Portas para o Sobrenatural: Blood World
6 Capítulo 5: The Angel
Eu e Derek acabamos nos tornando amigos muito rápido, o que foi ótimo. Ele, Kemi, Camille e Lucas também.
O clima entre todos nós estava normal. Eu, Nicholas, Derek, Lucas, Kemi, Camille e até mesmo Luka, éramos como uma alcateia.Ainda tinha muitos sonhos estranhos, mas não falei para ninguém pois achei que era passageiro ou algum sintoma da transformação.Comecei a notar que em alguns lugares que ia via sempre a mesma pessoa me olhando como se estivesse me cuidando. Em um dia estava entrando no meu quarto prestes a sair para ir para uma festa da escola e vi a mesma pessoa que estava me olhando todos esses dias. Ele era alto, forte, tinha cabelo castanho, olhos verdes, usava um sobretudo preto.– Não precisa ficar assustada só vim ajudar. – Falou. – Meu nome é Benjamin e eu sou um anjo.– Um anjo? – Perguntei e ele assentiu. – O que um anjo quer comigo?– Acredite se soubesse de tudo não estaria me preguntando isso. – Falou como se já me conhecesse ha anos. – Eu sei que está tendo sonhos estranhos ultimamente, por isso andei te observando.– Tudo bem isso é estranho, mas porque tu quer me ajudar?– Porque eu sei como controlar esses sonhos.Meu celular tocou e o peguei para ver quem era. Era Lucas. Atendi.– Alô!– Oi Nick. Onde tu ta? – Perguntou Lucas. – A festa já começou.– Tô em casa ainda daqui a pouco estou aí. – Falei e desliguei. Por algum motivo Benjamin não me era estranho, não por eu ter visto ele me cuidando durante os últimos dias mas como se fosse um velho amigo esquecido. – Tudo bem. Vou aceitar a ajuda mas ninguém pode saber. – Benjamin assentiu.Fui para a festa mas não conseguia parar de pensar em como Benjamin poderia me ajudar. Saí um pouco parar respirar.De repente senti uma sede inesperada. Encontrei um homem que parecia ter uns 30 anos. Cheguei perto dele olhei em seus olhos e mandei ele não se mexer nem gritar então mordi seu pescoço e tomei seu sangue. O homem começou a ficar cada vez mais fraco e caiu no chão morto. Estava suja de sangue mas não me importava com isso, assim como não me importava em ter acabado de matar um homem pela primeira vez.Eu me sentia completa!
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