Por você, Baby Girl.

54 Mantenha-me no seu coração.


Dois anos depois...

Era um dia tão lindo. Os casais da BAU resolveram renovar seus votos. Eles fizeram uma cerimônia tão cheia de brilho e luz.

Derek e Penelope foram os primeiros a subir no altar. Eles concordaram que não queriam uma igreja. Eles alugaram um espaço aberto de frente para o mar em Miami. Os agentes da sessão, e todos os outros estavam presentes.

Derek pegou a mão de Penelope e eles entraram ao som de Christina Perry. Por algum motivo sempre que ouviam Thousand Years eles relembravam sua história de vida. Haviam outras músicas que os faziam sonhar com sua própria história, mas eles tiveram que decidir.

Eles olharam um para o outro com as mãos uns dos outros. Derek estava radiante com tudo aquilo. Suas filhas, a mulher da sua vida e seus amigos.

Quando eles disseram sim a renovação era como se o mundo parasse de girar por algum tempo. Eles queriam declamar seu amor um pelo outro.

Emily e Hotch foram os próximos a subir ao altar. Por algum motivo eles concordaram em tocar Tony Braxton Un break My Heart na entrada. Era uma música que apaixonava todos os casais. Eles também disseram sim a renovação do casamento.

Reid e Maeve foram os próximos. Beethoven foi executado na entrada. Era tradicional e lindo. Eles haviam tido mais um bebê um ano antes. Eles estavam completos com tudo aquilo. Eles disseram sim também.

Rossi e JJ pareciam os solitários da festa. A morte de Will havia fechado o coração de JJ. Rossi havia se envolvido com uma moça alguns anos antes, mas ela desapareceu por completo.

Rossi sabia que ele eventualmente acabaria sozinho se não fizesse algo a respeito.

— JJ. – Rossi se dirigiu a amiga. – Quer casar comigo?

JJ olhou com descrença para Rossi. Ela não sabia como agir diante daquela pergunta.

— Eu não preciso ter os benefícios que todo marido tem, mas eu não quero acabar sozinho no final de vida. – Rossi falou. – Eu só quero acordar e saber que eu tenho alguém para conversar, algumas crianças para brincar.

— Certo. – JJ se levantou e foi para rossi. – Mas deixe claro para eles.

— Eu deixarei. – Rossi se afastou e conversou com seus colegas.

Ele deixou claro que não queria ficar sozinho no final de vida e queria alguém para viver com ele.

JJ e Rossi se casaram rapidamente. Eles saiam que ele tomaria o quarto dos hospedes e ele tinha proposto isso.

Derek e Penelope saíram um pouco da multidão. Eles sentaram uma parte da praia apenas admirando o mar a sua frente.

— Nem acredito que estamos aqui. – Penelope falou, perdida nos braços de Derek.

— Acho que é um pequeno consolo depois de tudo o que passamos. – Derek deu um beijo na testa de Penelope e cheirou seus cabelos.

— Temos nossas meninas crescendo felizes. – Ela se perdeu no beijo de Derek.

— Posso te perguntar uma coisa? – Derek parecia sério. – Promete que vai responder com toda sinceridade?

— Prometo. – Ela respondeu. – Pergunte Hot Stuff.

— Como conseguiu superar todos aqueles estupros, sequestros e torturas? –Derek se arrependeu da pergunta, mas precisava saber.

— Eu não pensava no que estava acontecendo. – Ela respondeu. – Eu pensava em você, na equipe e em todas as coisas bonitas que passamos juntos. Talvez fosse o destino.

Derek se levantou e levantou Penelope procurando uma música no celular.

— Você ainda se lembra da nossa música? – Derek perguntou.

— Nunca me esqueci. – Penelope sussurrou no ouvido dele.

— Quer cantar comigo? – Derek ia apertar o botão.

— Um dueto? – Ela perguntou com um olhar ainda mais apaixonado.

— Como nos velhos tempos. – Derek acionou o botão e melodia começou a tocar.

Derek e Penelope haviam jurado que aquela música havia sido escrita para eles.

— Do you hear me, I'm talking to you. Across the water across the deep blue ocean. Under the open sky oh, my, baby, I'm trying. – Derek começou a cantar encorajando Penelope.

— Boy I hear you in my dreams, I feel you whisper across the sea, I keep you with me in my heart, You make it easier when life gets hard. — Penelope cantou.

— Lucky I'm in love with my best friend, Lucky to have been where I have been, Lucky to be coming home again. Ooh – Eles cantaram juntos. — They don't know how long it takes, Waiting for a love like this, Every time we say goodbye, I wish we had one more kiss, I wait for you I promise you, I will. Lucky I'm in love with my best friend, Lucky to have been where I have been, Lucky to be coming home again, Lucky we're in love in every way, Lucky to have stayed where we have stayed, Lucky to be coming home someday

Eles pareciam dois adolescentes cantando juntos. Derek tinha razão. Quando ele ouviu a música ele sabia que ela falava sobre eles, embora Jason Marz não os conhecesse.

Eles eram dois apaixonados em uma lua de mel eterna.

— Ei. – Emily chamou. – É hora da foto da família BAU.

Derek levantou e depois levantou Penelope. Não importava o vestido sujo de areia. Isso podia ser lavado e Derek adoraria cada banho com ela.

— Muito bem. – Um novato da tecnologia disse quando ajustou a câmera. Seu nome era Kevin alguma coisa e ele estava responsável pela foto da grande família.

Meninas, meninos, bebês e adultos todos reunidos e prontos para a foto final do grupo naquela tarde.

— Digam Xis. – O nerd falou.

— Xis. – Todos falaram. Um flash surgiu indicando que a foto foi tirada.

— A família BAU. – David ergueu a taça de champanhe.

— A família BAU. – Todos tintalharam as taças, tocando umas nas outras.

Era mais um ciclo fechando. Beijos foram trocados entre os membros e promessas e juras foram ditas.

Eventualmente Derek assumiu um cargo de diretor de uma força tarefa enquanto Penelope virou uma agente de campo. Hotch virou diretor do FBI e Emily a chefe de sessão. Rossi virou o chefe da equipe BAU, agora contando com Jack Hotchner como agente em treinamento. Reid virou professor em Harvard depois do quarto livro publicado. Maeve também publicou seu quarto livro.

JJ começou a ajudar mulheres com problemas em casa como forma de se perdoar pela morte de Will que ainda a machucava.

Rossi foi forçado a reconhecer um filho que ele até então não sabia que existia, levando a crer que a moça havia dado um golpe nele o engravidar. A relação dele com Penelope fluía cada vez mais a cada dia. Era como se eles se conhecessem desde sempre, mas nunca conseguiram descobrir como ela havia sido gerada. Talvez fosse um mistério necessário para ambos.

Sophie, Diana e Grace entraram para a faculdade cinco anos depois. Grace fez faculdade de moda, Sophie fez faculdade de Dança e Diana fez medicina. Louise a menina mais nova estava quase se formando no ensino médio, mas já fazia planos para cursar direito.

Abby e Joanne começaram a fazer estágios antes de optar por um curso. Seria melhor elas se encontrarem. Abby acabou seguindo a perícia forense, indo trabalhar para o NCIS na equipe principal. Já Joanne preferiu ser vendedora. Era menos complicado para ela.

Eles ficaram felizes. Era um clichê? Era, mas eles não precisavam de mais nada para serem felizes.

—Felizes para sempre? – Derek estendeu a mão para Penelope.

Ela estava comtemplando o sol de Miami.

— Para todo o sempre. – Ela estendeu a mão e pegou a de Derek. – Para todo o sempre.

" Se não houver recompensa após a vida, então o mundo é apenas uma brincadeira cruel. — Sherlock Holmes"

Notas finais
primeiramente: obrigado por ter acompanhado essa história grande e sofrido (ou não) com ela. foi a história que eu realmente amei escrever. Segundo: espero ver vcês em breve. eu sei que prometi algumas coisas, mas já estou escrevendo algumas sequencias. terceiro: tem uma nova história pronta para upar.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!