Isabeau gostava de desenhar e mostrava os desenhos para Remy. Ele sempre parecia emburrado, mas elogiava seus desenhos. Sempre. Uma vez, Isabeau saiu do paradigma: riscou uma folha de olhos fechados e disse que era um elefante. Remy disse que estava lindo.

— Nunca vou melhorar com um crítico tão mole…

— Isabeau… – Remy hesitou, mas queria perguntar aquilo a um tempo. – Sua mãe fala sobre a família de sangue dela?

— Às vezes.

— O que ela diz?

— Mentiras.

Isabeau era uma criança, mas conhecia bem a própria mãe. Mesmo que suas palavras fossem doces ao falar do passado, seu olhar não era.

Notas finais
A moral desse capítulo é que se você tiver uma casa assombrada, os fantasmas podem ficar de babá de graça. Eles não estão ocupados mesmo.