Power Academy

3 Passado de Ana, e que as Atividades Comecem!


Notas iniciais
demorei? demorei. Mas voltei, e com um novo capítulo! Boa leitura! :3

– então até, Cody! – falei, saindo da biblioteca com o meus livros.

– tchau! – falou ele, entrando no setor de drama.

Voltei para o quarto, soltei o cabelo, tirei minha sapatilha e sentei na cama. Comecei a folhear as páginas do livro que eu tinha escolhido, que era bem legal. Eu estava lendo tranquilamente meu livrinho, quando entra a Ana batendo o pé e com os cabelos em chamas.

– A-Ana? Está tudo bem? – perguntei, confusa.

– não! Não está nada bem! Tudo está errado! Nada bem! Não tá vendo?! – falou, e seu cabelo ficou com ainda mais chamas. – ai... O que eu faço... o que fazer... – falou ela dando voltas no quarto.

– hey! Calma! Você quer botar fogo no prédio? O que aconteceu? – falei, deixando meu livro de lado.

– hmm... é que... é uma longa e constrangedora história. – falou, e seu cabelo voltou ao normal (como o cabelo dela continua sedoso e brilhante depois de ser queimado?!!).

– bom, comece então. Tenho bastante tempo. – falei arqueando as sobrancelhas.

– bom... tudo começou quando eu estava no fundamental... eu usava óculos, aparelho, era gorda e um desastre nos esportes. – caramba, ela mudou bastante. – Eu era bastante zoada na classe, por todos, mas não ligava geralmente. Até que um dia, o que Rebecca Snow chegou.

Flashback Ana on:

“Hoje eu vou me declarar para ele! De hoje não passa!” pensei, com meu coração palpitando, e a carta que eu havia escrito escondida atrás de mim. “Provavelmente ele está no ginásio, o treino dele acabou faz poucos minutos” nisso, eu me dirigi ao ginásio com pressa. Lá estava ele, claro, sentado na arquibancada depois do treino... Espera, tem alguém do lado dele! Era a.... REBECCA? ELA ESTAVA PERTO DEMAIS DELE PARA O MEU GOSTO! Ai Jesus ela me viu! Ela deu um sorriso malicioso... Ela continua olhando para mim... Espera, ela está chegando mais perto dele, mas ainda olhando para mim, não me diga que... Ela... – eu amassei a carta e joguei no lixo – Rebecca Snow, eu te odeio.

Flashback Ana off:

– mais que filha da... – falei.

– eu sei, eu sei... – falou ela, meio cabisbaixa.

– tá, mas o que tem haver isso? – falei.

– bom... Eu acabei de encontrar com ela na lojinha de doces lá de baixo.

– vish! Ela falou com você?

– não... Mas ela olhou para mim e me reconheceu, tenho certeza absoluta. O que eu não entendi foi... Bom, ela estava com uma cara triste, de arrependimento. – falou.

– então tá! Agora, boa sorte em lidar com isso! – falei.

– você não sabe o que fazer não é? – como ela pode me conhecer tão bem em apenas 4 dias???

– não... – confessei. – mas é só você ignorá-la se ela vim encher seu saco.

– bom... não tenho muitas opções né? – falou, e se deitou na cama, como se fosse dormir. Eu captei a mensagem que era para eu deixa-la sozinha, e fui passear pela beira-mar. Sim, a academia tinha uma praia particular, mas o mar era proibido para banho, apenas para atividades da escola, tipo mergulho, caiaque etc. O pôr-do-sol dali era simplesmente maravilhoso, pena que eu não trouxe meu livro.

– Julie? – disse uma voz meio familiar atrás de mim

– eu...? ah! Oi Cody! Você está me seguindo ou o que? – falei, um pouco irritada.

– na verdade... Bem... Eu te vi no corredor andando pra cá... E você estava com uma cara pensativa... E eu resolvi te seguir! Não tem problema né? – falou com um sorriso falso.

– STALKER! – Reclamei.

– EXAGERADA! Eu não estou fazendo nada de mais, e eu estava entediado!

– você AINDA não está fazendo nada de mais! Agora, mantenha-se uns 2 metros longe de mim!

– m-mas...

– nada de “mas”! ¡Degármi em páz!

– o certo seria: “¡Déjame en paz!”. Isso que você falou parece um nome de um feitiço do Harry Potter.

– hunf! Que seja! Eu não ligo pra espanhol mesmo! – ficamos um tempo em silêncio.

– mas o que você veio fazer aqui? – perguntou ele.

– tomar um ar.... Todos precisamos as vezes, certo? – eu sorri. – humm? – Cody estava paralisado olhando para mim. – Cody? Oiiieee!! Terra chamando Cody!!

– hmm? Ah! J-julie? D-desculpa eu tava pensando em um coisa... – o rosto dele estava com uma expressão triste.

– hm? – não entendi – bem, que seja! Já está ficando tarde. Vamos entrar? – falei.

– t-tá. – falou, e nós entramos no prédio. Nos despedimos e voltamos para nossos quartos.

– voltei! – falei, ao entrar no quarto. Ivy e Ana estavam conversando.

– estávamos falando de você, Julie. – falou Ana.

– que? D-de mim? O que vocês estavam falando? – falei, sentando na cama.

– vimos você com aquele menino na beira mar.... Parece bastante suspeito. – disse Ivy abrindo um sorriso malicioso.

– ah, isso? Ele é um conhecido. Ou melhor... um stalker. – falei, tranquilamente.

– ahhh só isso?! – disse Ana desapontada. Não estou entendendo nada hoje...

– mas... como vocês nos viram? – perguntei.

– bem... eu e Ana estávamos no telhado imaginando como seria um apocalipse zumbi, quando olhamos para baixo e reconhecemos seu cabelo lá de cima. – falou Ivy.

– humm... entendi. – meu cabelo?! De repente minha barriga roncou. – gente, vamo jantar?

– vamo! – disse Ana.

– vocês não comeram nada ainda? – falou Ivy.

– não, pelo menos eu não comi nada desde do almoço. – falei, me levantando.

– eu só comi 3 pedaços de bolo, 2 latas de refrigerante e uma coxinha. – falou Ana (n/a: faço da fala da Ana a minha rsrs).

– tá né... Vou nem julgar. – falou Ivy, e nós saímos do quarto. Comemos pizza, pois eu não estava nem um pouco afim do arroz com sardinha do refeitório. Depois que comemos tudo, Ana puxou assunto:

– gente, o que vocês acham que vai ter amanhã? – falou Ana.

– hãm? – perguntei.

– ah! É verdade! Amanhã será nossa primeira sexta-feira aqui na academia, então terá nossa primeira atividade prática! Tinha esquecido. – disse Ivy.

– eu também... – falei.

– vocês não responderam minha pergunta! – falou Ana.

– hehe, foi mal. – pensei um pouco. – sei lá! – falei.

– tomara que não envolva água... – falou Ana.

– nem plantas... – falou Ivy.

– morgadas. – falei, com uma cara feia. Examinei o céu pela janela. – parece que amanhã vai chover.

– verdade, que horas são? – falou Ana.

– hmm – olhei o relógio do refeitório – 19:22.

– tá cedo ainda. O que tem pra fazer agora? – falou Ana.

– vamo pro quarto conversar mesmo... – falou Ivy.

Nisso, fomos para o quarto e ficamos conversando besteira até dormimos.

– Jú? Heeey! Julie Closs!! – por que isso é tão familiar?

– hmm? Que foi caramba?! – falei.

– eca! Você tá babando! Vai se arrumar, já são 6:15! – falou Ivy.

– tá bom, “mamãe” ... – falei, me levantando. – ai! Que chão frio!

– claro, choveu a noite toda! Você não percebeu? – falou Ivy procurando alguma coisa na sua gaveta. – alguém viu uma outra meia igual a essa? – falou, segurando uma meia branca com uma listra azul clara.

– você perdeu outra meia? – falou Ana arrumando o cabelo.

– elas que somem sozinhas! Eu guardei ela direitinho, juro! – falou Ivy.

– tá né... mas eu não vi. – falou Ana.

– nem eu. – falei, entrando no banheiro cheia de coisas nas mãos (shampoo, condicionador, toalha, farda...). Depois que saí do banheiro:

– Julieee deixa eu arrumar o seu cabeloooo!! – gritou Ivy com uma escova na mão e uma cara de psicopata.

– não, não precisa... – falei friamente.

– você pretende fazer a atividade com esse cabelão todo solto?! – falou.

– eu já estou acostumada, além do mais, eu não quero que meu cabelo fique marcado. – falei, botando um tênis.

– mas... – ela tentou pensar em algum argumento, sem sucesso – vaiii por favor!! Eu sempre quis ter uma irmã mais nova para arrumar o cabelo dela!!

– tá, vai... – falei, virando de costas para ela poder prender meu cabelo.

– hehehe – comemorou – prontinho! Onwwtt você ficou tão fofaaaa! – falou Ivy. Ficou até legal, ela além de prender, fez algumas ondas nas pontas, mas mesmo preso, ele ainda estava na altura na cintura.

– valeu. – falei, e fui escovar os dentes. – estão prontas?

– aham! – falaram as duas em coro. A Ivy estava com os cabelos presos em duas tranças, mas como ele tinha comprimento médio, com as tranças seus cabelos acabaram ficando um pouquinho curtos, mas não quanto os da Ana, que tinha apenas prendido sua franja para trás. Nós três estávamos com os uniformes de educação física, conforme a diretora havia pedido.

– então vamos. – falei, e nos dirigimos à quadra. Chegando lá, vimos que a quadra estava completamente cheia, mas conseguimos achar um lugar para sentar.

– alunos, atenção! – falou a diretora. – agora, inicia-se a primeira atividade prática da AAAEH! E para dar início à nossas atividades, hoje, preparamos para vocês, uma caça ao tesouro!

– claro, porque nós temos 13 anos... – cochichou Ana e eu ri.

– vocês vão formar grupos de 6! E a primeira dica é: a primeira pista está na quadra! Boa sorte, e se esforcem! – falou a diretora, que parecia super animada.

Notas finais
espero que tenham gostado ;3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.