Notas iniciais
OLHA QUEM VOLTOU!!!!! Sim, depois de décadas sumida cá estou eu de volta com ptss! É uma alegria para mim voltar com essa história pois a amo muito! Acredito que vocês merecem saber pq estive tão sumida. Eu primeiramente não estava tendo tempo para escrever no pc, mas não tinha parado com o projeto, estava escrevendo várias cenas ótimas, o roteiro todo montado, td fechadinho no meu celular... Mas quando eu formatei eu PERDI TUDO! SENHOR! Eu fiquei MT triste, vcs n tem noção de como fiquei chateada e perdi o ânimo de escrever tudo de novo, pq sabia que certas cenas não ficariam tão boas. Enfim, ultimamente voltei a pensar na história e tomei como meta a concluir até o final do ano. Seu eu vou consegui? Não sei, mas vou tentar. Para quem não lembra mais nem em que pé está a história vou fazer um resuminho aqui (ideia da Ellenzita!) Resuminho: No ultimo capítulo Sam estava muito confusa sobre tudo o que tinha acontecido desde que ela saiu de sua casa após brigar com seu pai e foi para a festa do português(Rômulo), isso incluía beber uma bebida batizada, dançar feito uma louca, ser carregada por Thomas, vomitar até não poder mais, ir parar na casa do Thomas, ELES SE BEIJAREM e, para fechar com chave de ouro, conhecer Túlio, o irmão mais velho do Thomas. Mais tarde o nosso lindo sorriso(Thomas) pede desculpas e é convidado novamente para o jantar na casa da nossa marrenta favorita. O jantar era um evento comemorativo para o pessoal do jornal que trabalham com o pai de Sam, onde Thomas ganhou a simpatia de todos quase instantaneamente. Ainda durante o jantar nosso casal tem um momento a sós, onde Sam mostra um de seus talentos, que é tocar flauta transversal. Rola um clima básico e quase que rola beijo, mas não foi dessa vez. Thomas quer que Sam lembre do que aconteceu entre eles e deixa sua gravata perfumada como uma lembrancinha para a a moça, ainda que a mesma não esteja realmente desmemoriada. BOA LEITURA!

CAPÍTULO 8

Segunda chegou e tudo que eu queria era que esse final de semana não tivesse passado de um sonho trágico ou mesmo que eu tivesse entrado em uma espécie de coma desde a noite de sexta. Mas as provas estavam ali, gritando na minha cara, a gravata de Thomas estava sobre meu criado mudo e seu cheiro parecia, de alguma forma mística, ter tomado conta do meu quarto.

Hoje completa uma semana que esse garoto entrou na minha vida, mas sete dias não parecem o bastante para incumbir tantos acontecimentos e sentimentos, por assim dizer. Faz mais de dez minutos que a aula de cálculo começou e nenhum sinal de Thomas. Sinceramente não sei se estou ansiosa por o ver, se quero o enfrentar e o repreender sobre o beijo e isso tudo que possa estar acontecendo conosco, ou se apenas quero que um cometa caia em cima da cabeça dele...

— Atenção, classe!- reverbera o Sr.Tinoco — A primeira prova de vocês acontecerá nessa sexta-feira e espero que estejam preparados, pois assim como todas as minhas provas, esta tem um nível elevado com o propósito de separar o trigo do joio.

AI MEU DEUS! Esse professor só pode está de brincadeira, a primeira prova em duas semanas de aula?! Isso é insano, a matéria que estamos dando é completamente nova para mim e sequer a revisei nesse final de semana desastroso.

— Mas não está muito cedo para a primeira prova, professor?- pergunta um garoto sentado perto de mim.

— Como coordenador do curso, dei liberdade para cada professor na forma de avaliação, sendo assim, eu decidi passar duas provas por etapa para você.- explica ele

— Então teremos seis provas por semestre em vez de três?!- diz o mesmo aluno parecendo assustado.

— Esperava que conseguisse fazer essa operação sozinho Sr. Rodrigues.- rebate o professor fazendo com que alguns risinhos fossem escutados.- Sim, vocês terão seis provas, todas de nível altíssimo e cada uma com reflexo decisivo na sua aprovação na cadeira. Ah, vale relembrar que Cálculo I é pré-requisito de várias cadeiras futuras do curso. Então aconselho que se ocupem mais dos estudos se querem prosseguir cursando engenharia.

Certo, agora estou assustada! Tudo bem que eu estou estudando e começando a entender a matéria, limites e gráficos, mas essa sutil ameaça em forma de aviso me caiu como uma luva e tenho medo de quebrar minha cara no curso que eu tanto briguei para fazer.

Thomas não apareceu na aula de hoje nem o vi em qualquer outro lugar da faculdade, não que eu esteja sentindo sua falta, absolutamente, mas sem Olívia aqui para me fazer companhia e Thomas me perturbando o dia foi parado. Recolho meu material para poder sair quando recebo uma mensagem no celular.

Oli: A amiga mais linda do mundo vai vim almoçar comigo?

Eu: Depende, o que tem pra comer?

Oli: Posso cozinhar algo... Que tal uma bela porção de pipocas acompanhada de um nutritivo copo de refrigerante e uma cobertura de filme de romance meloso?

Eu: Tpm?

Oli: Vem logo! Já coloquei no microondas as pipocas!

Eu: Saindo aqui ;*

Dou risada da nossa conversa desequilibrada e patética, mas eu tenho que admitir que estava com saudades da Oli. Sempre estamos juntas, seja pelo telefone, na escola, na faculdade, na casa uma da outra... Mas nesse fim de semana ela e os pais estavam tão ocupados dando apoio pra tia grávida e pro tio acidentado que ela mal teve tempo de dar um "oi" e eu imersa na confusão que foi os últimos dias não estava muito animada pra contar as coisas que aconteceram por telefone.

Olívia mora no meio do caminho da faculdade pra minha casa, o que a deixa perto da minha casa e da faculdade, ela não poderia morar em melhor localização! Não demoro pra tocar a campainha como uma louca, sei que seus pais estão no jornal e que forma melhor de anunciar minha chegada?

— Sua vadia! Tá achando que aqui é hospício?!- diz Oli abrindo a porta e pulando pra me dar um abraço.- Senti sua falta, eu tenho muita coisa pra te falar!

Sequer tive tempo que falar algo antes que ela me puxasse pra dentro da sua casa, me jogar no sofá e ir pra cozinha logo voltando com um copo enorme de refrigerante em cada mão.

— E aí? Como foi o fim de semana sem mim?- pergunta Oli sentando ao meu lado e me dando um dos copos.

— Er.. Normal, e o seu? Você disse que tinha muita coisa pra falar...- desvio o foco de mim, ainda que eu me sinta mal por não está falando tudo pra Olívia agora, não me sinto preparada para lidar com tudo.

— Eu te falei que meu tio sofreu um acidente né? Ele estava dirigindo normalmente quando um caminhão bateu na lateral do carro dele, mas graças a Deus o carro deslizou na pista em vez de capotar ou algo pior. Quando chegamos lá ele estava com um braço quebrado e algumas escoriações, nada que descanso e cuidado não curem, mas minha tia ainda estava pirando. A vizinha dela que ligou pra gente, porque a minha tia estava com a pressão baixa e outras coisas desse tipo, mas o problema mesmo é que ela está grávida e não pode ficar tendo esses sustos.- explica gesticulando muito como o de costume.- O importante é que todos estão bem e na ultrassom que minha tia fez pra ver se o bebê estava bem depois do susto eles acabaram descobrindo que é um menino, legal né?!

— Muito! Que bom que deu tudo certo e estão todos bem, Oli. — digo me entretendo com meu refrigerante. — Você me prometeu um romance meloso ou não?

— Achei que ia achar melhor eu te contar o romance não exatamente meloso que tive esse final de semana! — diz Olivia fazendo cara de sapeca.

— Como assim garota?! Achei que você tinha viajado para ajudar seus tios e você aí toda cheia dos paqueras!- acuso fazendo que nós duas ríssemos. — Vamos, me conte, quem é o garoto?

— Lembra aquele vizinho gato da minha tia? O que está no exército?

— Lembro, mas ele não é tipo uns sete anos mais velho que a gente?

— Isso é um mero detalhe, mas sim, ele é mais velho e não faz muito tempo que foi promovido dentro do exército. Você precisava ver amiga como ele fica gostoso naquela roupa verde, todo na base da camuflagem!

— E quando foi que você viu ele? Achei que ele não se interessaria por garotas da nossa idade.

— As outras eu não sei, mas quando ele foi no hospital visitar meu tio ele não pode resistir quando viu esse pedaço de mal caminho que é essa sua amiga que vos fala! — diz levantando para gesticular enquanto conta sua história e fazendo questão de apontar para o seu corpo quando se vangloriou de ter chamado a atenção do soldado.

Olivia tem um corpo muito bonito, ela é mais alta que eu e tem uma pele morena associada aos seus lisos cabelos negros como a noite. Minha amiga tinha olhos castanhos muito bonitos, que ela sempre destacava com um lápis preto e tem também um estilo de roupas muito próprio, de uma forma que futuramente ela poderia sair do tribunal e ir curtir uma balada sem sequer passar em casa para se trocar.

A conversa sobre o "vizinho bonitão do exército" durou quase a tarde toda, enquanto nos entupíamos de pipoca e brigadeiro, coisa que não fazíamos sempre pois não somos loucas para ter alguma doença como diabetes ou pressão alta e queremos manter nossos corpos minimamente em forma, como estão agora. Nesse ponto da comida Olívia vez ou outra entra em uma onda natureba e faz uma dietas inusitadas que acha na internet, claro que me levando junto nessas torturas!

Foi muito bom poder aproveitar a tarde conversando com minha melhor amiga. Sinto que fazíamos isso com mais frequência quando éramos mais novas e entendo que a cada ano que passa temos mais responsabilidades e menos tempo, mas tenho a certeza que não importa quanto tempo passe sempre haverá um tempinho reservado para uma na vida da outra. Morri de rir com as aventuras que ela viveu nesse final de semana cuidando de um primo dela ao mesmo tempo que paquerava o soldado e até senti vontade de contar para ela o quão incomum tinha sido o meu final de semana também... Mas não falei, pois isso incluía o beijo que aconteceu e ainda não estou disposta a encarar esse fato e o que ele pode acarretar.

***

A manhã de terça-feira chegou e passou como o piscar de olhos, cada aula eu fazia o meu máximo para prestar atenção, mas no fundo da minha mente o fantasma de cálculo me assombrava. Eu realmente estava com muito medo de não me sair bem nessa prova. Ontem foi um dia perdido, pois não estudei nada e a dor na consciência já está incomodando. Hoje nem sairei da faculdade, almoçarei por aqui perto e ficarei estudando na biblioteca até a hora da monitoria.

Durante a manhã não encontrei Thomas em nenhum momento, o que foi um pouco estranho no meu dia, ele já não havia aparecido ontem, será que ele está com algum problema? Ele não me mandou nenhuma mensagem, o que é ainda mais estranho, mas talvez o mais estanho disso tudo é a minha vontade de mandar uma mensagem, de saber como ele está e simplesmente falar com ele. Muito estranho.

Vai completar exatas três horas que estou estudando essa matéria dos infernos e mal consegui refazer as questões que o Sr. Tinoco passou na sala, quem dirá começar a resolver as listas enormes que ele nos passou! Isso é absolutamente frustrante, já que durante a aula eu pareço entender toda a lógica por trás dos cálculos, mas quando vou resolver sozinha isso parece impossível.

Quando olho para o relógio novamente me assusto ao ver que já estou atrasada para o inicio da monitoria. Rapidamente recolho meu material e o jogo de qualquer forma dentro da mochila enquanto saio da biblioteca e subo correndo os dois lances de escada que me afastam do andar da monitoria. O corredor estava vazio e silencioso, me apresso para não perder qualquer dica que seja que o Thomas possa ter para essa prova. Mas minha surpresa é quando entro na sala e só encontro meus colegas de turma, nada de Thomas. Olho para o relógio novamente, quinze minutos de atraso, ele pode estar apenas atrasado, não? Que outra coisa poderia ter acontecido com ele?

— O Thomas ainda não chegou?- pergunto para ninguém exatamente.

— É claro que não, se não ele estaria dando a monitoria né?! — responde um pouco seca uma das costumeiras meninas que ficam cercando Thomas.

Vou para uma das mesas desocupadas e abro meu material, ainda que Thomas não venha eu tenho que continuar a estudar, mas não custa nada ficar um pouco mais aqui esperando ele chegar.

Eu estava concentrada no meio da segunda questão que fazia, ou tentava fazer para melhor dizer, desde que cheguei nessa sala quando escuto a porta se abrir e atraída como por ímãs ergo meu olhar cara um Thomas cabisbaixo que passa pela porta.

— Desculpem pela demora pessoal, eu gostaria que organizadamente cada um escolhesse uma questão e anotasse em uma folha para eu resolver no quadro. — disse ele sem sequer olhar para o grupo de alunos ali presente. Agora é certo que algo aconteceu com ele.

Folheio a pilha de questões mal resolvidas que eu tinha no meio do meu material, passando pelas muitas dúvidas que pretendia tirar hoje na difícil tentativa de escolher apenas uma questão. Escolho a que vem me atormentando desde a aula da semana passada, sei que não é tão difícil, mas eu simplesmente não entendo a coerência entre a teoria que estudamos e como a aplicar nesse contexto.

Thomas está sentado na mesa do professor já com algumas meninas em volta dele, elas não parecem ligar muito para a falta de espírito dele quando continuam a se atirar sobre ele exibindo seus decotes mais que exagerados. Quem tinha realmente dúvida na matéria que cairia na prova teve um pouco de dificuldade para deixar para deixar a sua questão com Thomas, que apenas recebia e colocava com as outras questões que já havia recebido. Ele estava resolvendo as questões ali na mesa mesmo antes de ir nos ensinar no quadro, mas era visível que ele estava no piloto automático, fazendo tudo como se não estivesse ali realmente.

Ele parecia que tinha sido atropelado por um caminhão ou algo assim. Eu diria que poderia ser uma ressaca mal curada, mas não parece ser efeito de algo tão superficial quanto bebida, ele estava mal de verdade. O cabelo mais despenteado do que nunca, a barba estava maior que o normal e notei um curativo na parte interna da sua mão direita, nada muito grande, mas que chamou minha atenção.

Termino de anotar a questão que escolhi e vou até sua mesa, que não estava mais tão abarrotada de garotas, talvez elas tenham se tocado e foram para seus lugares. Chego na mesa e ele sequer me olha enquanto termina de resolver uma questão de limite que um garoto tinha lhe pedido.

— Oi.. — digo simplesmente, atraindo seu olhar cansado para mim.

— Oi Sam.- responde ele com uma tentativa de sorriso que era mais uma careta do que qualquer outra coisa.- Essa é a sua questão?

— Sim... Você poderia me ajudar?- lhe entrego a folha que segurava com um pouco mais de força do que o necessário.

Era oficial, eu não estava gostando nada de ver o Thomas assim, sem seus sorrisos, brincadeiras e piscadelas, ele estava abatido e apagado. Esse meramente lembrava ao cara que passou a ultima semana deixando minha vida de cabeça para baixo e ainda que eu tenha lhe desejado coisas ruins nesses últimos dias pelo tanto que ele me perturbou, não era para acontecer nada de verdade, eu não queria o ver assim.

— Claro, me dá aqui que vou resolver a sua primeiro caso queira sair mais cedo.- disse pegando a folha da minha mão e baixando a cabeça começando a responder.

Volto para minha mesa sem saber o que acabou de acontecer, nenhum apelido, nenhuma piada, nem mesmo um de seus mil sorrisos... Nada. Ele parecia um zumbi ali, apenas cumprindo seu dever como monitor e só.

Ele finalmente se levanta depois de alguns minutos respondendo as questões que lhe foram pedidas e vai para a lousa mostrar qual o passo a passo da questão. Como ele disse, resolveu a minha questão primeiro, mas de uma forma muito diferente da ultima monitoria. Ele estava fazendo como se todos soubéssemos cada decisão que ele adotava para resolver, nenhuma dica nem nada, mal se diferia da aula do Tinoco. Quando ele termina a questão e pergunta se eu entendi a verdade era que não, mas apenas concordei com a cabeça e ele se virou para o quadro indo para a próxima.

Anotei em uma folha separada cada questão que Thomas ia resolvendo no quadro, não sei se para os meus estudos seria realmente útil, pois a cada questão que ele fazia menos eu parecia entender. As horas passaram voando e quando ele estava resolvendo a ultima questão já era 17h50min.

Grande parte do grupo de alunos que estavam ali saíram, as primeiras foram as que não estavam interessadas em um "prof. Thomy" desanimado, logo depois os que não estavam mais entendendo nada do que tinha no quadro e acho que nesse quesito que deveria ter saído junto com eles, mas preferi ficar e continuar a anotar linha por linha do que Thomas escrevia. No final da ultima questão estava apenas eu, ele e a menina que havia lhe pedido a tal questão, que assim que conseguiu sua resposta saiu pela porta sem pensar duas vezes.

Thomas vai para a mesa do professor e começa a juntar seu material, desliga seu computar e guarda os pinceis da lousa como se não tivesse a menor pressa. Pego minhas coisas e coloco na minha mochila a fechando logo em seguida, me levando passando a bolsa sobre meus ombro e fico ali apenas o olhando distraído com seu celular.

Ignorando qualquer sentimento dentro de mim que dizia para eu o deixar ali, que os problemas dele não eram de minha incumbência e que eu não tinha nenhuma relação com ele para poder me meter na sua vida, eu me aproximo da sua mesa. Tudo bem que nem amigos realmente nós somos, que nosso relacionamento é uma bagunça de farpas e provocações, mas eu não gostava de o ver assim e sentia a necessidade de fazer algo.

— Thomas?

— Ah, oi Samantha, não vi que você ainda estava ai. — diz me olhando e colocando seus papeis na mochila.

— Sei que essa pergunta é estúpida, mas você está bem?

— Estou, claro!

— Não, você não está! — acuso sem medo. — O que aconteceu com você?

— Nada.. Coisa de família, normal Sam, você também tem os seus.

— Brigou com seu irmão de novo? Está assim por causa do Túlio?

— Um pouco... Não só ele.. Mas não quero te envolver nessa sujeira. — diz ele, mostrando que pode ter uma participação do pai dele nisso também. — Eu vou ficar bem, eu sempre fico. Não se preocupe com isso.

Ele tenta me dar um de seus sorrisos confiantes, mas o mesmo mal se forma e já se desmancha, como um castelo de areia acertado por uma onda. Meu olhar ficou ligado a seu, eu não sei como explicar mas eu podia ver tudo por trás dos seus olhos, a dor e mágoa que ele estava sentido e tudo que eu queria fazer era tirar isso dele. Minha vontade era o proteger, do que eu não sabia, mas ele parecia atordoado e perdido no meio de uma tempestade. Não havia nada que eu pudesse fazer realmente, ele não estava disposto a dividir nada comigo e já tinha deixado isso claro, mas isso não me impede de tentar um pouco mais.

— Tudo bem.. Mas vê se melhora ein, gatinho. — digo e em um impulso me aproximo dele e lhe beijo a bochecha. Não foi nada demais, mas tive o prazer de ver um dos seus sorrisos, um verdadeiro, começando a se formar nos seus lábios antes que eu deixasse a sala.

Notas finais
E aí?! Gostaram? Odiaram? COMENTEM E RECOMENDEM!!! Em breve devo voltar explicando melhor o que aconteceu com o Thomas e o que será da Sam com essa sua prova de calculo! Fiquem de olho para novas postagens! Bjs, Tatá :3