Porque Somos Semideuses
4 Capítulo 4
Notas iniciais
P.O.V. Connor (ou seria Travis?).
– Ah meus deuses o que eu fiz pra merecer vocês dois?- Disse Chris.
– Eu sei que você adora a gente!- Gritou Travis.
Eu ri.
–Você não viveria sem os gêmeos! –Gritei também
–Vocês três parem com isso e me ajudem!- Exclamou Beckendorf.
Beckendorf. O que posso dizer... O cara é louco por maquinas, vindo de um filho de Hefesto isso é normal, mas ele faz o que você nunca imaginaria e mais um pouco. Nos juntamos a ele e fizemos o que ele pediu.
– Pronto. – Disse Beckendorf.
Ele segurava uma pequena caixa, do tamanho da mão, virou ela olhando sua ultima invenção.
–Sim é lindo e tudo, mas... O que é isso? – Perguntou Travis.
–É uma bomba- Beckendorf nos olhou como se dissesse você é burro ou o que?
– Não tenho culpa de não saber o que é isso, eu não sou um filho de Hefesto. — Disse Chris.
–Agora vamos explodir alguns monstros!- Exclamei.
Antes, deixe-me explicar nossa situação.
Estávamos em um apartamento de luxo em Los Angeles. Os donos da casa estavam desmaiados na sala. O filhinho (o mais corajoso da família, devo dizer) estava “nos ajudando”. Ele estava na sala gritando “morram monstros” enquanto saia chutando a mobília. Nos só estávamos aqui por que fugíamos de um grupo de dracaenaes famintas, por toda a cidade e ai achamos essa porta aberta.
Vínhamos fugindo delas desde que nos encontramos Beckendorf e Chris.
Nos o encontramos enquanto uma casa pegava fogo e os dois fugiam pelos fundos todo chamuscados.
Depois de fazer um lanche fomos resolver nosso pequeno probleminha.
– Essa bomba vai explodir a casa toda!- disse.
Travis e Chris concordaram.
– Não vai não- Falou Beckendorf- Ela vai causar uma pequena explosão, e, com bronze celestial ela só vai explodir os monstros.
– Ah ta... Não entendi- Disse o meu irmão.
– Seu burro é simples... Hum... É... Eu também não entendi- disse.
– Então somos três – Riu Chris.
Beckendorf revirou os olhos. Rimos.
– Não tenho tempo para explicar.
Fomos até a porta e contamos silenciosamente até três.
– Agora – Falou Beckendorf que estava com a bomba na mão. Chris abriu a porta e Beckendorf jogou a bomba e um dos monstros a pegou surpresa.
– O que...? – começou uma delas, mas antes que pudesse terminar Travis empurrou a porta.
Um som abafado da bomba, começou a sair fumaça por baixo da porta.
– Deu certo! – Gritou Chris, Beckendorf o olhou de lado e murmurou algo parecido com duvidou? E abriu a porta, na parede tinha a marca certinha de uma dracaenae.
– Que demais!- Gritou Travis, rimos.
– Agora vamos sair daqui. — Disse.
Pegamos nossos poucos pertences.
– Tchau pirralho! – Gritei e o garotinho apareceu na porta da sala.
– Vocês mataram os monstros?- Perguntou ele. Fiz que sim com a cabeça, ele sorriu e começou a gritar pela casa.
Rimos.
– Para onde devemos ir?- Perguntei.
– Temos que sair da cidade. – Disse Beckendorf.
Saímos da casa.
Fale com o autor