Prelude To Death

18 Coisas de uma Floresta - Parte 2


Notas iniciais
Desculpem a demora pessoal! Fiquei uns tempos sem internet e tals, mas agora vou voltar a posta a toda! õ/

Espero que vocês gostem do capítulo. Enfim, leiam!

*Inicio da Gravação*

Algum lugar de uma floresta – PR

Quinta, 29 de Outubro de 2014 01:28 A.M

Daniel

- Seja mais rápido.

- Como?

- Assim!

Petroska conseguiu me derrubar pela 8º vez. Ela era rápida demais para mim.

- Mais rápido!

Eu tentara acertá-la, mas era impossível.

- Eu não tenho culpa se você é... É...

Eu não sabia como completar essa frase.

- Sou o que?

- Mutante?

Petroska começou a rir. Até chegou a se sentar de tanto rir.

- Mutante? Eu? – o sotaque russo mais carregado do que nunca.

- Ah... Bem, é a única explicação plausível.

- Não, não sou mutante Danzinho...

- Não? – eu fiquei realmente espantado – Então o que você é? Biônica?

Ela riu mais ainda, batendo com força em suas pernas.

- É sério isso Danzinho?

- É o que todos pensaram.

- Sou apenas uma simples humana, e nada mais.

Fiquei meio espantado. Ela não poderia estar falando sério.

- É sério isso?

- Sim, por que diabos eu mentiria?

- Mas é que você é... É... Tão foda.

Ela riu mais um pouco.

- Por quê?

- Derrotou a mim e a Natália!

- Você é lento, e eu jamais perderia para aquela pequena pirranha.

Dessa vez fui eu quem ri.

- Por que você a odeia tanto?

- Querrido, eu não a odeio.

- Não?

- Não. Eu a desprezo a ponto de ter nojo.

Dessa vez fui eu quem ri.

- É? Grande diferença. Mas, por quê?

- Porque ela é nojenta. Acha que é poderosa e pensa que está acima de todos. Simplesmente por isso.

- Um pouco de humildade por parte dela não seria tão ruim, eu sei... Mas, ela não é tão... Ruim.

Petroska se levantou e deu um tapinha no meu ombro.

- Você se importa demais com ela. Vamos. Temos que sair dessa floresta.

*Término da Gravação*

*Inicio da Gravação*

Natália

Ainda estávamos acordadas e abraçadas, nuas, deitadas em cima de nossas roupas. A Carol cochilava levemente. Eu ainda estava com a mão entre suas pernas, mas já estávamos sem energia. Beijei seu ombro, sorri e me levantei. Cobri seu corpo com minha blusa e vesti o resto das minhas roupas. Estava um pouco frio sim, mas não me importava. Ela não podia pegar um resfriado, senão, não poderíamos nos divertir um pouco mais. Andei até uma árvore, me recostei nela, cruzei os braços e sorri.

- Vinicius, pode sair, eu sei que você viu tudo.

Ele pulou de uma altura incrível de 19 metros, da copa de uma árvore. Achei estranho, mas nada comentei. Ele caminhou até á alguns metros de mim. O rosto, uma expressão de nojo.

- Como... Pôde? – ele apontou para Carol – Você e ela. Isso é... Nojento.

- Não seja preconceituoso. Você deveria saber, ela é bissexual. – comecei a entrar na floresta – Alias belos chifres. – disse apontando para a cabeça dele.

Essa parecia ter sido a gota d’água. Vinicius sacou a faca e pulou até mim. No momento em que ele encostou a faca em minha garganta, eu já tinha mais de 100 espinhos preparados para perfura-lo caso ele o fizesse.

- Quer mesmo saber quem morre primeiro?

Nos seus olhos, estavam visíveis umas pequenas chamas de fúria. Ele começou a tremer de raiva, enquanto se segurava para que lágrimas não saíssem. Ele estava tão nervoso que quase chorava. Ele recuou e se virou.

- Ah, sim. Os gêmeos fizeram sexo com ela também, logo depois que eles se conheceram – Vinicius olhou para mim, incrédulo – exatamente isso. Os dois, ao mesmo tempo nela. Incrível não?

Ele cerrou os punhos e guardou a faca. Eu sorri para ele, com pena, e comecei a caminhar pela floresta. Depois de uns minutos, escutei disparos. Seis disparos. Todos vinham da direção da Carol. Caminhei mais um pouco e, novamente, mais seis disparos. Incrível, ele estava realmente furioso.

*Término da Gravação*

*Inicio da Gravação*

Vinicius

Aquela vaca em forma de mulher. Como pôde me trair? Era tudo o que eu pensava, observando as duas em cima daquela árvore. Já fazia algum tempo que a Natália havia ido embora. Decidi pegar minha corda na mochila. Iria castiga-la.

- Espero que você esteja preparada... – ela gemeu e se mexeu.

Subi numa das árvores e passei a corda por lá. Joguei uma das pontas para o chão e pulei também. Com cuidado para não acordar a Carol, amarrei seus pulsos, e quando tive certeza que não soltaria e que iria apertar bem o pulso dela, puxei a corda com toda a minha força. Ela voou contra o tronco da arvore e acordou com um grito. Deixei-a pendurada a alguns centímetros do chão, nua.

- O-O que é isso? Vinicius? Que brincadeira é essa?

- Nenhuma brincadeira, sua vadiazinha. Isso é apenas um castigo.

- Castigo? Por quê?

- Você me traiu... Não só com aquela puta da Natália, mas com os gêmeos. Vou matar você, e depois vou matá-los.

A Carol começou a rir.

- Vinicius meu amor, eu tenho culpa se eles são melhores do que você na cama? Afinal, eles têm dois cabeçudos só para mim, e você só tem um.

Aquilo foi à gota d’água.

- Então... Você gosta de coisas entrando em você...?

- Adoro meu bem.

Peguei a faca e comecei a passar o dedo na lâmina.

- Entendo...

- Vini, o que vai fazer com essa faca?

- Espero que você goste... DISSO! – e a penetrei a com faca.

Ela começou a gritar. Girei a faca com força. Muito sangue começou a jorrar. Enfiei um pouco mais e a deixei presa, ali.

- Ah... Músicas para o meu ouvido.

Ela tentou articular algumas palavras, mas não conseguia. Lágrimas escorriam pelo seu rosto todo. Suas pernas estavam vermelhas. Já estava formando uma poça de sangue no chão. Peguei o revolver e encostei-o no joelho dela.

- Primeiro... – atirei. O joelho dela estourou.

Atirei no outro joelho, nos dois seios – debaixo para cima, para não mata-la – e em uma das mãos. Ela quase não tinha mais voz, e já estava entrando em choque. Recarreguei a arma, mirei em seu rosto e descarreguei.

- Foi bom enquanto durou, mas ninguém me trai...

Comecei a escutar um sibilo. A serpente estava a caminho. Comecei a correr para dentro da floresta. Eu não queria enfrentar aquela serpente.

*Término de Gravação*

Notas finais
Bem, me xinguem nos comentários.