Arethusa não lembrava do sonho que teve aquela noite. Mas lembrava de Étienne. Virou-se preguiçosamente, mas viu um outro rosto.

Arethusa recuou, caindo de costas no chão. A forma fantasmagórica de Remy estirada na cama entre ela e Étienne sorriu com donaire.

— Surpresa! Aprendi a aparecer, gostou?

Étienne já estava de pé, segurando defensivamente um travesseiro como arma.

— O que é isso?!

— É quem, não seja rude – repreendeu, flutuando com uma mesura. – Remy, prazer.

— Você… está morto?

— Deu para notar? Achei que estava disfarçando tão bem. Cortesia dela.

Remy tinha sorte que Arethusa não sabia como matá-lo uma segunda vez.

Notas finais
O momento em que vocês agradecem por não ter uma assombração pessoal na casa de vocês.