Notas iniciais
Iai pessoal, blz? Foi mal a demora, mas estamos aqui com mais um capitulo, tenham uma boa leitura e nos vemos lá em baixo!

NA MANHÃ SEGUINTE...

Soluço pegou um ônibus até o hospital do centro, onde o doutor Turner estava atendendo naquele dia. Rebeca também era a diretora daquele hospital, Soluço foi até lá com um objetivo em mente. Ele desceu do ônibus com uma mochila e um boné e entrou no hospital.

– É, você está indo bem no tratamento – Elogiou o doutor Turner conversando com um paciente.

– Senhor Turner, eu dei 6.000 dólares por hospital ontem – Falou Soluço interrompendo a conversa – Posso falar com o senhor?

– Sim, claro – Respondeu ele.

Eles começaram a caminhar pelos corredores do hospital, Soluço parecia meio nervoso, mas decidido, como se estivesse esperando o momento certo para agir.

– Minha mãe disse que vocês vão mandar a Astrid pra casa, é verdade? – Perguntou Soluço.

– Senhor Strondus, eu sou médico, a decisão é tomada pelos curadores – Respondeu o doutor Turner.

– Você é o chefe da cardiologia, se disser algo, ele vão te ouvir – Respondeu Soluço.

– Eu posso dizer algo, mas a palavra final não é minha – Respondeu o doutor Turner.

– Então é isso? Vão dar alta? – Perguntou Soluço.

– Infelizmente – respondeu ele.

– Doutor, eu vou direto ao ponto, eu sei que o hospital faz mais de 300 cirurgias cardíacas, 250.000 dólares cada, o que dá 75.000.000 de dólares por ano e você não pode fazer uma só de boa vontade? – Perguntou Soluço sendo direto – Eu não quero que não cobre, eu vou pagar, eu vou pagar até o último centavo, só me dê uma chance por favor! – Pediu Soluço segurando os ombros do doutor Turner.

– Dá pra tirar suas mãos de mim? – Perguntou o doutor Turner friamente e Soluço tira as mão de seu ombro – Eu fiz tudo que eu pude.

– Não fez não, vamos conversar lá dentro – Falou Soluço.

De repente, Soluço empurra o doutor para dentro de uma sala e ergue sua camisa e tira uma arma do bolso, um revolver de calibre grosso, e aponta a arma para ele.

– Eu não estou mais pedindo doutor, eu estou dizendo, você vai dar a Astrid um coração novo, entendeu?! – Perguntou Soluço apontando a arma para o pescoço do doutor Turner.

– Eu...eu...sim – Respondeu ele tremulo.

– Ótimo – Falou Soluço saindo da sala e em seguida, Soluço tira uma corrente e um cadeado da sua mochila e tranca uma das saídas principais do hospital.

– Senhor Strondus, eu sei o quanto está chateado... – Começou o doutor Turner.

– Cala a boca! – Ordenou Soluço.

Eles começaram a andar pelo hospital até que um segurança gordo e loiro os para.

– Ei, vocês não podem andar por aqui – Falou o segurança.

– Levante as mãos! – Ordenou Soluço apontando a arma para o segurança.

– Ai meu Deus – Murmurou o segurança levantando as mãos.

– Me dá sua arma – Ordenou Soluço.

– Eu não tenho arma – Respondeu o segurança

– Tá bom, qual é seu nome? – Perguntou Soluço.

– Perna-de-peixe – Respondeu o segurança.

– Certo, fica naquele canto – mandou Soluço e o segurança obedece. Em seguida, Soluço pega outra corrente de sua mochila e fecha outra saída do hospital.

– Senhor Strondus por favor! Se fizer isso, estará entrando em um caminho sem volta... – Tenta convencer o doutor Turner, mas em vão.

Os três caminham pelo hospital até chegarem na recepção, onde a enfermeira Jéssica estava atendendo, ela os viu e foi falar com eles.

– Senhor Strondus? O que está fazendo? – Perguntou ela.

– Aceitando seu conselho doutora, eu não estou aceitando um “não” como resposta! – Falou ele mostrando a arma.

– Ele está armado! – Gritou um médico saindo correndo.

Os médicos e os pacientes entram em pânico e começam a correr saindo pela entrada principal. Soluço corre até a entrada principal e a fecha, barrando a entrada de um paciente que estava tentando fugir.

– Volta pra trás! – Ordenou Soluço e o paciente obedece. Soluço tira outro corrente de sua mochila e tranca a entrada principal, ninguém podia entrar e nem sair agora.

– Todo mundo sentado! – Ordenou Soluço e todos obedeceram – O que você tá fazendo ai? – Perguntou Soluço a um rapaz loiro que estava de pé.

– Tô sangrando – falou ele mostrando a ponta dos dedos que estavam em carne viva.

– Senhor Strondus, essas pessoas precisam de tratamento – Falou o doutor Turner.

– É? Isso aqui é um hospital. Ou você quer que ele mostrem o dinheiro primeiro? – Perguntou Soluço e o doutor fica quieto.

– Eu cuido dele – Falou um médico se aproximando.

– Espera ai! Minha esposa está gravida! – Falou outro rapaz ao lado da esposa.

– Tudo bem pessoal, escutem, o hospital agora está sob nova direção. A partir de agora, tratamento de graça para todos – Falou Soluço confiante – Perna-de-peixe – Chamou Soluço.

– Sim? – Perguntou ele.

– Eu quero que desligue a energia do hospital – Falou Soluço.

Perna-de-peixe caminhou até a caixa de força e a abriu com suas chaves e desligou a energia.

– Certo, agora eu quero que todos vocês digam os seus nomes – Pediu Soluço.

– Meu nome é Cabeça-dura – Falou o rapaz loiro com os dedos sendo enfaixados – Aquela ali que está gravida é minha irmã, a Cabeça-quente e seu marido Eret – Falou o Rapaz.

– E você – Perguntou Soluço apontando para o rapaz que ele barrou tentando fugir, que estava ao lado de uma mulher loira.

– Meu nome é Melequento e essa aqui é a Heather, minha namorada – Respondeu ele.

– Amor, faça alguma coisa! – Murmurou Cabeça-quente para o Eret.

– O que você quer que eu faça? Ele tá armado! – Respondeu ele.

– Ai meu deus! Eu Estou tendo contrações! – Gritou Cabeça-quente.

– Calma, eu vou dar um jeito – Respondeu Soluço.

– Espera ai! Nós chegamos primeiro! – Gritou Melequento.

– Dá pra esperar! Ele vai ter um filho! – Gritou Soluço – Alguém ajuda ela!

– Eu ajudo – Um médico se ofereceu.

De repente, Soluço ouviu um carro se aproximando do hospital, ele correu até a entrada, onde viu uma ambulância estacionando, 2 médicos trouxeram um homem perdendo muito sangue em uma maca.

– Abram aqui, ele levou um tiro e perdeu muito sangue! – Falou o médico que trazia o paciente.

– Vá para outro hospital – Falou Soluço através do vidro.

– O cara está morrendo – Murmurou o médico.

Soluço abriu o cadeado e tirou as correntes com cautela da porta e em seguida aponta a arma para eles através de um vão da porta.

– Deixa o paciente ai e cai fora! – Ordenou Soluço e os 2 médicos obedeceram.

Quando eles foram embora, Soluço trouxe o paciente para dentro do hospital e trancou a porta de novo. Ele foi até a recepção, onde todos estavam.

– Doutor Turner, Preciso de ajuda – Pediu Soluço.

Ele e a enfermeira Jéssica foram ver o que houve.

– Precisamos leva-lo para a sala de cirurgia – Falou Jéssica.

– Não, ele levou um tiro, eu sou um cirurgião cardíaco, não sei lidar com isso – Falou o doutro Turner.

– Consegue sim doutor, é só fingir que estão te pagando — Retrucou Soluço.

– Isso é diferente – Falou o doutor.

– Qual é, o cara tá morrendo – Falou Soluço.

– Mas... – Começou o doutor.

– Anda! – Ordenou Soluço dessa vez apontando a arma.

– 75 miligramas de sedativo, vamos limpa-lo aqui mesmo – Falou o doutor Turner.

– Quer saber? Quando eu sair daqui, eu vou processar esse hospital – Murmurou Melequento sentado na recepção.

– E quem disse que você vai sair? – Retrucou Soluço.

Em seguida, Soluço começou a ouvir o som de sirenes e foi até a entrada ver o que era e ele viu várias viaturas se aproximando do local, com vários policiais armados e um helicóptero.

– Lá vamos nós – Pensou Soluço.

Notas finais
E agora? O que será que vai rolar? Descubram no próximo capitulo. Deixem ao nos cometários o que acharam. Até a próxima!