Possessiva.

2 Capítulo 2 -— Clone?!


Notas iniciais
Olá! Como estão paçoquitas da Tia Borboleta? (Serio? Eu pareço tão velha falando tia!) Queria agradecer imensamente tanto a Factory Girl, KDsGoD que comentaram. Meu mundinho ficou mais colorido ao ler seus cometários (isso é serio, estou com um sorriso idiota no rosto até agora!!). Também Tai Ferrer e dark angel por favoritarem, amo voxês!! Agradeço a MatheusDrag27 por estar acompanhando Seus linduxos... ~se recompõe~ Agradeço do fundo do meu Kokoro. Pensei que ficaria no vácuo, mas não fiquei graças a vocês. Imensamente eu agradeço ~reverencia~ Bem, não mais embromando vocês (se é que alguém está lendo): Boa Leitura pudins de leite da tia Borboleta (fiquei com a mania!)

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Capítulo II — Clone?!

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— Natsu-san, tem certeza? Tem certeza absoluta do que esta falando? – o mesmo confirmou veemente olhando fixamente nos orbes azuis de Lissana, que instintivamente corou. — M-Mas veja bem Natsu-san, pelo que você falou, a Lucy ficou com quatro orelhas; um olho na testa; tentáculos roxos; e uma cauda de dragão; além de que ela falava uma língua que você não entendia. – novamente obteve a mesma confirmação do garoto.

Apesar de soar inumano, fora isso mesmo que a mente dragona do mago projetou. O mais puro pesadelo de qualquer um, ver aquilo em sua frente fora à mesma coisa de um ataque de dez mil dragões – novamente.

— Natsu, isso é impossível; nem que ela fosse uma quimera! – esbravejou Erza enquanto batia fortemente na mesa onde estava sentada. O impacto de sua mão sobre o objeto de madeira fez com que Natsu e Gray se arrepiassem e encolhessem.

— M-Mas E-Erza... – pigarreou para tornar sua fala mais firme. – Ela estava, sim, muito estranha além de... – pausou pensando o quão insano soaria a sua fala. Mesmo que fosse a mais pura verdade; sem a Luxy estranhamente bizarra presente, sua versão soaria maluca e esdrúxula. Mesmo sabendo as risadas que viriam a seguir ele continuou a falar, com um olhar fixo nas fibras da mesa: — Ela me chamou de Natsu-san-sama. Assustador! – um arrepiou involuntário percorreu sua espinha apenas de lembrar o olhar fixo da loira sobre si.

Aqueles olhos que antes eram de uma Luxy sorridente – sem mostrar até onde seus olhos poderiam se encolher para formar aquele sorriso –, agora estava assustadoramente presente no rosto da Nakama. Isso sim era uma crise e das de magnitude imensurável. Um silêncio tomou conta dos poucos presentes que ainda tomam atenção ao rosado. Podia se ver várias barras de carregamento sendo preenchidas sobre as cabeças dos magos.

— Natsu? – Gray o chamou ainda encarando o vazio, depois de ter os olhos do companheiro sobre si; desatou em uma risada ecoante que também levou outros ali a rirem; tanto do fato de a história fantasiosa de Natsu; quanto pela risada engraçada do mago do gelo. Até mesmo a ingênua Wendy fora afetada pela descarga de risada que preencheu a guilda. E todos ali – mesmo os que antes não se davam ao luxo de prestar atenção – caíram em prantos de tanto rir. O que deixou ainda mais fulo da vida o pobre filho de igneel. Agora a historia de uma Luxy mais do que estranha estaria rolando por ai, e junto a ela o fato de um mago ter fantasiado com a mesma.

Sua vida serviria de chacota de todos. Inclusive daqueles que vivem em cidades distantes. Ele já podia imaginar na próxima revista Magos & Magos: Sua cara de tacho estampando a capa e os dizeres: Natsu Dragneel fantasia coisas eróticas com sua companheira Lucy, e acaba por virar motivos de risada em todo o pais. Sim, porque eles gostam de aumentar até onde possa parecer história para criança.

— Certo... Certo, gente... Vamos... Focar no possível problema... – a voz de Erza saiu um pouco rouca pelos risos. — Natsu, agora que você já contou sobre a Lucy bizarra; conte o que realmente aconteceu.

— Parou aê Erza! – levantou uma das mãos pedindo atenção para si o Fullbuster. — Você está mesmo acreditando no foguinho? Ele disse que a Lucy tinha uma cauda de dragão. Uma cauda de dragão! Que tipo de bagulho esse aí não fumou pra viajar numa dessa?! – cruzou os braços rentes ao peito desnudo já que havia se livrado da camisa há muito tempo.

— Não é bem, pela história fantasiosa; todos aqui perceberam que ele havia falado mais do que visto verdadeiramente. – Alguns lançaram olhares risonhos para Natsu que permanecia olhando para Erza enquanto ela o “defendia” de forma indireta – bem, mais bem indireta. — O fato aqui, é que de alguma forma; Lucy realmente agiu estranhamente hoje.

— Erza-san, como pode ter certeza ou afirma isso?

— Simples, Wendy, eu ouvi enquanto vinha à guilda pessoas relatando sobre um casal muito... Como posso dizer...? E-Estranho. – corou apenas por lembrar às palavras usadas, e os relatos dos cidadãos.

— Entendo. – voltou-se para o rosado que acompanhava tudo meio avoado, já que de tudo ali dito ele apenas absorvia 50%. — Então Natsu-san, pode nos contar o que aconteceu essa manhã?

— Claro, mas lhes aviso logo: alguns podem ter convulsões; diarreia; vertigem; ataques... Outhi – ele protestou após receber um soco no topo da cabeça dado por Erza que já perdi parte da pouca paciência que lhe restava.

— Conte logo, e não embrome. — ordenou friamente.

— Certo, certo. Menos pressão sobre mim, sim?! – se acomodou melhor na cadeira como se fosse contar uma longa, e torturante história de terror. — Como muitos aqui já sabem costumo invadir a casa da Luxy, não que eu fosse um pervertido; longe disto. É só que a cama dela é mágica, mas não entrarei em detalhes. Como havia mencionado antes, apenas de acordar na casa da Luxy nada de estranho aconteceu. Até aquilo... – deixou seu olhar vagar indo com a mente longe às lembranças daquela manhã de segunda feira.

Naquela simples manhã de segunda, acordei normalmente, e meu normal é acorda na cama da Luxy – consequentemente sendo enxotado por ela, essa é a parte péssima. Por mais estranho – aí que começa toda a bizarrice — não fui acordado pelos seus berros. O que me fez pensar, que havia acordado mais cedo do que deveria. Então decide continuar ali, inerte. O silêncio já estava me incomodado, e como Happy havia dormido em casa – e quando digo casa não é a da Luxy – ele não fez barulhos enquanto mexia compulsivamente nas coisas da loira.

Suspirei logo sentindo a cama afundar ao lado das minhas pernas. Seria um ataque surpresa? Mas agora já não era tão surpresa. Decidi despertar logo – apesar de esta mais que acordado. Quando meus olhos se acostumaram com a claridade eu queria que fosse um pesadelo. Não era, infelizmente.

Deparei-me com uma Luxy sorridente, mas não era o seu sorriso habitual era algo muito mais muito assustador. Era cheio de dentes, com a língua para fora, e tinha em suas garras uma espécie de objeto perfuro cortante.

— Ohayõ. – cantarolou ainda sorrindo e levantou os braços com uma empolgação demasiada. Aquilo me arrepiou ate o ultimo fio de cabelo. — Que bom que acordou Natsu-san-sama. — um sorriso nervoso surgiu em meu rosto. Permaneci estático e descrente. Ela era a Luxy ou um clone mal feito dela? Se for um clone onde estava a Luxy verdadeira? Não, não era um clone tinha o mesmo cheiro.

— Parou! – Erza interrompeu coradíssima. — D-Desde quando você sente o cheiro da L-Lucy?!

— Como assim? – o rosado não entendia onde a Scarlet queria chegar. — Para os Dragon Slayer é fácil sentir o cheiro de algo ou alguém. – os outros dois que estavam presentes sentados em volta da mesa confirmaram. — Continuando:

Bem, a Luxy já era estranha, agora, desta forma, chega a dá medo. Afinal... QUE LANCE ERA ESSE DE NATSU-SAN-SAMA?!

— Certo, quem é você e o que fez com a Luxy? – fiquei em estado de completo espanto. Uma de minhas sobrancelhas se mexe nervosamente de cima para baixo.

Só tomei meu estado normal quando ela me entendeu algo em uma de suas garras, me pareceu um pedaço de algo gelatinoso. A empurrei para o lado me livrando de suas presas e me joguei no chão, mas infelizmente levei comigo a bandeja, e os lençóis.

Merda!

— O que deu em você Luxy?! – perguntei estranhando seu comportamento.

Em vez de me responder coerentemente ela ficou reversando seu olhar de mim para o chão onde a comida havia se esparramado formando uma massa colorida.

— Não... Não gostou Natsu-san-sama? – ao perguntar abaixou a cabeça e fez um bico de choro. Certo isso já está virando sacanagem!

— N-Não é isso, bem é isso também... Arg! – ela me lançou uma olhar cheio de magoa e estava prestes a chorar. — Calma Luxy, a bem, merda! Luxy o que você pensa que está fazendo? E desde quando você me acorda desta forma?! – Comecei a me desesperar. Primeiro: ela me deixa dormir até tarde. Segundo: acorda-me gentilmente. Terceiro: oferece-me comida. Quarto: não grita por eu ter derrubado tudo e estar gritando com ela. Puxei meus cabelos. É muito para uma Natsu só.

Ela deu alguns risinhos. O que me aliviou de certa forma.

— Bem... Bem... – ela brincou com a ponta dos dedos indicadores enquanto corava levemente. – Lucy achou que Natsu-san-sama, estaria cansado da missão; e que deveria estar com fome, então Lucy resolveu fazer um café da manhã para Natsu-san-sama... Mas... – ela está falando como a Juvia, será que é contagioso. E todos estão agindo assim? Se for isso porquê não fui afetado? Hm...

— Mas...? – a incentivou a continuar, mesmo não estando entendendo nada.

— Mas... Mas... MAS NATSU-SAN-SAMA NÃO GOSTOU! LUCY ESTÁ TÃO TRISTE! AGORA A VIDA DE LUCY NÃO TEM MAIS SENTIDO! NATSU-SAN-SAMA NÃO VAI QUERER MAIS A LUCY! – desta vez realmente chorou. Suspirei já sentindo uma pontada na cabeça. — AH! Natsu-san-sama, por favor, perdoe Lucy! – sem prévio aviso ela se jogou em cima de mim e nos caímos no chão. E sob a Luxy pude ouvir a porta abrir uma vozinha bem conhecida ecoar.

— O que está acontecendo aqui?!

— Happy! Ajude. — falei com dificuldade, já que estava sendo sufocado pelo abraço exagerado da Lucy.

— Ah... Luxi, acabou os peixes empanados. Quero mais! – meus olhos se arregalaram. Peixes, peixes empanados?!

Empurrei – novamente – tirando a mesma de cima de mim e me pus de pé. Apontei para a loira que se levantada vagarosamente, como uma velha!

— O que diabos esta acontecendo, Luxy?! – olhei de um paro o outro.

— Só isso? Esse escândalo todo por isso? – agora foi à vez de Cana se manifestar. Após perceber que o rosado acabou sua versão.

— Não, tem mais. Essa é a parte em que eu não havia tido à certeza que tinham roubado a Luxy e colocado um clone mal feito no lugar dela.

Continua (...)

Notas finais
Então deliças!!! O que acharam? Espero ansiosa a opinião de voxês!! (^.~) Até o próximo capítulo minhas paçoquitas! XoXo ~('.')~ °°°°
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.