Notas iniciais
É isso meu povo, é com pesar no coração, mas aliviada por cumprir mais uma fanfic que me despeço de vcs aqui de PA, perdoem eu e a Sany, foi maravilhoso e divino passar cada momento desse enredo com vcs, eu só tenho a agradecer vcs e tenho certeza que a Sany tem muita gratidão por cada um. Vcs são incríveis e não abandonaram de vez esse tão amado enredo... Bom vem mais um livro da saga por aí, eu de coraação amo essa categoria de JV rsrs, tanto que depois de anos escrevendo fanfic só nessa categoria, consegui criar uma história original que espero em breve postá-la. Eu coloquei o capítulo e epílogo aqui, espero que gostem e muito obrigada por cada um ter chego até aqui.

Inesquecível, isso o que você é

Inesquecível mesmo perto ou longe

Como uma canção de amor que me abraça

Como o pensamento de você faz coisas comigo

Nunca antes alguém foi mais

Inesquecível de todas as maneiras

E para sempre, é assim que você ficará

Por isso, querido, é incrível

Que alguém tão inesquecível

Me acha inesquecível também

Inesquecível de todas as maneiras

E para sempre, é assim que você ficará

Por isso, querido, é incrível

Que alguém tão inesquecível

Me acha inesquecível também

(Unforgettable – Sia)

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O Distrito 12 trazia consigo uma promessa de paz. Katniss observava através da janela as folhas amareladas do outono, seus dedos entrelaçados com os de Peeta. As crianças, Houpe e Benjen, brincavam no chão, seus risos infantis quebrando o silêncio da tarde.

Na televisão, o rosto de Plutarch Heavensbee, sorria com a mesma confiança de sempre. A tela mostrava uma cena familiar: Katniss, na sala de sua casa, cantava uma melodia que ecoava a esperança e o futuro. Era "A Chama da Esperança", a canção que ela havia gravado meses atrás, um hino que repercutia nos corações de todos os distritos.

A melodia suave trazia um sentimento de reconciliação. A voz de Katniss, emanava uma paz que ela própria não acreditava ter encontrado. As imagens do vídeo se alternavam entre ela cantando e cenas de reconstrução nos distritos, mostrando a vida voltando aos poucos.

Peeta, ao lado dela, observava a tela com um sorriso melancólico. Ele sabia o peso que a canção carregava, o significado que ela representava para todos. Havia sido um longo caminho desde os Jogos Vorazes, desde a guerra, desde a perda. Mas, a cada nota da música, a esperança se acendia.

Katniss sentia o olhar de Peeta sobre ela. Ele sempre soube como ler seus pensamentos. Como ver através de suas defesas. Ela sabia que ele também estava pensando sobre o passado, sobre as perdas, sobre a dor que ainda carregavam. Mas, ao olhar para as crianças brincando no chão, ela sentiu um novo tipo de paz. Eles estavam vivos, juntos e isso era tudo o que importava.

O vídeo terminou com a imagem de Katniss, sorrindo, olhando para a câmera. A câmera se aproximou, mostrando seus olhos, cheios de esperança. Era um olhar que dizia: "Nós vencemos".

Katniss desligou a televisão, o silêncio da sala agora mais profundo. Ela se virou para Peeta, seus olhos buscando a confirmação do que sentia. Ele sorriu, um sorriso que dizia: "Sim, nós vencemos".

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Katniss e Peeta descobriram o tal trato entre Effie e Haymitch. Era de Haymitch diminuir ou exterminar de uma vez a bebida de sua vida. Ambos passavam bastante tempo juntos. Haymitch, com sua experiência e conhecimento do mundo, ajudava a organizar a distribuição de alimentos e recursos para as famílias mais vulneráveis. Effie, com sua criatividade e talento para a organização, se dedicava a criar um ambiente mais acolhedor para as crianças órfãs que sobreviveram à guerra. A ideia da construção de um orfanato foi colocada em prática. Effie ficaria na administração e Delly ajudaria com as crianças.

— Effie, Prim e Doryan estão aqui para nos ajudar a organizar as caixas que chegaram da Capital – disse Delly entrando no escritório.

— Primrose é um prazer ter você aqui. – A mulher levantou-se da cadeira e foi abraçar a mais nova. — Bom te ver também Doryan – cumprimentou ela estendendo a mão que logo o rapaz tratou de apertar levemente. — Temos muito trabalho pela frente.

Caixas com roupas, brinquedos, materiais escolares e brinquedos havia chegado da Capital. Aqueles que eram mais afortunados se juntaram para enviar donativos para os distritos mais abalados, mesmo que na Capital tivessem tido suas parcelas de perdas, ainda assim, os que podiam dividiam com os outros.

— Depois posso ver se alguma criança precisa de alguns cuidados com a saúde – sugeriu Prim.

— Ah, querida será muito bom. Delly já me entregou uma lista com crianças que precisam de uma atenção com a saúde.

Com um sorriso singelo Prim começa a ajudar. Doryan por sua vez a encara admirado a força e ternura da loira que conquistara seu coração.

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Um ano depois...

Peeta, após chegar da padaria digita um número que havia pegado com Haymitch.

— Finnick? Você está aí? – pergunta após alguém atender do outro lado.

— Peeta? É você mesmo? Que surpresa! – responde com a voz rouca, um pouco cansada.

— É eu. Só queria saber como você está. E a Annie? E o Sam?

— Todos bem, graças a Deus. Annie está cuidando do Sam. Ele está aprendendo a andar. É uma correria, mas uma correria boa. E você? Como está a vida em casa?

— Tranquila. A padaria vai bem. Katniss está na casa da mãe com as crianças.

— Ahhh... as crianças – suspirou Finnick. — Como crescem rápido, não é? Annie me mostrou a foto que Katniss enviou. Os filhos de vocês são perfeitos.

— Obrigado! – agradeceu sentindo-se orgulhoso. — Cresceram bastante e estão felizes, é isso o que importa.

— Me alegro muito em ouvir isso. Sabe, eu ainda me lembro da primeira vez que vi você e a Katniss juntos. Parecia que vocês eram feitos um para o outro.

— É, a gente se ama muito. Passamos por muita coisa juntos.

— Eu sei. Mas agora, finalmente, estamos em paz. Podemos viver nossas vidas. Criar nossas famílias.

— É verdade. É difícil acreditar que tudo isso acabou.

— É, mas acabou. E temos que seguir em frente.

A conversa dos dois fluía com uma sensação de tirarem um peso dos ombros. Ambos tinham vivenciado muita dor e aflição de perderem quem se ama.

— Sim, temos. E você, Finnick? Como está sendo a vida em casa?

— Gratificante. Sempre que posso passo um tempo com meu filho e a Annie.

— É admirável a força dela.

— Ela é forte, Peeta. Mais forte do que imagina.

— Eu sei. E o Sam? Ele é uma criança feliz?

— Sim, ele é. Ele é a nossa luz.

— Que bom ouvir isso.

— E você, Peeta? Como está a sua vida?

— Tranquila, como eu disse. A Katniss cuida de tudo, ela é uma força da natureza.

— Sempre foi.

— É, sempre foi.

— Bom, Peeta, foi ótimo falar com você.

— Igualmente, Finnick. Dê um abraço na Annie e no Sam da minha parte. Precisamos nos encontrar em alguma oportunidade – sugeriu ele.

— Sim, com certeza precisamos. Cuide-se.

— Da mesma forma. Até mais, Finnick.

— Até mais, Peeta.

E assim, Peeta encerrou a ligação com aquele que havia se tornado seu amigo.

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A Campina estava ensolarada, com flores silvestres e árvores esparsas. O ar está fresco e o céu azul. Katniss e Peeta caminhavam de mãos dadas, com Hope em seus cinco anos correndo à frente e Benjen com quase dois anos, correndo desajeitado atrás dela, rindo.

— Hope, cuidado para não cair! – Sorri Katniss vendo as crianças se divertirem.

— Mamãe, o Benjen está me seguindo! – Hope deu uma parada e olhou para trás

— Olá, meu pequeno explorador. Você está gostando do passeio? – Peeta se agachou para olhar seu menino que gargalhava e conversava suas palavrinhas de bebê em fase de crescimento.

— Ele está tão feliz hoje. – Katniss se aproximou de Peeta.

— Assim como nós. Essa campina é tão linda, não é? – comenta Peeta beijando sua testa

— É. É como um pedaço de paraíso – admitiu ela olhando ao redor.

— Mamãe, olha! Flores! – exclama Hope, correndo em círculos.

— Olha, Benjen, uma flor para você! – Peeta pegou uma margarida e entregou ao garotinho que esticou as mãos para pegar a flor.

— F-for!

— Eles estão tão felizes aqui. É bom ver o Benjen se movendo mais. – Katniss observando as crianças sentiu um calor acolhedor dentro de si.

— Ele está crescendo tão rápido. Em breve correrá atrás da Hope, igual ela faz ao correr dele. – O sorriso de Peeta não negava o quão satisfeito estava.

— Esconde-esconde! – Hope correu em direção a um grupo de árvores.

— Ela está muito animada. – Katniss tinha um sorriso de orgulho.

— Vamos fazer um piquenique aqui embaixo das árvores. Espero que tenha trazido bastante comida – convidou Peeta, se levantando e pegando a cesta.

— Não se preocupe, Peeta – anunciou ela. — Eu sempre me lembro de trazer o suficiente para todos.

Katniss e Peeta espalharam uma toalha sob a sombra de uma árvore. Hope e Benjen se juntaram a eles. Katniss abriu a cesta, revelando sanduíches, frutas, bolo e suco. As crianças comeram com entusiasmo, enquanto Katniss e Peeta observam, felizes.

— Você está comendo muito bem, minha pequena – observou, Katniss acariciando o cabelo de Hope.

— Delicioso, mamãe!

— Quer um pouco de bolo, Benjen? – Peeta ofereceu um pedaço de bolo para Benjen que, logo pegou com suas mãos pequenas.

— B-bolo! – gritou o pequeno.

As crianças continuaram a brincar e a comer, enquanto Katniss e Peeta desfrutavam do momento tranquilo e cheio de amor. O sol da tarde brilhava sobre a campina, pintando o cenário com tons dourados.

— É perfeito. – Contemplou ela encostando a cabeça no ombro de Peeta.

— Sim, é – concordou ele beijando sua testa.

Os dois observavam seus filhos brincarem, felizes e agradeceram por terem encontrado um lar e uma família. Um lugar onde a esperança floresce.

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No orfanato tudo fluía com a gentileza e amor de Effie pelas crianças. Ela conseguiu contratar funcionárias e alguns voluntários para ajudar a amparar os pequenos.

Numa tarde em um dos quartos aconchegantes, Effie, vestida com um avental simples, estava organizando um armário com roupas infantis. Haymitch, com um sorriso gentil, observa-a de pé na porta.

— Você está linda, Effie. Mesmo nesse avental.

Effie sorri, corando levemente.

— Você está me observando há quanto tempo?

— O suficiente para admirar sua dedicação. Você é incrível com essas crianças.

— É o mínimo que posso fazer. Elas precisam de alguém para cuidar delas, alguém que as proteja.

— Eu sei. E você é a pessoa perfeita para isso. Você sempre foi forte, Effie. Mesmo quando tudo parecia perdido, você nunca desistiu.

— Não era só força, Haymitch. Era esperança. A esperança de um futuro melhor, um futuro em que as crianças não precisassem mais temer a escuridão.

— E você está construindo esse futuro, Effie. Você está dando a elas a chance de ter uma vida digna. Uma vida feliz.

Effie se virou para ele, seus olhos brilhando.

— É difícil, Haymitch. Às vezes, a dor do passado ainda me assombra. Mas quando vejo o sorriso dessas crianças, quando sinto o calor dos seus abraços, tudo parece valer a pena.

— Eu estou aqui com você, Effie. Sempre estarei. Para te ajudar, para te apoiar, para te amar.

— Eu sei, Haymitch. E isso me dá força para seguir em frente.

Haymitch se aproxima dela, colocando uma mão em seu rosto.

— Você é a minha força, Effie. Você é a minha razão para viver.

Effie sorri, seus olhos se encontrando com os dele.

— E você, Haymitch, é a minha luz. A luz que me guia através da escuridão.

Eles se beijam, um beijo cheio de amor, esperança e um futuro incerto, mas promissor.

— Haymitch, você sabe que eu te amo, né? – suspira ela.

— Eu sei, Effie. – Ele sorriu. — E eu te amo mais do que palavras podem dizer.

— Mas... você não acha que... que talvez seja cedo para...

— Não – interrompeu — Não, é cedo demais para amar. Não quando esse amor é verdadeiro.

— Você é um romântico incurável, Haymitch. – Riu ela.

— Talvez seja. Mas eu não consigo imaginar minha vida sem você.

— E eu não consigo imaginar a minha sem você – declarou ela, abraçando-o.

Eles se abraçam forte, o amor deles um farol de esperança.

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Plutarch observava a tela do monitor, um sorriso tênue se formando em seus lábios. A música, "A Chama da Esperança", ecoava pela sala, um hino de esperança que se espalhava por Panem. Ele havia tecido uma narrativa poderosa em torno da canção. Uma narrativa que alimentava o espírito de reconstrução. O povo, cansado de anos de opressão, abraçava a melodia como um farol em meio à escuridão.

Ele se lembrava do dia em que Katniss Everdeen, a mocinha da Costura, do Distrito 12, havia cantado pela primeira vez. A voz dela, rouca e carregada de emoção, havia tocado o coração de todos os que a ouviram. A melodia simples, mas profunda, havia encapsulado a dor, a esperança e a resiliência do povo de Panem.

Plutarch havia compreendido o poder da música desde o início. Ele havia usado como uma arma durante a revolução, manipulando as emoções do público para moldar a narrativa. Mas agora, ele a utilizava para construir um futuro melhor. A música, "A Chama da Esperança", era um símbolo de união, um lembrete de que Panem estava renascendo das cinzas.

Ele fechou os olhos, sentindo a melodia percorrer seu corpo. A música era um presente. Um legado de Katniss Everdeen. Um legado que ele, Plutarch Heavensbee, trabalharia incansavelmente para preservar. Ele sabia que o caminho para a paz seria longo e árduo, mas estava confiante de que a música, a esperança e a união do povo de Panem os guiariam para um futuro mais brilhante.

→←Epílogo→←

Quase sete anos se passaram desde a rebelião. Panem renascia das cinzas da guerra, um broto verdejante em meio às ruínas. A Capital, outrora símbolo de opressão, agora era um centro de reconstrução, com novas escolas, hospitais e casas surgindo em meio às cicatrizes do passado. Paylor ainda era a presidente. Ela em seus discursos épicos, trazia à memória de toda Panem que um preço havia sido pago, porém a esperança ressurgia dia após dia.

Katniss e Peeta, os símbolos da rebelião, viviam a paz que tanto ansiaram, uma paz conquistada a duras penas. Peeta ainda carregava as marcas da tortura, tanto físicas quanto psicológicas e Katniss, a lembrança do sacrifício que quase a consumiu. Em seus rostos, a dureza da guerra se misturava à esperança de um futuro melhor. Um futuro que estavam ajudando a construir.

Hope, com seus doze anos e Benjen nove, eram a luz em suas vidas. Um lembrete constante da beleza que ainda existia no mundo. Hope, com seus olhos azuis penetrantes e seu espírito indomável, era a imagem da força de Katniss. Já Benjen, com seu sorriso doce e sua natureza gentil, era a personificação da bondade de Peeta.

As crianças sabiam da história de seus pais, a participação deles nos Jogos Vorazes e na revolução. Porém, para eles, era apenas um conto. Uma lenda que os tornava únicos, herdeiros de um passado turbulento, mas também de um futuro promissor.

A neve caía lá fora, um manto branco e silencioso sobre o Distrito 12. Dentro da casa, a lareira crepitava, lançando um brilho dourado sobre a sala aconchegante. Peeta, com as mãos ligeiramente trêmulas, mas com um sorriso nos lábios, acendeu a lareira. As chamas dançavam, iluminando o rosto de Katniss, que lia um livro, sentada em uma poltrona perto da janela.

Ele se aproximou dela, com um olhar que misturava nostalgia e alegria.

— Você gosta dessa música? – perguntou, ligando um toca-discos antigo que estava em cima da estante. A melodia suave de "Unforgettable” começou a tocar, uma canção que parecia tão distante do mundo deles. Tão distante dos Jogos Vorazes, da guerra e da dor.

Katniss olhou para ele, surpresa.

— Essa música... – ela começou, mas não conseguiu terminar a frase. A melodia a levava para um lugar distante. Ela dançou com Peeta na estrondosa festa de noivado na mansão presidencial, na Capital. Lembrou-se do medo que sentiu ao ser solicitada no escritório de Coriolanus Snow, mas que após aquela fática conversa se encontrou nos braços de Peeta e pensou o quanto aquela sensação a acalmou.

Peeta estendeu a mão para ela, com um sorriso convidativo.

— Venha dançar comigo – pediu, sua voz rouca, mas carregada de afeto.

Katniss hesitou por um instante, mas a música a puxava para perto dele. Ela se levantou, deixando o livro cair no chão.

— Você está louco? – disse, mas sua voz era um murmúrio, quase um sussurro.

Peeta a puxou para perto, seus braços a envolvendo com cuidado. Eles se moveram lentamente, no ritmo da música, no meio da sala. A neve caía lá fora, mas dentro daquela casa, era como se o mundo estivesse parado.

— Não estou louco, Katniss – disse Peeta, encostando o rosto no cabelo dela. — Só estou tentando lembrar do que é importante. Do que é real.

Katniss fechou os olhos, deixando-se levar pela música, pelo abraço de Peeta. Era como se o passado, com todas as suas sombras, estivesse se esvaindo, dando lugar a um presente cheio de esperança.

— É real, Peeta – sussurrou ela, sua voz quase inaudível. — É real.

Eles dançaram até que a música terminou e a neve continuou a cair lá fora, silenciosa e persistente.

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A grande novidade dos últimos anos era que havia tido uma leva de casamento. Finalmente Prim e Doryan tido uma cerimônia simples, mas especial. Haymitch e Effie também se casaram como a tradição do Distrito 12 pedia. Ambos felizes e cada um encontrando seu propósito. Delly e Esdras tiveram um menino e uma menina. Elian e Elara, a família Mellark se estendia.

Um dia, enquanto Katniss observava Hope e Benjen brincando no jardim, Peeta se aproximou, segurando um pequeno vaso com prímulas.

— Você se lembra do dia em que as plantei no canteiro lá fora? – perguntou ele, um sorriso melancólico nos lábios.

Katniss assentiu, as lembranças inundando sua mente. A arena, a guerra, o telessequestro, a angústia de quase perder Benjen, o medo de perder ele e a irmã no mesmo momento. Mas também se recordava da força, da esperança e do amor que floresceram em meio ao caos.

— Esses eram os dias mais escuros de nossas vidas – continuou Peeta. — Mas também os mais intensos.

— Sim – concordou Katniss. — Nós encontramos nossa força um no outro.

Eles se olharam nos olhos, um reconhecimento silencioso da jornada que os havia levado até ali. A guerra havia deixado cicatrizes profundas, mas também os havia moldado, forjado um vínculo inquebrável.

— O preço do nosso amanhã – disse Katniss. — Foi alto, mas aqui estamos.

Peeta pegou na mão dela seus dedos entrelaçados.

— Temos um ao outro e as crianças.

Katniss sorriu, a esperança brilhando em seus olhos. O preço havia sido pago, mas a vida, como as flores silvestres, continuava a florescer, mesmo em meio às ruínas.

Fim

Notas finais
É isso, me perdoem se vacilei com vcs ou se não terminei de uma forma que todos imaginavam, nesse enredo eu falei pra Sany, "Sany só quero que a Prim viva e o Finnick, o Gale pode morrer" kkkkkkk Gente eu amo a trilogia, mas ninguém merece a Prim ter morrido, tipo a Katniss se sacrificou por ela e acontece isso rsrs... já falei demais deixa eu ir dormir rsrs. Ps: Postei uma nova história, espero que vem acompanhar comigo. Beijos e até. https://fanfiction.com.br/historia/814347/Fragmentos/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!