Por trás dos olhos azuis
1 Prólogo
Notas iniciais
Aviso logo que:
Aqui, o Oliver não é o arqueiro.
A Felicity é filha do Dark ( que não é do mal) e é da Liga.
A COMEIA aqui tem como base acabar com a corrupção do Brasil (que é bem mais sombrio e vive numa espécie de ditadura)
Eu estava correndo. Não queria que Oliver me alcançasse e visse a raiva em meu olhar. Por que diabos eu tinha que me apaixonar por meu melhor amigo? POR QUÊ? De repente, eu caio em alguém. Novidade.
A primeira coisa que noto nele, porque eu derrubei um garoto, é que ele é Time Leo. Seu corpo é magricela, bem ao contrário de Oliver, eu penso. A segunda coisa que noto é que ele está sorrindo. What? E então eu o encaro. Encaro uma imensidão de olhos verdes. Olhos verdes que me fazem dizer uma coisa que há anos não sai de minha boca.
—Desculpa.- Ele sorri.
—Ah. não precisa de desculpar. Eu queria mesmo falar com você.- Sua voz é grossa, mas não tão grave. Mas por que ele queria falar comigo?- Meu pai vai passar um tempo aqui na Cidade Star e ele conhece seu pai e seu pai falou para eu procurá-la porque você é uma garota legal, inteligente, e pelo visto, muito bonita.-Seus olhos se arregalam. Eu coro, coisa que raramente permito acontecer.- Desculpe. Eu falo sem freio, às vezes.
—Não se preocupe, eu também. Mas espere, seu pai conhece meu pai? — Eu franzo a testa. Pouca gente conhece meu pai.
—Sim, parece que eles fizeram faculdade ou sei lá o que juntos.- Eu olho para ele e ele engole em seco.- Okay, não consigo fazer isso. Vou dizer a verdade. Seu pai me falou sobre você, mas eu não fazia ideia de que era você aqui. Quer dizer, até falar com você.
—Oi? Calma, respira.- Eu acho adorável seu jeito de enrolar com as palavras. Desde quando eu acho alguém adorável?
—Eu estava lá em cima com os outros alunos e reparei que você ficou afastada e depois saiu correndo e resolvi vir atrás de você para ver o que aconteceu.- Ninguém jamais se importou com o que acontecia comigo, exceto minha família e Oliver. E, pela primeira vez na minha vida, eu me permito sorrir para um desconhecido. Um sorriso mesmo, aquele de orelha a orelha.
—Tem um lago lá em cima, eu gosto de ficar lá.- Era verdade. E aquele era meu lugar favorito, nunca levei ninguém lá. Por isso, foi estranho quando me peguei dizendo:- Quer ir comigo?
—É claro.- O sorriso dele é tão grande e verdadeiro quanto o meu e quando ele pega minha mão para levantar-me eu sinto um desconhecido remexer no estômago que parece estar sendo revirado.- À propósito, sou Barry Allen.
—Felicity Dark Smoak.
Notas finais
Sinceramente, nem decidi com quem ela vai ficar. Vou deixar isso mais pra frente.
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