Notas iniciais
LEIA ANTES DE MAIS NADA!

Fichas nas notas finais, antes de tudo, regrinhas básicas. Vocês devem me enviar, via MP, o seu POV. Caso você não envie dentro do prazo estipulado, seu personagem morrerá. Por favor, se desejar parar de participar da fic avise. Se precisar de mais uns dois ou três dias para enviar seu POV também avise. Nada de sair matando qualquer personagem! Será decidido depois. Caso você queira fazer yaoi, yuri, hentai e tal pode falar, mas avise para mim colocar a classificação etária correta e os avisos corretos também. Ok então, né? Boa leitura >.

Natsumi

Ouvi o sinal da escola bater e suspirei em reprovação. Guardei minhas coisas e fiz carinho na gata Yuki, minha única companhia atualmente. Agora é aula de gramática, não vejo problema algum na língua japonesa, até acho bem bonita, e eu gosto bastante do meu país. Não é que eu seja estranha, você poderia apenas dizer que eu sou diferente. Meus cabelos azuis quase pretos vão até o começo de minhas pernas, tenho uma franja reta que combina comigo, pele extremamente pálida e um rosto até bonitinho, eu poderia ser normal, se meus olhos não fossem brancos, quase azuis, e eu não fosse a garota-fantasma da sala. Não sou como as outras garotas, que se importam com garotos e aparência, sempre estou com um moletom escuro e uma saia larga preta, não gosto de conversar e não sou sociável, mas minha vida não me incomoda. Depois de intermináveis e cansativas horas de escola, voltei para casa um pouco mais animada. Minha mãe estava terminando de fazer a comida e anunciou isso com um jeito calmo e alegre. Subi para meu quarto e tirei o uniforme, coloquei um vestido de calor roxo escuro com algumas florzinhas e ouvi minha irmã entrar no meu quarto, me fazendo levar um susto. Ela é tão mais animada que eu...

-Ayami? — disse eu, surpresa.

-Bem, a mamãe disse que a comida já está pronta, e eu... Ela está te chamando... — ela respondeu.

Assenti com a cabeça e fui descendo as escadas, me sentei à mesa e comi, estava bom, eu admito. Quando terminamos, Ayami subiu apressada para o quarto e um pouco depois voltou maquiada e com um vestido bonito.

-Vai aonde, Ayami? — Perguntei.

-A um encontro! — ela exclamou, animada.

Ayami tem só treze anos, é bem novinha e apressada, por sinal.

-Sinto muito, Ayami, mas o ano já está acabando, e você tem que estudar. — minha mãe respondeu, séria.

-Mas eu já estou estudando! Agora eu tenho que ir, tchau! — ela falou, correndo até a porta de forma que eu não pudesse falar nada, nem minha mãe.

-Natsumi, você poderia chamá-la aqui, por favor? Sozinha que ela não vai ficar, nesse escuro no meio da rua. — ela disse.

Concordei e fui correndo até a rua, Ayami estava lá parada, naquele momento vi um carro passar na nossa direção, empurrei Ayami ficando na frente dela, e então tudo escureceu...

(,,,)

-Será que ela vai acordar?

Ouvi uma voz me chamar, quando acordei vi que estava sozinha numa cama baixa com um garoto me encarando. Gritei de susto e fiquei morrendo de medo dele ter me sequestrado. Ele era tão pálido como eu e tinha cabelos pretos compridos que cobriam quase todo seu rosto, e seus olhos eram branco azulados como os meus!

-Quem é você? — gaguejei.

-Você deve ser a Natsuri. — ele falou, frio.

-Natsumi. -repreendi.

Ele suspirou.

-Não sabe o que aconteceu, não se lembra de nada, sua cabeça dói, etc, etc, não?

-Sim...

-Venha comigo! — ele respondeu, me puxando pela mão e abrindo uma porta escura na parede. Lá havia uma espécie de palco circular com janelas de vidro ao meu redor, por onde eu podia ver todo o Japão. Não tive nem tempo de admirar a paisagem, o garoto já me cortou:

-Meu nome é Hayushi, sou como você. Tenho dezessete anos e vim parar aqui há um ano atrás, nós estamos esperando os outros. Você e eu temos algo de especial. Nós temos poder sobre a morte.

Olhei para ele como quem falava com um louco. Agora eu era um shinigami )

Natsumi

Ouvi o sinal da escola bater e suspirei em reprovação. Guardei minhas coisas e fiz carinho na gata Yuki, minha única companhia atualmente. Agora é aula de gramática, não vejo problema algum na língua japonesa, até acho bem bonita, e eugosto bastante do meu país. Não é que eu seja estranha, você poderia apenas dizer que eu sou diferente. Meus cabelos azuis quase pretos vão até o começo de minhas pernas, tenho uma franja reta que combina comigo, pele extremamente pálida e um rosto até bonitinho, eu poderia ser normal, se meus olhos não fossem brancos, quase azuis, e eu não fosse a garota-fantasma da sala. Não sou como as outras garotas, que se importam com garotos e aparência, sempre estou com um moletom escuro e uma saia larga preta, não gosto de conversar e não sou sociável, mas minha vida não me incomoda. Depois de intermináveis e cansativas horas de escola, voltei para casa um pouco mais animada. Minha mãe estava terminando de fazer a comida e anunciou isso com um jeito calmo e alegre. Subi para meu quarto e tirei o uniforme, coloquei um vestido de calor roxo escuro com algumas florzinhas e ouvi minha irmã entrar no meu quarto, me fazendo levar um susto. Ela é tão mais animada que eu...

-Ayami? — disse eu, surpresa.

-Bem, a mamãe disse que a comida já está pronta, e eu... Ela está te chamando... — ela respondeu.

Assenti com a cabeça e fui descendo as escadas, me sentei à mesa e comi, estava bom, eu admito. Quando terminamos, Ayami subiu apressada para o quarto e um pouco depois voltou maquiada e com um vestido bonito.

-Vai aonde, Ayami? — Perguntei.

-A um encontro! — ela exclamou, animada.

Ayami tem só treze anos, é bem novinha e apressada, por sinal.

-Sinto muito, Ayami, mas o ano já está acabando, e você tem que estudar. — minha mãe respondeu, séria.

-Mas eu já estou estudando! Agora eu tenho que ir, tchau! — ela falou, correndo até a porta de forma que eu não pudesse falar nada, nem minha mãe.

-Natsumi, você poderia chamá-la aqui, por favor? Sozinha que ela não vai ficar, nesse escuro no meio da rua. — ela disse.

Concordei e fui correndo até a rua, Ayami estava lá parada, naquele momento vi um carro passar na nossa direção, empurrei Ayami ficando na frente dela, e então tudo escureceu...

(,,,)

-Será que ela vai acordar?

Ouvi uma voz me chamar, quando acordei vi que estava sozinha numa cama baixa com um garoto me encarando. Gritei de susto e fiquei morrendo de medo dele ter me sequestrado. Ele era tão pálido como eu e tinha cabelos pretos compridos que cobriam quase todo seu rosto, e seus olhos eram branco azulados como os meus!

-Quem é você? — gaguejei.

-Você deve ser a Natsuri. — ele falou, frio.

-Natsumi. -repreendi.

Ele suspirou.

-Não sabe o que aconteceu, não se lembra de nada, sua cabeça dói, etc, etc, não?

-Sim...

-Venha comigo! — ele respondeu, me puxando pela mão e abrindo uma porta escura na parede. Lá havia uma espécie de palco circular com janelas de vidro ao meu redor, por onde eu podia ver todo o Japão. Não tive nem tempo de admirar a paisagem, o garoto já me cortou:

-Meu nome é Raiden, sou como você. Tenho dezessete anos e vim parar aqui há um ano atrás, nós estamos esperando os outros. Você e eu somos diferentes, nós controlamos a morte.

,Olhei para ele como quem falava com um louco. Agora eu era um shinigami, é isso?

-Está dizendo que eu sou um shinigami (deus da morte)? — perguntei, com as sobrancelhas arqueadas.

Ele então subiu um pouco a manga da blusa onde havia um símbolo com algumas caveiras.

-O que essa tatuagem tem a ver com isso? — perguntei.

-Não é uma tatuagem, é nosso símbolo. Veja você mesma. — ele respondeu.

Olhei para meu braço e então este símbolo apareceu, fiquei chocada.

-Então quer dizer que...?

-Sim. — ele respondeu, seco. — É verdade. Mas não vá se achando a toda poderosa, seu poder tem restrições e você mal sabe como usá-lo. Estamos a espera dos outros, existem também outros poderes, como o poder do tempo, o poder dos elementos, o poder de se transformar em outras criaturas e o poder da luz. Caso você não saiba, morte é trevas e os outros se acham os anjos que caíram do céu, portanto portadores de poderes diferentes não se misturam, guarde essa dica se quiser viver.

-Mas se eu tempo o poder da morte, eu posso controlar quando morrer. — falei orgulhosa.

-Não é bem assim. Todos nós estamos num tipo de jogo, e é bem cruel, por acaso. Para conseguir, portadores matam outros portadores que não sejam como eles, e então este jogo não tem fim. Quando todos os outros chegarem, você entenderá melhor. Podemos ter mais vantagem, Natsumi, mas como você ainda não sabe controlar seus poderes será difícil. De qualquer forma, bem-vinda ao jogo.

Notas finais
Natsumi: http://fc07.deviantart.net/fs70/i/2012/079/1/0/hinata_hyuuga_by_ooobuta_kunooo-d4tdn3f.jpg

(..)
Ficha (via MP):
Nome do personagem:
Sexo:
Par romântico? Se sim, qual?
Imagem do personagem, de pessoa:
Personalidade:
Idade (14 até 17):
Poder (morte, elementos, transformação, tempo, luz):
Opção sexual:
Adicionais (opcional):
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.