Por você, Baby Girl.

29 Vestida para casar Parte 2.


Notas iniciais
Hot Stuff - Coisas quentes. a cena do tapete foi inspirada em uma cena de uma fanfic americana com a diferença de local apenas.

Dizer que Derek Morgan estava feliz era eufemismo. Cada parte dele queria apertar Penelope quando ela surgiu vestida de noiva, a caminho do altar. Ele mal poderia esperar para concretizar o sonho deles.

Ela pareceu assustada no começo, mas depois deixou tudo de lado quando viu Derek sorrir para ela no altar. Rossi apertou o braço dela com o dele e a conduziu para Derek.

Ela estava chegando ao altar e Derek foi para seu lado pega-la e levar até o altar decorado. O padre os aguardava. Havia chegado a hora. Ele a levou para mais perto do padre e a virou contra ele.

— Estamos aqui para celebrar o amor entre Derek Morgan e Penelope Garcia. – O padre começou. – Esse casal que enfrentou as piores coisas hoje se une em uma só força. A Baby Girl e o Deus de chocolate, hoje se tornam marido e mulher.

Derek segurava a mão de Penelope com força como se a protegesse de todos os perigos.

— As alianças por favor. – O padre solicitou.

Henry, o filho de JJ foi escolhido para levar. Eram as alianças que Derek havia escolhido para o primeiro casamento. Henry entregou para Derek, que entregou uma para Penelope.

— Que o senhor abençoe essas alianças e que elas tragam a felicidade que o casal busca um no outro. – O padre abençoou. – Derek Morgan. É de livre e espontânea vontade que você aceita Penelope Grace Garcia como sua legitima esposa, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte os separe?

— Lógico que sim. – Respondeu Derek.

— Penelope Grace Garcia. – Começou o padre. – É de livre e espontânea vontade que você aceita Derek Morgan como seu esposo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte os separe?

— Sem sombras de dúvida. – Penelope falou olhando para Morgan. – Aceito.

— Se alguém tem algo contra esse matrimonio que fale agora ou se cale para sempre. – Pediu o padre.

Todos olharam para o corredor. Depois de alguns segundos de tensão todos respiraram aliviados.

Então eles viraram e trocaram as alianças.

— Em nome de Deus e da igreja eu os declaro marido e mulher. – Finalizou o padre. – Pode beijar a noiva.

Derek se inclinou e pegou Penelope em seus braços a inclinando e deu um beijo nele. Gritos de felicidade foram ouvidos junto com palmas e pedidos para ser contidos.

Ele a puxou pelo corredor da igreja. Eles estavam na porta da igreja quando Derek parou e virou para ele. Ele a puxou e a beijou enquanto uma chuva de arroz os atingia.

Era um sonho para ambos. Como se não fosse suficiente a igreja amplamente decorada a equipe alugou um salão de festas especialmente para a festa. Não era grande coisa, mas deixou os noivos e convidados satisfeitos o suficiente.

Tinha docinhos, bolos e Rossi liderando a churrasqueira. Tinha bebidas com e sem álcool. Tinha o aconchego que a equipe precisava. Eles se sentaram na mesa especifica preparada para todos da equipe se sentarem.

Era um conto de fadas mais que perfeito. Tão perfeito.

Derek levantou da mesa em um certo momento, batendo a colher na taça.

— Eu preciso agradecer a todos os amigos que estão aqui. – Derek puxou Penelope para si mesmo. – Sem vocês essa deusa e eu nunca teríamos nos casados. Hotch. Talvez o homem responsável por unir a gente. Desde que você a prendeu eu a prendi no meu coração.

Derek puxou Penelope para si mesmo e deu outro beijo.

— Ei! – JJ gritou. – Talvez precisem de um quarto se continuarem se beijando.

Todos caíram na gargalhada. A festa seguiu noite adentro e depois de algum tempo em que Penelope e Derek estudavam os olhos um do outro, Penelope foi convidada a jogar o buque para as moças solteiras

Emily se posicionou na frente da noiva. Então Penelope jogou e ele lentamente foi caindo e pousou nas mãos de Emily.

Ela ficou corada depois de olhar para Hotch. Não era segredo que eles estavam noivos, mas nunca tinham falado abertamente sobre casamento. No entanto eles seriam os próximos a casar.

Penelope e Derek partiram para a lua de mel em Miami. Não era muito pelas praias ou o sol escaldante. Penelope havia ganhado uma visita ao departamento de polícia de Miami. Tenente Horatio Caine havia pedido a ajuda para uma atualização de software do laboratório dos CSI's.

Miami, Flórida.

Realmente o calor de Miami era maravilhoso. Talvez pela primeira vez em uma semana Penelope se sentiu segura em ir a uma loja comprar uma roupa de verão. Derek a convenceu de ir com ele a praia por algumas horas antes de conhecer o temido tenente Caine. Ela o imaginou com um daqueles chefes de polícia antigos, com bigodes e cabelo preto ao estilo David Rossi, mas depois de ver a foto e ver um policial moderno, com cabelos vermelhos e óculos de sol ela relaxou.

Laboratório de Miami departamento CSI

Ryan, Natalia, Eric, Calleigh, Walter e Frank estavam esperando Horatio depois dele ligar avisando que a técnica contratada para mudar o sistema do laboratório estava chegando e eles precisariam entrar com novas credenciais.

Ele chegou logo em seguida e se sentou casualmente na cadeira.

— Então... – Começou Eric. – Fale sobre essa técnica.

— Seu nome é Penelope Morgan Garcia. – Horatio abriu a pasta sobre Penelope. – Trabalha como analista técnica para a unidade de analise comportamental do FBI.

— Uau. – Ryan olhou para a foto de Penelope. – Ela é diferente de todos os agentes que eu já conheci.

— Ela aceitou em dar um tempo da lua de mel para nos ajudar. – Falou Horatio. – Ela se casou semana passada com Derek Morgan. Os amigos deram a lua de mel aqui em Miami depois de um tempo difícil.

— E quando essa beldade vai chegar? – Falou Eric recebendo um olhar reprobatório de Horatio.

— Considerando que tanto ela quanto seu agora marido estão vindo para cá, em alguns minutos. – Horatio falou. – E Eric. Contenha-se nos elogios. Derek não é uma pessoa que você gostaria de irritar num momento próximo.

— Sim. – Eric ficou sério. – Desculpe.

Então a atenção de Ryan se voltou para uma garota loira com roupas coloridas e uma flor no cabelo sorrindo para um moreno com ela. Ele queria suspirar pela perplexidade de a mulher ser linda mesmo "fora dos padrões" nem se importar em sorrir e beijar o homem igualmente apaixonado.

Eric apenas sorriu para o amigo babando pela mulher.

— Eu te entendo. – Falou Eric.

Ela era realmente uma beldade – Eric pensou. — E diferente de tudo o que tinha visto anteriormente até em seus sonhos.

Natalia não se lembrava do amor adolescente que ela teve. Mas sabia que aqueles dois tinham.

Calleigh olhava para Eric na esperança de ele fazer o mesmo com ela, mas só ficou na esperança.

Horatio se lembrava de Marisol. Ele foi sutilmente até o casal.

— Você me ama? – Penelope questionou Derek durante um beijo e outro.

— Sempre minha deusa. – Derek afirmou beijando o pescoço encostando ela na parede.

— Desculpa cortar o clima. – Horatio se aproximou. – Você é Penelope Morgan Garcia, certo?

— Sim. – Penelope se recompôs rapidamente. – Muito prazer.

— Prazer. – Horatio estendeu a mão para ela. – Tenente Horatio Caine.

— Penelope Morgan Garcia. – Ela estendeu a mão para cumprimentar. – E esse é Derek Morgan, meu marido.

— Prazer. – Derek estendeu sua mão para o homem.

— O mesmo. – Horatio apertou a mão de Derek. – Talvez queira conhecer a equipe?

— Seria muito bom. – Penelope pegou sua bolsa do chão onde Derek a havia colocado e seguiu Horatio.

Horatio levou o casal até o resto da equipe. Ryan ainda parecia hipnotizado com Penelope.

— Senhorita Garcia esses são Ryan Wolfe, Eric Delko, Natalia Boa Vista, Calleigh Duquesne, Walter Simmons, Frank Tripp. – Horatio apresentou todos. – O Dr. Lomann nosso legista está, bem, está na autópsia.

—Não pretendo conhecer tão cedo. – Penelope falou como se fosse normal. – Mas me chame de Penelope ou Pen.

— Menos de Baby Girl porque esse apelido é só do chocolate adônis. – Derek a puxou.

— Talvez mais tarde eu posso ver isso, Hot Stuff. – Penelope se separou. – Lembra da ameaça sobre o Alaska. Hotch não teria dificuldade em cumpri-la.

— Bem pessoal esse é Derek Morgan. – Horatio conseguiu as palavras. – Ele é um perfilador da BAU e marido de Penelope.

— E aí? – Derek falou parecendo casual.

— Oi. – Ryan foi o único que conseguiu alguma voz para responder.

— Talvez queira ver onde estão os computadores. – Horatio interrompeu o clima estranho.

— Claro. – Penelope pegou sua bolsa e seguiu Horatio.

Ele a conduziu pelo laboratório.

— Desde o caso Navarro estamos pensando em mudar nossos sistemas. – Falou Horatio. – Esse é o lugar. – Ele mostrou a sala do computador.

— Quanto tempo eu tenho? – Ela perguntou tirando seu notebook novo da bolsa.

— Leve o quanto precisar. – Respondeu Horatio.

— Obrigado. – Penelope fez um movimento e se concentrou na tarefa que ela tinha a sua frente.

Derek olhava ela de longe. Ela estava com um vestido rosa e o cabelo em um meio coque que a deixava linda.

Levou uma hora para criar um sistema especial para o laboratório. Não era muito difícil para o técnico mexer, mas ele se apaixonou pelo jeito fácil que ela fez o sistema.

Penelope cadastrou cada funcionário do laboratório no sistema de Miami Dade e partiu com Derek.

— Deseja ir para a praia ou para o quarto? – Derek abraçou Penelope por trás.

— Quarto. – Penelope respondeu.

— Seu desejo é uma ordem deusa. – Derek a puxou para uma parede e começou a beija-la. – Pronta para irmos?

— Sempre. – Penelope passou a mão pelo peito de Derek. – Preciso do meu doce preferido.

Derek a puxou pelo corredor do hotel sempre a levando pelas paredes. Eles estavam pegando fogo.

Então Penelope abriu a port do quarto e Derek a jogo com cuidado no tapete.

— Derek... – Penelope se esqueceu que eles estavam no chão do quarto no meio da sala e deixou aquela pequena aventura rolar.

— Vai ser aqui mesmo hoje. – Derek abriu o vestido de Penelope enquanto tirava a própria camisa do corpo.

Ele abriu a calça e ficou só de cueca. Então ele beijou cada centímetro do corpo dela. Ela gemia a cada toque de Derek parecendo uma garota inexperiente. Derek se aprofundou nela e ela o aceitou enrolando as pernas na cintura dele e o empurrando contra ela. Ele bombeou uma serie de vezes até que ele chegou ao prazer dentro dela fazendo ela também chegar ao dela.

Derek rolou para perto dela no tapete da sala depois de outro beijo apaixonado. Ele recuperou as forças e a puxou para a cama.