Predador: A Irmandade Dos Justiceiros

4 Capítulo 4: Demonstrando o Poder


Notas iniciais
INTERNEEEEEETT.Ola jovens que gostam de ler minha fic ^^. Tudo bem? Espero que sim ;p. Pessoa desculpas por toda essa demora para postar, mas na casa da minha vó aonde eu moro meu pc quebro e na casa da minha mãe tava sem net ai ficava tenso qualquer coisa e quando eu respondia MP ou comentario era no pc do meu curso, vamos parar de enrolar.Boa Leitura :)

Depois terminar o treinamento com suas armaduras, Caique faz com que todos se preparem para uma patrulha noturna.

– Quero que todos vocês rondem a cidade e procurem por criminosos que estejam assaltando, roubando, ou qualquer coisa e mostre a eles a justiça ok? – O jovem pergunta e todos respondem com um sim bem alto. – Outra coisa não digam os seus nomes, utilize um nome de justiceiro que vocês desejarem.

Logo em seguida todos saem e se separam vasculhando a cidade. Sarah estava em um prédio quando avista um grupo de seis homens com objetos em punho, cercando um morador de rua que estava assustado e pedia para não ser morto.

– Cala boca seu merda. – Um dos bandidos acerta a perna do homem com uma barra de ferro fazendo-o gritar de dor. – Quero ver você gritando mais. – Ele ergue a barra de ferro novamente para acertar o homem já caído, porém, Sarah surge e com uma de suas espadas apara o ataque do bandido e com a outra espada corta a sua mão e observa o criminoso agonizando de dor.

– Sua vagabunda – Todos os outros comparsas avançam para cima da jovem que faz surgir vinte e cinco espadas como um teletransporte deixando todos os criminosos assustados.

– Vocês machucaram esse homem sem nenhum propósito, lhes ensinarei o que a Irmandade Dragão Negro faz com pessoas como vocês. – A jovem faz as espadas a rodearem. – Penitência Cortante. – As espadas avançam rapidamente cortando os bandidos, mas sem matá-los apenas ferindo e os deixando desacordados. – A justiça será feita nesta cidade por nós os Dragões Negros. – Diz a jovem para um dos bandidos que ainda estava no chão, se vira e some nas sombras de um beco.

Izack estava correndo pelos prédios quando avista seis homens suspeitos e no parapeito de um prédio próximo observa suas ações, com a habilidade de sua armadura de identificar sons e formas de vida fica ouvindo a conversa deles.

– Vamos pegar o dinheiro daquela loja de bebidas hoje, vi que lá só vão ricos e o dono da loja fatura muito e não tem câmera nem alarme, vai ser dinheiro fácil, ele também tem uma filha muito bonita a gente pode se divertir com ela. – Informa um dos homens fazendo o sangue do jovem justiceiro ferver de raiva.

– Vamos lá então estou doido pra compra mais drogas. – Diz o comparsa dele. Izack os segue até a loja de bebidas que estava aberta, do prédio ele pode ver os bandidos entrando armados rendendo o dono da loja e uma jovem de longos cabelos castanhos.

– Anda porra me passa o resto do dinheiro – Gritava um dos homens para o senhor que tinha o rosto sangrando devido a um golpe da arma do criminoso. – E deixa essa vadia no canto ali logo a gente vai brincar muito com ela. – Disz o criminoso vendo o rosto do pai da garota se espantar e a jovem chorar.

– Larguem as armas. – Uma voz surge na porta e todos no local observam o justiceiro parado olhando para os bandidos. – Se não quiserem morrer.

– Que droga é essa? – Grita o bandido que estava rendendo o dono da loja.

– Seu pior pesadelo. – O justiceiro saca suas pistolas e com dois disparos acerta a cabeça de dois bandidos e avança para cima de um derrubando-o com um chute no rosto, logo em seguida aponta a arma e efetua dois disparos eliminando-o, os que sobram apontam as armas para o justiceiro que ativa suas garras e rapidamente corta a garganta de dois e finca ela no peito do último. – Essa droga se chama Hariken – Diz colocando a arma no queixo do bandido e aperta o gatilho.

– Se... senhor. – Chama a jovem abraçando o pai. – Muito obrigada pela ajuda. – Agradece a jovem.

– Não precisa me agradecer estou aqui para limpar todo esse mal. – Informa na porta da loja.

– Como se chama senhor? – Pergunta o dono da loja.

– Me chamo Hariken. – Antes de sair o jovem nota uma garrafa de uísque, ele a pega e abre a carteira de um dos bandidos retirando dinheiro e deixando no balcão para logo em seguida sumir na noite.

Hantoresu estava patrulhando a área de um bairro muito violento quando escuta gritos e rapidamente avança para o local, ao chegar observa seis homens cercando um casal de jovens.

– Que maravilha um lindo casalzinho para a gente se divertir. – Diz um homem com uma faca em punho.

– Por favor, a gente só quer ir para casa. – Dizia o rapaz com medo e sua namorada atrás dele tremendo.

– Mas vocês vão poder ir para a casa, porém, só depois que a gente brincar um pouco. – Três homens puxam a garota e outros três começam a bater no rapaz.

Os homens levam a garota para um beco e começaram a batê-la e a tirar suas roupas, quando iam retirar sua calcinha a justiceira surge e com a adaga em uma mão e o punhal na outra, rapidamente corta a garganta dos dois homens e com um salto finca as duas lâminas na testa do último.

– Esta tudo bem estou aqui para ajudar. – Fala para a garota assustada no chão calmamente, Hantoresu caminha devagar guardando a adaga e o punhal, sacando sua espada o que chama a atenção dos outros bandidos, a garota é mais rápida e finca sua espada na barriga de um e retirando-a rapidamente para cortar a cabeça. Os outros dois atacam, mas facilmente a garota se defende dos ataques e com um giro corta suas cabeças facilmente.

– Mu... Mui... Muito obrigada – Agradece a garota do lado do namorado.

– Está tudo bem vão embora rápido antes que mais deles cheguem. – Avisa a garota vendo os jovens indo embora e em seguida ela faz o mesmo.

Predador estava patrulhando uma área um pouco afastada da cidade, com a visão Infravermelha do seu capacete pode encontrar duas pessoas dentro de uma sala, uma estava em uma cadeira e parecia estar amarrado o outro na parede, observa que tinha cinco homens armados no local e corre até o local, porém, vê um homem apontar a arma para quem estava na parede e atirar matando-o, aquilo faz seu sangue ferver e rapidamente ele joga duas lâminas explosivas na porta detonando-a e entra no local matando quatro homens que pareciam seguranças e ferindo um na perna. Avista um rapaz amarrado na cadeira com vários machucados e hematomas pelo corpo, na parede uma jovem morta com um tiro na cabeça, o justiceiro corta as cordas que prendiam o jovem.

– Peço desculpas por não conseguir chegar a tempo de salvá-la. – Diz o justiceiro para o rapaz que chorava. – Mas, posso te dar uma parte da justiça. – O Predador saca sua arma e entrega para o jovem que a pega e caminha devagar para o homem ferido no chão.

– Por favor, eu não queria fazer aquilo eu estava nervoso, por favor. – Suplicava o homem no chão.

– Você a matou e ia me matar e diz que estava nervoso que pena. – O garoto aponta a arma para o homem que já estava chorando. – Foi você mesmo que disse: “Te vejo no inferno”. – O rapaz efetua cinco disparos na cabeça do homem.

– Novamente peço desculpas por não ter conseguido chegar a tempo de salvá-la. – Diz o justiceiro pegando sua arma e virando de costas.

– Espera. – Pede o jovem. – Quem é você? – O justiceiro se vira para o garoto.

– Me chamo Predador e quero livrar essa cidade de criminosos para que isso nunca mais aconteça. – Diz olhando para a jovem morta.

– Eu posso te ajudar? – O jovem pergunta olhando para o justiceiro. – Quero ajudar também, quero mostrar que posso salvar as pessoas desse mal. – Ele diz com a cabeça baixa.

– Bem vindo a Irmandade Dragão Negro. – Fala o justiceiro para o rapaz. – Como você se chama? – Pergunta ajudando o garoto a andar.

– Eu me chamo Diego Darknight. – Diego tinha 19 anos, cabelos lisos e repicados na cor preta, olhos de cor azul escuro, um corpo definido e musculoso, o rapaz vestia uma jaqueta na cor azul escuro, camisa branca por baixo cheia de sangue, calça jeans azul e um tênis preto.

O justiceiro ajuda o garoto e o leva para a mansão onde informa a todos o ocorrido e apresenta o novo membro para eles.

– Seja bem vindo Diego. – Todos o cumprimentaram menos Izack que fica na dele. No dia seguinte Caique entrega a armadura para o jovem que cobria todo o seu corpo na cor branca com vários detalhes em preto e a viseira azul, junto com a armadura ele ganha uma espada na cor preta que ia até a sua coxa e duas pistolas Desert Eagle.

O Predador sai da mansão sem os seus amigos para investigar um caso de desaparecimento que estava acompanhando, na porta da casa do suspeito ele observa que dentro tudo estava revirado e tinha muito sangue, no quarto o justiceiro encontra um corpo completamente em pedaços e na cama a garota desaparecida morta e despida, mas o que chama sua atenção é que no canto do quarto há um rapaz ajoelhado olhando para o chão.

– Olá – Diz o justiceiro chamando a atenção do outro jovem. – Tudo bem? – Diz vendo o rapaz ficar assustado.

– Quem é você? – pergunta o rapaz com duas facas em punho.

– Sou um justiceiro prazer em conhecê-lo – Brinca Predador deixando o rapaz nervoso.

– Você é alguma coisa desse verme por que se for eu vou te matar. – Fala o rapaz levantando as facas.

– Não eu não sou nada dele e você é um criminoso? Por que se for – O justiceiro faz duas garras de 50cm surgir em cada mão o que impressiona o rapaz. – Eu vou te matar.

– Eu não sou um bandido sou um justiceiro como você. – Responde o rapaz baixando as facas.

– Que bom. – Ele guarda suas garras novamente. – Como se chama e por que estava parado aqui com dois corpos na casa? – Pergunta o justiceiro cobrindo o corpo da jovem.

– Eu me chamo Han, mas me chame de Deth. – O rapaz tinha cabelos negros e curtos, olhos negros como o cabelo, porém quase sem vida, tinha 18 anos e vestia um sobretudo na cor marrom claro com uma camisa preta por baixo, calçava luvas pretas com algumas pontas de ferro igual a um soco inglês, calças e sapato preto, podia-se reparar na grande placa de ferro que o rapaz carregava por baixo da camisa e no canto do quarto perto da cama uma máscara.– Eu estava procurando essa garota e vim seguindo pistas até aqui, mas quando cheguei a encontrei morta e o maldito violando-a então perdi o controle e fiz isso. – O rapaz larga as facas e olha para o local todo ensanguentado.

– É difícil quando queremos ajudar as pessoas, mas vemos cenas onde nossa mente nos manda eliminar completamente o alvo. – Aquelas palavras surpreendem o jovem. – Você só queria ajudar a garota eu sei como é fazer coisas ruins para salvar as pessoas, meu objetivo é livrar essa cidade dos crimes e criminosos e quero saber se você pode me ajudar? – O justiceiro pergunta estendendo a mão ao rapaz que fica estático pensando o que responder.

– Eu aceito. – Ele aperta a mão do justiceiro.

– Bem vindo a Irmandade Dragão Negro. – Predador entrega o cartão e informa para ele estar no local de manhã e vai embora.

No caminho de volta Predador avista sete homens com armamento pesado atirando em um carro, onde atrás tinha um policial e ao seu redor outros policiais mortos, o justiceiro faz surgir suas garras e aparece atrás de um fincando-as e atravessando seu peito em seguida corta seu pescoço o joga no chão fazendo os outros bandidos percebem o justiceiro e começar a atirar, porém o Predador desvia ou se defende dos tiros e corta a cabeça de mais dois ele dá um pulo girando e saca suas duas pistolas efetuando três disparos certeiros na cabeça de três bandidos, quando o justiceiro encosta no chão ele avança com uma impressionante velocidade para cima do último atravessando-o com as lâminas fincadas no peito e puxando para o lado partindo-o ao meio.

O policial que estava se protegendo dos tiros vê o justiceiro e fica impressionado com os ataques. – Olá – Diz o justiceiro fazendo suas garras voltarem. – Você está bem? – Pergunta para o policial que observava os bandidos mortos pelo ser a sua frente.

– Estou sim muito obrigado por ter me salvado. – Agradece o policial. – Mas o que é você? – Pergunta.

– Me chamo Predador. – Responde de forma calma e fria fazendo o policial se assustar. – Foi você o responsável por todas aquelas mortes de criminosos e a destruição de um armazém de drogas. – Afirma apontando a arma para o justiceiro.

– Sim fui eu sim, você pretende atirar em mim mesmo depois de ter visto o que eu fui capaz de fazer? – Uma pergunta que faz o policial baixar a arma percebendo que seria inútil atirar nele.

– Por que você esta fazendo isso? – Pergunta o policial guardando a arma.

– Estou fazendo isso para mostrar a todos os criminosos da cidade que existe justiça e que ela ira atrás deles. – Informa com um tom de voz sombrio, porém calmo.

– E está fazendo isso sozinho? – Pergunta novamente. – Por que os ataques foram em lugares muito afastados da cidade e muito rápidos nem você com toda sua força e velocidade poderia fazer isso. – Afirmações precisas e inteligentes.

– Tem razão eu não estou agindo sozinho tenho minha irmandade que me ajuda nesse objetivo. – Afirma virando as costas e se preparando para ir embora.

– Espere que objetivo é esse? – Pergunta fazendo Predador se virar novamente.

– Limpar essa cidade de todos esses crimes e trazer a paz. – Responde para o policial. – Quer ajudar também? – A pergunta surpreende o homem da lei que baixa a cabeça e pensa.

– Sim. – Responde rápido.

– Como se chama. O justiceiro pergunta

– Me chamo Ryuuki. – Ryuuki Sakigami um policial de 21 anos, 1,80m corpo magro, porém demonstrava ter muita força, pele branca, cabelos longos e negros sendo rebelde na parte superior na franja e olhos negros, o mais velho carregava uma katana nas costas o que faz o justiceiro estranhar, mas decide não perguntar. – Estava em missão quando fomos emboscados, muitos de meus amigos morreram e os outros acabaram fugindo. – Informa o policial demonstrando a raiva de ver seus amigos sendo mortos.

– Seus amigos não irão morrer em vão Ryuuki bem vindo a Irmandade Dragão Negro.

O justiceiro o leva para a mansão e apresenta-o a todos, depois de um tempo tocam a campainha e Caique atende, vendo que era Deth ele faz o jovem entrar e o apresenta aos demais.

– Todos nós sofremos na vida e conseguimos transformar esse sofrimento em força para o bem das pessoas.

Fala Caique para todos reunidos e entrega a mala para Ryuuki com uma armadura que cobria todo seu corpo na cor preta e branca com uma câmera no capacete que cobria todo seu corpo, dentro vinha uma metralhadora que era embutida na armadura facilitando a recarga, ele atribui também a katana que estava carregando deixando sua armadura completa.

– Mostraremos que os sofrimentos que temos será nossa maior força para acabar com os crimes aqui, NÃO É? – Pergunta fazendo todos juntos gritarem um sim bem forte.

A irmandade tinha o objetivo de ajudar todas as pessoas da cidade e todos dentro daquela sala estavam dispostas a cumprir esse objetivo.

Notas finais
É isso ai pessoal se gostaram comentem, se odiaram comentem tambem. Até a próxima que não vai demorar como dessa vez ;p