Por Trás Dos Sonhos.
2 Capítulo II- Anônimo.
Notas iniciais
Espero que gostem, qualquer coisa, podem me alertar tá okay?*>*
Continuarei de acordo com os reviews bejokas;):)*.*
– Você precisa me ouvir..- falou me segurando pelo pulso.
– Você está me machucando, me solte...- ele apertou ainda mais, e eu a tirei brutalmente de sua mão.
– Deixe ela em paz cebola! – Falou uma voz vinda atrás de mim me virei, droga! Era o Dc.
– Isso daqui, não é da sua conta japa! – falou cebola já enraivecido.
Isso não vai dar certo, pensei.
- Se trata dela, então é da minha conta sim. – falou entre dentes ‘ Awn, ele está me defendendo..’ disse meu interior, balancei a cabeça negativamente para o cebola e disse:
-Cebola, já te disse que não temos nada há conversar, por favor, não queira arranjar encrenca..!
Disse tentando acalma-lo que já possuía os olhos raivosos direcionados ao Dc, que também mantinha a mesma postura, podia jurar, que eram dois bichos ferozes prestes a se engalfinharem.
Cebola, saiu bufando com passos firmes e pesados, soltei o ar preso nos pulmões e me virei com uma cara brava para o Dc, que ergueu uma sobrancelha.
- O-o que Fo-oi?! – indagou exaltado.
- Me diga você. – disse mais séria. – só faltava se matarem, e iam arranjar uma tremenda encrenca Do Contra! E você sabe que o cebola é sem limites. – ele pareceu frustrado por alguns segundos, mas eu sorri e vi uma expressão nova surgir em seu rosto. – mas obrigado por me defender.
- Disponha, aliás eu...- ele estava falando até o sinal tocar, e os alunos correrem para suas salas.
- Tenho que ir Dc, depois a gente se fala. – dei um ‘Tchauzinho’ e fui com a maga e a Denise para a sala.
- ‘..onde você estava hein Mônica? – cochichou Magali no meu ouvido.
- ‘..o cebola me chamou para conversar, mas eu não queria aí...
- Senhorita Sousa, e senhorita Fernandes..- nos viramos para frente e a turma inteira nos olhava dando risadinhas baixas, até eu olha-los com raiva todos abaixaram a cabeça, sabem muito bem quem é Mônica! – Mônica! – exclamou o professor Licurgo.
- Sim? – perguntei.
- Peço-lhe que repita as últimas coisas que disse no tempo em que conversava com sua amiga...- falou firme, desde quando ficou tão chato? – agora.
Respirei fundo e prossegui.
- Proteínas, são formadas por aminoácidos, e são macromoléculas de grande peso molecular. Podemos encontra-las em todos os seres vivos, e tem como função estruturar, transportar, defender e acelerar reações químicas. – disse por fim, a comilona do meu lado ficou boquiaberta assim com alguns alunos da sala.
-B-bom, como eu estava dizendo...- o professor continuou a explicar novamente, eu e a maga rimos em silêncio e resolvemos conversar outra hora.
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Depois de assistir as aulas, eu e a maga saímos da sala e fomos para o banheiro das garotas.
- Bom, agora me conta o que você e o cebola estavam fazendo na hora do intervalo. – falou maga, fechando a porta do banheiro.
- Eu estava sentada no lá pátio, o cebola disse que precisávamos conversar, mas eu não queria conversar nada com ele! – falei me apoiando na pia, maga ouvia tudo com muita atenção – me distanciei dele, mas não adiantou, ele me seguiu e insistia que devíamos conversar, foi aí que o Dc apareceu. – falei a maga estava chocada.
- Rolou briga?! – perguntou ficando assustada, é engraçado como ela era tão meiga desse jeito.
- Não, pedi ao cebola para ir embora ele apenas foi com muita raiva, isso eu lhe garanto. – falei e me virei ao espelho – você deviera ter visto o jeito fofo que o Dc me defendeu...- ela riu passando um gloss.
Depois de nos arrumarmos, saímos, e nos despedimos uma da outra indo rumo as nossas casas, o sol estava insuportável, estudava de manhã, e na hora que saiu só faltava virar um camarão.
- Oi Mônica! – falou minha mãe, assim que entrei em casa.
- Oi mãe, cadê pai? – perguntei olhando o sofá que ele tanto ficava – apossado do sofá, ele não esta. – brinquei e ela riu baixo.
- Saiu com os amigos, não me pergunte para onde que eu não sei. – falou enquanto punha a mesa do almoço.
- Certo. – disse e subi para o meu quarto. Joguei a bolsa no chão, e troquei de roupa, um short jeans, e uma regata roxa.
Minha mãe me chamou dizendo que o almoço já estava pronto, depois da refeição subi para o meu quarto, e recebi um sms só não sabia qual número era aquele, dizia no sms:
“Me encontre as 20:30 nas árvores ocas do parque, onde íamos quando crianças, te espero...”
Árvores ocas....árvores ocas, esse lugar não me era estranho, mas eu realmente não estava lembrada, mas se eu ia quando criança, com essa pessoa de que não faço a mínima ideia de quem seja, eu vou, ou não?
Andei de um lado para o outro, tentando buscar uma resposta, por um momento pensei em perguntar quem era, mas se fosse alguém mais íntimo, um amigo que não vejo á anos talvez, ele ou ela, poderia ficar triste por não me lembrar.
- É melhor eu ir...- disse mais baixo para mim mesma.
Um pouco mais tarde, a Magali veio aqui e começamos a conversar, parecia que as novidades nunca acabavam, ela falava do seu namoro com o Quim, e que eles planejavam viajar para a casa de praia dos pais dele...
- Tem mais novas? – perguntei me espreguiçando na poltrona. – ela sorriu.
- Eu acho que não, já está de noite e você quase que não falou nada mô. – ela disse mascando um chiclete.
Pulei da poltrona, e peguei meu celular.
- JÁ SÃO OITO HORAS?! – falei levantando a voz numas oitava.
- A-acho que sim...- gaguejou Magali um pouco assustada co minha reação. – por quê? – indagou.
- Porque tenho que me encontrar com uma pessoa, daqui a meia hora! – disse correndo para procurar uma roupa – argth! Depois tenho que arrumar esse troço! – disse com raiva.
- Deixa que eu procuro uma pra você mô. – disse a maga em pé do meu lado.
- Valeu miga! – disse indo me maquiar.
- Mas me conta quem é essa tal pessoa. – disse.
- Eu não sei maga, mas vou descobrir. – disse e fui pôr a roupa que a maga tinha posto em cima da cama.
- Você nem tem uma pista de quem seja? – indagou ainda mais curiosa.
Eu sorri.
- Não maga, não faço a mínima ideia, você pode ir comigo? – indaguei – apenas como companhia...- disse, ela apenas assentiu afirmando sorrindo. Olhei meu celular, e vi que faltavam apenas cinco minutos.
Me olhei no espelho pela vigésima quinta vez me virei para maga e disse:
- Vamos?!
Notas finais
Beijoss.:)
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