Portas para o Sobrenatural: Blood World
12 Capítulo 11: The Travel
Durante alguns dias treinamos mais um pouco. Acabamos decidindo ir para New Orleans, uma cidade que, praticamente, construimos à alguns séculos. Haviam vampiros, bruxas e lobisomens na cidade. Saimos de lá para fugir de Thierry, o pai dos Originais, e acabamos nunca mais voltando. Mas deixamos Felipe Owen, um vampiro que Jospeh criou, cuidando da cidade. Derek decidiu ficar para ver se os anjos iriam a Dark City.
Chegando lá, fomos ao Quarter, que era onde havíamos morado. Entramos e estava do mesmo jeito, as sacadas internas que davam para um tipo de pátio coberto que foi por onde entramos, algumas mesas em volta, tudo igual.
Os vampiros não nos conheciam então eles atacaram, mas antes alguém os mandou parar. Felipe. Ele desceu as escadas e nos abraçou.
Então o que trás os famosos Originais de volta a New Orleans? — Perguntou.
Anjos. — Respodi.
Com anjos ou não, sejam bem vindos de volta à New Orleans! — Disse Felipe empolgado.
Esses são Kemi Young, Lucas Bree, Luka Gray, Nicholas Black e Camille Green. — Disse apontando para cada um deles que estavam atrás de nós.
E o são? — Perguntou Felipe.
Kemi e Camille são bruxas, Lucas humano, Luka lobisomem e Nicholas vampiro.
Ótimo. Sejam muito bem vindos ao lado obscuro de New Orleans!
Arrumamos cada um um quarto. Tempo depois descemos. Lucas, Luka, Kemi e Camille vão conhecer a cidade com Skye o resto de nós fica no Quarter.
– Felipe, a Alisha ainda mora aqui? — Perguntei.
– Mora sim, na mesma casa com as outras bruxas. Aliás, porque vocês estão aqui, afinal?
– Resumindo tudo a Nicole recuperou a memória e os anjos descobriram. — Respondeu Joseph.
– Então precisam da Alisha, que é uma bruxa ancestral, para fazer um feitiço forte o suficiente para os proteger dos anjos.
– Exatamente isso, Felipe. — Diz Miguel.
Fui até a casa das bruxas que era um tipo de mansão na qual só passava pelo portão pessoas que elas deixavam, então parei em frente dele. Alisha apareceu na porta segundos depois.
– Nick! — Ela sorriu abrindo o portão de onde estava com a mente, entrei.
– Olá Alisha! — Nos abraçamos.
– Entra! — Entramos. O lugar estava como o de sempre, velas acesas, bruxas por toda parte. Eu era a única Original que elas deixavam entrar, na verdade, a única pessoa que não era humana ou bruxa que elas deixavam entrar. — O que a trás de volta a New Orleans?
– É melhor tu mesma ver. — As bruxas ancestrais tinham o dom de poder ver o que aconteceu na vida de uma pessoa quando a tocasse. Alisha viu o que havia acontecido.
– Nossa! — Diz ela soltando minha mão.
Fale com o autor