Preconceito
4 Um plano astuto
Notas iniciais
Demorei, mas cheguei ^^
Espero que gostem ^^
A Lua brilhava com muita intensidade, perfeita para o clima romântico que os amantes namoraram, mas o rapaz que andava pelas ruas não tinha uma namorada então ele vagava sem rumo vindo de mais uma festa agitada dada por seus amigos da escola, ou melhor dizendo, amigos de farra. O jovem que andava sem rumo era Lambo da família Bolvino o guardião do trovão dos Vongolas, seus olhos verdes lhe davam um ar charmoso e seus belos cabelos negros ondulados lhe davam um ar até sexy, ele era o mais bem vestido de toda a Vongola, mesmo sendo mais jovem do que os outros guardiões ele sabia lutar muito bem e tinha força para enfrentar inimigos fortíssimos, mas Lambo gostava mesmo era de passar a noites em festas bebendo com seus amigos e saindo com mulheres bonitas. Mas naquela noite ele não ia a festa alguma, nem mesmo estava com vontade para tal coisa, ele estava apenas refrescando a mente.
Foi em meios a seus devaneios que ele encontrou um senhor passando mal, o homem não era muito velho isso dava para se perceber por causa de seus cabelos ainda negros, mas havia rugas em sua face, rugas de cansaço e depressão, uma coisa muito incomum, pois de longe ele se mostarava um homem duro e frio. Lambo ficou preocupado com aquele homem e correu para ajuda-lo.
- O senhor está bem? — Lambo se aproximou e deu apoio ao homem.
- Estou bem sim jovem, só um pouco gripado — o homem riu fraco, como se não risse há muitos anos.
Lambo podia ser irritante, mas tinha um bom coração e resolveu cuidar daquele senhor sozinho ali na rua, era perigoso e mesmo não o conhecendo não ia deixa-ló lá.
- Venha, eu te levarei ao hospital — Lambo foi andando sendo seguido pelo senhor que acabará de conhecer.
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Lambo estava sentado ao lado da cama no quarto do hospital lendo um mangá, nada de mais ele diria já que ele sabia como era ficar no hospital como acompanhante, já tinha se tornado um hábito.
O quarto que eles ficaram era um lugar fresco e confortável, não tinha mais ninguém apenas eles dois ocupando o quarto, o que Lambo achava mais agradável e menos estressante para um doente. Uma enfermeira adentrou no cômodo e se dirigiu até o rapaz de olhos verdes.
- Ele passa bem, apenas tem que descancar — a enfermeira sorriu para Lambo, mesmo que os cabelos dela estivesse preso em um coque dava para se vê que era castanho.
- Obrigado — Lambo retriubuiu o sorriso, tinha gostado dela.
Ela sorriu novamente e se retirou do quarto olhando para trás antes de sair pela porta. Lambo riu com aquilo e achando engraçado o fato de que ela ter gostado dele olhou para o teto branco do lugar. Foi então que se lembrou de algo importante para se fazer e falou:
- Senhor Hiroki — chamou pelo nome o homem que salvará a tempos atrás — o senhor tem família? Tipo, alguém que eu devo avisar? Como um filho?
- Meu filho não fala comigo há muito tempo, mas acho que minha esposa já deve está preocupada, gostaria de falar com ela se tiver a chance — Hiroki riu para Lambo docemente, muito diferente do sorriso sofrido que sempre expressava.
- Tudo bem então — Lambo achou estranho tal coisa e não aguentando guarda a sua curiosidade perguntou -Porque seu filho não fala com você?
Hiroki sorriu com a curiosidade do menor, Lambo as vezes se comportava com um menino pequeno e mimado o que estressava algumas pessoas, mas Hiroki achou aquilo tão engraçado que resolveu contar a verdade para o menor, mesmo não sendo uma verdade completa.
- Eu fiz coisa que na qual não me orgulho — assim que começou a falar ele olhou pela janela, já estava amanhecendo — E uma delas, talvez a mais estúpida, tenha sido a briga de minha família, eu fiquei tão preocupado em manter a honra de minha família que não percebi o que eu estava abrindo mão — seus olhos se fecharam e ele sorriu triste ao lembrar de seu tormento.
- Desculpe-me por te fazer lembrar-se de algo tão ruim, não tive a intenção de te machucar — Lambo percebeu que estava mexendo com algo que não devia — Tome o celular e fale com a sua esposa, eu vou esperar lá fora.
Lambo deixou o celular perto de Hiroki e foi para fora do quarto fechando a porta em seguida. Não tinha muita coisa para se fazer ali, nunca foi fã de hospitais afinal ele havia passado um bom tempo lá após a batalha contra a Varia, na verdade ele era sempre o que ia para os hospitais após as batalhas, talvez seja porque ele era o mais novo do grupo então ele sempre acabava mais machucado do que os outros, mesmo que Tsuna sempre protegesse ele sempre saia ferido.
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- Muito obrigado – disse o loiro vendo o buque de flores perfeito.
- De nada senhor Cavallonne, venha aqui sempre que precisar – disse o vendedor de flores. Ele já tinha uma idade avançada sorria para Dino entregando um dos seus melhores trabalhos.
Assim que saiu da loja Dino entrou no carro, ele vivia cercado de seus guarda costas e por isso ficava meio difícil para andar, ainda bem que ele não se machucava perto de seus subordinados ele já teria arrumado milhões de arranhões e alguns machucados profundos. Durante todo o percurso ninguém disse uma palavra, as flores estavam no colo do loiro e ele olhava pela janela, todos ali presentes sabiam o quanto era importante aquele dia, afinal eles também se sentiam tristes por tudo, e era admirável que Dino não deixasse escapar nenhuma vez, todos os anos lá estava ele se arrumando para ir aquele lugar, o florista já sabia quando Dino ia aparecer na loja e comprar aquelas flores.
O carro parou, eles haviam finalmente chegado ao seu destino. Dino saiu do carro, os subordinados não o acompanharam dessa vez, aquilo era pessoal. Vestindo seu melhor terno negro, Dino passou pelo grande portão segurando as flores, seu cabelo voava com o vento e seu perfume se espalhava naquele lugar frio e sombrio a onde os mortos descansavam, sim Dino estava dentro de um cemitério vê o tumulo de seus familiares, afinal ele era o ultimo Cavalonne. Ele se abaixou e começou a desarrumar o buque, colocou cada flor em um tumulo e ficou ali sentado. Não tinha forças para levantar, todo ano era aquele tormento, ele já estava ficando velho e não queria arrumar uma mulher para da um herdeiro, aquilo seria maldade com a mulher e trairia Kyoya.
- Oi gente – ele riu fraco – Sei que demorei esse ano, o transito tava horrível – ele fez ma pausa e olhou para o céu – Sei que já falei com vocês sobre o kyoya, eu não sei exatamente qual a dor dele, só queria entende-lo, mas parece que eu acabei me perdendo naqueles olhos.
Naquele momento um pássaro cruzou o céu, era incrível que um lugar tão sombrio ainda carregava algo belo sentimento, afinal as pessoas iam ali não para chorar e sim para lembrar das coisas boas que passaram juntos dos ente amados.
- Eu sei que prometi trazer ele aqui algum dia, mas acho que vai ficar cada vez mais difícil eu só queria que algo acontecesse para nós aproximar, eu queria saber mais sobre ele – ele olhou para o céu – Será que vocês podem fazer isso por mim? – Dino riu de seu próprio pedido, achava aquilo idiota, mas era bom conversar com eles, isso sempre o fazia se sentir bem.
Ficou mais um pouco ali, contava para eles tudo o que havia acontecido durante um ano com ele, contou sobre os Vongola, Hibari, sobre suas aventuras e principalmente sobre o crescimento que a sua família estava tento ao longo do tempo desde que ele assumiu a posição como chefe. Quando já era tarde ele foi embora prometendo voltar no ano seguinte com mais historias, entrou no carro e partiu para a sua cama.
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Lambo pagou a conta do hospital, coisa que ele havia exigido afinal o senhor Hiroki estava mais para um novo grande amigo sábio do que uma simples pessoa que ajudará na rua. Viu Hiroki se distanciar com a sua esposa, ela não era uma senhora muito velha, ainda bonita até, e os cabelos negros com aquele kimono escuro lembrava alguém, alguém que ele conhecia bem, mas era difícil pensar naquele momento. Olhou para o relógio, havia passado a noite intera ali com o senhor Hiroki e a esposa dele que havia chegado há algumas horas atrás. Como já estava quase na hora do almoço ele não ia para a escola, mesmo que recebesse uma bronca mais tarde. Resolveu então andar mais um pouco pelo hospital, talvez ele se encontrasse com aquela enfermeira bonita que riu para ele mais cedo. Foi então que ele encontrou Kasabe, o subordinado do guardião da nuvem Vongola, na verdade ele era o braço direito, era uma das pessoas mais perto do Hibari, era ele ou era Dino, nunca ninguém mais. Resolveu se aproximar, não tinha nada a perde mesmo e Kasabe sempre foi muito gentil com ele não tinha o que temer.
- Oi e bom dia – Lambo se aproximou do mais velho com um sorriso no rosto.
- Nem está tão bom o dia assim Lambo-san – ele disse meio abatido, estava muito abalado.
- O que aconteceu? Você está bem? – Lambo percebeu a melancolia do rapaz e tentou ajudá-lo.
- Não sou eu que preciso de ajuda Lambo, e mesmo que você tentasse nada ia conseguir – Kasabe já estava rendido à morte, sabia que assim que Hibari pegasse o resultado do exame.
- O que está acontecendo Kasabe? Se eu puder ajudar em algo eu ajudo, mas me diga, por favor – Lambo estava se preocupando, afinal ele ainda era um guardião Vongola e aquilo fazia parte de sua natureza e também de sua formação.
- Lambo-san o Hibar-sama está doente – Kasabe disse mostrando papeis do medico – e o que ele tem é muito grave.
- O que ele tem? – Lambo sabia que Hibari não era o guardião mais amável de todos, mas ainda sim eles eram uma família, e ele não ia pensar duas vezes antes de salva-lo mesmo que isso custasse a sua vida.
- Você é um bom rapaz Lambo-san – Kasabe riu com tudo, aquilo seria cômico se não fosse tão triste e terrível – Lambo-san posso te pedir um favor?
- Claro, diga – Lambo estava nervoso, aquilo certamente estava assustando ele.
- Você pode entregar esses papeis para mim? Tenho algo muito importante para fazer agora e não poderei entregá-los ao Hibari-sama – Kasabe oferece uma pasta lacrada a Lambo que aceita – Ele deve está em casa a essa hora, obrigado Lambo-san, eu fico-te deve no uma.
Lambo viu ele se distanciar e ficou ali parado refletindo sobre o que ele tinha ouvido, achou estranho o fato de todas as palavras de Kasabe suarem como a morte de alguém, foi então que seus olhos recaíram sobre o pasta que segurava, qualquer que fosse as suas duvidas e medos a resposta estava dentro daquela pasta, mas se violasse seria um despeito a Hibari e Kasabe e ele não queria arrumar confusão com eles, afinal demorou tanto tempo para que Tsuna pudesse contar com eles nas batalhas e dificuldades e ele não queria ser um problema para o Tsuna-san então ia segurar a sua curiosidade e manter o respeito entre a família, para se tornar igual aqueles que ele tanto admirava.
Não demorou muito para chegar na casa do guardião da nuvem, mas Lambo ainda ficou do lado de fora por um tempo considerável, pois esperou a permição do mais velho que tardou a chegar, mas naquela dia Lambo não se importou com isso, na verdade ele até gostou da demora e aproveitou esse tempo para vê a bela decoração da casa do mais velho.
- O que você veio fazer aqui Lambo? — Hibari mantinha a voz fria e imparcial.
- Eu vim te entregar uma coisa — disse um pouco nervoso, Hibari sempre deu medo e aquela situação só estava ajudando a forma um medo ainda maior do mais velho.
- Tsunayoshi é mesmo patético — Hibari lançou um olhar para a pasta que Lambo carregava — Além de querer que eu vá a uma festa idiota agora ele manda os trabalhos por um menino.
Lambo se irritou com aquelas palavras, Tsuna era como um pai para ele então ofende-lo daquela forma maguava Lambo por estava falando mal de Tsuna e todos sabiam o homem que Tsuna havia se tornado.
- Não foi o Tsuna que me mandou aqui! — Lambo acabou respondendo alto de mais.
- Então por que está aqui? — Hibari não gostava de que falassem alto em sua casa, mas dessa vez ele ia deixar passar afinal estava mais preocupado com o resultado de seu exame.
- Kasabe me pediu para entregar isso a você — ele ofereceu a pasta que havia ganhado de Kasabe a Hibari — Eu não abri — disse rápido para escapar de uma possível surra.
Hibari pegou a pasta e olhou para o menor que mantinha a cabeça baixa e teve pena dele, Lambo era o mais novo do grupo ninguém o tratava com o devido respeito mesmo ele mostrando que era capaz, nem mesmo o próprio Tsuna dava crédito a ele, pois ainda o via como um menino chorão que só sábe arrumar confusão e não sábe cuidar de si mesmo, aquilo devia ser horrível, mas Lambo continuava ao lado deles, talvez Lambo fosse mais fiel do que o próprio Gokudera por aguentar tudo isso e nunca o trair. Com certeza ele ia se arrepender mais tarde, mas naquele momento apenas queria tirar a cara de choro do pequeno bolvino.
- Você me parece cansado — Hibari disse olhando para seu canário que voava até sua cabeça — Entre e descanse, mas não quebre nada — após dizer isso Hibari entrou em sua casa.
Lambo ainda hesitou um pouco antes de aceitar o convite, nunca tinha sido convidado para entrar ali então ele não podia por tudo a perde. Assim que entrou se sentou em uma sala e ficou lá sozinho até Hibari trazer uma bandeja com o chá. Não era comum de sua parte deixar que seres inferiores entrassem em sua casa, mas tentou se lembrar das palavras de Dino que dizia para ele ser sempre gentil com os incapazes, pois eles podiam ser úteis algum dia. Enquanto o menor bebia chá Hibari abriu a bendita pasta, foi quando todo o seu mundo despedaçou, por aquilo ele não esperava.
- Hibari-san o que aconteceu? — Lambo reparou que o maior estava pálido.
Hibari não disse nada, sua voz simplemente não saia e até parecia que ele não tinha forças para tal coisa, aquilo era estranho e confuso. Lambo percebeu que algo não havia agradado o mais velho, mas Hibari não respondia a ele e isso o preocupava cada vez mais, foi então que ele decediu fazer algo completamente louco. Ele tirou os papéis na mão de Hibari e leu.
- Hibari-san isso é verdade? — a face de Lambo era um misto de desespero e horror, como aquilo era possível? — O Dino já sábe?
- Não, e nem deve saber — Hibari não ia contar a Dino, nunca! — Agora saia de minha casa antes que eu te mate!
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Lambo andava de volta para a casa, as palavras de Hibari não saíam de sua mente e aquilo o pertubava, Lambo ficou sabendo por Kasabe que Hibari e Dino estava enfrentando mais uma crise no relacionamento deles, normal afinal Dino tinha escolhido Hibari para namorar, mas Kasabe disse que a crise daquela vez era mais séria do que as outras e talvez não disseve volta para eles. Aquilo o preocuapava, era claro que mesmo que Hibari quisesse Dino de volta ele não ia contar sobre sua doença, afinal Dino ficaria com ele por pena e não por amor, aquilo ela complicado, mas era injusto Dino ficar falando besteira enquanto Hibari passava mal. Foi então que Lambo parou de andar, aquilo séria loucura, mas alguém tinha que fazer. Fez sinal para um táxi e foi para o aeroporto. Ele ia ter uma boa conversar com Dino Cavallonne.
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Dina estava tento um ótimo dia, desde que Hibari havia ligado para ele estava tudo ido na mais perfeita ordem e aquilo o agradava, ele já fazia planos para ir ao Japão no mês que vem, por isso tinha que resolver tudo rapidamente para vê Hibari e fazer coisas com aquele corpo dele. Por isso o loiro trabalhava dia e noite naquele escritório.
- Senhor Dino — Romário entrou no escritório do chefe — o senhor tem visitas.
Dino olhou para seu braço direito sem entender o que estava acontecendo ali, ele não havia chamado ninguém e Romário tinha a ordem de deixar ninguém entrar. A visita devia ser mesmo importante para Romário deixar entrar.
- Olá Dino — Lambo entrou em seguida tornando os pensamentos do décimo Cavallonne ainda mais confusos.
- Lambo o que houve? — Dino olhou para o menor preocupado, a face de Lambo era séria e sombria coisa incomum e estranha — Está tudo bem com o Tsuna? — Dino não sabia o que aquela visita podia significar.
- Com Tsuna está tudo bem, mas não é sobre isso que eu vim até aqui — Lambo mantinha a voz triste.
- Então por que seria? — Dino encarou o menor por algum tempo tentando entender.
- Você é um idiota, eu achei que você gostava do Hibari mais vejo que estou enganado — as palavras de Lambo deixou Romário e Dino apavorados.
- É claro que gosto do Hibari! — Dina quase gritou — Por que está me dizendo isso?
- Porque? Você devia está com ele e não aqui indo a festas a acompanhado de mulheres! — Lambo estava irritado, por mais que Hibari disse que Dino não deveria saber ele sabia que ninguém ia conseguir convencer Hibari a se tratar então ele tinha que contar a Dino para que o loiro arrastase o moreno a um hospital.
- Por que você está me dizendo isso? — Dina já estava se irritando, ele se sentia um pouco magoado por isso, mas Lambo não tinha o dever de atormenta-lo com isso.
- Hibari está morrendo Dino — as palavras saíram com um peso muito grande — a doença que ele tem está matando ele aos poucos.
Dino caiu em sua poltrona, aquilo não era possível Hibari não podia está doente, Hibari nunca ficava doente! Uma depressão rodiou o chefe da família Cavallonne e nem Romário sabia o que fazer. Dina se lembrou das últimas vezes que ele esteve com Hibari e percebeu que talvez Lambo estivesse certo.
- Tem cura? Tratamento? Algo assim? — Dino não sabia o que fazer e nem o que estava acontecendo, derrepente o seu mundo perfeito desmanchou.
- Tem sim, mas eu duvido muito que Hibari aceite, afinal ele não tem motivos para se tratar — aquilo se chamava de tensão emocional, mas Lambo precisava salvar a sua família e talvez o amor deles.
- Romário arrume tudo nós vamos para o Japão hoje! — Dino disse irritado e olhou sério para seu braço direito — O que ele tem Lambo?
Notas finais
No próximo vocês saberam o que é ^^'
Beijos
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