Notas iniciais
Olá novamente, leitores. Estão ansiosos para o fim? Faltam apenas 2 capítulos gente. Tanto tempo com vocês, leitores conhecido e outros fantasmas. Aproveitem ! Acompanhem minha nova fanfic: https://fanfiction.com.br/historia/779301/The_Princess_of_Scotland/

Inglaterra, 04 de Setembro,2031.

Thalia esperava por Percy no jardim, estava sentada lendo o jornal da manhã. Uma das empregadas havia dito que ele já iria descer, Thalia esperou por uma hora, Percy não costumava demorar tanto. Resolveu que era melhor subir para procurá-lo. Ela subiu rapidamente as escadas, direto para o quarto de Percy, bateu a porta e ninguém respondeu ou abriu. Abriu a porta, ouviu o chuveiro ligado, a porta do banheiro entreaberta e uma figura ao lado da privada.

—Percy? — chamou

Percy olhou para ela, os olhos inchados, o cabelo embaraçado, um forte odor de bebida no ambiente.

—Thalia! — ele sorriu bobamente — Eu esqueci que você vinha!

Thalia suspirou, Percy andava assim ultimamente.

Depois do casamento de Ole e Annabeth, James, Thomas e Victoria se mudaram para a Noruega, era melhor que eles ficassem junto a sua mãe. Percy passou quase dois anos longe dos filhos, e muita coisa mudou para ele durante esse tempo. Percy tinha entregado todos os afazeres públicos para o 1º Ministro , raramente aparecendo em público, apenas em eventos mais chamativos e ficando pouco tempo neles. Mas Annabeth e as crianças iam voltar, junto com Ole.

James estaria completando 10 anos em breve, precisava posicionar-se agora ao lado do pai, afinal, ele seria rei um dia. Annabeth pediu que Thalia fizesse o favor de conversar com Percy, tratar de todos os assuntos para sua chegada, ela mesma não tinha tanta coragem de conversar com Percy depois do casamento.

—Percy, você tá acabado. Ta chapado né?

—Talvez eu tenha bebido um pouco.

—Isso tudo é porque ela vai voltar?

—Ela vai voltar feliz Thalia, muito feliz.

Percy começou a chorar, Thalia não soube o que fazer, a não ser segurar sua mão e dizer que estava tudo bem.

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—Está tudo bem ai? — Luke perguntou do outro lado da linha

—Ele tá acabado Luke. Ele ta mal. — Thalia respondeu

—O que você esperava? Annabeth o rejeitou.

—Isso já fazem quase dois anos, ele já devia ter superado.

—Não superou pelo jeito.

—Ele precisa, precisa manter as aparências Luke.

—Ele está mal desde que ela se casou, acha que ela voltando vai ser melhor?

—Não vai ser melhor, mas ele precisa levantar a cabeça e seguir em frente!

—Eu tenho que ir, tenho assuntos para resolver.

—Que assuntos?

—Por que te interessa? São apenas problemas de estado.

Thalia ficou em silêncio por um instante.

—Acha que não li os tabloides de fofoca? Sei que anda se encontrando com aquela socialite. Eu sei que está me traindo Luke. Eu não tinha percebido antes, mas agora percebo.

Luke suspirou.

—Você está doida, e ainda fica lendo esses tabloides cheios de mentira e especulações absurdas.

—Você sempre foi cafajeste.

Luke ficou em silêncio, Thalia pensou que ele estivesse sentido a culpa.

—Volte pra casa. Dom, Sophia, Mia estão sentindo sua falta… Eu estou sentindo sua falta. Dormir sozinho é bem desconfortável.

Ele riu, mas Thalia não respondeu com outra risada.

—Eu volto depois que organizar tudo aqui. Esteja com a papelada pronta.

—Thalia você não pode estar falando sério! Eu juro que não tenho nada com aquela mulher!

—Mas e aquelas fotos nos jornais?

—Jura? Não era eu! Eu juro por tudo que é mais sagrado que não era eu!

—Quando eu voltar conversamos. Adeus.

—Thalia, espere…

Ela desligou, sem disposição para ouvir.

Esses boatos sobre Luke e a socialite haviam começado depois que ela partiu em uma viagem que demoraria 6 meses, já haviam se passado 3 meses da viagem e aqueles boatos só aumentavam. Alguns tabloides diziam que a rainha havia partido nessa viagem como pressuposto para um divórcio. No começo não era, depois tornou-se.

Thalia queria acreditar que não era Luke, mas a foto que apareceu nos jornais era muito parecida com ele. Ela devia pensar demais sobre o caso da inocência dele, pois novamente carregava um herdeiro dinamarquês.

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—Escuta Percy, você precisa ir primo.

Thalia tentava convencê-lo a ir na festa de gala que Ole e Annabeth dariam em homenagem a sua definitiva mudança para a corte Inglesa .

—Eu não quero.

—Mas precisa, olha eu já separei tudo, pedi que comprasse um terno exclusivo para a ocasião.

—Quanto custou?

Thalia sorriu discretamente.

—O suficiente para você entrar arrasando.

—Quem gosta de moda é Piper, passou tempo demais com ela não é?

—Sim, ela me fez ter certo gosto por estilos.

—O que comprou?

—Alexander Amosu Suit.

Percy arregalou os olhos um pouco.

—Nossa, exagerou. Você sabe que eu gosto do Paris Denfert-Rochereau Suit.

—Sim, mas esse está mais em alta. Você vai ficar bonito, não se preocupe.

—Ela vai estar lá bem feliz ao lado do marido, do Mikkel e da esposa, dos MEUS filhos. Eu não quero ver isso.

Percy levantou do sofá e chegou a até uma mesa com Whisky e um copo. Encheu o copo até o gargalo e tomou num gole só, enviou novamente e voltou a sentar, com Thalia o observando abismada.

—O que foi? — ele perguntou debochadamente

—Você precisa agir com um rei, tá parecendo um Príncipe bem mimado.

—Me deixa.

—Eu quero você na festa, você vai e ponto, é para o seu bem.

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—Onde ele está? — Thalia perguntou a empregada da casa

—Eu não sei madame.

—Estou aqui! — Percy respondeu

Thalia o olhou, ele usava o terno que ela lhe deu, e como ela imaginou, havia ficado lindo nele.

—Que bom que decidiu vir por conta própria, eu te tiraria a força se não descesse.

—Eu sei. — ele riu — Eu preciso tomar umas doses antes de irmos, não Acho que consigo lidar com isso consciente.

—Não, não. Precisava estar sóbrio.

—Porque não me deixa fugir dos meus problemas?

—Porque precisa enfrentá-los.

—Mas você fugiu.

Thalia suspirou.

—Andou lendo tablóides de fofoca primo?

—Alguns, pra ser sincero. — ele riu sarcástico — Mas nenhum deles informou que você está grávida.

Thalia arregalou os olhos.

—Tá doidão?

—Não. Sei que você está, seu corpo mudou desde a última vez que te vi, eu sei como é o corpo de uma mulher grávida e o seu com certeza deixa bem claro.

Thalia baixou a cabeça, sem saber o que falar.

—Se você leu mesmo os tablóides, sabe porquê ainda não voltei pra casa.

—Acredita que Luke esteja mesmo te traindo?

—Ele diz que não, mas eu tenho minhas suspeitas, eu sei como ele é.

—O que pretende fazer? Digo, esse bebê é filho de Luke, você não pode se separar sem ele nascer, seria estranho, legalmente ele seria um herdeiro, mas um meio bastardo.

—Chega disso Percy. Vamos logo pra festa.

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Perceu e Thalia entraram na grande residência dos duques surpresos com a grande estrutura escolhida por eles. Andavam calmamente pela local, sendo dirigidos por uma empregada até o jardins da casa, onde de fato acontecia a festa.

Várias pessoas os cumprimentam quando chegaram finalmente aos jardins, mas nada dos anfitriões.

—Onde estão meus filhos? — Percy sussurrou para si

—Os anfitriões estão vindo nos cumprimentar. — Thalia respondeu entre um sorriso forçado

Percy olhou para frente, Annabeth vinha acompanhada pelo marido Ole, com seus braços cruzados formalmente.

Percy sentiu seu coração bater mais forte, como se uma antiga cicatriz fosse aberta.

Percy reparou nas mudanças sofridas por ela depois de dois anos. O cabelo loiro estava levemente mudando seu tom para um loiro mais claro, alguns fios já estavam brancos. Seu corpo ganhará peso, Percy não sabia dizer se eram gordurinhas ou músculos, mas ela estava bem mais bonita que antes.

—Thalia! — Annabeth abraçou a amiga de longa data calorosamente — Como tem passado?

—Bem, cuidando da família. E você?

—Aproveitando.

—Rainha Thalia. — cumprimentou Ole

—Duque.

Percy sorriu para Annabeth, que retribuiu de forma pura e genuína.

—Percy, como você está? — a loira perguntou, sem se afastar muito do marido e sem abraçar o ex

—Seguindo, cuidando do meu reino.

—Rei Percy, é bom vê-lo. -Ole reverenciou

—É bom reencontrá-lo Duque, estou feliz que voltaram a Inglaterra. Onde estão as crianças? Estou com muitas saudades.

—Estão brincando por aí, tenho certeza que estão te procurando também, estão com saudades do pai. James cresceu demais no último verão, Thomas está empolgado com as aulas de equitação e Victoria está aprendendo a ler.

—Isso é muito bom. Se me dão licença, vou procurá-los, a saudade fala mais forte neste momento.

—Fique a vontade para procurar pela residência Percy. -Ole falou

—É claro, concordo com meu marido, fique a vontade. — Annabeth concordou

Percy assentiu e saiu a procura de seus filhos, deixando eles para trás. A presença de Annabeth parecia tê-lo intimidado, e a palavra “meu marido” o incomodava porque ele já tinha assumido esse posto. Ele teria que dominar seus pensamentos e ações, e ao menos na frente de todos, fingir a superação. E assim, Percy passaria os próximos anos.

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Inglaterra, 24 de setembro, 2031

Thalia sentia-se extremamente deprimida. Ela não comia, sentia enjoos o tempo todo, estava indisposta pra tudo. Ela ainda estava com Percy, apoiando o primo em tudo e ajudando-o a resolver seus impasses.

Luke não sabia mais o que dizer para Thalia, ela não acreditava em uma única palavra dele. Aquelas fotos nos jornais colocaram em dúvida o amor dele por ela. Mas afinal, era de fato Luke naquelas fotos? Para ajudar Luke, Percy, observando a tristeza de Thalia e entre as conversar com Luke, chama Luke para ir até sua casa, planejando assim uma surpresa.

Luke partiu sem avisar ninguém, apenas deixou tudo preparado em casa e partiu sem data para voltar. Quando Luke chegou, Percy não mandou o carro busca-lo, Thalia suspeitaria, ele disse para que o mesmo fosse de uber, sendo assim bem mais prático.

Thalia sentia uma vontade imensa de vomitar, procurou o banheiro do seu quarto para despejar aquele resto de jantar. Entrou e trancou a porta, encontrou a privada num toque, despejando tudo ali. Uma, duas, três vezes foram necessárias para deixar seu estômago, que já não tinha muita coisa,vazio. A fraqueza que sentiu foi demais, e em menos de um minuto sentindo um aperto no peito,desmaiou.

Luke esperava com Percy na sala, Percy informou que sempre depois do jantar os dois desciam, bebiam, assistiam TV e conversavam. Passaram -se minutos enquanto aguardavam, talvez até uma hora.

—Ela ainda não desceu. -Luke comentou impaciente

—É estranho, nessas horas já estaria aqui. Por que não vai até o quarto dela? Já está fazendo uma surpresa mesmo. — Percy deu de ombros

Luke abriu um sorriso, levantou-se, andando em direção às escadas. Parou por um segundo e se virou para Percy.

—Obrigado Percy, por tudo.

—Por favor Luke, pus minha mão no fogo por você, espero que nada do que saiu naqueles jornais seja verdade.

—E se não for?

—Então espero que se resolvam.

—E se for?

—Eu vou te encher de porrada por magoar a mulher da sua vida por uma puta qualquer. Agora sobe até lá!

Luke assentiu, e continuou a subir as escadas. Parou na porta do quarto, tomando coragem para enfrentar a fera. Bateu na porta antes de entrar pela mesma, não viu sinal de vida, apenas a porta do banheiro fechada. Ele chamou pelo nome da esposa, sem resposta. Achou estranho a porta do banheiro fechada, tentou abri -la, sentindo algo no peito lhe deixando que era estranho.

—Thalia? -chamou, ainda puxando a maçaneta

O desespero tomou conta de Luke e ele tentou com todas as forças abrir aquela porta. Corria e batia, tentando sem sucesso destrancá-la.

—O que está acontecendo? -Percy chegou desesperado, parando na porta do quarto

—Eu acho que aconteceu alguma coisa, ela tá trancada lá dentro!

Percy passou a ajudar Luke naquele difícil missão de abrir a porta. Eles precisaram arrombar a porta juntos, para que finalmente ela se abrisse, quebrando a fechadura.

Thalia estava desmaiada no chão, seu rosto pálido. Luke apressou -se para ajudar, quando tocou sua mão e depois seu rosto sentiu a baixa temperatura que seu corpo estava.

—Ela está gélida Percy!Chame uma ambulância! — Luke berrou

Percy andou o mais rápido que pode até seu celular.

—Vamos lá Thalia!- ele segurou seu rosto com as mãos, desesperado

Percy voltou correndo, arfando.

—Eu já chamei, eles vai demorar uns 10 minutos pelo menos. Disseram pra checar os batimentos cardíacos.

Luke assentiu, levando sua não direto para o pulso da esposa, seus batimentos estavam fracos, mas ainda havia batimentos. Luke apenas ficou ali até que os paramédicos chegassem, seu coração sentia uma enorme culpa, talvez tivesse sido ele o motivo de tal problema. Quando os paramédicos chegaram Luke já tinha chorado, preocupado com tudo, eles a levaram na ambulância e Luke não a abandonou, Percy apenas de carro.

Luke passou o tempo todo com Thalia, preocupado com a esposa. Segurava sua mão, jurando a si mesmo que consertaria tudo. Os médicos fizeram uma bateria de exames enquanto ela estava desacordada, disseram-lhe que o resultado sairia em no mínimo 30 minutos, e Luke esperou.



Espere (Hold On — Chord Overstreet)

Amando e lutando

Acusando, negando

Não consigo imaginar um mundo em que você se foi

A alegria e o caos

Os demônios de que somos feitos

Eu estaria tão perdido se você me deixasse sozinho

Você se trancou no banheiro

Caída no chão quando eu entrei

Eu te puxo para sentir seus batimentos cardíacos

Você pode me ouvir gritando: por favor, não me deixe?

Espere, eu ainda te quero

Volte eu ainda preciso de você

Me deixe pegar a sua mão, eu vou consertar tudo

Juro te amar por toda minha vida

Espere, eu ainda preciso de você

Longa estrada infinita

Você está em silêncio ao meu lado

Conduzindo um pesadelo do qual não posso escapar

Rezando sem esperança a luz não está apagando

Escondendo o choque e o frio em meus ossos

Eles te levaram em uma mesa

Caminho para lá e para cá enquanto você está imóvel

Eles te pegam para sentir seus batimentos cardíacos

Você pode me ouvir gritando por favor, não me deixe?

Espere, eu ainda te quero

Volte eu ainda preciso de você

Me deixe pegar a sua mão, eu vou consertar tudo

Juro te amar por toda minha vida

Espere, eu ainda preciso de você

Eu não quero te deixar ir

Sei que não sou tão forte assim

Só quero ouvir você dizendo, querido

Vamos para casa

Vamos para casa

Sim

Eu só quero te levar para casa

Espere, eu ainda quero você

Volte, eu ainda preciso de você

Passou-se uma hora até que o clínico geral chegasse na sala com os resultados na mão.

—Senhor Castellan. Majestade. — O médico o cumprimentou com um aperto de mão

—O que minha esposa tem doutor? — a preocupação de Luke era evidente

O Dr soltou uma risada.

—Não é nada demais Senhor, ela está de fato sim com um problema, na verdade é o primeiro caso que eu vejo nesse estado.

—É grave?

Por dentro, o médico ria do desespero do homem à sua frente.

—Digamos que levará cerca de uns 7 ou 8 meses para se resolver por completo.

—Meu Deus! O que é Dr?

—Senhor, sua esposa está grávida.

Luke gelou, sua respiração se prendeu por míseros segundos até ele soltar um suspiro.

—Vou deixa-lo a sós com sua esposa, o efeito já deve estar passando, ele não demora mais que 15 minutos para acordar.

O médico foi embora, Luke se sentou na cadeira ao lado da esposa, pensando em tudo. Ele pensava em quando tinha sido a última vez que haviam se tocado. Fora antes dela viajar, antes dos tablóides anunciarem uma traição, cerca de uns dois meses atrás quando se viram, e no último mês para as fofocas.

Ele ficou ali, sua engrenagens funcionavam sem parar até que finalmente Thalia deu as primeiras respiradas no ar gélido do clima inglês.

—Thalia? — Luke se aproximou, segurou sua mão

Thalia abriu os olhos, não entendendo nada do que estava acontecendo.

—O que você faz… aqui?

Ela colocou a mão na cabeça, como se sentisse dor em um ponto sensível.

—Eu queria fazer uma surpresa, cheguei hoje para te ver. Quando cheguei em Buckingham, fui te procurar, te encontrei desmaiada. — ele tirou os olhos dos dela

—Você não devia estar aqui. — ela tirou a mão dele

—Eu sei olha…

—Não quero saber.

—Permita-me terminar esposa, pelo respeito que tem a mim. — Luke levantou a voz, tentando se impor — Eu não te trai, juro por nossa família e tudo que é mais sagrado.

—Eu te conheço, era você naquelas fotos.

—Naquele dia eu estava em casa, com nossos filhos.

—Tem como provar?

—A babá estava lá, pode confirmar minha versão dos fatos.

Thalia virou de costas para ele.

—Eu não acredito.

—Podemos conversar sobre isso depois. Quero falar agora do seu estado de saúde.

—O que eu tenho?

Luke suspirou, dando uma risada.

—Você está grávida de novo.

Thalia virou -se para ele com rapidez, surpresa.

—De novo…?

—De novo. Esse bebê pode ser uma reconciliação para nós, o que me diz?

—Não confio em você.

—Eu te respeito. Farei o que puder para poder te provar meu valor, e meu amor por essa família.

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Notas finais
Saltos temporais são comuns nessa fanfic, quando há um, significa que nada mudou e que o tempo apenas passou. Só esclarecendo. Espero que tenham gostado, comentem ai, já ta no fim, o que custa dar um "hello"? Eu não sei se vocês leem as musicas, mas se não o fazem, façam. As musicas descrevem sentimentos que os personagens estão sentindo naquela hora, descrevem o que eles falariam se pudessem. De coração, leiam e ouçam se quiserem. Recomendem se sentirem vontade, eu não reclamo. kkkkkkk Vejo vocês nos comentários, até mais ♥