Powerful Blood
18 The Resurrection Of The Witch (Part. 1)
Notas iniciais
P.S.: Momentos de sexo entre João e Maya u.u
Enjoy
Maya estava deitada a uma cama na casa de sua irmã. A cama era rodeada por cortinas, deixando lá dentro escuro e aconchegante para ela. Seus ferimentos já estavam completamente curados, porém ela não se levantava. Estava pensando no irmão.
Eles estavam perto, agora só teriam que enfrentar as bruxas no covil delas e resgata-lo. Depois de tudo aquilo, depois de passarem pela floresta, da ponte na qual eles quase morreram, da morte de Liza e de ter de matar a própria irmã, eles finalmente tinha chegado ao seu destino. Mas não queria dizer que seria mais fácil dali para frente.
Ainda teriam que enfrentar uma legião de bruxas e Maya se preocupava com isso. Ela e Katherine poderiam dar conta de algumas delas, mas tinha medo que meter João, Maria e Ben naquilo pudesse acarretar em suas mortes.
Ela viu as cortinas se abrindo e viu João. Ele subiu na cama e fechou as cortinas novamente deitando ao lado de Maya, a encarando. E eles ficaram assim por um bom tempo. Sem dizer nada, Maya encarava os olhos de João e ele os dela, como numa conversa sem palavras. Até João a beijar.
Ela sentiu que não deveria fazer isso, porém poderia ser a ultima vez que teria a chance de tê-lo e sentir seus toques em seu corpo, e não poderia perder uma chance dessas. Maya envolveu a cintura de João com as pernas enquanto ele passeava com as mãos o corpo dela.
João ficou por cima de Maya já sentindo seu membro duro. Ela tirou a camisa dele enquanto ele beijava seu pescoço. João finalmente conseguiu retirar o vestido de Maya e parou para olha-la.
Sua opinião por ela nunca havia mudado, ainda a achava incrível. As linhas de seu corpo perfeitamente desenhadas para ele. Ele olhou nos olhos de Maya que brilhavam de excitação. João não queria saber o por que dela estar se entregando tão fácil, só queria tomar-lhe para si e aproveitar o momento.
Os beijos continuaram e Maya finalmente tirou as ultimas peças de roupa de João que começou a penetra-la sem piedade, fazendo-a soltar gemidos altos. Ele passou as suas mãos para a cintura da mulher a puxando para si fazendo com que seu membro entrasse mais e mais nela.
Maya já estava em êxtase com o ato. Completamente atordoada e perdida nos toques dele. Ela o puxou e continuou a beija-lo arranhando de leve suas costas. Passou os beijos para o pescoço de João. Ela não ia perder o controle desta vez... Não desta vez.
João sentiu que seu membro já estava completamente dentro de Maya e começou a estoca-la com força. Ela gemia o nome dele em seu ouvido e sentia suas mãos em seu quadril a levando de encontro com o membro dele. O corpo de Maya tremeu de prazer, mas antes que ela chegasse ao ápice João parou, fazendo com que ela reclamasse.
-Ainda não... –ele disse e a beijou continuando com as estocadas depois de certificar-se que ela não iria gozar naquele momento
Maya já estava suada assim como João. Ela girou o corpo e acabou por ficar em cima dele o beijando enquanto João a conduzia em seu colo, fazendo-a se mexer em cima de seu membro. João parecia que iria explodir se não gozasse naquele momento, mas resistiu. Não queria acabar naquele momento.
Ele sabia que alguém poderia morrer naquilo tudo, mas se esse alguém fosse ele ou ela, não queria deixa-la sem fazê-la sua de vez. O corpo de Maya estremeceu mais uma vez, e mais uma vez João a fez parar. Ao fazer isso, Maya começou a beija-lo cada vez mais intensamente. Ela sentia seu corpo pegando fogo e podia sentir que o dele correspondia. João sentou na cama a abraçando enquanto a estocava cada vez mais forte. Maya parecia estar delirando. Não controlava mais seus sentidos e tudo que queria era ficar ali para sempre com ele.
Mais uma vez ela estremeceu, mas dessa vez, João não aguentou e os dois chegaram ao clímax no mesmo momento. João descansou a cabeça no ombro de Maya enquanto ela lhe acariciava os cabelos.
Ficaram sentados por bastante tempo até João deitar, levando Maya para deitar-se por sobre ele. Maya tentava recuperar a respiração. Não sentia as pernas graças ao ato. Quando finalmente se recuperou, levantou a cabeça e olhou para João.
-Eu quero que você me prometa uma coisa. –ela falou ainda ofegante
João a olhou, esperando para saber o que ela queria.
-Quando formos até as bruxas esta noite... Se as coisas começarem a dificultar, você vai fugir. –ela finalmente completou
-Não. Eu não vou deixar você sozinha lá. –João reclamou
-João, por favor... Eu te amo, e não aguentaria te perder desse jeito. –Maya disse
João parou. Ela havia dito que o amava. Isso era a melhor coisa que ele poderia ouvir dela. Um sorriso teimava em querer atravessar seus lábios, mas ele o conteve.
-Não posso deixar você lá... –ele falou
Maya odiava essa teimosia dele em não querer deixa-la sozinha e temia que, por causa disso, poderia perde-lo.
-Acha que eu também não estou com medo de te perder? –João perguntou
Maya deu um sorriso e o beijou encostando a cabeça em seu peito.
-Eu também amo você... –João sussurrou e Maya sorriu mais ainda
***
A noite havia chegado. Estavam todos na sala, planejando como iriam entrar no castelo das bruxas.
-Eu e Katherine iremos na frente. João, Maria, fiquem com as armas preparadas. E Ben... –Maya parou de falar olhando para o garoto magricela que sorria-lhe esperando que ela falasse seu papel –Você irá ficar aqui.
O sorriso de Ben diminuiu. Maya se aproximou dele e pôs a mão em seu ombro.
-Acredite, estamos lhe fazendo um favor... Você vai ficar nos esperando aqui... Jay irá ficar aqui com você. –ela falou
-E se alguma coisa der errado? –Maria perguntou
Maya virou para ela e sorriu, maliciosa.
-Eu tenho um plano B... –ela disse
Ninguém entendeu o que ela quis dizer com “plano B”, mas todos assentiram e saíram do casarão no qual se entcontravam.
Eles caminharam pela floresta escura com Maya e Katherine a frente deles. Elas estavam tensas, e se podia dizer o mesmo de João e Maria. Finalmente, quando chegaram ao castelo das bruxas, Katherine olhou para os lados.
-Que estranho... Era de se esperar que houvessem bruxas aqui... –ela falou
Eles andaram até o portão da frente, mas antes que Katherine o abrisse Maya segurou suas mãos.
-Espere... –ela disse
-O que foi? –Katherine perguntou entrando em alerta
-Elas não estão aí... É uma armadilha... –Maya falou
-Como assim “elas não estão aí”? Quer dizer que viemos aqui em vão? –Maria perguntou
-Não... Elas não estão aqui. –Maya disse apontando para o portão principal
Ela rodeou o castelo e parou em um pequeno alçapão que levava ao calabouço.
-Elas estão aqui. –Maya disse
Katherine pareceu examinar o ar próximo ao alçapão.
-Sinto o cheiro do seu irmão... –Katherine alegou olhando para Maya
-Quando entrarmos, fiquem alertas. –Maya disse
Ela abriu o alçapão revelando a escuridão que havia lá. Ela desceu primeiro com Katherine. As duas podiam ver perfeitamente tudo a sua frente. As escadas estavam escorregadias, então cada uma segurou a mão de João e Maria para que eles descessem sem cair. Ao terminar a escadaria, um grande corredor de pedra se projetava. As tochas que ali estava, antes apagadas, se acenderam e o alçapão atrás deles fechou numa batida forte.
-Elas sabem que estamos aqui. –Kathrine sussurrou
Maya ficou tensa mas continuou a caminhar. Ao chegarem ao fim do corredor, avia uma sala com grades de sela por toda ela. Um caldeirão negro se projetava no meio dela e ao lado, um corpo coberto por um pano jazia. Se podia sentir o cheiro podre de bruxas pelo local, e o de cadáver, vindo do corpo coberto ao lado do caldeirão.
-Maya! –uma voz chamou nas selas
Maya passou o olhar até encontrar um garotinho de cabelos castanhos e olhos azuis a encarando. Ele tinha entre dez a onze anos e seu rosto estava completamete sujo e tinha uma expressão apavorada.
-Peter! –Maya disse contente indo se aproximar do irmão
-Não! Maya! É uma armadilha! –Peter gritou, mas era tarde
Duas bruxas saíram das selas e seguraram Maya pelos braços. Katherine, João e Maria se prepararam para atacar, mas outras bruxas os pegaram e os levantaram no ar, impossibilitando eles de fazer qualquer coisa.
-Até que enfim! Pensei que não chegaria mais... –uma das bruxas que segurava Maya falou
-Calada Eleanor! Vamos, temos que começar o ritual... –a bruxa falou
-Que ritual? –João gritou tentando se livrar da bruxa que o prendeu
A bruxa que segurava o braço direito de Maya sorriu e depois falou. –O ritual para levantar a mais poderosa de todas!
-Muriel... –a bruxa que segurava o braço esquerdo e Maya disse com um sorriso triunfante mostrando os dentes podres
João e Maria arregalaram os olhos e olharam para o corpo que jazia com um lençol por cima. A cabeça parecia não estar no mesmo padrão de alinhamento que o corpo... Era ela.
João lembrou-se do que havia ouvido da ilusão de Muriel na caverna... “Renascerei do sangue puro, e não a nada que poderão fazer.”
-Seu irmãozinho foi uma ótima isca, vadia. –a bruxa que prendia Maria falou
-Mas vocês são tão burras e inúteis que demoraram um mês para conseguir acha-lo, suas cadelas imundas. –Maya falou entre dentes
Outras bruxas apareceram no grande salão e uma delas veio com uma faca em mãos.
-Vamos logo com isso! –uma delas falou
-Não toquem nela! –João se debatia inutilmente no ar
-Não se preocupe. Quando Muriel retornar, as primeiras pessoas que ela vai matar são você e sua irmãzinha idiota. –a bruxa que carregava a faca disse enquanto se aproximava de Maya
Ela tentou se livrar mas as bruxas a haviam imobilizado. A bruxa chegou até ela examinando o rosto de Maya e sorriu proferindo algumas palavras. Ela pegou a faca e pediu a uma das bruxas um pequeno pote. A bruxa abriu um corte no braço de Maya fazendo-a gritar enquanto pegava o sangue que escorria com o pote. Em pouco tempo, o pequeno pote estava cheio do liquido vermelho escuro. O fogo acendeu em baixo do caldeirão e a bruxa jogou o sangue dentro dele. Ela tirou o lençol do corpo de Muriel revelando sua cabeça decepada, do mesmo jeito que João e Maria a haviam deixado. A bruxa jogou o corpo e a cabeça de Muriel no caldeirão e o líquido que continha nele se tornou preto e começou a borbulhar.
-Com o sangue sem impurezas e a carne da mais poderosa, ela se levantará dos mortos. –a bruxa proferiu
O líquido escuro se desfez em poeira negra acima do caldeirão e pouco a pouco foi tomando forma, até se poder ver claramente o rosto de Muriel. Ela abriu os olhos e respirou fundo sorrindo logo em seguida, ela estava de volta.
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