Pokémon Pyro Max
403 PPMAX-375: A missão de Light e a omissão de Baron
— Por que então tá trabalhando pro Kumamoto se você é da polícia?
Light mexia no broche de Simon.
— Você também não vai com a cara dele e mesmo assim resolveu trabalhar para ele.
— Tenho meu motivo.
— Eu também. Prontinho.
O rapaz tirou o explosivo de dentro do broche e mostrou a Simon. Segundo Light, a bomba era uma garantia para que ninguém fugisse com o dinheiro adiantado.
— Eu soube que há pouco um cara morreu aqui perto.
— Infelizmente não cheguei a tempo. Eu ajudei umas 10 pessoas. 11 contigo. Mas agora com a explosão dele, os outros devem ter sacado sobre a bomba.
— Por que tá fazendo isso? Querendo ser meu amigo? Me ajudando com a bomba?
Light foi até a varanda e afirmou que havia investigado sobre Simon e seus amigos. Ele tinha curiosidade em saber sobre as pessoas que o seu tio ajudara.
— Aqui está o meu cartão. Ligue pra mim se quiser uma parceria. Ainda tenho vidas pra salvar.
Ainda naquele dia, uma pessoa dentro de um ônibus explodiu, causando uma tragédia. Havia quinze pessoas dentro do veículo e pelo menos 5 foram parar no hospital. Um Growlithe da polícia farejou e achou a origem da explosão.
— Um broche? — indagou a policial.
— Já são duas pessoas explodidas com o mesmo tipo de broche — comentou o outro policial.
A notícia se espalhou por toda a Aqualaguna. O governo não queria mais pânico do que já tinha com o caso do vazamento de petróleo.
...
Na plataforma de petróleo, a invasão da Equipe Black Aqua começou. Os invasores jogaram bombas de fumaça. Os trabalhadores (também eram marinheiros) pegaram em armas para se defender, mas os blackers usaram pokémons genéricos como Koffing e Ekans.
— Usem os pokémons de proteção — falou o comandante.
Os pokémons que protegiam a plataforma eram Vigoroth, Machoke, Persian e Vaporeon. Eles até que protegeram bem dos pokémons venenosos, mas foram pegos de surpresa quando surgiu um Bisharp no time dos vilões.
— Parece que eles não estão nada bem. Temos que fazer alguma coisa, senhor Robert.
— Você tá louca pra entrar nessa batalha, né, garota?
— O senhor me conhece tão bem assim?
Luiza não aguentou ficar parada e usou a sua Lucario para ajudar os marinheiros desesperados.
...
A batalha ocorria na superfície mas também na parte debaixo da linha da água. Os blackers explodiram bombas na entrada automática da base, além disso rebocaram os entulhos e entraram. Foram mais de 20 pessoas invadindo.
— Eles entraram! — falou Dree aos demais.
Pitt, Enrick e Rave resolveram proteger a base dos vilões.
— Eu também preciso fazer algo — Dree tinha uma pokébola.
O outro grupo batia no teto do domo, atrapalhando os técnicos na reparação. A água entrava com mais força pela rachadura. E o alarme ficou ainda mais potente. O nível da água aumentava a cada minuto.
Ainda no submarino, Maytsa gargalhava de felicidade ao ver a Black invadindo a base. Ela mal podia esperar por as mãos em Jason.
— Nenhuma aparição de Jason, por enquanto — falou o blacker na direção.
— O que ele está fazendo? Não posso sair do submarino sem a certeza de que ele vai estar lá. Espero mesmo que esteja.
— Nem olha pra mim assim. Meus drones captaram Jason indo para a plataforma. É óbvio que ele desceu para enfrentar a líder de ginásio, pois o ginásio é naquela base. Você precisa ter paciência — disse Bernardo.
— Argh... Essa sensação de frio na barriga. Aquele moleque vai me pagar pela humilhação que sofri em Celestial. Ah mas vai!!
A água entrou com tudo no ginásio, incluindo nos quatro domos. A arena subterrânea foi tomada por uma "cachoeira", obrigando os dois a pararem a batalha. Nath ficou muito chateada por causa do estrago que a água fez em sua arena e atrapalhado a sua vez de batalhar.
— Aqueles tapados estão me chamando. Deve ser algo grave. Vamos.
Ela levou Jason para o centro da arena e ativou um elevador. Subiram até o nível da base e saíram do pequeno ginasio.
— Putz... o que tá acontecendo? — Jason indagou ao ver a base um caos e cheia de água.
A garota respondeu aos seus colegas pelo rádio e pediu Jason que se escondesse, pois bandidos muito perigosos invadiram a base. Mas o rapaz não deu ouvidos e saiu correndo.
— Droga. O que esse moleque pensa que tá fazendo? Rihanna superestimou demais essa criança.
O fato era que Jason não havia achado seu pai e Luiza. Correu para a base central, mas os marinheiros haviam feito barricadas com sacos de areia.
— Não atirem. Sou eu.
— Deixem ele entrar — ordenou Dree.
O vice-capitão explicou que toda a base estava sendo invadida pela Equipe Black Aqua. Rihanna, porém, não estava lá.
— Não entendo o motivo deles fazerem um movimento extremo desse.
— Já enfrentei a Equipe Black outras vezes. Talvez eles queiram me pegar por vingança.
— Tá, mas como saberiam que você estava aqui?
O marinheiro responsável por vigiar as câmeras falou que invadiram o compartimento dos submarinos. O quarteto principal estava descendo para enfrentá-los.
...
A confusão ocorria nas profundezas de Aqualaguna, mas um coisa relevante ocorreria na superfície.
— 66% desse cheque será meu, hein? Quiçá todo ele — Jaws dirigia um carro enquanto pensava no que faria com o cheque.
De repente, uma explosão bem na estrada, atingindo o lado esquerdo do veículo. O homem perdeu o controle e bateu numa placa de trânsito.
— Que coisa feia. Você traiu Yamashida e acaba de trair Maytsa, que também é uma traidora — Baron Harris estava sobre a placa.
— Você é?
O Drapion levantou o carro com seus membros da cabeça.
— Você tem algo que eu quero para mim. O cheque que Kumamoto te deu. Mas não fique impressionado, pois ouvi tudo o que vocês conversaram.
— O que quer de mim?
— Eu te deixo ficar com 20% desse dinheiro e deixo que fuja. Mas vai ter que trabalhar para mim.
— Também vai trair o Yamashida?
— Eu não preciso traí-lo, pois tenho a liberdade de fazer o que quero mesmo dentro da Equipe Black.
BARON AVANÇA!!
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