Notas iniciais
Ola pessoal que eu acho que lê essa historia ^^

Gente antes de vocês me enforcarem, irei informar o motivo de minha grande sumida.

Essas semanas que eu sumi minha vó tinha ficado internada no hospital, com uma grave doença que os médicos não sabiam explicar, e nessa segunda ela veio a falecer.

Estou sumido por causa disso tava muito nervoso com essa situação então, deixei um tempo para poder pensar direito e melhorar as coisas.

Ainda estou um pouco nervoso, mas ja estou bem melhor^^

Então vamos mudar de assunto e Boa Leitura.

Assim que a missão termina os justiceiros voltam para a mansão a fim de descansar.

– E ai foi divertido? – Pergunta Lilith para Caique que retira sua armadura e deita no sofá.

– Foi fácil. – Responde o mais novo olhando para a televisão. – Amanhã tenho certeza que eles irão sentir o peso das armaduras. – O rapaz fala com um tom preocupado a mais velha percebe o que ele fala.

– Vai ter que explicar tudo para eles, você querendo ou não está utilizando crianças para esse combate. – Dizendo isso Lilith sobe as escadas e vai para seu quarto deixando o líder dos justiceiros sozinho na sala.

O dia vai amanhecendo e com isso todos vão acordando na mansão.

Juuri e Sarah estavam muito caladas desde que levantam só dão bom dia e não falam mais nada, Caique percebe isso e liga a televisão em um canal que estava passando a noticia do ataque dos justiceiros.

– Aqui neste local onde estou aconteceu um terrível massacre ontem de madrugada, trinta e seis homens foram mortos brutalmente por seres que populares chama de Dragões Negros. – Uma repórter relata o ocorrido e todos na sala ficam chocados, mesmo tendo atacado aquele lugar sem pensar duas vezes ver aquela notícia estava abalando-os.

– Aqui funcionava um pátio de desmanche de caminhões de carga e carros roubados, os criminosos desmontavam e mudavam as peças dos veículos para assim não serem presos se fossem parados em uma blitz policial. – Informava o chefe de polícia um homem de 47 anos, cabelos grisalhos, olhos castanhos. – Nós do departamento de polícia da cidade já estávamos preparando uma operação, para atacar esse lugar e prender todos os criminosos sem precisar usar poder de fogo. – O policial cuspia as palavras demonstrando a raiva naquele momento.

– Então se vocês tivessem feito a operação nenhum desses homens estaria morto? – A repórter pergunta para o policial que responde com raiva nos olhos.

– Não sabemos se os bandidos reagiriam, mas eu posso afirmar que meus homens são muito bem treinados e com certeza conseguiríamos pegar todos sem baixas, mas agora com o ataque desses ditos “justiceiros” nenhuma das famílias desses homens verá seus rostos novamente, pois a forma das mortes são muito brutais. – Terminando de dizer isso Lilith desliga a televisão e olha para os jovens.

– Eu matei três desses bandidos ontem e não senti nada, mas hoje... Por que hoje estou com essa culpa? – Hiei diz com a voz carregada de tristeza.

– Por que agora sem as armaduras vocês literalmente voltaram a ser humanos – Lilith diz com um tom seco o que assusta todos.

– Como assim voltamos a ser humanos? – Tsukimy pergunta com um olhar confuso.

– Opa, opa calma ai pessoal. – Caique se levanta e começa a acalmar as coisas. – O que a baixinha disse é tecnicamente verdade – Diz Caique olhando para Lilith. – Mas não tem nada a ver com magia, culto sombrio, ou transportador de dimensões não, podem relaxar, sendo que um transportador de dimensões não é uma má ideia, irei estudar isso mais tarde. – Fala o líder dos justiceiros com uma mão no cabelo e outra no queixo meio pensativo.

Caique leva todos os jovens para a sala de jantar e pede para que sentem, quando todos já estavam em seus lugares o rapaz senta em uma cadeira na ponta da mesa e começa a falar.

– As armaduras são de uma tecnologia incrivelmente avançada e como vocês já perceberam é capaz de lhes proporcionar mais força, velocidade, agilidade e inteligência em qualquer hora enquanto vocês as tiverem vestindo. – Começa a falar vendo que todos estavam olhando.

– Porém as armaduras para ser algo único e completo os humanos que as utilizavam precisavam mudar. – Fala Lilith parada do lado de Caique.

– Mudar? Como assim? – Fon pergunta estranhando aquilo.

– As armaduras bloqueiam seus sentimentos. – Caique fala de uma vez olhando fixamente para todos os rostos assustados que se formam na sala. – As armaduras são equipadas com um sistema nano elétrico chamado Nano Light, esse sistema dispara raios microscópicos direto em seu sistema nervoso que reage diretamente em seus cérebros. – O rapaz falava de uma forma calma e com uma expressão fria.

– E o que acontece depois? – Diego pergunta frio.

– Os raios forçam o cérebro a impedir vocês de sentirem amor, remorso, arrependimento, dó e piedade vocês quase viram cyborgs. — Aquilo choca todos, mesmo os que não utilizam armaduras se assustam com aquela informação. – Vocês ficam incapazes de recuar diante de qualquer situação, por que o medo e o desespero também são bloqueados deixando vocês só com a raiva, a alegria e a gentileza que só desaparecem ou quando vocês eliminam os criminosos ou quando retiram as armaduras.

A revolta era evidente no rosto de todos na sala, esconder aquilo deles era uma grande canalhice.

– Como você ousa? Você entrega essas coisas para a gente e nos joga na rua como se fossemos meros cães de caça, depois nos informa que ficamos como robôs na rua? – Izack gritava de raiva olhando para Caique que permanece em silêncio.

– Todo esse tempo quando saiamos... Nós éramos somente marionetes para você? — Myra pergunta com lágrima nos olhos.

– EU APOSTO QUE VOCÊ SEU FILHO DA PUTA NÃO TEM ISSO NA SUA, APOSTO QUE VOCÊ QUER MANDAR EM NÓS COMO SEUS ESCRAVOS SEU CRETINO. – Grita Ryuuki, porém Lilith fica na frente dele.

– Está enganado – Diz Lilith que em seguida olha para Caique.

– A armadura de todos vocês tem cerca de 47% das Nano Lights reduzidas, a minha armadura bloqueia todos os meus sentimentos. – Todos arregalam os olhos, aquilo fera uma incrível surpresa. – A armadura de vocês são protótipos da minha que foi criada primeira, a de vocês eu consegui baixar os disparos dos Nano Lights assim deixando vocês com alguns sentimentos, mesmo que sejam poucos foi o máximo que eu consegui. – Caique junta as mãos e as coloca na frente da boca.

– Mas, como assim a sua armadura bloqueia todos os seus sentimentos? – Deth pergunta demonstrando a curiosidade de todos ali.

– Minha armadura dispara sete vezes mais Nano Lights em meu sistema nervoso do que no de vocês, fazendo assim com que eu não sinta nada enquanto estiver com a armadura. Eu não sinto amor, alegria, felicidade, tristeza, raiva, dó, ódio, medo, nada... Quando a utilizo só desejo eliminar meus alvos. – O rapaz dizia cada palavra sem nenhuma expressão no rosto.

– Mas quando você nos achou e quando falou conosco você demonstrava ter sentimentos. – Chaienny diz surpresa com tudo aquilo.

– Aquilo era a minha voz normal, quando achei vocês eu estava neutro não tinha alegria nem nada, cada sorriso que dava era vazio, não demonstrava nada por dentro, eu era literalmente um vazo vazio – Aquilo era um choque para todos ali.

– Então se utilizarmos as armaduras novamente, podemos até matar nossas famílias que não iremos sentir nada? – Juuri fala com um tom assustado olhando para o líder dos justiceiros que somente acena que sim com a cabeça.

– E a última informação, quando retiram as armaduras os raios não surtem mais efeito sendo assim tudo que estava bloqueado te atinge de uma só vez, o cérebro mesmo não podendo mostrar os sentimentos guarda todas as cenas na memória então toda alegria, medo, remorso, tristeza, piedade, tudo o que vocês não sentiram chegam a vocês com uma descarga gigantesca. – Quando aquilo é dito todos se lembram da primeira noite que utilizaram as armaduras e depois as retiraram, todo aquele medo, as imagens dos corpos sendo rasgados por suas armas aquilo tudo era demais para crianças aguentaram. – Você me perguntou o motivo de eu não dormir Myra... Bem esse é um deles. – Dizendo isso Caique deixa a sala com Lilith.

Myra, Deth e Chaienny por não utilizarem as armaduras não sentiram isso Caique chega à conclusão de que os três matavam por vingança, mas os outros... Era muito duro aguentar tudo aquilo. Todos na sala estavam muito pensativos, lutar de uma forma sem sentir nada como isso era possível? Era a pergunta que todos se faziam naquele momento.

– O que você fará agora Caique? – Lilith pergunta vendo o rosto do rapaz com uma feição de preocupação.

– Deixarei que eles façam as escolhas. – Dizendo isso o rapaz vai para a garagem pega sua Hayabusa e sai da mansão preocupado com a escolha de seus companhei... Não errado, com a escolha de seus amigos.

Notas finais
Bom pessoal eu sei que não teve nenhuma matança nesse cap, mas tive que postar para mostrar o motivo que jovens matavam, matavam e matavam sem sentir remorso ou dó nenhuma.

Mesmo assim eu acho que ninguém gosto desse cap.

Bom espero as resposta de vocês.

Tchau e a partir de agora irei postar todos os sabados, ou um pouco mais cedo.

Até a próxima gente.