Pokémon - Two Steel Friends

27 A caminho para a Zona do Safari! A longa rota dos penhascos!


Notas iniciais
Hey dudes! Tudo tranquilo e favorável? (AAAAAAAH NÃO! ESSA MÚSICA NÃO!!) Trouxe-lhes mais um capítulo de nossa Fanfic. Espero que tenham gostado do capítulo passado, e aliás, eu recebi um toque de um amigo meu que avisou que eu não deveria me preocupar em fazer o Steven aparecer em todo santo episódio. Pelo contrário, às vezes eu preciso focar em outros de meus Pokémon. Bem, mas chega de papo e vamos ao nosso tão aguardado episódio.

O Sábado finalmente havia chegado. Havia uma boa movimentação no Centro Pokémon e o barulho das conversas era audível até dos quartos, porém, um tanto mais abafado. Eu já tinha saído da cama fazia algum tempo. Ainda me sentia pesado. A batalha e a bronca de ontem havia me quebrado inteiro. Levantei-me da cama com toda a preguiça do mundo e me dirigi até a lanchonete do Centro. Tomei meu café da manhã e fiquei sentado em um dos bancos do salão de entrada. Lá, coloquei Steven para fora e, após acariciá-lo um pouco, abri meu Pokégear e liguei para o Professor Elm.

— Alô? Professor? É o Sony! Como vai?

— Oh! Oi Sony! Eu estou bem! O Togepi também. Ele já está comendo coisas mais sólidas. Ontem ele comeu uma maçã inteirinha... E pediu mais!

— Ah! Isso é ótimo... Ah... E... Professor eu... Assim...

— Que foi? Algo de errado?

— Eu... Eu esqueci de por Steven pra fora da Pokéball e tomar nota ontem! Desculpa!

— ... Tá bom...

— Eu sei que eu to até sendo pago pra isso e tals... Desculpa MESMO por não ter observado Steven ontem!

— Olha Sony...

— De-dessa vez, se quiser eu tiro notas em dobro!

— Sony!! – Gritou o Professor, me fazendo calar a boca imediatamente — Escuta. Você não precisa ficar pondo o Lairon-- Digo...Steven, pra fora da Pokéball todo santo dia.

— Nã-Não?

— Não. Se você fizer isso pelo menos 3 ou 4 vezes por semana já está de bom tamanho. Aliás, tente observar outros de seus Pokémon também, isso pode não só ajudar minha pesquisa como na pesquisa da Pokédex do Professor Carvalho.

— Hmm... Entendo...

— Bem, era só isso? Tenho que voltar a minhas pesquisas agora, então...

— Sim, sim. Era só isso. Valeu. Até Professor!

— Até.

Eu desligo a chamada e suspiro, um tanto aliviado, enquanto volto a mexer no meu Pokégear, procurando o número de Mark. Quando o acho, inicio a ligação, esperando a resposta, até que finalmente há uma resposta.

— Alô?

— Oi! Mark! Sou eu, Sony!

— Sony! Howdy¹! Tudo bem, cara? Eu tô de boas aqui.

— E aí! Tô bem sim! Valeu. Olha, cê tá fazendo a travessia de Olivine pra Cianwood?

— Yup. Eu também tenho outra passageira aliás. Eu vou partir às 11, so don’t get late, Okay²?

— Hmm... Claro! Eu não vou me atrasar! – Respondi, demorando um pouco, pois eu ainda não dominava muito o inglês naquele tempo, então eu praticamente boiei com o que ele disse de início.

— Assim espero. Até mais!

— Até! – despeço-me, fechando meu Pokégear e me levantando da cadeira onde estava sentado, invocando minha determinação interna. Eu então me despreguiço enquanto me levanto. Após me esticar, eu olho para Steven e aceno com a cabeça, afirmando que nós já estamos de saída. Coloquei minha mochila nas costas e andei para fora do Centro Pokémon. O dia estava muito bonito, apesar das grandes e densas nuvens que, às vezes, acabavam cobrindo o Sol temporariamente. Aproveitei que ainda eram 10:20 da manhã e fui dar um passeio pela cidade. Eu tinha algumas memórias desse lugar. Já havia vindo para cá várias vezes na minha infância para visitar minha tia, mas cada passo que eu dava era como se fosse algo completamente novo. Após todo esse passeio, resolvi ir direto para o porto, antes que acabasse me atrasando, pois sempre tive problemas com tempo, e mesmo que eu parecesse estar bem adiantado, algo acontece para que eu me atrase. Assim que chego ao porto, procuro por Mark por toda parte, e acabo encontrando dentro de seu barco, o preparando para a partida.

— Sony! Você veio! – recebeu Mark, com um sorriso no rosto

— Eu disse que eu vinha, não disse?

— Bem, você chegou em cima da hora. – falou, olhando para seu relógio de pulso – Nossa outra passageira acabou de chegar também, ela tava por aqui...

— SONY! – Gritou uma voz feminina atrás de mim. Logo após, sinto algo me abraçar pelas costas. Rapidamente me viro e reconheço a dona da voz.

— Liz! Quanto tempo! – Respondi, retribuindo o abraço.

— Oh, so do you know each other? Great!³

— Quê? – Perguntei, confuso.

— Nada, haha! Nada não. Bem, estão prontos para partir?

— Sim – Respondi, em uníssono com Liz. Então, subimos no barco. Em poucos minutos nós já estávamos passando atravessando as correntezas da rota 40. Logo nós três começamos a conversar, enquanto a travessia era feita – Então, como você conheceu o Mark? – perguntei, enquanto tirava uma revista de minha mochila.

— Oh, longa história... – respondeu Liz, fechando os olhos e arrumando seu cabelo – Foi assim. Sabe aquela rede social? O Switter? Então. Quando a Caori... você conhece a Caori né? Bem, ela tinha lançado um novo Single que por mim foi simplesmente um AR-RA-SO!

— cof cof trash cof. – Interrompeu Mark, escondendo sua opinião com tosses falsas.

— CALABOCA!! – Gritou Liz, visivelmente irritada com o comentário. Ela longo volta a seu humor e continua a falar – Bem, aí tinha umas pessoas que gostaram e outras que não. Aí acabou que criaram uma treta inteira lá e eu tava nas que gostaram, e “esse aí” tava nos que não gostaram. Aí a gente acabou discutindo, e a discussão ficou mais pessoal, e teve uma hora que a gente pensou “pra quê essa treta toda?” e viramos amigos!

— Entendo... – Respondo, olhando para minha revista, prestando pouca atenção nas palavras de Liz, mas ainda sim, entendi como se conheceram.

— E você, Sony? Como o conheceu?

— Oi? Quê?

— Como conheceu o Mark?

— Ah, bem... Eu tava na rota 41 me afogando e ele me salvou. – Respondi, voltando a folhear a revista.

— Oh. Que direto. – responde, arqueando as sobrancelhas. Então, continuamos conversando. Em questão de segundos estávamos na rota 41, onde as correntezas estavam bem mais turbulentas. Liz constantemente segurava minha mão, com medo, o que gerava perguntas e risadas sobre o porquê dela me segurava com tanta força. Depois de alguns minutos, já estávamos em Cianwood. Descemos do barco e nos despedimos de Mark, com abraços e risadas. Depois de um tempo caminhando, chegamos finalmente ao Centro Pokémon, onde pudemos descansar da nossa viagem.

— Hey, Sony! — Chamou Liz – Você veio pra cá por que quer batalhar no Ginásio local, certo?

— Bem... Não. – Neguei, com um semblante triste na minha cara, baixando a cabeça, fazendo meus óculos tombar para frente. Eu logo me recomponho e ponho meus óculos no lugar – Eu tô dando um tempo nos Ginásios. Eu tive uma batalha difícil lá no Ginásio de Olivine, então tô dando um tempo nas batalhas. Sabe como é.

— Entendo. Bem, então se quiser você pode ir comigo até a Safari Zone. Lembra que eles abriram uma recentemente?

— Ah, sim. Sim. Lembro.

— Então. Eu tava planejando ir ver como é. Mas a rota é meio longa e... Eu ia perguntar se você não quer ir comigo por que eu não queria atravessar aquilo tudo sozinha...

— Ah, ok então. Eu vou junto.

— AAAII! OBRIGADA! OBRIGADA! OBRIGAAAADA!! – Gritava, enquanto me abraçava de lado fortemente.

Após rirmos um pouco, nós decidimos partir. Fomos até a parte mais ao oeste da cidade até adentrarmos em uma caverna, cujo uma placa ao lado informava ser o “Portão de Entrada para a Rota da Zona do Safari”. Ao entrarmos na caverna, fomos muito bem recebidos por uma senhora em um dos balcões. Ela nos ofereceu produtos como mapas, cantis, sacos de dormir, entre outras coisas, para que pudéssemos passar pela rota sem muitos problemas. Nós compramos algumas coisas, como o mapa, pois se meu Pokégear ficasse sem bateria mais uma vez, pelo menos teríamos um mapa para nos encontrar. Fomos andando até que acabamos encontrando uma escada extremamente alta, que me dava preguiça só de olhar. Mas ambos eu e Liz deixamos a má vontade de lado e produzimos determinação o suficiente para subir tudo aquilo. Assim que chegamos ao fim da escada, pudemos finalmente sair da caverna, e quando saímos, tomamos um baita susto. A frente de nós tinha um grande penhasco e embaixo, as águas do mar. A estrada passável era estreita, e não havia nenhuma cerca para proteger, o que já dava certo frio na barriga de andar por aquele local. Eu engulo seco e olho para trás encontrando Liz tremendo, dando passos para trás.

— Que foi Liz? – Pergunto, dando um sorriso sarcástico – Tá com medinho?

— QUÊ? MEDINHO? EU VOU TE MOSTRAR O QUE É MEDINHO! – Fala, dando-me um empurrão e saindo da caverna, pisando o chão com toda a força. Eu rio da cena e saio da caverna logo em seguida. Apesar do medo de cair, a vista era de tirar o fôlego, o que me fazia gritar, para colocar para fora toda a minha excitação. Andamos com cuidado por todo o caminho. Atravessamos por pontes e afins, embora Liz odiasse passar por ela, pois tinha medo de olhar para baixo. Ela também ficava vermelha de raiva quando eu dava pulinhos e balançava a ponte. Logo pudemos chegar à uma área mais segura, onde apenas tínhamos um rio a nossa esquerda. Nós resolvemos parar para descansar perto das árvores. Liz começa a preparar um Picnick enquanto eu relaxo debaixo das sombras das árvores, soltando meus Pokémon. De repente, percebo um reflexo dourado nos meus óculos, parecia estar vindo do rio. Curioso, vou para mais perto. Liz percebe que eu parecia estranhar algo e veio em minha direção.

— Sony, que foi?

— Tem algo brilhando no rio... – Eu começo a chegar mais e mais perto da margem do rio, até que percebo algo preso em uma das pedras no rio. Aquilo tinha forma de coroa e tinha uma coloração meio dourada. Eu não tinha a mínima ideia do que quer que fosse aquilo, mas quis obter logo aquela coisa – Dock, vem cá! – chamei. Dock veio vagarosamente em minha direção e já se dispôs a ajudar – Olha, tá vendo aquele negócio dourado ali no rio? Pega pra mim, por favor?

Dock olha para o rio, observando o objeto dourado dentre as pedras do rio. Ele concorda balançando lentamente a cabeça e caminha até o rio, onde nada até alcançar o objeto. Ele então o levanta para mostrar que já o tinha em mãos e começa a nadar de volta. Enquanto Dock chegava mais perto da margem, pude analisar melhor o item. Eu lembrei de ter lido sobre aquele item mais cedo. Era chamada King’s Rock. Era indispensável para a evolução de Pokémon como Slowpoke e Poliwhirl. Foi então que percebi que algo se movia rapidamente na água, até que esta coisa pulou para fora da água, se mostrando ser um Shellder. Antes que eu pudesse dizer para Dock desviar dele, o Shellder avançou no mesmo, mordendo sua cabeça. Nesse mesmo instante, Dock e o Shellder começam a brilhar e se transformar. Poucos segundos depois, a evolução estava completa. Dock havia evoluído para um Slowking. Eu não podia descrever meus sentimentos naquele momento. Um grande sorriso formava-se no meu rosto, até que eu escuto um grito, e pressenti que alguém vinha em minha direção.

— NÃÃÃÃÃÃÃOOOO!!! – gritava um jovem homem, gordo, que usava óculos e tinha cabelos pretos. Ele usava uma camiseta social branca, calça jeans e sapatos marrons. Ele estava correndo todo desesperado e parecia que queria pular em cima de mim. Eu simplesmente desviei dele e ele se jogou no chão, e começou a socar o chão, se esperneando, como uma criança desobediente querendo o brinquedo mais caro da loja.

— O que houve com esse cara? – Perguntou Liz.

— Sei lá, vai ver é retardado.

— O QUÊ? – Grita, levantando-se, com toda a fúria – COMO OUSA CHAMAR O GRANDE COLECIONADOR EDWAN “ED” MARTINS DE RETARDATÁRIO?

— Quem?...

— Eu. Edwan “Ed” Martins. Não famoso colecionador de Pokémon de Johto.

— Ah lega--

— E VOCÊ ME ROUBOU UM POKÉMON E UM ITEM MUITO VALIOSOS, SEU... SEU... SEU SUPER NERD ESTÚPIDO!!

— E-eu?? Olha. Pra começar, eu não sou um Super Nerd. E eu não roubei Pokémon nenhum!!

— Ah não? E o que me diz do seu recém-evoluido Slowking? Aquela King’s Rock e aquele Shellder eram MEUS! Sabe quanto trabalho eu tive para arranjá-los? Aquela King’s Rock era a mais brilhante e dourada que já vi! E aquele Shellder! A língua dele era meio centímetro maior do que a dos outros Shellders comuns! E agora... E agora está tudo acabado...

— Puxa, cara eu sinto m--

— SENTE NÉ? CLARO QUE SENTE! SENTE MUITO MAS FAZ NADA NÉ? MAS ‘XÁ COMIGO QUE EU RESOLVO!! – Diz ele, correndo até Dock. Ele então agarra o Shellder em sua cabeça e começa a puxar com toda a força – VEM SHELLDER! VOLTA PRA PAPAI!!!

— POKE! – Exclama Dock, que fez Edwan levitar, então lançando-lhe contra as árvores.

— Eita!! Edwan! Você se machucou?

— Waaaaah!!! Minha coleção!!!

— Acho que ele tá bem sim – Disse Liz, fazendo uma cara sarcástica.

— Cara, olha, se quiser eu posso repor o Shellder...

— Já disse que não tem, cara! Só existe um Shellder como aquele!... A não ser que... – Ele então se levanta e corre em minha direção – A NÃO SER QUE VOCÊ ME DÊ SEU SLOWKING!

— Quê? Ah, mas nem vem! Sai!

— Minha King’s Rock, meu Shellder, portanto meu Slowking!

— Acho que não é assim que a banda toca.

— A banda vai tocar Heavy Metal aqui se você não fazer o que eu tô mandando, guri!

— Ah é? E o que você vai fazer? Usar Rollout em mim?

— Ain, isso é bullying!

— CHEGAAA!! – Gritou Liz, sem paciência – Vamos resolver isso numa batalha. Ganhe de mim e você leva o Slowking.

— LIZZZZ!!!

— Calma, Sonynho! Tenho tudo sobre controle!

— Ai... Eu não posso batalhar usando minha coleção... E se eles se machucarem?...

— PARA DE FRESCURITE E BATALHE FEITO UM HOMEM!

— Aiii! Não grita!! – Disse Ed, com as suas mãos na nuca. Ele então abaixa a cabeça e põe a mão no bolso, tirando uma Pokéball – Ok, eu batalho. Vai Munchlax!

— Legal esse Munchlax! – Disse, cruzando os braços.

— Claro né? Esse foi dado por mim pela dupla mais top de Breeders da região de Hoenn! Foi Breedado por um casal de Snorlax 6 IV e...

— Tá, tá, tá. Chega de frescura. – Reclamou Liz – Conto com você, Nidorina!

— Okay! Eu começo! Zen Headbutt! – Ordenou Ed. Seu Munchlax começou então a focalizar toda seu poder na sua testa e correu pra cima da Nidorina, que desviou rapidamente.

— Ótimo, querida! Agora... Double Kick!

Nidorina então pulou e chutou o Munchlax duas vezes, lançando-o sobre uma árvore.

— AYEE!! PAREM A BATALHA! – Gritou Ed, fazendo um “X”com seus braços. Ele então corre até seu Munchlax e o retorna para a sua Pokéball – Tá tudo bem. Tudo bem. Ninguém vai machucar você. Você vai continuar em perfeito estado!

— Meu Deus... Mas que droga você fez? – Perguntou Liz, inconformada, com uma de suas mãos na testa.

— Olha, meus Pokémon não são para batalhar. São para colecionar e mostrar! Não posso me dar ao luxo de danificá-los! – Explicou.

— Deve ser difícil ser um colecionador, não?

— É... Se eu pelo menos tivesse uma Pokédex eu poderia aprender mais sobre eles e tirar vantagem pra capturar os melhores...

— Olha eu tenho uma... – Digo, enquanto tiro minha Pokédex do bolso. Ele então simplesmente voa em cima de mim e segura nas golas da minha camiseta.

— SÉRIO? ME EMPRESTA POR FAVOR? EU DEVOLVO! EU PROMETO QUE DEVOLVO!

— Olha, eu não sei. O Professor Carvalho quem me deu e eu não posso dar ela pra qualquer um.

— FOI O CARVALHO QUEM TE DEU ELA? AI MEU SANTO ARCEUS DO CÉU AMADO!! NE-CES-SI-TO! ME EMPRESTA POR FAVORRRR!! – Implorava, me sacudindo.

— SAAAI!! – digo, me livrando de seus braços – Okay, olha, você tem um caderninho ou sei lá?

— Tenho! Tenho! Se tenho! Eu sempre carrego um pra escrever coisas importantes dos Pokémon que encontro.

— Ótimo. Eu vou te emprestar por um instante, aí você escreve as informações aí e, em troca, posso ficar com meu Slowking, tá?

— Sim, sim! Eu vou catalogar meus Pokémon na sua Dex também, tá?

— Pode ser. – Disse, dando minha Pokédex para ele, que logo sentou no chão e começou a recolher suas Pokéballs, canetas e seu caderno e começa a escrever, desenhar e rabiscar rapidamente.

Enquanto isso, Liz terminava de aprontar seu Picnick. Nós aproveitamos e comemos. Oferecemos um pouco para Ed, mas ele estava tão ocupado com suas pesquisas que nem ligou. Mas deixamos um pouco de torta para ele, se ele quisesse. Quando o sol estava finalmente se pondo, Ed terminou com seu trabalho, e me devolveu a Pokédex, com a maior das felicidades, comendo o resto de sua torta logo em seguida e seguindo seu caminho. Nós continuamos no mesmo lugar, e começamos a aprontar o local por onde dormiríamos à noite, enquanto víamos as estrelas começarem à aparecer no céu, uma a uma, até que finalmente pudemos ver a grande faixa estrelada no céu, seguida da brilhante lua acima de nós.

Notas finais
E aí pessoas! Gostaram do capítulo? Espero que sim! Se vocês puderam ver, as palavras e frases em inglês estão em negrito e com numeração. E aqui nas notas finais eu explicarei o que elas significam, só para o caso de alguém que não entende inglês não se confundir. Essa foi uma boa dica desse mesmo amigo que falou sobre o Steven aparecer todos os epis. Bem, acho que é isso então! Até o próximo capítulo! Oh, e sobre esse Switter... Digamos que é um Twitter... com "outro pássaro azul". ¹: Oi! ²: Então não se atrase, Ok? ³: Então vocês já se conhecem? Ótimo! ⁴: Lixo