Notas iniciais
MANO, eu tô cagando pra postar esse capítulo. Já comecei a cavar meu buraco e nunca mais sair de lá DDX Desde já peço desculpas e meodeos, não me odeieeeem!!! Ç____Ç

Depois da aula, como há muito tempo não fazia... Daiki foi à uma quadra pública ao ar livre perto – relativamente – de sua residência e treinou... Era a melhor maneira de espairecer. Horas se passaram e ele nem notou. Aquilo realmente lhe fazia bem... Comprou uma garrafa d’água numa daquelas máquinas depois que cansou e resolveu ir embora. Colocou os fones no ouvido e pôs para tocar sua playlist favorita.

Nunca havia imaginado como gostar de alguém era um porre. Sempre foi só ele e o basquete. Claro, via inúmeras revistas pornôs, afinal, era apaixonado por seios fartos... Mas vejam bem, Kise não tem peitos. Kise é um homem. NUNCA havia cogitado isso. Olhou para os céus e bebericando a água, quase engasgou com o rosto do modelo que se formou entre as estrelas.

– Preciso me internar... — revirou os olhos recompondo-se e prosseguiu o caminho. — Quando será que vou deixar de sentir isso...? Quero dizer... Se eu deixar quieto... Eu paro de sentir isso... Não...? – fazia certo tempo que não tinha notícia alguma do rapaz. Vez ou outra, Satsuki lhe trazia uma nova revista qual ele havia sido capa ou que tinha alguma matéria, por mínima que fosse — que ele guardava debaixo de sua cama, diga-se de passagem -, mas recentemente (nos últimos dois dias), não havia lhe trazido nada... — Será que ele está bem...? Espero que não esteja fazendo merda e se esforçando mais do que deveria...

Realmente não notava, mas sua preocupação com ele, já começava a ser algo natural.

“Começava”... Tá bom.

Respirou profundamente e por estar sozinho, no escuro e com ele bem longe... Por algum motivo peculiar... Ou simplesmente aquele nosso momento de “vontades que veem do além” junto com o “envolvido totalmente pela música”, a cada passo, uma sílaba era pronunciada.

– Su-ki-da. (eu te amo*) — proferiu num sussurro inaudível e pausado para os céus, vendo aquela pessoa materializada nas estrelas por sua mente. Sabia que não teria coragem de dizer-lhe isso cara a cara. Não tinha esse direito... Não mais... Kise já tinha outra pessoa. Kise já... — Ki-se... — ao virar a esquina, estreitou os olhos para a figura estranha parada frente à sua residência... E não por menos, sentiu como se o mundo parasse e dentro de um mundo paralelo, fosse jogado e esmagado.

Sentiu o bolso vibrar e puxou seu celular vendo – chocado – aquele apelido “carinhoso” que havia dado ao loiro por segurança em seu aparelho. Não queria seu celular roubado pelas fãs ignóbeis de Kise e o rapaz trocando eternamente de número por conta disso. “Baka-inu” (cachorro idiota) estampava seu visor. Olhou para frente e piscou várias vezes tentando entender aquela bela figura parada frente seu portão, com o celular no ouvido.

… Não, não dava pra entender.

Era surreal...

Era... Um sinal...?

Não atendeu a chamada e nem se deu conta. O rapaz parecia triste por não ter sido atendido e quando seus olhos se cruzaram quando o loiro estava para ir embora... Aquele sorriso voltava a estampar o rosto do modelo e invadir o interior de Daiki.

– Aominecchi. Tem um tempinho pra mim?

Era um sinal.

Como sentiu falta dele...

Era uma noite fria como toda outra daquela estação... Mas por motivos óbvios, o clima ali parecia ainda mais sufocante. Não que no inverno seja sufocante... Bem, tanto faz. O que vem ao caso é a situação turbulenta que aqueles corações se encontram. Kise e Aomine estavam na casa do maior, dur. Depois de vários e vários mal entendidos... Hm... Ainda não haviam se entendido, tipo ainda... Definitivamente... Er, claramente... Hm?

Aomine estava voltando de uma noite tortuosa. Havia ido treinar apenas para tirar aquele loiro da cabeça. Depois do IH, não conseguiu parar de pensar nele. Era horrível aquela situação... Como ele se repreendia por ter sido tão idiota... Por não ter conseguido entender seus sentimentos e por fazer uma cagada atrás da outra... Hoje, Kise já pertencia a alguém... Alguém, que não era ele.

– Ah, Senpai! — Kise, sentado na almofada quadrada na mesa baixa de centro, de frente para a cama de Daiki, falava ao celular com Kasamatsu. — Hm! Sim, não se preocupe. Cheguei bem... Hai.... Hai... Arigato’ssu! — a porta ficava na lateral... Ou seja, Kise estava de perfil para Aomine. Os sorrisos que aqueles lábios estampavam, cortavam o coração de Daiki. Afinal, nenhum deles eram para ele... Eram para o Capitão da Kaijou... Aquele que o venceu de uma forma que nunca sequer imaginou... Aomine tinha descido para pegar alguma coisa para beberem e estava parado do lado de fora do quarto, o vendo pela fresta da porta. — Senpai. — o loiro o chamou levantando a cabeça e um lindo sorriso se fazia presente. — Daisuki’ssu! (Gosto demais de você).

A saliva desceu cortante pela garganta de Daiki. Certo... Ele já sabia disso... Sim, ele sabia... Sabia que estavam juntos... Entretanto... Não tinha presenciado nada tão escancarado entre eles... E sinceramente, não queria ter presenciado nada assim. Seus olhos se fecharam e a dor se alastrava por seu peito. Amar realmente era uma merda. O que aquele loiro havia ido fazer ali, afinal de contas? Apareceu do nada na porta de sua casa e “- Aominecchi. Tem um tempinho pra mim?”... Ah, qual é?! Respirou profundamente uma... Cinco vezes e enfim entrou no quarto. Kise desligou o aparelho e sorriu para o rapaz que colocava duas caixinhas de leite puro na mesa e um pote com algum aperitivo qualquer... Com uma cara de pouquíssimos amigos.

O loiro engoliu seco com a mudança repentina de humor. Não que Aomine fosse do tipo receptivo, mas ao menos quando o encontrou do lado de fora da casa, parecia feliz... Do jeito estranho dele, mas feliz de alguma forma não facilmente identificável. Aomine sentou-se em sua cama e pegou uma das caixinhas, logo bebendo do líquido. Não estava com sede... Mas sua garganta estava seca. Tenso, Kise fez o mesmo, e assim, longos minutos se passaram. Ambos terminaram suas bebidas e nenhuma palavra havia sido dita até então.

Kise pigarreou. — Er... — coçou a cabeça sem jeito. Não conseguia olhar para o outro.

– O que quer? — colocou a caixinha sobre a mesa e apoiou-se em suas mãos, com as costas pouco para trás. Braços esticados e encarava o loiro firmemente. Sua expressão não estava nada, nada amigável... De verdade.

Normalmente, Kise sentia-se intimidado pelo outro, mas adorava de verdade isso, entretanto, não era esse o caso. Não estavam na quadra e o assunto lá não era basquete. Ele havia ido ali por um motivo. Por um único motivo havia corrido de sua cidade, em outra província, a essa hora da noite, só para isso... Respirou profundamente. Havia chegado o momento. Seus olhos se abriram e fitaram intensamente Daiki, que espantou-se um mínimo com a determinação que saía dos orbes dourados. Kise era um excelente jogador na concepção de Daiki, mas fora da quadra... E tirando quando estava no trabalho... Aquele cão estabanado era quase um estorvo.

– Aominecchi. — começou a falar. — Gostaria que me ouvisse e que além de não me interromper, que não me agredisse e que, por favor, me ouvisse até o final.

E como esperado, Daiki estreitou o olhar. Primeiro, o que ele tinha que lhe dizer de tão importante para pedir algo assim? Segundo, não interrompê-lo e não o agredi-lo? Sério. O que diabos ele ia falar? Terceiro, ouvi-lo até o final? Era algo tão horrível que ele não quisesse ouvir?

Aomine suspirou pesadamente e escorregou o corpo para baixo, sentando-se numa das almofadas, de frente para o loiro. — Certo... — com ânimo nenhum, concordou e apoiou o rosto em sua mão, todo largado sobre a mesa. Já esperava pelo “Eu gosto de homens e estou namorando o Senpai”. Inevitável a amargura proliferar pelo seu ser. Bem... Ao menos, ele era alguém importante o suficiente para que o loiro se importasse com o lance de “verdade” entre eles... Oh, my. E lá vem a depressão...

O modelo engoliu seco e desviou o olhar. Mais uma etapa havia sido cumprida... E agora? Não sabia o que dizer. Sentia o estômago revirando, suas mãos transpirando e sua mente se embaralhando toda. Estava nervoso... Como ele ia entrar nesse assunto? Longos minutos se passaram... Longuíssimos minutos se passaram.

– Oi, KISE! — Aomine berrou. — Tá me tirando?! — vociferou. Sorte seus pais estarem em viagem e a casa vazia.

O loiro se encolheu com o berro, mas o que ele poderia fazer?! Muito estava em jogo ali, muitos anos estavam ali dentro sem saber por onde sair. Ele... Ele... Sem nada dizer levantou-se e correu para trás de Daiki subindo na cama e num piscar de olhos sentou-se com o cobertor sobre sua cabeça, fechando-se num casulo de costas para o outro. Uma veia enorme saltou da testa de Daiki, mas antes dele arrancar aquelas cobertas...

– Nee... Aominecchi... — sua voz estava trêmula... A confiança faltava e era nítido. Daiki nunca tinha visto isso, ainda mais vindo daquele loiro metido a modelo... Ah...! Ele era modelo de verdade... Enfim. E assim, aquietou-se. — Gomen... (desculpe) — saiu quase num sussurro. — Eu... Minha vida sempre foi um tédio... Um terrível e interminável tédio... Tudo que eu começava, eu me tornava o melhor rapidamente. E consequentemente, fazia também, inimigos rapidamente. Pra todos, tudo era fácil pra mim. E... — remexeu-se. — Quando você me acertou com aquela bola... Tudo na minha vida mudou...

Lembrava-se como se fosse ontem. A bola que parecia fazer parte de Daiki. A cesta que parecia chamar por ele. A quadra que parecia dançar para ele. O brilho que Daiki exuberava. O sorriso que fez Kise cair em um milésimo.

– Você me ensinou o que era um oponente de verdade. Me ensinou que melhorar, não era algo ruim. A me divertir do fundo da minha alma com algum esporte. Me trouxe a alegria... Você... Você era minha maior fonte de inspiração... Minha meta... Meu único caminho...

Daiki estava surpreso... Não sabia disso tudo... Aliás, sabia de uma parcela... Não dessa profundidade toda. E pouco a pouco, o rubor subia para suas bochechas.

– Desculpe ter sido tão insistente quando você queria respirar... Mas... Mas eu não queria que você sentisse o que eu senti com todos os outros esportes... Você me ensinou a amar o basquete... Eu queria... Queria ter conseguido te trazer a alegria de volta... Mas... — riu minimamente. — Eu não fui capaz... — seu coração se apertava. Nunca em sua vida havia dito isso tudo a alguém. Nunca em sua vida, havia dito isso nem mesmo a si mesmo. Aquilo doía. Tinha a certeza de que seria odiado. Muito mais odiado, do que já era... E aquilo o entristecia muito... Muito mesmo.

Aomine podia sentir o pesar daquelas palavras. A tristeza que aumentava a cada segundo... A cada palavra que era proferida, com muito custo por aqueles lábios. Sentia-se estranho com essa situação. Não queria em hipótese alguma causar-lhe mais sofrimento, supondo tudo que ele já deveria tê-lo feito sofrer...

– Eu decidi parar de te admirar para enfim te superar... — sussurrou... E por longos minutos o silêncio falou. Daiki sabia disso... Foi dito isso na sua cara. E sim, como se desesperou naquele momento. Ele ia... O quê...? Entretanto, isso havia se tornado insignificante diante da imagem de Kise se apoiando em Kasamatsu ao final disso tudo. — Mas... — o loiro riu. — Aominecchi é muito foda... Não tem como não admirá-lo... — remexeu-se novamente. — Nee... Aominecchi... — se encolheu. — Eu fui para a Kaijou por um lado para poder me tornar definitivamente seu adversário... Mas por outro – engoliu seco –, porque eu tinha medo de não mais conseguir segurar e você acabasse descobrindo... Me repudiando, me afastando... — Kise não gostava de chorar. Não estava... Ainda, mas sentia que em breve começaria. Não queria mostrar até isso para ele, entretanto, sentimentos são difíceis de se lidar. Era inevitável, seu coração se apertar, lembrando-se de tudo que aconteceu entre eles. Claro, não foi culpa de Daiki... Kise que, por conta própria... Acabou se... — Me odiando...

O modelo se encolheu ainda mais e escondeu o rosto entre seus joelhos. — Eu sou um covarde. E mesmo agora, não consigo te encarar. Eu fugi de você. Tentei a todo custo te esquecer. Mas não deu... Simplesmente, não deu... — o que não era para ser, já era. As lágrimas saíam de seus olhos e o tremor aflorava por sua pele. Queria forçar o choro a parar, mas se fizesse isso... Mais daria na cara que estava chorando... Em silêncio, era melhor. Em silêncio, esperava que fosse escutado e assim tudo terminado. — Gomen (desculpe)... — a voz falhou. — Aominecchi... Gomen...

Daiki não entedia onde ele queria chegar. Por que ele se desculpava? Por que ele sentia-se tão mal assim por isso tudo? Até onde se lembrava, ELE havia sido o idiota. A besta que não tinha se dado conta de seus próprios sentimentos e machucado aquele pelo qual seus mais dóceis e puros sentimentos eram nutridos. Jamais se perdoaria por isso!

– Desculpe... Por me apaixonar... Por você... Aominecchi...

As lágrimas fluíam naturalmente. E com elas, o alívio tão sonhado parecia o recompensar. Há quanto tempo não havia carregado isso consigo? Há quanto tempo, não havia sonhado com o dia, que esse peso pudesse sair de seu peito...? Ser colocado pra fora... Tímidas e sinceras, límpidas lágrimas escorriam delicadas pelo rosto de Daiki. Não podia ser verdade... O rapaz subiu silente na cama assustando Kise minimamente o fazendo se encolher ainda mais. Estava morrendo de vergonha... E assim, os olhos do modelo se arregalaram com o suave toque que o envolvia dentro dos braços do minimamente maior. Um carinho terno que logo demonstrava tudo aquilo que Kise sempre se recriminou por possuir... O abraço era forte e o tremor também...

– Ao... Aominecchi...? — Kise não estava entendendo aquilo... E a conclusão óbvia que sua mente havia chegado, era a de pena. — Aominecchi...! — começou a se remexer, mas o abraço apenas se intensificava. Estava começando a doer, já! — AO...!

– Sukida... — o sussurro foi baixo... Muito baixo... Mas o suficiente para fazer o loiro congelar. Ele estava delirando. Só podia... Sim, era sua imaginação brincando novamente com seus sentimentos. — Kise... — mais uma vez o abraço se apertou. — Eu te amo... — as forças esvaíam-se gradativamente. Pouco a pouco, apenas o tremor entrava em contato um com o outro...

Num baque, Kise se virou jogando a coberta pra qualquer lado e encarou perplexo Aomine. Daiki foi arremessado ao chão, e caído desajeitadamente, fitou o outro espantado. Os olhos se cruzaram e as lágrimas voltavam a cair... Calmas e silentes... Contínuas, cúmplices.

Não podia ser verdade.

Irritado, Aomine levantou-se e virou dando as costas ao loiro, os passos pesados e velozes, rapidamente alcançaram a porta e assim que ela se abriu, o estrondo dela se fechando o surpreendeu. Ryouta havia corrido e a fechado, impedindo-o de sair do lugar. Uma mão espalmada na porta sobre o ombro esquerdo do rapaz e a outra, timidamente, segurando-lhe a lateral de sua cintura direita com a ponta dos dedos. E por mais longos minutos, ambos permaneceram assim... Até Kise tomar coragem. A mão na lateral do rapaz deslizou por seu abdômen fechando-se em sua outra extremidade, enquanto o braço que fechou a porta, timidamente apoiou-se sobre o ombro de Daiki virando-se e tocando-lhe o peito.

Batia forte...

O loiro ainda não conseguia acreditar... E se emocionou ainda mais, colando o seu peito nas costas de Daiki.

Batia forte...

Aomine estava encabulado... Não acreditava que havia dado essa brecha e deixado o loiro ver seu rosto daquela maneira. Estava totalmente vulnerável... Totalmente entregue... Totalmente, exposto... Mas mesmo assim, deixou-se levar... Os músculos relaxaram e tocou delicado a mão do loiro sobre seu tórax apertando-a. Era surreal... Num golfo de coragem, virou-se para o loiro... Vagarosamente e não por menos, Kise não o deixou ver seu rosto, abraçando-o fortemente pelo pescoço. — Eu te amo, Aominecchi...! Eu te amo...! — as palavras saíam fortes, assim como o que sentia por ele era transmitido através daquelas poucas sílabas...

Totalmente derrotado, as mãos subiram e tocaram carinhosas as costas do modelo. — Aa... — aceitou as palavras abraçando-o e apoiando seu rosto na curva do pescoço do poucos centímetros menor. Ryouta sentia o ombro umedecer, mas nada disse visto que fazia o mesmo e até pior com ele. Não queria mais falar... Queria sentir... Sentir que não estava sonhando... Sentir... Aquilo que nunca esperou que pudesse vir a sentir... E claro que é nesses momentos, que Murphy surge com sua estúpida lei.

O celular de Kise tocou avisando-o sobre o recebimento de uma mensagem e instantaneamente, Daiki o afastou num brusco movimento. Ryouta o olhou confuso não entendendo a reação. O que foi isso? — Ao... — sua mão se levantou de encontro ao rapaz que apenas o puxou pelo colarinho trazendo-o para milímetros de si.

– Qual a sua relação com aquele capitão? — o ódio era palpável. Assustadoramente, palpável.

Kise engoliu seco e desviou o olhar entristecido.

O estopim que faltava.

Notas finais
* Suki da (eu te amo): na verdade, significa "gosto de você", entretanto, no Brasil, ninguém se declara assim. Na real, nem sei como as pessoas se declaram aqui, mas enfim xD Traduzi como "eu te amo" pra facilitar o entendimento 8DOk, foi um drama que eu fiz ali em cima AHAHAHHA, mas poxa! Não sei se todo mundo leu as fics anteriores, mas vejam bem. Eles se gostam e fim. ... Mentira HAHAHAHAH, eles se gostam, mas não sabem sabe disso. Esta fic é pura e simplesmente quando eles se acertam DX Tem gente que não gosta dessas paradas, mas eu super amo esse lance de desencontro emocional (?) hahaha Há quem não goste de explicações de sentimentos, mas eu AMO. Aquela vontade de bater nos personagens que não enxergam que SE AMAM!!!! Ain~* MEGUSTA HORRORES!! *______* AEOHEAOIEAIEAHEspero que tenham se divertido apesar dos pesares e que não me abandonem!! ÇOÇMuitíssimo obrigada pelo carinho e companhia e nos vemos na próxima terça-feira ♥KISEs no kokoro e até lá ;D... Eu espero Ç___ÇxDD