Por Amor.-Klaroline e Kalijah.
2 Rainha de Nova Orleans.
P.O.V. Caroline.
Eu fui trazida de volta dos mortos pela prima da Elena. Ela me salvou.
Mas eu voltei sendo humana já que tiveram que queimar o meu corpo e fazer um novo. Vi ela exumar meu corpo, jogar dois galões de gasolina e tocar fogo. Daí quando finalmente acabou de queimar ela quebrou todos os ossos e os reduziu á pó.
Não antes de arrancar um fio do meu cabelo para fazer um clone que agora é o meu corpo. Felizmente Elijah concordou em me transformar de novo.
–Beba.
Eu bebi o sangue dele e então... track. Ele quebrou meu pescoço.
Depois de algum tempo eu voltei e me alimentei.
–Bem vinda de volta Caroline.
–Obrigado. Ai.
Assim que eu disse ai, um Klaus desesperado aparece.
–O que houve? Quem te machucou?
–Calma. É que o meu pescoço tá doendo, afinal o seu irmão teve que quebrar ele.
–Teve?
–Pra alguém virar vampiro precisa morrer com sangue de vampiro no organismo. Aliás, soube que você tem outro filho e que a mãe da criança é aquela vadia ladra de namorado da Hayley Marshall!
–Mas, ela não vai ser a minha Rainha.
–Perai, que história é essa de Rainha? Explica isso ai direito.
–Tomei o controle da cidade love, agora eu sou o Rei.
–Oh, minha nossa senhora. Agora é que esse trem vai descarrilhar.
–Porque diz isso?
–Você governando uma cidade? Daqui á pouco tá tudo pegando fogo!
–Você acha mesmo que não sou capaz de governar?
–Acho que vai ser um governante tirano. E isso não é bom. Isso é muito ruim pra mim, pros cidadãos, pros nossos filhos e pra todo mundo!
–Porque acha isso?
–Eu acho que você tá perdendo a noção. Isso vai dar merda Klaus, sempre dá. Não se deve abusar do poder e nem se aproveitar dos outros.
–A garota tem razão Niklaus.
–Cala a boca Elijah! Você também não tem moral pra falar! Você também consegue ser um tirano de vez em quando.
–Desculpe o que disse?
–Você me ouviu. Fica se metendo na conversa dos outros. Ave Maria viu, que família mais difícil que eu fui arrumar!
O Klaus começou a rir. A gargalhar.
–Ela te destruiu.
–Olhe, eu não quero destruir nada e nem ninguém. Ao contrário, vou fazer o impossível para impedir vocês Originais de destruírem uma cidade tão bonita. Porque se você queria uma garota pra ser seu pau mandado, pra ser submissa, bom escolheu a garota errada.
P.O.V. Klaus.
Ela é demais. Acaba de desafiar a gente e ela ainda mandou o Elijah calar a boca. Somos os originais somos os mais velhos e mais fortes vampiros do mundo e ainda assim ela nos desafiou.
Vi que ela procurava alguma coisa.
–O que está procurando Caroline?
–Os bebês. Onde eles estão?
–Dormindo no quarto.
–E onde é que fica o quarto?
–Lá encima.
–Muito esclarecedor.
–Tem uma placa na porta com os nomes deles.
–Melhorou.
Ela subiu as escadas abriu a porta do quarto bem devagar e entrou de fininho. Caroline fechou a porta e de lá ela não saiu mais.
–Caroline? Caroline?
Ela tinha dormido sentada na cadeira de balanço do quarto.
–Vamos pra cama love.
Carreguei-a até o quarto e deitei ela na minha cama e a ajeitei.
–Ela está bem?
–Está. Só está dormindo.
Ouvi o chorinho dos meus filhos. Daí, começou aquela choradeira, um berreiro sem tamanho.
–Amor, eles estão chorando!
Gritou Caroline. Daí ela se levantou e disse:
–Oh, homem imprestável. Não faz nada mesmo.
–Eu ouvi isso!
–Ótimo!
Subi pra ajudá-la e a vi colocar o seios pra fora e dar de mamar aos gêmeos.
–Ainda bem que eu tenho dois não acha?
–É.
Aquela era a cena mais adorável do mundo. Ver as mãozinhas dos meus filhos segurando os seios da mãe e ver ela olhando pra eles com tanta ternura.
Eles ficaram mamando por mais ou menos uns vinte minutos.
–Pronto filho?
Hannah terminou primeiro e Caroline a devolveu no berço e então... ela sentou.
–Ah! Ela sentou!
Caroline correu pegar uma câmera e tirou uma foto.
–Olha só que bonitinha Klaus.
–Realmente, não nega que é minha filha.
–Metido você ein? Não se esqueça que eu sou a mãe e por isso eles são tão adoráveis. A minha genética é boa.
–Sei.
Ela sorriu pra mim e fez um carinho no meu cabelo. Então eu disse:
–Você faz ideia do quanto eu te amo?
–Faço e você? Faz ideia do quanto eu te amo?
–Não.
–Não? Então, acho que vou ter que mostrar. Vem.
Ela me puxou até o quarto. O NOSSO quarto. Eu amo essa mulher.
–Te amo.
–Eu te amo mais.
–Te amo muito mais.
Eu fiz amor com ela de novo e de novo e de novo até ela se exaurir.
–Não. Eu num aguento mais.
–Mais já?
–Como mais já? Já fizemos tipo umas vinte vezes!
–Foram 22. Eu contei.
–Ave Maria!
Ela se levantou fazendo um esforço descomunal.
–Que isso Caroline?
–Você me quebrou. Exagerou na força e agora tá doendo tudo.
Eu vi as costas dela. Eu sabia o que eram aquelas manchas.
Eram hematomas e marcas de unhas. Minhas unhas.
–Meu Deus! Caroline. Eu sinto muito.
Haviam hematomas por todo o corpo dela, na barriga, nas coxas, nas pernas, nos braços e nas costas.
–Ai. Eu vou tomar banho.
Ela entrou no banheiro e deu um grito.
–Caroline!
–O que diabo é isso?
Ela ficou parada de frente para o espelho encarando o próprio reflexo com incredulidade. Ela virou de costas e ficou chocada.
–Nossa Senhora de Aparecida! Olhe uma coisa dessas, como eu vou cobrir isso ai? Vou precisar de uns quinhentos quilos de maquiagem. Olhe essas bolas roxas!
Ela tocou a bola roxa e gemeu.
–Ai. Isso é uma desgraça! Ai que ódio de você! Como é que eu vou tira isso Klaus?! Vou ter que arrancar minha pele pra sair isso ai.
Ela ficou transtornada. Mas, respirou fundo e disse:
–Desculpe amor, sei que não foi culpa sua. Sei que é difícil controlar em momentos tão intensos. Além do mais, vou ficar boa logo.
Ela acaba de me pedir desculpas por ter ficado com raiva porque eu a enchi de hematomas?! Eu deveria estar pedindo desculpas a ela e não o contrário. Ouço o chuveiro ser ligado e ela entrar embaixo da água morna.
–Ai caramba! Isso dói pra burro.
Ela estava tão machucada que o simples fato da água do chuveiro tocar a pele dela a machucava!
Estava ouvindo ela gemer de dor. Não, eu não aguento isso.
Desci as escadas e maiei a porta.
–O que houve Niklaus? Porque ouço gemidos de dor?
–Eu não queria machucar ela Elijah. Não foi de propósito.
–O que você fez Niklaus?
–Eu exagerei na força.
–Você bateu na garota que ama?!
–Eu não bati nela Elijah! Foi quando estávamos... fazendo amor. Acho que apertei de mais e agora ela parece uma pintura abstracionista!
A porta do quarto abriu. Ela botou a cabeça pra fora.
–Vocês sabem se tem cataflan ai?
–Não. Não tem.
–Porcaria. Vou ter que sair pra comprar.
–Deixa, eu vou.
–Obrigado amor.
Ela me deu um beijo e eu sendo eu quis aprofundar dai...
–Ai, ai. Cuidado. Tá dolorido.
–Me desculpe.
–Foi nada não. Á propósito, compre pomada de assadura e fraldas por favor. Espera, vou pegar a listinha.
Ela me deu uma lista que era uma folha de almaço frente e verso.
–Chama isso de listinha Caroline?
–É. Eu já fiz uma de três páginas uma vez. E traga bastante fralda e pomada. Afinal, temos...
Ela contou nos dedos.
–Cinco bebês. Se tiver fralda na promoção compre de malote.
–Tudo bem.
–Espera, acho que esqueci do leite em pó. Nan e não ninho.
–Tudo bem. É só isso?
–É. Acho que é.. e chupetas já que os dentes dos nossos filhos trituras as mesmas.
–Eles já tem dentes?
–Eles nasceram com dentes Klaus. Eu fui a primeira pessoa que eles morderam. Eles me abriram pra sair. Foi horrível!
–Como assim te abriram?
–Lá estava eu, dormindo na paz de Deus quando eu começo a sentir uma dor, mas uma dor, mas uma dor horrível. Daí eu vejo aquele sangue todo. O jeito que eu gritava acordei a vizinhança toda ás quatro da manhã. Aquele dia foi uma confusão, uma correria lascada. Era eu gritando de dor, Renesmee gritando com avô no telefone, com Elena e com a Bonnie. Gritando ordens, mandado elas me segurarem, depois pegaram os bebês e levaram embora. A correria foi tanta que a Bonnie até caiu e quebrou o pé, daí além do parto ela ainda teve que enfaixar o pé da Bonnie.
Fiquei imaginando aquela cena na minha cabeça. Uma Caroline gritando de dor, toda ensanguentada e arrebentada.
Como aquilo doía em mim.

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