Notas iniciais
Yooooooo! Como anda a vida de vocês? Animados com as voltas as aulas? As minhas só voltam em fevereiro, sintam inveja u3u Se quiserem, venham para o meu colégio, venham fazer companhia à mim, porque conviver só com funkeiro de cabelo descolorido tá foda ¬¬ E, de novo, demorei pra caralho pra postar o capítulo. Pokémon Emerald me viciou, sempre que eu vinha escrever era como se o jogo me dissesse: Não, não precisa escrever agora, eles nem vão dar falta da sua fic. Fica aqui comigo, vamos brincar um pouco mais juntos (Leiam isso imaginando uma voz maligna e hipnotizante). E o título ficou meio caidinho de novo porque o cap não teve um foco específico em algo, então coloquei no título a parte mais ''impactante''. Bem, chega de papo. Boa leitura ^.~

Já era manhã. O céu se encontrava parcialmente nublado, poucos raios de Sol conseguiam atravessar as nuvens nem tão espessas assim e parecia que a qualquer momento poderia cair uma garoa. O grupo de Pokémon havia acabado de sair da caverna de Alakazam e Slowking, e agora se encontravam numa estrada de terra já no Bosque das Águas Claras. Era um caminho bem largo, facilitando assim a movimentação do imenso grupo. Ao redor, várias bifurcações de caminho entre as árvores finas e de poucas folhas que rodeavam a estrada. Mesmo não sendo uma mata fechada, era bem fácil se perder por ali, já que não tinha praticamente nada de diferente nos caminhos.

– Okay, de acordo com os velhotes, temos que encontrar mais cinco Escolhidos que foram localizados por eles. Uma Liepard, um Zigzagoon, um Blaziken, um Chimchar e um Nidoking. Certo? – Emolga indagou, segurando um grande mapa em mãos, analisando as rotas que tomariam para chegar ao destino que queriam. O mapa, de tão grande, chegava a ser maior que a pequena esquila voadora, e como os braços da Pokémon não eram tão compridos assim, a tarefa de segurar o pedaço de papel se tornava bem difícil. Emolga fez uma careta aborrecida ao tentar pela milésima vez segurar o mapa pelas suas bordas e não conseguir.

– É. O problema é que os três primeiros se encontram em Ungraterfol City, que fica à leste daqui, e os outros dois estão no Vale do Crepúsculo, que fica à norte daqui. – Cubone concluiu, com uma expressão pensativa. – Como faremos isso? Quero dizer, vai demorar muito para ir a uma cidade, voltar, ir para a outra, e só depois seguir em frente, não? Vai tomar muito do nosso tempo útil... Será que não tem outro jeito mais rápido de buscarmos esses Pokémon?

– Bem, eu tenho uma ideia em mente que pode solucionar o caso. – Serperior falou, ganhando a atenção de todos. A serpente esverdeada tomou a frente do grupo, se virou e voltou a falar. – Por que não nos dividimos em dois grupos? Assim, um vai para um lado, o outro pro outro lado, e no final todos nos encontramos num ponto de encontro para continuar. O que acham?

– A ideia é boa, mas como ficaria a divisão dos grupos? – O Kirlia perguntou.

– Eu estava pensando nisso, e cheguei a uma divisão igualitária. O grupo um seria: Lucario, Kirlia shiny, Flygon, Lairon, Emolga, Tyrogue e eu; O grupo dois seria: Arcanine, Espeon, Vulpix, Kirlia, Cubone e Eevee shiny. Bem, devido a saída temporária de Mothim da nossa ‘’trupe’’, um dos grupos ficaria com um membro à menos. – Serperior disse, inteligente e com extrema calma na voz.

Sobre Mothim...
Estava se referindo ao fato de que a borboleta, antes de saírem em jornada, havia anunciado que passaria um tempo longe deles. Segundo Mothim, ele realmente teria assuntos muitíssimos importantes para tratar em Skyfall, e precisava resolvê-los o mais rápido possível. Quando questionado sobre não saber o caminho até lá e se o que o esperava nessa cidade valia mais a pena que salvar o mundo, somente respondeu que não demoraria muito e que assim que terminasse o que teria de fazer, voltaria. E disse que caso se perdesse, Rayquaza poderia ajudá-lo a encontrar o caminho certo novamente. Ninguém ali, a não ser o próprio Pokémon alaranjado, sabia do que esses assuntos se tratavam de verdade, e por não saberem a real gravidade do caso, não argumentaram e o deixaram ir, embora Arcanine tenha relutado bastante em concordar com isso...

– N-não quero causar confusão nem nada mas... Na minha opinião, o time do Lucario tá consideravelmente mais forte que o nosso. – Eevee falou, tímida e gaguejando um pouco, pois estava com medo da resposta que levaria. – Não seria melhor passar alguém de lá pra cá? Assim ficaria mais equilibrado. – Terminou dando sua opinião.

– Argh, será possível que essa coisinha tá sempre querendo me ferrar! A gente não vai passar ninguém daqui pra ai, ouviu? – Lucario rebateu ao argumento de Eevee, irritado e sem paciência. Estava de braços cruzados e batia o pé freneticamente no chão, como uma criancinha fazendo birra porque a mãe não quis comprar o brinquedo que ele gostou.

–Lucario! Não fala assim com ela, seu grosso! Ela só deu uma opinião, não pode repreendê-la por expressar o que acha! Pede desculpa, agora! – Gritou a Kirlia, autoritária e reprovando a atitude do amigo. – E só pra constar, isso não foi um pedido, foi uma ORDEM! – Todos olhavam espantados, inclusive Lucario, que estava com os olhos totalmente arregalados.

–Me desculpa, Eevee. – Falou Lucario, relutante e bufando. – Pronto, tá feliz agora, Kirlia?

– Melhor impossível. – Respondeu, irônica.

– Hey gente, não precisam se estressar. A-acho que minha ideia realmente foi bem idiota, me perdoem. – Eevee disse, sem graça e se encolhendo.

– Não se desculpe, Eevee. Sua intenção de fortalecer nosso lado foi até boa, mas acho que podemos nos cuidar sem precisar de mais alguém. – Arcanine disse, amigável e dando um sorriso para a Pokémon, que respondeu com um sorriso singelo também. Logo, todo o resto do grupo assentiu.

– Então está certo. Que tal o meu grupo ir para o Vale do Crepúsculo e o de vocês ir para Ungraterfol? No final de tudo, quando conseguirmos achar os cinco Escolhidos, nos encontramos aqui novamente, nesta rota. – Flygon sugeriu, ganhando um aceno positivo de todos. – Então ótimo! Vamos, temos bastante coisa pela frente! E parem de brigar o casalzinho ai! Não vou ter paciência pra aguentar um gritando com o outro por muito tempo, viu? – Flygon se referia à Lucario e Kirlia, que ainda discutiam. Aparentemente, Kirlia ganhava a briga.

Os grupos então se separaram. O grupo de Arcanine pegou um atalho pela pequena floresta aberta, atalho esse sugerido por Vulpix, que estava nas costas de Arcanine o tempo todo, pois ainda não conseguia andar direito. O outro grupo seguiu reto.

– É, parece que essa Kirlia será a salvação para aguentarmos esse Lucario, não acha? – Lairon sussurrou pelo canto da boca para Tyrogue. Os dois tinham ficado um pouco mais para trás.

– Pois é. – Tyrogue soltou um risinho. – Por que será que os Anciãos mandaram eu trazer essa caixa de Stones com a gente? Antes disso tudo, eu até pensava em sair viajando por ai negociando todas essas pedras por coisas de alto valor, mas creio que agora não terei mais tempo pra isso...

– Ah, sei lá, realmente não temos muito o que fazer com isso agora que estamos numa jornada para salvar a Terra. Mas vamos ficar com isto mesmo assim, vai que serve pra algo mais lá pra frente, né? Vamos, o grupo já tá lá na frente, se não nos apressarmos, ficaremos muito para trás e os perderemos de vista. – Lairon concluiu, começando a andar. Tyrogue ainda olhava para a caixa em sua mão, a revirando. Segundos depois fez uma careta e deu de ombros. Só agora andava em direção a seu grupo.

{...}

– Já estamos a um bom tempo caminhando. Podemos parar um pouco para comer e descansar? Não aguento mais andar. – Implorou Kirlia.

– Bem, eu não vejo problema. Hm... Vamos parar aqui mesmo, não parece ter nenhuma ameaça por perto de qualquer maneira. – Arcanine concordou com a ideia do outro.

O grupo que seguia para Ungraterfol parou em um campo aberto, com grama baixa e verde vivo, porém em alguns lugares a grama alta e escura predominava. Não havia árvores por perto. O tempo tinha fechado de vez, nuvens cinzentas e agora espessas encobriam todo o céu, o Sol não podia ser visto por estar totalmente escondido. Agora, pequenas gotas de chuva começavam a cair, gotas essas que mesmo sendo pequenas davam um certo arrepio no corpo ao entrar em contato com o mesmo, os pingos eram bem gelados. Uma leve brisa igualmente gelada espalhava o chuvisco.

– Droga, tinha que começar a chover logo agora?!? Urgh, tá gelado! – Cubone protestou, se encolhendo um pouco a cada gotinha que lhe acertava e se abraçando. Chegava a ser fofo.

– Pelo menos você tem algo para proteger a cabeça. – Eevee disse, observando o céu. Vulpix concordou com a Pokémon e repetiu sua frase. – Estou faminta. Será que tem alguma coisa que dê pelo menos pra saciar um pouco a fome?

– Aparentemente não. – Espeon concluiu, olhando em volta. – Fiquem por aqui vocês, tentem achar algum local coberto para ficarem, irei dar uma volta por ai para ver o que encontro para nós.

– Eu também vou, não posso deixa-la ir sozinha sabendo que algum aliado de Mewtwo pode te atacar por estar só. Vocês, nem ousem sair daqui. – Arcanine colocou Vulpix no chão e se distanciou do local junto com Espeon.

Caminharam por alguns metros, mas nada acharam. A chuva apertava cada vez mais e Arcanine já estava se sentindo bastante incomodado com isso.

– Parece que aqui por perto realmente não tem nada... E você já parece bem impaciente com a chuva. Vamos fazer o seguinte, eu irei para a parte mais aberta do campo, e você vai para aquela parte rochosa lá. – Espeon apontou para uma parte onde a grama terminava e tinha várias rochas cobertas de areia. – Eu já passei por aqui há uns dias atrás, se não me engano tem uma caverna por ali. Lá você pode procurar por comida e ainda assim não se molhará. Pode ir, eu ficarei bem sozinha, nada demais irá acontecer. – Terminou com um sorriso simpático.

– Ótima ideia. Obrigado e nos vemos daqui a pouco. – Arcanine correu até o local que a gata indicou, em poucos segundos já havia saído da vista da Espeon. A gata voltou a andar, analisando tudo a sua volta.

– ‘’Eu ficarei bem sozinha’’. Olha, seu eu fosse você não contaria tanto com isso. – Uma voz surgiu do mato alto ali perto. As orelhas de Espeon atiçaram e começaram a rondar o local, em busca do exato lugar de onde veio o som. Sua calda se eriçou um pouco e a Pokémon entrou na tradicional posição de ataque de um gato. Não sabia por quê, mas aquela voz não lhe era estranha...

– Quem está ai? Não sei o que quer mas, aconselho não tentar nenhum ataque. Posso ser uma garota mas nem por isso darei mole pra você se formos batalhar.

– Hey hey, calminha ai. Não quero confusão, não com você. – A voz foi se aproximando e Espeon estava mais alerta do que nunca. – Eu não teria coragem de machucar uma gata tão graciosa como você. – O dono da fala estava perigosamente perto, sentiu Espeon. A gata se virou para trás rapidamente e deu de cara com alguém ligeiramente conhecido.

– Você? Você não é aquele Persian de ontem? O que faz aqui e por quê me segue? – Espeon indagou, confusa. Olhou o Pokémon de cima à baixo, e reparou que ele usava um anel não tão diferente do seu na pata dianteira direita. Era um anel prateado com um diamante vermelho no centro, com algumas marcações de estrelas e galáxias nele.

– Sim sim, sou eu mesmo. Eu particularmente não diria que estou te seguindo, somente diria que... estou à sua procura para recuperar algo que é meu. E acho que você sabe muito bem do que eu estou falando. – O gato, que até agora estava sentado limpando sua pata dianteira esquerda, se virou com um olhar cínico para a outra. – Devolva-me o Anel de Cronos! – Nessa fala, tinha colocado uma considerável porção de raiva na voz.

– Não irei devolvê-lo à você. Acredito até que isso na verdade nem seja seu... Desde ontem tenho tido um péssimo pressentimento sobre o que você é. Você é muito suspeito pra um simples Persian que quer seu pertence de volta... – Enquanto falava, Espeon recuava a passos lentos e pequenos.

– Suspeito, hãm? Você é bem desconfiada... Mas acho que realmente te dei motivos para isso. – Persian avançava a cada passo que Espeon recuava, tornando assim o tentativa de distância da gata inútil. – Acabemos logo com isto. Preciso desse amuleto para dá-lo à Mewtwo, ou então ele me mata, literalmente. Creio que você não queira ser a causadora implícita de uma morte, não é mesmo?

– Não irei cair nessa. Se quiser o Anel, lute comigo primeiro. Quem ganhar, fica com ele. É um método bem mais justo.

– Bem, se é assim que quer... – A pata de Persian começou a ser encoberta com uma aura roxa, e logo uma Shadow Claw havia se formado. Espeon somente observava e esperava o momento certo para dar uma evasiva. Depois de um longo tempo sem nenhum movimento dos dois, Persian rapidamente partiu para cima de Espeon, soltando um miado de autoridade. O ataque passou bem perto do rosto da gata, que por sorte conseguiu desviar a tempo de ser atingida.

‘’Ele é muito rápido’’ Espeon pensou, admirada. O havia subestimado antes, mas agora via que seria um pouco mais difícil de derrota-lo do que imaginou.

Espeon começou com um Light Screen. Não sabia quais eram os ataques do oponente, mas por via das dúvidas, queria evitar que o pior lhe acontecesse. Após isso, uma esfera escura com ‘’detalhes’’ em roxo começou a se formar à frente de Espeon, e logo uma Shadow Ball havia se formado. Espeon deu um giro e bateu com sua calda na esfera, na intenção de arremessá-la o mais forte possível na direção do inimigo. O ataque foi interrompido por um Protect, a esfera de sombras bateu no ‘’escudo’’ de Persian e se desmanchou. ''Droga, de qualquer jeito, não iria fazer efeito sobre ele, havia me esquecido disso...'' Pensou Espeon.

Persian deu um pulo alto e em pleno ar uma camada de aura lilás meio rosada começou a envolve-lo por completo, alguns raios laranja saíam da parte da frente da tal camada. Persian começou uma queda livre em direção à Espeon com um Giga Impact preparado par acertá-la. Espeon deu um pulo para trás em evasiva, e quando pensava que Persian iria direto de encontro ao chão, o gato branco desviou seu caminho com a pata, se redirecionando para Espeon e a acertando.

Espeon rolou alguns metros com o impacto do ataque, se levantou rapidamente, se sacudiu e lançou um Psyshock em direção ao rival. Persian em resposta acumulou energia rapidamente e lançou um raio elétrico na direção exata das esferas azuladas com indícios roxos do Psyshock, mais especificamente, usou um Thunderbolt. O ataque elétrico cortou ao meio o ataque psíquico e se dirigiu à Espeon. Quando estava prestes a acertá-la, Espeon deu um pulo, deu um mortal para frente e caiu, o Thunderbolt atingiu o chão.

Espeon juntou o máximo de energia que pôde e um índice laranja surgiu a sua frente. Depois de muita energia já acumulada, Espeon lançou o Hyper Beam em Persian, que contra-atacou com o mesmo ataque. Os raios colidiram e os dois Pokémon colocavam cada vez mais força no ataque. Depois de um tempo, o raio de Espeon acabou engolindo o raio de Persian, e o mesmo acabou por ser atingido. Uma grande fumaça encobriu o local, depois que ela se dissipou, Espeon procurou pelo adversário para ver em qual estado ele havia ficado, e para sua surpresa o gato de capa não havia recebido o dano esperado. Persian estava em pé, com alguns arranhões pelo corpo, mas nada muito grave. Em seu rosto, um sorriso sanguinário e um olhar psicopata o faziam ficar bem amedrontador.

– Você é bem mais forte do que imaginei que fosse. – Espeon disse, fazendo pequenas pausas para tossir. O sorriso do outro de alargou ainda mais ao escutar isso.

– Não sou um Persian normal, tenho lá minhas ‘’trapaças’’. – Ele falou, ainda com aquela mesma expressão. – Estou cansado, que tal me fazer o favor de acabar com essa luta logo? Ande, se renda, será melhor para nós dois. – Persian dava curtos passos para frente, e parecia estar tramando algo.

– Não. Mesmo. – Espeon rebateu, pronunciando uma palavra de cada vez, para dar mais impacto.

Persian soltou um rosnado de raiva e correu o mais rápido que pôde na direção da oponente. Pulou e empunhou sua pata dianteira direita, mas ao contrário de antes, não planejava usar algum ataque. Espeon também correu e quando pegou velocidade deu um salto para frente, deu vários giros no ar e planejava usar sua cauda para parar Persian.

Finalmente os dois se colidiram, a cauda de Espeon com a pata de Persian, não bem a pata, mais sim um pouco mais acima, mais para o pulso. Os anéis dos dois roçavam um no outro. Ficaram um bom tempo se enfrentando, até que uma força desconhecida por eles começou a rodear o local. Um vento forte levantava as folhas caídas das árvores, a chuva ficou exageradamente forte, raios caíam à volta, Espeon e Persian voltaram ao chão e observaram incrédulos à algo extraordinário que se formava a frente deles. Grande energia se acumulava num ponto só, e o que era pequeno no início, ganhava proporções inacreditáveis. Tudo envolta era sugado para o centro daquela coisa. Os dois gatos olhavam perplexos: Nunca imaginavam ver um buraco negro de verdade diante de seus olhos.

– Mas o que é que... – Persian não conseguia terminar a frase, estava perplexo demais para conseguir pronunciar algo. – Espeon, vamos embora daqui! É perigoso demais! – Persian gritou, mas Espeon não pareceu ouvir.

A gata rosada olhava, meio que hipnotizada, para o buraco. Suas pupilas estavam dilatadas, sua boca levemente aberta. Aos poucos, Espeon ia se aproximando daquilo, até estar perto até demais do buraco negro.

– Espeon, vamos! Se afaste daí, tá querendo morrer?!? – Persian tentava de todo jeito alertá-la, mas era inútil. Espeon estava cada vez mais perto, até que parou bem em frente ao portal. O olhou por mais alguns segundos, até que fez algo inesperado po Persian: Pulou para dentro do portal. – ESPEON! Ah não... – Ele se encontrava desesperado a essa altura do campeonato. Olhou mais uma vez para aquela coisa tão estranha para ele, e tomou uma decisão mais inesperada ainda. – Eu não acredito que realmente vou fazer isso por alguém que mal conheço. – Persian após dizer isso, saltou em direção ao portal negro também.

Após os dois pularem lá, o portal se fechou por completo. O vento parou, as folhas secas que voavam agora se encontravam novamente no chão. A tempestade voltou a ser garoa. Era como se aquele portal só fosse se fechar quando os dois aceitassem se aventurar nele. Como se só tivesse surgido ali para levá-los à uma galáxia totalmente diferente da que eles conheciam...

Notas finais
Aos que ainda não apareceram: Peço mil perdões! Eu juro, tentei incluí-los nesse cap, mas mais uma vez iria ficar enorme, já que a parte que envolvia os cinco novos personagens era gigantes :// Tentarei incluir todos eles no próximo ^-^ Como já viram, o foco da história mudou totalmente de novo. Essa ideia de buraco negro... sei que ficou meio ''WTF?'' e doentio, mas foi uma ideia que me veio em última hora e achei que se encaixaria com a história ^.^ Isso tudo será explicado, mas não dou uma previsão de quando (Como já disse, tem personagens novos para fazerem sua aparição ainda, e eles são minha prioridade no momento). Na verdade, não ficou tão complexo assim o lance do portal negro. Se vocês analisaram bem os capítulos anteriores, lembrarem de alguns detalhezinhos crucias já ditos na história e ligarem os pontinhos, dá pra tirar uma conclusão óbvia. Vou deixar vocês quebrarem a cabeça MWAHMWAHMWAHMWAH! Espero que tenham gostado XD Até ^3^ s2 s2