Notas iniciais
Demorei para publicar este capitulo pois estou achando vocês a dormir, cade vocês fantasmas? kkk, obrigado aos que acompanham

E passados 10 minutos a andar finalmente chegamos a escola, uma escola antiga, cada semana cai algo nesta maldita escola até ao dia que nunca mais fica em pé. Ali do lado ficam os dormitórios onde os alunos habitam, eu não vim para aqui pois moro perto da escola, e achei desnecessário.

– Ei! Senhor? Onde estão os horários? – Pergunto ao funcionário que fazia a ronda.

– Ali no fundo – responde um velho cansado.

Fomos até la para pegar o nosso horário. Depois de pegarmos fomos até a nossa primeira aula, matemática, pior disciplina que uma pessoa pode ter, detesto matemática, entramos na sala cheia de humidade e já estava a nossa professora alta, cabelo bem loiro e muito morena, parecia que havia saído da praia agora, e alguns dos nossos colegas.

– Olha aquela brasa! – bato no ombro de Lucas.

– Minha vida parou! – exclama Lucas espasmado com tanta beleza.

Acho que a partir deste exato momento matemática vai ser a minha disciplina favorita. Entramos na sala e nos sentamos no fundo da sala, poucos alunos estavam dentro da sala, pois ainda não deu o sinal. Depois do sinal e de todos alunos terem chegado, reparei que não havia nenhum aluno novo, já dois anos que é a mesma turma.

– Bom dia meus lindos e lindas! – disse a esbelta professora com uma voz fininha que deu vontade de eu largar uma gargalhada forte, mas tive que me conter. Passado 50 minutos, finalmente termina a aula, estava morrendo, professora explica a matéria como se estivesse constantemente a sofrer de um ataque cardíaco.

Eu e Lucas fomos dar uma volta pela escola, apreciar as novas garotas, todas gatas, uma mais bonita que a outra, já nem tenho olhos para tantas.

– Mano, tu quer experimentar uma coisa nova? – Pergunta Lucas com uma cara suspeita.

– O quê? – pergunto, mas o que será que ele quer experimentar, o Lucas gostava de fazer muita coisa nova, tanta coisa que ele já fez que já perdi conta.

– Maconha – Lucas dá um sorriso falso.

– Maconha?? – pergunto super surpreso com a ideia.

– Sim, como vai ser primeira vez, nos toma uma dose fraca, só um pouco – Lucas saca a sacola de maconha do bolso e me mostra.

– Vamos lá, não vai ser por isso que nos vai morrer (gargalhei forte) — disse, rindo de mais, mas gente meus pais não pode saber não, se eles sabem eu estou frito, melhor fazer tudo bem calmo, tudo com dose fraca.

Fomos para as traseiras dos dormitórios, pois aqui não existe vigilância nenhuma, e aqui acontece de tudo, especialmente naquele contentor velho cheio de ferrugem ali bem no fundo da vala. Lucas saca um pouco da maconha e me da para eu fumar, supostamente era para a gente ter fumado um pouco, mas acabamos por abusar, é que da uma moca mesmo boa.

– Eita! Temos que ir para a aula mano! – digo, olhando para o relógio e vendo que estávamos atrasados 20 minutos.

– Relaxa, uma falta não vai te fazer mal nenhum!

– Beleza, nos também não estamos nas melhores condições – afirmo com convicção pois se a gente fosse na aula os professor ia reparar e ia ligar direto para a policia e para os meus pais, e se ligassem para meus pais, era o fim da minha vida, pois os meus pais, querem que eu faça tudo direito, tudo sem erro algum, tudo perfeito. Eu e o Lucas ficamos ali deitados no chão, pois mal nos aguentávamos em pé, e estava muito confortável deitado apreciando o céu azul.

– Mano, estou ficando com tesão – disse Lucas com um tom de alegria.

– Eita, pow, porque? – fiquei curioso

– Vem aqui, olha ali naquela janela – Lucas aponta para uma janela onde estavam um grupo de raparigas peladas, completamente nuas. O Lucas sempre foi um maluco no que toca as nudeza, sempre fica teso.

– Ei, vamos nos aproximar para vermos com melhor qualidade – Disse Lucas saltando uma gargalhada.

Não sei se seria certo e até poderia dar bosta das feia, é que esta escola apesar de ser velha, contem historias muitos estranhas, desde mortos, espíritos… assombramentos, tanta coisa sem fim.

Lucas insistiu e acabamos por ir, a janela até que era baixa e dava para ver tudo, aberta e tudo, estava tudo a nosso favor.

– Olha aquelas perfeições! – dissemos os dois ao mesmo tempo, e demos uma gargalhada forte que quase se ouvia na minha casa.

– Eita! Será que elas nos ouviu? Vamos sair daqui logo! – disse Lucas depois de termos visto que as raparigas tinham saído do quarto quando demos a gargalhada.

Confesso que agora até urinava nas calças, fiquei com receio, o melhor era a gente não ter feito estas besteiras e termos ido para a aula. Começamos a correr para ver se ninguém nos caçava.

– Ei! Vocês dois ai! – grita uma rapariga.

Olhamos para trás e era uma das raparigas que estavam no quarto, começamos a correr com mais velocidade, mas quando demos por nos, estávamos cercados.

– Onde vocês iam? Hein? – pergunta uma do grupo.

– Neste preciso momento ia na casa de banho, porque? – disse de maneira a ver se elas nos deixam ir embora

– Bem me parecia que não iam fazer nada! Pois vocês vêm é conosco! – Gritou uma das do grupo.

Do nada ficou escuro, tinha sido uma delas que colocou um saco nas nossa cabeça e nos amarraram, pegaram na gente nos levaram para o tal contentor cheio de ferrugem só com um sofá velho. Depois de nos tirarem a venda e nos desamarrarem uma delas veio ter connosco.

– O que estavam olhando na nossa janela?!

– Seus corpo! – Disse Lucas sem receio algum.

Elas saíram e só se ouvia ruidinhos da conversa delas, estava com algum receio do que elas iam fazer a gente.

– A gente se fudeu mano – Disse Lucas com um ar de preocupado.

– Relaxa, elas não vão fazer nada, vai ver que rápido a gente sai daqui – Disse para tentar acalmar o Lucas, nunca tinha visto o Lucas tão preocupado como agora.

A porta do contentor se abre, e lá vêm elas com um grande sorriso, sabe aquele tipo de sorriso falso? Que em algo por trás? Esse mesmo que elas têm.

– Voces viram a gente correto? Agora é a nossa altura de a gente ver vocês – Disse uma rapariga baixa.

– Como assim? Ver como? – Perguntei para ela pois não estava percebendo o que elas queriam.

– Queremos ver vocês de cueca!! – grita essa rapariga.

– Vá toca a tirar as roupas! Sem demoras! Ou se não… — fala uma rapariga alta com uma faca na mão.

Eu e Lucas ficamos a olha um para o outro, com medo. Abaixo a cabeça e começa a tirar a roupa, peça a peça, menos a cueca né. Noss o Lucas está com tesão outra vez, nota-se bem o vulto na cueca dele, como ele me disse, o sonho dele era se despir em frente de uma rapariga, agora imagina em frente de um grupo, era um banquete autentico.

– Olha como aquele está tesudo – Riram todas em conjunto deixando o Lucas envergonhado.

– Muito bem, podem se vestir e dar o baza! E nada de falar para ninguém seus lixo!

– Alto ai! Parou tudo! Afinal quem manda aqui? Ficam de cuecas e calou! – essa chata era a líder do grupo, conhecia como “mata-tudo” dizem que ela já assassinou alguns alunos, mas não existem provas que provem que ela os matou.

– Vamos brincar! – Dá uma risa maléfica.

Notas finais
Já tenho 6 capitulos escritos em papel, este capitulo terá parte 2, basta alguem postar um comentário (basta um "oi")
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.