Por favor, espere.

14 Por favor, eu realmente não me importo.


Notas iniciais
Oi galerinha, tudo tranquilo com vocês? Eu sei, vocês devem estar estrando eu estar escrevendo notas iniciais no capítulo já que nunca faço isso, mas hoje eu resolvi fazer. Primeiro eu quero agradecer o carinho de todos vocês, os cometários lindos que todos deixam para mim me inspiram a querer escrever ainda mais, seus lindos. E depois, eu quero pedir a ajudinha de vocês, comecei uma nova história que quero contar com a ajuda de vocês, sei lá deem uma olhada, eu garanto que ela será linda e emocionante. HUAHSUHAUSHUAH, enfim, de coração meus amores se puderem dar uma forcinha lá, ou até mesmo divulgar eu ficarei muito feliz. Link ~ http://fanfiction.com.br/historia/568641/Hummingbird_Heartbeat/ Beijão e curtam o capítulo. ♥

“Mas mesmo que as estrelas e a lua colidam, eu nunca mais quero você em minha vida. Eu não quero suas palavras e suas mentiras, eu realmente não me importo. – Demi Lovato”

Bento sentou sobre o banco branco de mármore e ficou em silêncio, o garoto tinha várias folhas brancas em mãos que se balançavam ao vento frio, o seu cabelo estava esvoaçando ao vento, mas o rapaz parecia não perceber ou não se importar. Bento tinha as bochechas vermelhas por conta do sol, estava um dia quente e com um sol lindo. Mas não para ele que estava a procura de emprego. Ele olhou para cima e viu aquele céu azul, pareceu buscar inspiração, força, ou até mesmo esperança em algo, mas isso pelo visto deu errado. O garoto começou a chorar e rasgar os papéis que estavam nas mãos.

― Não, não e não! ― Ele repetiu para si mesmo enquanto terminava de rasgar as folhas. ― Por que comigo? ― O rapaz perguntou e olhou para o céu novamente, esperando uma resposta, um sinal, ou qualquer coisa que pudesse lhe ajudar.

Não houve resposta.

O celular de Bento começou a tocar e ele atendeu rapidamente.

― Alô! ― Bento disse.

― Bento Anderson? ― Perguntou uma voz masculina no celular.

― Ele mesmo! ― Bento disse segurando o choro.

― Somos do Planeta DeAgostini, você deixou um currículo aqui, a informação confere? ― A pessoa ao celular perguntou.

― Sim... ― Foi só o que Bento conseguiu dizer.

― Nós gostaríamos de estar contratando... ― Começaram dizer.

― O que? ― Bento gritou no celular.

― Brincadeira. ― Risos ao telefone. ― Bento, deixa de ser bobo manézão.

― Negão? ― Bento perguntou reconhecendo a voz. Bento ficou puto. ― Que brincadeira de mau gosto do caralho é essa? Quantos anos você tem? Dois? ― Bento gritou com o amigo.

― Calmaí mermão. Estamos todos só querendo ajudar, lhe divertir... Você anda tão cheio de stress. ― Disse a voz ao telefone.

― E acha que fazendo essa palhaçada de brincadeira vai me deixar melhor? ― Bento perguntou. ― Eu só tenho amigo bosta mesmo.

― Opa, nem fala assim, eu sou um amor. ― Gritou outra voz ao telefone.

― Felipão? ― Bento perguntou mais bravo ainda. ― Eu vou matar você!

― Onde você está? ― Negão voltou a falar. ― Vamos lhe buscar, vamos à praia, você precisa relaxar um pouco.

― Eu não quero ir à praia, e nem estou de sunga. Estou numa praça em frente ao supermercado central. O multishopping. ― Bento disse.

― Estamos indo praí. ― Disse Negão e desligou.

Bento olhou a tela do celular indicando que a ligação tinha sido encerrada e quis matar os amigos.

Não demorou muito e o Jipe de Felipão parou na rua em frente ao banco de Bento. Bento olhou e viu seus amigos, sem camisa e com bermudas.

― Bora! ― Gritou Negão.

Bento fez uma cara de deboche.

― Vem logo, ou vou te buscar! ― Felipão ameaçou.

Bento resolveu ir achou melhor ir com suas próprias pernas, do que pagar mico sendo carregando pelos amigos. Ele pulou no jipe onde estavam os amigos.

― Eu não quero ir à praia! ― Bento falou bravo.

― Mas vai! ― Disseram os dois amigos em coro.

― Não tenho roupa! ― Bento disse.

― Trouxemos uma! ― Felipão disse mostrando uma sunga boxer vermelha. ― Essa com certeza vai ficar linda nesse seu bumbum enorme. ― Felipão riu, fazendo até Bento rir.

― O Luc não me obrigaria a fazer isso... Eu estou deprimido. ― Bento falou baixo.

― Bento, acorda pra vida. Faz dois meses que você e o Gregori terminaram, ou melhor. Que ele te chutou de uma forma idiota e cruel. Ele sequer ouviu o que tu tinhas pra falar. ― Felipão disse parecendo bravo. ― E quanto ao Luc, se você pudesse deixar o seu orgulho de lado talvez ainda tivesse a amizade dele.

Bento fez uma cara de nojo.

― Por favor, eu realmente não me importo com a amizade dele. ― Bento mentiu para si mesmo. ― E sabe? Pensando bem, talvez tenha sido o Luc que tenha vendido minhas fotos aos beijos com o Gregori.

― Cara, não fala a uma merda dessas. Essa acusação é muito grave para você fazer sem prova alguma. ― Negão reclamou.

― Ora, vocês não lembram que logo depois disso acontecer ele comprou aquele carrão? ― Bento perguntou ainda acusando o amigo, mesmo que ele também soubesse que Luc seria incapaz de fazer isso com ele.

― Você sabe que não foi ele, Bento! ― Felipão reclamou bravo.

― Está bem, eu sei... ― Bento falou triste. ― Só queria alguém para poder culpar.

― Praia.

Montanna Bebidas.

Um Gregori muito diferente tomou mais um gole de sua bebida. E sorriu, o homem estava meio bêbado. Gregori estava tão diferente, cabelos sem corte, barba grande e mal feita, não que fosse feio dessa forma, continuava gato, gostoso e malhado;

― Opa, vai com calma, garotão! ― Natan disse rindo do amigo. ― Ainda não entendi, porque estamos na praia em plena quarta feira.

― Bah, pra se divertir ora... ― Gregori disse alegre demais, e então tomou mais um gole de sua bebida.

― Chega, nem mais um gole! ― Natan tomou a bebida das mãos de Gregori. ― É meio de semana, cara; Você mudou muito desde que terminou com o Bento, o que está acontecendo?

― B-Bento? ― Gregori perguntou e soluçou. ― Quem é esse? O traidor filho da puta? ― Gregori riu sozinho.

― É melhor irmos embora, você não está em condições de ficar aqui. ― Natan disse sério e olhou para o amigo com olhos de pena.

― Não, não mesmo! ― Gregori disse rindo. ― Eu quero dar um mergulho, eu quero dar... ― Gregori disse rindo feito crianças.

― Jipe do Negão

Bento

― Droga, onde eu vou trocar de roupa? ― Bento perguntou bravo.

― Ora, estamos no jipe! ― Negão disse rindo.

― Sério? ― Bento perguntou olhando feio para os amigos.

― Claro. ― Negão disse rindo e pulou do jipe. ― Ops. Areia quente, ai areia quente! ― O homem falou enquanto pulava de um pé para o outro. ― Anda rápido, Bento.

Felipão pegou uma toalha e entregou para Bento.

― Hmmm? ― Bento perguntou sem entender.

― Troca logo essa roupa, e sim eu preferia te ver sem roupa, mas sei que você não concordaria com isso. ― Felipão disse sério e pulou do jipe.

Bento tirou o tênis e as meias, logo colocou a toalha sobre as pernas e arrancou a calça jeans, tirou a cueca também. Bento suspirou e olhou para os lados, sem demora vestiu a sunga e levantou. Bento ficou em pé no jipe arrumou a sunga em sua bunda. A sunga parecia ser um número menor, e ficou apertada em Bento o que o deixava ainda mais sexy. Bento arrancou a camiseta e pulou do jipe.

― Porra que areia quente. ― Bento reclamou.

Os outros dois gargalharam.

― Quem chegar por último na água é mulher do padre! ― Gritou Negão.

Bento riu com a brincadeira infantil do amigo, mas correu junto aos outros. Logo os três estavam brincando na água fria.

Não demoraram muito na água e logo saíram.

― Aquele é... ― Negão começou.

― O Gregori? ― Felipão terminou.

Bento se virou rápido e viu que Gregori e outro loiro caminhavam na direção em que eles estavam.

― O que você está fazendo aqui? ― Gregori perguntou irritado e bêbado.

― Gregori... Você está bêbado? ― Bento perguntou constrangido.

― E que roupas são essas? ― Gregori falou sério e partiu para cima de Bento. Natan foi mais rápido e segurou o amigo.

― Pega leve cara! ― Natan falou sério, como se fala com uma criança.

― Olha... Olha a roupa dele! ― Gregori falou bufando. ― Me solta! ― Ele pediu bravo.

― Galera, vamos... ― Felipão chamou e segurou no braço de Bento.

Gregori segurou no outro braço de Bento.

― Aonde você vai com esse cara? ― O homem perguntou bravo.

― Greg... Me solta! ― Bento pediu firme.

― Não... Você é meu! ― Gregori disse soluçando, o homem mal se agüentava nas pernas. ― Bento, por que você fez aquilo? Por quê?

― Eu... Eu não fiz nada! ― Bento falou baixo e segurando o choro.

― Eu te amo Bento! Mas nunca mais vou ficar com você! ― Gregori disse sério.

Bento pareceu pensar e fechou os punhos.

― Eu realmente não me importo Gregori! ― Bento disse sério e se virou. Saiu caminhando devagar, mas as lágrimas queimavam os olhos do rapaz.