Predador: A Irmandade Dos Justiceiros

19 Capítulo 19: Matando a Saudade


Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAH LELEG LEG LEG LEG LEG LEG LEG BUGANDO BUGANDO BUGANDO DE UM LADO BUGANDO BUGANDO BUGANDO DO OUTRO!! IIIAAEE GALERA QUE ME ODEIA. COMO VOCÊS ESTÃO? PELO QUE PERCEBERAM EU ESTOU BEM FELIZ(respirando e se acalmando) Bom no meu ultimo cap eu ganhei uma recomendação da minha sensei Lyel e por isso queria agradecer a ela por toda a ajuda que ela me deu e pelas broncas tmb. Bom vamos a o que interessa. Como não postei fim de semana decidi postar agora. Gente como vocês repararam as armaduras estão todas lascadas então pesso que vocês me mandem MP dizendo as melhorias que suas armaduras, as melhorias e os novos upgrades. Aqueles que não mandarem isso não sei como ficara a situação aqui na fic, por que agora vira personagens muito mais poderosos e por isso estou pedindo que vocês me informem as melhorias. Não quero isso por comentarios, pois não irei desistir da fic, mas preciso que vocês me informem como ficara asas armaduras apartir de agora. Boa leitura e nas notas finais eu informo as coisas.

Dois dias se passaram dês de o encontro entre Kaelina e Caique.

Sem armaduras os dragões se mantiveram quietos e sem nenhum movimento, jornais mostraram matérias sobre o ataque à empresa Namory, porem o que mais chocou foi a entrevista que veio logo em seguida.

– A empresa Namory foi alvo de um ataque terrorista destes tais “justiceiros” que rondam nossa cidade e nos atacam. – O prefeito da cidade um homem de cabelos pretos e pele clara, olhos castanhos e uma idade aparente de 51 anos. Seu nome era Phil Mark. – Eles não podem estar soltos, devem ser cassados como animais e executados, já que é assim que eles fazem com os outros então devemos fazer o mesmo com eles. – Todos os jovens que assistiam aquela reportagem se encheram de ódio.

– E as investigações sobre a empresa Namory estar envolvida com os criminosos da cidade o senhor acredita nisso? – A repórter pergunta para o prefeito, que responde quase cuspindo na mulher.

– Eu acho uma idiotice, conheço o senhor Namory e sei que ele nunca faria uma coisas dessas, não aceitarei qualquer investigação ou acusações sobre essa empresa. – O prefeito termina de falar e vira as costas.

– Parece que temos mais um bandido poderoso solto. – Hiei comenta com um olhar de raiva.

– Vou arrancar a cabeça dele quando o encontrar. – Ryuuki fala com um sorriso no rosto.

Juuri se levanta e sai do local sem falar nada, a garota passa por Caique de cabeça baixa e sobe as escadas se trancando no quarto.

– O que aconteceu com a Juuri? – O líder dos jovens pergunta com um olhar curioso.

– Não sei. Estávamos vendo o noticiário ai passou uma reportagem, aonde o desgraçado do prefeito disse que não vai aceitar que a policia case, os desgraçados das empresas Namory ai ela sai e subiu. – Tsukimy comenta indo atrás da garota.

Escurece na cidade chegou a hora das pessoas descansarem para no dia seguinte novamente irem para o trabalho ou para suas escolas.

– CAIQUEEE!! – Lilith berra o nome do rapaz e abre a porta do quarto do mesmo com um chute.

– O que foi? – O rapaz pergunta sem interesse jogando seu vídeo game portátil.

– Você prometeu trazer meu filho para sua casa. – A menor olhava para o rapaz que nem a encarava.

– Aquele pivete a ultima vez que veio aqui destruiu 4 moveis, quebro a porta de 2 de meus carros, fora o estrago que ele fez no quarto. – O rapaz comenta sem tirar os olhos do jogo.

– Isso foi na época que ele ainda estava traumatizado, agora ele já esta melhor. – A menor comenta se segurando, para não avançar no pescoço do mais novo. – Você me prometeu que ele viria para sua casa então va busca-lo. – Ordena a menor.

– Ok. Quando terminar o jogo aqui eu busco o seu pivete. – Lilith caminha ate o rapaz, arranca o aparelho e o taca no chão com toda a sua força, espalhando vários pedaços pelo quarto.

– Pronto o jogo acabou. – O rapaz respirou derrotado, se levantou, colocou uma camisa branca de manga longa, uma calça jeans preta e um tênis preto com detalhes em branco, arrumou os cabelos e foi descendo.

No final da escada o rapaz encontra Fon.

– Ei Fon vamos sair? – O maior pergunta com um sorriso no rosto.

– Ir aonde? – O rapaz pergunta calmo.

– No caminho te conto. – Caique começa a puxar o rapaz pela camisa, sem como lutar o menor é levado ate a garagem.

Caique entra na garagem arrastando Fon, pega uma chave que estava próxima e desativa o alarme de um Porsche 918 Spyder conversível prata que o rapaz tinha no local.

– Uau. – Fon olha o carro com um brilho nos olhos. – Você é cheio de maquinas em cara.

– Eu sei. – Responde o rapaz rindo para o amigo. – Vamos? – Caique chama Fon que abre a porta e entra no carro.

Os dois saem da mansão e Caique acelera testando a velocidade e potencia do carro.

– É ele anda bastante. – Comenta observando a estrada.

– Aonde iremos Caique? – Fon logo pergunta querendo saber o local que o rapaz o levara.

– Vamos buscar o filho da Lilith. – Caique fala calmo e logo seu celular começa a tocar, avista no visor que era Lilith. – O que foi? – O rapaz fala direto querendo saber o motivo para ela ter ligado.

– Quando chegar lá pesa para meu pai os objetos que eu pedi a ele. – Terminando de falar a mais velha desliga o telefone e Caique guarda novamente o aparelho no bolso.

– Não sabia que a Lilith tinha um filho. – Fon comenta observando o mais velho.

– Ele se chama Cole Roxene e tem 5 anos. – Caique entrega a Fon uma foto onde estava um pequeno garoto de pela clara, cabelos castanhos, seus olhos não se sabe a cor, pois o pequeno se encontrava dormindo.

– Ele é bem fofo. – Comenta o menor olhando para a foto do garotinho.

– Eu sei e a mãe dele tem muito orgulho disso. – Caique fala com um sorriso no rosto.

– Nunca imaginei que a Lilith fosse capaz de amar alguém. – Aquele comentário fazem os dois rirem.

– Ela faz isso de assustadora, para conseguir respeito de todos menos com o Cole, com ele ela é bem carinhosa e doce. – Fala Caique enquanto observava a estrada. – Mas se ele sai da linha, ou fica muito birrento ela não fica nada doce. – Aquilo novamente assusta Fon.

Depois de 30 minutos Caique estaciona o carro enfrenta a uma casa grande, com as paredes da parte de fora pintadas em branco, a casa era de dois andares e duas janelas de metal prata destacavam a beleza da casa.

– Chegamos. – Caique sai do carro e ativa o alarme, Fon o segue e os dois param em frente em do porta que era de carvalho.

O rapaz toca a campainha e ouve uma voz feminina falar que já estava indo. Alguns segundos depois e uma garota de pele clara, cabelos castanhos claros que chegavam ate o meio das costas, olhos castanhos, um corpo bem sensual com coxas medias, seios médios e um lindo rosto.

– Caique. – A garota abraçou o rapaz que corresponde. – Como você esta? Faz um tempo que não vem nos visitar, meu pai vai ficar nervoso com você por causa disso. – A garota disse com uma expressão de raiva o que fez o rapaz sorrir.

– Você continua linda e doce como sempre Layla. – Layla Roxene 19 anos 1,68m a irmã mais nova de Lilith, diferente da irmã mais velha Layla é muito doce e simpática com todos a sua volta.

A garota cora e vira o rosto parando de olhar para o rapaz.

– EEEEI SEU MULEQUE MALDITO!! – De dentro da casa no alto da escada um homem com um curto cabelo na cor castanho claro, olhos castanho escuro, uma barba que se juntava ao cabelo, um corpo musculoso e com o braço esquerdo de metal grita para o rapaz.

– Iae velho Kolgar como voc...- Antes de terminar de falar do alto da escada Kolgar salta mirando cair em cima de Caique, que da um mortal pra traz e ve o mais velho cair de cara no chão, causando um grande barulho e estremecendo um pouco a casa. – Exagerado como sempre. – Diz Caique balançando a cabeça em sinal de desaprovação.

Kolgar Roxene 51 anos é o pai de Lilith e Layla, tem 1,79m e é engenheiro ele quem ajuda Caique a criar as armaduras e as armas dos justiceiros.

– Hehe esta mais rápido do que antes moleque. – Kolgar se levanta sem nenhum machucado e agarra o pescoço do mais novo dando uns cascudos nele, Caique aplica um golpe no homem atingindo sua perna de apoio deixando ele sem equilíbrio, o rapaz agarra o braço que estava em seu pescoço e gira o homem o lançando em uma mesa ali próxima. – Hahahaha como sempre ligeiro com os ataques. – Novamente o homem se levanta sem nenhum arranham

– Sempre barulhento. – Diz Layla com uma gota na cabeça.

– A é com toda essa bagunça eu me esqueci de apresentar. – Caique vai ate Fon que ate o momento estava assustado com toda aquela bagunça o empurra para perto do homem. – Este é Fon Sasori um de meus amigos. – Fon olha para Kolgar como se ele fosse um gigante que iria o devorar.

– PRAZER EM TE CONHECER RAPAZ. – Kolgar da um abraço de urso no garoto que sente seus ossos trincarem.

– É...um...pra...zer...conhece...lo – Fon quase que não fala por causa da dor, Kolgar solta ele e Layla vai ajudar o garoto.

– Prazer eu me chamo Layla Roxene. – A garota abraça e da um beijo na bochecha do pequeno que fica com as envergonhado.

– Bom o que te traz aqui Caique? – Kolgar fala alto fazendo o rapaz olhar para ele.

– Sua amorosa filha quer o pivete dela. – Caique fala olhando em volta procurando o garotinho.

– Cole esta la em cima no quarto, o meu netinho esta com muita saudade da mãe. – Kolgar diz quase chorando.

– Achei que Lilith não fosse mais vir busca-lo. – Layla comenta olhando para o auto da escada.

– Bom eu vou busca-lo converse um pouco ai Fon eu já volto. – Caique sobe as escadas e deixa Fon que novamente olha para Kolgar que sorri de forma ameaçadora.

– Ei garoto, você gosta de luta livre? – O homem pergunta para o garoto que antes de responder, já é puxado e fica nos ombros do homem. – Esse ataque é um dos meus favoritos. Kolgar cai para traz com o pequeno no ombro fazendo ele atingir o chão.

No andar de cima Caique escuta o barulho. – Espero que sobreviva garoto. – Fala baixo logo abrindo uma porta entrando em um quarto onde as paredes estavam pintadas num azul marinho, com listras verdes, uma pequena cama com cobertas em azul e com alguns carrinhos estava a frente de uma janela, do lado direito um armário branco com alguns detalhes em azul estava um pouco riscado.

No canto esquerdo um pouco afastado Caique observa o pequeno Cole encolhido abraçando os joelhos e chorando, o garoto caminha lentamente chegando perto do garotinho e tocando sua cabeça, fazendo ele erguer e mostrar os olhos castanhos e inchados com lagrimas escorrendo.

– Tio...Caique? – A voz infantil do garotinho faz o rapaz sorrir.

– Por que choras pequeno? – O maior pergunta de forma calma.

– Minha...ma...mamãe...não me quer mais. – O garoto funga e mais lagrimas caem de seus pequenos olhos.

– Claro que ela te quer. – Caique senta na frente do garotinho e limpa uma das lagrimas. – Eu estou aqui por que a sua mamãe me pediu para te buscar e leva-lo para ela. – O garotinho arregala os olhos e pula no pescoço do mais velho. – Se ficar 3 meses sem a mãe deixa uma criança assim, como será que meu filho esta? – Pensa o mais velho.

Caique junto de Cole arrumaram as coisas do garotinho suas roupas e seus brinquedos, com o garotinho nos braços de Caique eles desceram as escadas encontrando um Fon todo torto no chão sendo cuidado por Layla e Kolgar arrumando as coisas que destruiu.

– Você não tem jeito. – Fala Caique irritado. – A Lilith pediu para que você me entregasse algumas coisas que ela pediu. – O rapaz fala e na hora o homem sai do recinto, voltando alguns minutos depois com duas malas na mão.

– Ta aqui. – O homem entrega para Caique e a outra para Fon que estava se recuperando dos golpes. – Da um beijo no vovô. – Cole da um beijo no rosto do homem e vai embora com Caique e Fon.

Quando chegaram à mansão o rapaz estaciona o carro na garagem e entra com o garotinho do seu lado.

– LIIILIIITH CHEGUEIII!! – O rapaz da um enorme grito, dois segundos depois a mulher aparece irritada.

– MAMÃE! – Assim que Cole avista à mãe ele corre para seu encontro, Lilith se abaixa esperando o filho chegar. Lilith da um enorme abraço no filho e enche ele de beijos, querendo matar a saudade que estava sentindo do garotinho.

– Que saudade de você filho. – Lagrimas começam a sair do rosto da mulher que continuava a beijar o garotinho. – Desculpe eu ficar sem ir te ver ta?

O resto da noite todos os justiceiros conheceram o pequeno e doce Cole.

Caique pegou as malas e levou para o laboratório la as deixando e observando sua armadura destruída.

– Logo você estará aqui também Reiko, o papai esta chegando filho. – Caique fala deixando a fúria esquentar seu sangue. – Amanha vamos testar esses novos brinquedos. – Fala Caique olhando para um canto do laboratório aonde duas armas se encontravam.

Notas finais
Bom gente espero que tenham gostado deste cap, foi somente para mostrar que a Lilith não é um demonio por completo e eu dar a informação que preciso da melhoria das suas armaduras. Podem me mandar o que quiserem das novas armaduras, podem ser deuses invenciveis nem nada exagerado. Algo modeirado que va da imaginação de cada um. Ficha Nova Armadura: Armas: Habilidades da armadura: Novamente não quero forçar ninguem, só quero melhorar o enredo da historia e deixar seus personagens mais carismaticos e conto com a ajuda de todos. Espero que tenham gostado Xau gente ate a proxima.