Hischstorn, Londres

Agosto de 1867


Luke estava sozinho durante um Festival de abertura da nova Fabrica Metalúrgica, não era lá aquela coisa, era de pequeno porte, mas poderia ajudar na construção de varias outros imóveis e gerar empregos. Uma oportunidade para ele, já que estava desempregado, mas por fim não pensava nisso. Queria mesmo era arrumar alguma coisa nova para se fazer algo que experimentasse e não se arrependesse não sabia ao certo o que , mas nada como andar entre a imensa multidão para ter a sua experiência nova. Logo ao lado da barraca de encontrou uma menina de cabelos longos louros, pele nem tão branca e muito menos escura, vamos se disser assim normal para naquela época, dava um breve sorriso que aparecia discretamente em seu rosto, se aproximando dela olhava para ela e logo ela percebia que ele vinha se aproximando.

Oi, tudo bem?- Disse estendendo a mão na esperança que ela retribuísse-

Sai de perto de mim seu mendigo- D isse com seu olhar que aparentava nojo, logo empinava o nariz virando o rosto para o lado-

Não esperava que ela fosse tão grossa e rancorosa, descia sua mão a colocando no bolso, seu olhar era de humilhação – Não precisava ser ignorante, queria fazer amizades- disse eu, minha voz se prendia na garganta dando falha ao meu dialogo.

Não me interessa, sai daqui logo, seu pé-rapado-

Logo ela saia da perto da barraca e entrava na fabrica sentando-se no colo de seu pai, que por sinal era o dono da nova fabrica.

Saindo dali de cabeça baixo totalmente humilhado nunca esperava por aquilo, seus pés arrastavam no chão com desanimo e então saia do festival. Indo em direção a sua casa percebera que não estava no caminho certo e logo se deu conta que estava perto da floresta onde tinha a lenda que lá vivia um senfeiro que ao passar pelo portão, era morto e levado ao inferno, era uma lenda, ele não acreditava naquela tal lenda e então entrou na floresta preservada. Seus pés tombavam com um tronco grosso que estavam presas ao chão úmido de terra amarronzada, suas mãos caia sobre o solo e logo a sujara, após segundo olhando o chão se levantara ficando sentado sobre o tronco que o mesmo derrubara, limpava suas mãos e logo seus joelhos, com uma pequena dificuldade se levantava e logo tirava a terra de sua roupa.Logo se deparava com uma arvore de formato estranho, no meio de seu tronco havia um buraco em forma de uma boca, transmitindo medo, apavaração , mas logo se recuperava do medo, suspirava fundo e começava a andar pela floresta, por incrível que pareça só naquele local tinha uma névoa densa que dificultava minha visão,

Aonde será que isso vai dar-Pensei, andando pelos troncos, levando junto algumas folhas úmidas que grudavam em meu pé. Logo avistei um túmulo se destacando com um anjo negro com vários símbolos que eu não fazia ideia o que significavam, seu tumulo parecia estar um pouco aberto, com a ponta do lado esquerdo um pouco deslocado do lugar. Minha curiosidade eu não pude conter então me aproximei daquele tumulo, apertei meus olhos tentando ver sobre a névoa e logo via do lado varias penas, diferentes das normais de pássaro , peguei uma pena, sua ponta estava estranhamente afiada, sem pensar por um tempo passei aquela ponta em meu pulo, quando acordei de um transe estranho vi que meu pulso escorria sangue bastante avermelhado caindo por dentro do túmulo.

Mas o que esta acontecendo?- Disse eu com curiosidade imensa, e logo fechei os olhos, tinha ficado tudo totalmente branco que pairava por toda a floresta, caindo no chão, parecia se arremessado por conta daquela luz estranhamente branca, que chegava a cegar qualquer um. , logo desmaiei, vi tudo ficar escuro e minha visão sumir ficou estirado no chão com a cabeça apoiada no tronco de uma arvore.