Notas iniciais
Eu diria que chegou a hora de aumentar o tamanho da Amazônia e da Mata Atlântica! Fileiras de árvores deveriam enfileirar para fora delas, como cobras ziguezagueantes através das fazendas. E continuar avançando, e indo, pois elas nem ocupariam tanto espaço assim. Seriam alinhamentos verdes indo para o norte, para o sul, leste e oeste. Sempre avançando aos pouquinhos, conforme a vontade dos donos das fazendas adjacentes a elas. As mudas seriam oferecidas pelas universidades. Por engenheiros florestais que as fariam nascer nos laboratórios ao lado de alunos empolgadíssimos.

O tema “selva amazônica” está sempre nos noticiários do Brasil e além dele. As denuncias sobre o desmatamento já ocasionaram “congressos” para discutir sobre o assunto, e a vinda de pessoas importante para o Brasil. E o temor é mundial, pois a importância dessa mata é decisiva para o equilíbrio do aquecimento global.

Eu diria que chegou a hora de aumentar o tamanho da Amazônia e da Mata Atlântica! Fileiras de árvores deveriam enfileirar para fora delas, como cobras ziguezagueantes através das fazendas. E continuar avançando, e indo, pois elas nem ocupariam tanto espaço assim. Seriam alinhamentos verdes indo para o norte, para o sul, leste e oeste. Sempre avançando aos pouquinhos, conforme a vontade dos donos das fazendas adjacentes a elas. As mudas seriam oferecidas pelas universidades. Por engenheiros florestais que as fariam nascer nos laboratórios ao lado de alunos empolgadíssimos.

Enquanto os fazendeiros aumentam o tamanho da Amazônia e da Mata Atlântica, o povo em geral deveria semear dentro delas como se fosse uma fazenda gigantesca. Garimpeiros, homens do mato, indígenas, e exercito em missão. Semear uma chácara onde o chão rico em umidade faria brotar frutas e legumes gostosos. Deveriam ser espalhadas pelo chão desse mato sementes que se desenvolvem sozinhas. Sementes que se enterram na terra com as pegadas dos bichos e com as chuvas fortes. Eu vejo tomates, melancias, aboboras, melões e outros similares se alastrando como cobras pelo chão da Amazônia, aos centos, dando comida para a bicharada. Lagartos iam amar. Cobras aprenderiam a gostar e a onça iria experimentar se aquilo é, ou não é bom. Além disso, o mato atrairia a bicharada miúda das metrópoles para lá. Mosquito abandonaria as cidades e voaria para a essa selva para picar esses bichos gordos. Os ratos partiriam a busca do Éden, e a barata correria lado a lado com todos eles. Pois eu diria que o único motivo pelo qual os animais selvagens se comem uns aos outros, ou, invadem as cidades dos humanos, é pela falta de comida na selva!

Enquanto as florestas viram o “ÉDEN”, o matagal precisaria invadir as cidades. Tomar posse. As araucárias poderiam se erguer em tudo quanto é canto possível, nas favelas principalmente. As árvores com raízes verticais, que se enterram no chão em busca de água, evitariam os terríveis desabamentos. Dariam firmeza para as ruas dos morros nas cidades. Já nas beiradas dos rios com águas poluídas as Prefeituras deveriam plantar as madeiras nobres, que vão demorar anos em crescer, cuidando delas com zelo, carinho, como pedindo perdão a mãe natureza por tanta coisa mal feita através dos últimos séculos.

Através de uma lei rígida, se estabeleceria também que todas as casas plantassem uma árvore nativa, na calçada, ou no jardim. Nos edifícios, as samambaias de metro deveriam despencar em todo canto, lado a lado com plantas com flores multicoloridas. Nas varandas dos edifícios, vaso com orquídeas magníficas, e no telhado, rodeando as caixas de água, deveria ser cobrado um jardim maravilhoso. Enfim.

E como fazer com os lugares onde existe seca?

Bem, temos o exemplo da Arábia Saudita que puxa água do mar! 80% da água que se consome nas cidades chegam do mar, após tratamento de dessalinização. Aqui no Brasil o tratamento de águas do mar se faz em baixa escala por causa de falta de visão dos governantes. O Nordeste recebe todos os anos muito mais dinheiro que as cidades do Sul para solucionar o problema da seca. Portanto, a seca nordestina não tem nenhuma justificativa para existir e a água desaminizada deveria correr pelo sertão como um rio ao contrario há muito tempo. Um rio que vem do mar para o interior.

Se as cidades alagam, ou, se existem os desmoronamentos soterrando pessoas, é pela falta de arborização. Não temos mato nas cidades que se nutra com essa água que cai do céu. Não há chão de terra para sugar essa água como uma esponja. Só temos ruas com cimento que recobre a terra, a impermeabiliza, e as águas da chuva são desperdiçadas. Em lugar de cair do céu para regar o reino vegetal, ela destrói o que o reino animal construiu. Quer dizer, nós, descendentes do macaco que ainda pensamos como tal.

Notas finais
Bem, temos o exemplo da Arábia Saudita que puxa água do mar! 80% da água que se consome nas cidades chegam do mar, após tratamento de dessalinização. Aqui no Brasil o tratamento de águas do mar se faz em baixa escala por causa de falta de visão dos governantes. O Nordeste recebe todos os anos muito mais dinheiro que as cidades do Sul para solucionar o problema da seca.