Predador: A Irmandade Dos Justiceiros
27 Capitulo 27: Problemas com uma doze de Absinto
Notas iniciais
Caique e Kenshiro já tinham acabado com uma garrafa de absinto e partiam para a segunda, os dois já estavam muito bêbados e com certeza a ressaca no dia seguinte seria mortal.
– Chabe de uma koiza Kayque abrir esscha garrafa foy uma boa ydéia. – Kenshiro dizia totalmente bêbado e com dificuldades em caminhar.
– Ei vamosh dá um pacheada pela baji? – Sugere Caique e seus olhos brilham. – E eu tenho uma ydeia de onde devemos ir. — Sorri maliciosamente.
Minutos depois eles estavam diante de uma porta com uma caveira escrita "keep out".
– Ei cara esha é a portash do kuartu da Kae-chan, não dá para entrar. — Lembra Kenshiro.
– Hohohoho, por isho eu tenho eshe cartaum. — Caique tira um cartão do bolso. — Ele decodifica a chenha da tranca e dêcha a gente abrir a porta do kuarto dela hohohoho. — Ele ria maliciosamente.
– "Do quarto dela"? Cheu idiota vochê anda espionando a Kae-chan!? — Kenshiro pega Caique pelo colarinho.
– E não é o chérto tendo uma mulher ghostoja do teu lado? — Ele retruca em um sussurro.
– Seu imbechil, se a ghentchê entrar ela vai nos matar! — Kenshiro parecia preocupado.
– Pelo menosh morremos filiz! — O azulado passava o cartão na porta.
– E che ela tiver nua!? — Kenshiro estava mais preocupado ainda, porém logo imagina a cena enquanto Caique olhava maliciosamente para ele, então se aproxima do azulado. — Abre logo isho ai! — Ele sussurra apressado.
O local é aberto e Caique bêbado entra, após alguns passos cai rolando no chão por cima de Kenshiro, eles levantam o rosto rindo e dão de cara com uma mulher de corpo escultural ainda molhada com uma toalha enrolada no corpo enquanto usava outra para enxugar os cabelos, a morena olhava surpresa sem nada dizer, os rapazes fitavam-na encabulados com os rostos totalmente vermelhos e sangue escorrendo pelas narinas em excitação.
– OOOOIII!! Kaelinazinha. – Caique exclama acenando sem tirar os olhos das partes acentuadas da mulher.
– Belo par de coxas Kae-chan! — Kenshiro babava.
A expressão de Kaelina treme, ela bota a outra toalha ao redor do pescoço e encara os dois de braços cruzados.
–Como entraram aqui? — Ela pergunta parecendo calma... Só parecendo...
Kenshiro automaticamente aponta para o cartão na mão de Caique.
– Foi ele Kae-chan anju lindu do meu coraçaum! — Ele tenta tirar o seu da reta.
Kaelina se aproxima de Caique e pega o cartão de sua mão.
– AAh!!! A xave do paraízu naum pur favor!!! — Caique se joga nos peitos da mulher chorando como uma criança.
Kenshiro vê uma oportunidade e faz o mesmo.
–Eu também keru consholo!!!!!! — Ele pula tentando aliciá-la.
– KYAH!!! — Kaelina engasga surpresa. — Tirem... — Veias furiosas saltam de sua testa. — Suas mãos de mim!!! — Ela abre os braços e pega Kenshiro pela roupa atrás de si e o arremessa para fora do quarto, então desfere um gancho erguendo Caique no ar e com um chute giratório no rosto o arremessa também, a ferida de sua mão se abre novamente de tanto apertá-la. — Se tentarem entrar aqui novamente eu mato os dois!!! — Exclama com raiva fechando a porta. — TSC!!! — A jovem mulher põe a mão na cabeça tentando se acalmar, mas nota algo estranho um cheiro talvez. — Esse cheiro...? — Ela balança a cabeça. — Deve ser impressão minha. — Diz indo até uma estante pegar curativo para sua mão.
– Noscha que mulher maiz brava. — Kenshiro comenta emoldurado na parede.
– Ahh... Taum machios... — Sussurra Caique fazendo um gesto de pegar com as mãos e sangrando pela boca sem se preocupar em estar enterrado na parede.
Em outra área da base Carol e Akemi treinavam na sala de tiros enquanto Sayuri brincava com Cole, Lilith estava preparando o jantar e estranhou não ter visto Kenshiro, Caique e nem Kaelina então avisa as meninas para cuidarem de Cole que ela iria procurar os demais. Não demora e a morena encontra os dois na sala somente de cuecas e com cinco garrafas de absinto vazias espalhadas pelo chão.
A mais velha ferve de raiva.
– O que pensam que estão fazendo seus idiotas a essa hora da noite!? – Ela grita enraivecida.
– Oh Lilifi! Vem cá meu pedaxinhu do chéu! – Kenshiro se aproxima como um gato dengoso.
– Kenshi...? Vocês estão completamente bêbados! – Ela se dá conta do estado lastimável dos dois e a zona de guerra cheia de garrafas no chão.
– Lili!! — Caique vem correndo como uma gazela saltitante e abraça Lilith. – Vem beber com a gente vem!!! – Ele sorria.
– Eh?! Nem morta! Eu deixei essa vida de lado quando fiquei grávida do Cole e você sabe disso! – Ela resmunga.
– Mas agora naum tem probrema! O cole já está grandinho você já pode voltar a beber! – Kenshiro lembra.
– É isso ai!! – Caique se agarra em Lilith e estende uma garrafa até ela passando bem perto do nariz da mulher. – Vai confessa que você quer... Como nos velhos tempos... – Ele olhava divertido.
– Não! Não! – Ela balança a cabeça vigorosamente.
– Só um golinho e deixo você ir embora então. – Caique diz.
Lilith olha para ele e para a garrafa.
– Ah tá bom, só um gole e você me deixa em paz e tratem de limpar essa bagunça antes da Kaelina ver a sujeira que fizeram! – Diz a mulher pegando a garrafa das mãos de Caique e dando o primeiro gole.
Akemi e Carol estranham a demora de Lilith e olham para Cole.
– A Lilith tá demorando né? – Akemi pergunta desconfiada.
– Será que aconteceu alguma coisa? – Carol fica preocupada.
– Acho melhor a gente ver. – Akemi sugere e Carol assente indo atrás da companheira.
– Uhm... Estou com um mau pressentimento... – Sussurra Sayuri vindo logo atrás com Cole.
Ao chegar a sala elas entram em choque vendo Lilith dançando enquanto tirava as roupas em cima do sofá com Kenshiro e Caique sentados no chão batendo palmas e assoviando.
– Ghotosa!!! – Gritava Kenshiro.
– Bis, Bis, Bis! – Caique pedia sacudindo um maço de notas na mão.
– Mas... O quê DiAboS!!!??? – Exclama Akemi, Carol puxa Cole da Sayuri e tapa os olhos do pequeno.
– Uau... Por essa eu não esperava. – Sayuri sorri maliciosamente.
– Yurruu!!! Mais dançarinas! – Exclama Kenshiro empolgado.
– Vem Carol, Akemi, Sayuri! – Caique levanta só de cuecas.
– Vem se divertir! – Kenshiro sugere levantando a garrafa e deixando muita coisa exposta.
– Ai meu Deus! – Akemi tapa os olhos e Carol também, mas acaba deixando Cole exposto à imoralidade.
A expressão de Sayuri treme.
– Mamãezinha...? – O garoto olhava nervoso para a mãe.
– Oh, meu filhinho, vem cá com a mamãe! – Ela corre de calcinha e sutiã até o pequeno e o abraça.
– Ugh! Mamãe a senhora tá fedendo! – Ele tapa o nariz.
Ao ver as companheiras a visão de seus corpos se tornam mais sensuais como uma ilusão acentuada pelo álcool, Kenshiro não resiste e se põe a chorar no ombro de Caique.
– Kenshiro o que ouve? – Caique pergunta, o ruivo ergue a cabeça mostrando os olhos inchados e o nariz escorrendo.
– Eztouu sem tranzar, NECESSITO DE SEXO AAAAAAAAAAHHH!! – Uma gota surge na cabeça das três jovens que empalidecem. – Vocêis são muito bonytaz... Quero fazier secso!!!
– Oh não dizsh isho na frenti do meu filhu sheu idiota!!! – Lilith se aproxima e desfere uma tapa no rosto de Kenshiro.
– Maish tem um monte de mulher ghostosa aqui e eu não pegu ninhuma! – Ele resmunga. – Isso é broxante! – Não concordam meninas!? – Ele se vira para as companheiras, mas elas haviam tomado chá de sumiço.
Caique cai na gargalhada.
– Elas fugiram de você Kenshiru, agora pódis broxar a vontade!
Lilith também começa a rir e Kenshiro a chorar.
As meninas corriam com Cole nos braços desesperadas em direção ao quarto da única pessoa que não tinham visto lá.
– A gente tem que pedir ajuda dela senão eles vão nos molestar! – Akemi faz expressão de horror.
– Até mesmo a Lilith!? – Carol exclama cautelosa.
– Aquela ali com certeza nem deve saber que dia é hoje depois daquela cena que eu vi! – Sayuri parecia nervosa.
– Oh meu Deus e se a Kaelina estiver bêbada também?! – O pensamento passa pela cabeça da jovem Akemi.
As três petrificam.
– Ela não teria coragem de matar a gente teria...? – Carol comenta.
– Ela é uma assassina de verdade... Você sabe o que assassinos de verdade fazem com pessoas como nós? Eles comem no café da manhã! – Sayuri tapa a boca percebendo ter falado alto demais.
– Ela vai fatiar a gente como presunto e colocar na geladeira... – Akemi sussurra suando nervosa.
– Então o que a gente vai fazer? – Sayuri pergunta olhando para suas amigas.
Elas dão de ombros, mas logo olham surpresas umas paras as outras como se uma luz tivesse acendido em suas cabeças e voltam seus olhares maquiavélicos para o pequeno Cole.
A criança só faz tremer.
Kaelina estava dormindo tranquilamente em seu quarto quando ouve batidas desesperadas na porta, ela põe o travesseiro na cabeça para abafar o som, mas repentinamente ouve lamúrias e isso a faz sentar-se rapidamente na cama e levantar, ela apressa os passos e abre a porta mesmo estando apenas de calcinha e sutiã.
– Tia socorro! — Cole choramingava na porta.
– Você? Cole? O que faz aqui o que houve? – Ela pergunta.
O pequeno olha de relance para o lado sem saber o que responder, mas as três jovens apenas fazem gestos para o pequeno não olhar para elas no corredor, Kaelina estranha o olhar do garoto e enfia a cabeça para fora do quarto vendo três criaturas ariscas se escondendo atrás da parede.
– O que vocês querem me perturbando a essa hora? – Ela levanta a sobrancelha parecendo um pouco irritada.
Carol Akemi e Sayuri enfiam a cabeça no corredor novamente para analisar o estado sóbrio de Kaelina e como a vigilante não parecia alterada elas respiram aliviadas.
– Kaelina-san!!! – Elas correm desesperadas, sua insanidade voltando ao estado original.
A morena se assusta um pouco com a atitude repentina das três que olhavam junto a Cole com olhares de súplica.
– O... O... O que foi?! – Ela olha confusa.
– ELES QUEREM NOS ESTUPRAR! – Gritam em uníssono e Cole começa a chorar.
Kaelina fica surpresa com o estado lastimável do menino e os olhos marejados das jovens, temendo o pior, mesmo de calcinha e sutiã ela pega sua espada e sai correndo a toda velocidade, então ouve um barulho estranho vindo da sala e logo percebe ser música, ela estranha e ouve vozes, gargalhadas e...
Kaelina fica sem reação ao ver Caique, Kenshiro e Lilith semi-nus dançando à batida da música enquanto dividiam SUA garrafa de absinto que ela lembrava ter deixado uma etiqueta com caveira indicando "risco biológico" para manter pessoas curiosas afastadas e por um bom motivo...
– Eish Gentchê olhash shó! — Kenshiro aponta para ela.
– Ei! Kaelinash! — Lilith vem sorrindo de orelha a orelha e abraça a vigilante que não reagia diante da situação inusitada.
– Olha ai tá vendo Kenshirosh! Essa é a minha conshiderada! — Caique ria à toa.
– E tá ghostojá de cáshinha! — Ele fica enrubescido e com olhar malicioso vendo a mulher em trajes íntimos.
A expressão de Kaelina tremia.
– Tia Kaelina! — Cole chega ofegante com as outras lhe acompanhando.
– Oh meu pimpolhinho! — Lilith esgueira-se de Kaelina e abraça seu filho com força. — Onde eshtava meu coraçãum a mamãe eshtava morrendo de saudadesh de você.
– Ai, mamãe a senhora tá me machucando!
– Ishu é amor! — Lilith ri eufórica.
O pequenino olha em súplica novamente para a vigilante e ela suspira, enquanto enchia seu filho de beijos Kaelina desfere um golpe na nuca da justiceira que apaga sem aviso, ela anda calmamente em direção a Kenshiro e Caique que dançavam de cueca girando suas camisas no ar ao som da batida e cantando, eles não percebem quando Kaelina se aproxima por trás e com um movimento preciso aperta um ponto em seu pescoço desacordando-os e fazendo-os cair como pedras no chão.
A vigilante olha para o estrago ao redor, para Cole e as jovens notando sua preciosa garrafa de absinto que ainda tinha alguns dedos restantes, então suspira novamente e põe a mão no rosto balançando a cabeça sem saber o que fazer.
– Vocês só me dão dor de cabeça...
Bem cedo na manhã seguinte Lilith acorda e se arrasta até o refeitório, ela vê Kaelina sozinha sentada no balcão comendo uma tigela de cereais com leite e assistindo televisão sem se importar com sua presença e sem deixar de fazer o que fazia, Lilith afunda no banco do balcão e se joga sobre o mesmo sentindo o seu corpo uma gelatina.
– Bom dia Kaelina... — Sua voz e feição pareciam zumbi ficadas.
– Hum. — Kaelina mal consegue responder apropriadamente por estar mastigando sua comida, ela continuava prestando atenção na TV.
As duas ficam em silêncio outra vez, até que Lilith o quebra.
– Ai meu Deus que dor de cabeça... — Ela coloca as mãos nas têmporas. — Eu não sei por que, mas parece que fui atropelada por um caminhão e jogada na sarjeta... — Ela olha para a outra mulher. — Aconteceu alguma coisa ontem? Eu sinto como se... Estivesse esquecendo alguma coisa importante... — Ela pergunta espremendo a visão tentando lembrar.
Kaelina mastigava quando olha de relance para Lilith que parecia definitivamente confusa, então sem nada falar se levanta do balcão abre um pequeno painel na parede e aperta um botão da câmera de vigilância, ela volta normalmente ao seu assento e bota mais cereal e leite na tigela voltando a prestar atenção na tela.
Lilith apenas observa as ações de Kaelina e olha para a televisão com curiosidade quando a tela escurece e mostra uma pequena interferência dando lugar a imagem dela, Kenshiro e Caique semi-nus na sala bebendo, rolando no chão enquanto contavam piadas e gargalhavam como crianças loucas e desorientadas.
A justiceira petrifica ficando branca e levanta do balcão batendo na mesa suando como uma condenada não acreditando no que estava vendo.
– Meu Deus o que significa isso?! É alguma pegadinha?! — Ela gaguejava desconcertada para a outra mulher que comia sem a mínima preocupação.
Kaelina engole seu cereal.
– Não, esses são vocês ontem à noite brincando de ficar nus e dançar a Hula na sala depois de beberem "minha" garrafa de absinto. — Ela responde enfatizando bem o "minha" e volta a olhar para a tela apreciando seu desjejum.
Lilith engasga.
– Bom dia gente. – Carol adentra o recinto ligando a máquina de café, ela olha para a televisão, mas dá de ombros e volta a fazer o café.
– Dia. – Kaelina leva mais cereal à boca.
– Oi Kaelina-san, Lilith, Carol, bom dia. – Sayuri chega e vendo Carol fazer café se põe a arrumar o balcão para tomarem o desjejum.
Kaelina apenas assente em silêncio.
– Oi pessoal bom dia a todos! – Akemi entra toda sorridente e observa o que passava na TV. – Oh! É o espetáculo de ontem! – Ela ri.
Carol e Sayuri sentam para comer e dão atenção ao televisor.
– E que espetáculo não é? – Sayuri lembra.
Carol e Akemi assentem.
Temendo o pior Lilith já tinha perdido litros de água de tanto suar.
– Pelo amor de Deus Kaelina diz para mim que meu filho não viu isso! — Ela exclama preocupada.
Porém, mal termina de dizer isso o pequeno Cole entra no refeitório, Kaelina troca o canal de vigilância por um comum de desenhos matinais, ele abre a geladeira pega queijo, presunto, fatias de tomate e alface em uma vasilha de plástico e pão de forma e manteiga na estante ao lado, um copo tipo americano e senta ao lado de Kaelina.
– Tia posso pegar o leite? — Ele pergunta educadamente.
Kaelina só faz empurrar para ele, o pequeno se serve e devolve o leite para a mais velha, então com todo jeito faz um sanduíche de queijo e presunto com as devidas rodelas de tomate e alface no lugar.
– Eu também quero um. — Kaelina pede enquanto assiste TV.
A criança pega um pratinho no armário e repete o mesmo processo servindo-a em seguida.
– Obrigada. — Ela agradece.
Os dois comem assistindo o desenho enquanto as meninas comiam e conversavam animadamente um assunto qualquer ignorando Lilith, a mulher olhava para eles tranquilos e não deixa de estranhar a atitude incomum, eles pareciam estar escondendo alguma coisa, ela suava fria e cautelosa, uma sensação desagradável lhe consumindo.
– Ah é tia Kaelina, obrigado por ter me ajudado a dar banho, trocar as roupas e botar minha mãe na cama para dormir. – Ele sorri agradecido.
– Não há de quê. – Ela responde mastigando o sanduíche e tomando leite.
A expressão de Lilith enegrece, ela queria vomitar suas forças se esvaem, então sai correndo do refeitório.
– Ai meu Deus! Ai meu Deus! – Ela grita desesperada. – Eu quero morrer!!!
Eles esticam a cabeça olhando Lilith correndo alucinada pela base.
– Às vezes tenho a impressão que Cole é a pessoa mais madura por aqui... – Kaelina comenta com a sobrancelha levantada vendo a outra correr.
Carol, Akemi e Sayuri assentem.
– Impressão sua tia. – Ele responde educadamente fazendo o mesmo.
Mas quando percebem que Lilith havia desaparecido, eles se entreolham e Kaelina bota
novamente na gravação da câmera de vigilância e Cole e as meninas não paravam de rir, a mulher fica olhando pensativa para a tela.
– Será que o vídeo com as tarjas negras nos olhos deles e efeitos especiais está rendendo bem na internet? – Comenta para o pequeno.
– Com certeza tia! – Ele responde rindo.
Kaelina ri com a resposta do pequeno.
Longe dali, Kenshiro e Caique dormiam jogados na cama totalmente alheios à vergonha que tinham passado e sem saber que a cena protagonizada por eles já tinha mais de cinco milhões de acessos na internet.
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