O barulho acordou Arethusa extremamente cedo para uma criatura notívaga. 15H da tarde.

— Remy! Eu vou matar você de novo, seu…! – Desceu furiosamente as escadas, mas não encontrou o fantasma, apenas Isabeau e uma criança que com certeza não era sua filha. Calou-se bem a tempo.

— Você ia dizer palavras feias, não ia?

— Nunca. Quem é ela?

— Nossa vizinha.

— Não temos vizinhos, Isabeau. Por isso que moramos aqui.

— Eu moro na L’eau Bleue. Sou Mabelle, prazer!

Isabeau viu nos olhos de Arethusa que estava encrencada. Ter andado sozinha até a propriedade seguinte para conhecer os vizinhos era exacerbar sua liberdade.