esse tempo. Pisquei para o Vinicius e ele corou. Ele sabia que eu estava lá, mas não falamos nada. Ele estava com o pescoço todo vermelho. Sorri e quando eles se deitaram, apaguei a luz e fui dormir. Nós devíamos continuar a viagem logo, não queria perder tempo.

*Término de Transmissão*

Notas finais
Espero que tenham gostado -qn
Perdoe-me a demora, estive ocupado(Preguiça)! >:3
Até a próxima e deixem seus reviews! õ/