Notas iniciais
Olá, capítulo novo, espero que gostem!

— Quem é você?

Toshi se assustou com a repentina aparição da garota e corre para baixo da árvore.

— Mais que garoto assustado, não é mesmo Jiggly?

— Jiggly.. jigglypuff! – disse o pokémon como resposta.

— Não sou medroso, você que apareceu do nada. – disse Toshi. — E eu estava distraído.

— Distraído com o que? Não tem nada de interessante por aqui.

— Olha. – ele apontou para o galho. — Minha mochila ficou presa lá, preciso dela.

— Ah então é isso, por que não usa um pokémon para te ajudar a pegar?

— É que não possuo um pokémon ainda. — disse o jovem com medo do julgamento, por achar isso um pouco vergonhoso no mundo onde vive.

— Nossa, sério? Pude jurar que você era um treinador, mas irei te ajudar. – então ela se virou para o pokémon. – Jiggly, você sabe o que fazer!

A jigglypuff inflou o seu corpo e saiu flutuando pelo ar. Até chegar onde a mochila estava.

Ei! Cuidado! Não deixe-a cair!!

Apesar do aviso, a mochila escorrega e cai. Toshi salta para pegá-la antes de tocar o chão. Logo que consegue pegá-la, a abre e fica aliviado.

— Nossa! Desculpe, mas o que você tem de tão importante aí dentro em?

Toshi retira um ovo de dentro da mochila e em seguida o abraçou.

— Olha, é um ovo pokémon. – ele explicou. — Foi um presente de uma companheira.

— Nossa! Que legal! – disse a menina animada. — E é de qual pokémon?

— Eu não sei, o carrego comigo por um bom tempo. Já deve estar perto de nascer. Espera, minha companheira, preciso saber como ela está.

Ele logo tenta telefonar para Cynthia, mas não consegue se quer sinal para isso.

— Droga não tá funcionando.

— Eu posso ajudar. Trabalho no laboratório do Professor e lá você pode usar o computador, mas espera, você não respondeu quem é você!

— Meu nome é Toshi, e o seu?

— Eu sou Olly! E essa é a minha Jigglypuff.

— Jigglypuff! – o pokémon disse simpaticamente.

Olly tem 17 anos de idade, veste um jaleco branco típico dos laboratórios pokémon. Tem o cabelo preto e cortado no ombro. Aparenta ser uma garota simpática em momentos, porém tímida em outros.

— Prazer Olly. – eles se cumprimentam.

— Você pode me dizer onde estou exatamente?

— Você esta no Vale do Mel, região de maior produção de mel de todo o continente de Nerton. — diz a garota surpresa com o fato de Toshi não saber onde está. — Mas como você não sabia disso?

— Ahh é que... — "se eu contar tudo, todos aqui vão me achar louco, já que parece que as pesquisas estavam certas, existem universos paralelos ao nosso!" — Haha, é que eu me mudei hoje para cá e ainda não sei nada.

— Entendi. Então Toshi, vamos até o laboratório?

— Sim, obrigado.

Eles caminham até o vilarejo onde o laboratório fica. Param na porta e logo veem um homem com dificuldades para carregar alguns potes.

— Ei veja, aquele é o professor Thomas. – disse Olly.

— Parece que ele precisa de ajuda.

Eles vão ate o professor e o auxiliam com os potes, que no caso eram de mel.

— Obrigado Toshi, entãoo você é novo aqui né?

—Sim.

—Ei professor ele precisa usar um computador, será que pode ser o do laboratório?

— Mas é claro! Estarei retribuindo o favor.

Eles entram e Toshi tenta por um tempo se comunicar com Cynthia e professor Carvalho, mas sem sucesso.

— Droga. – diz irritado.

— Calma, logo conseguirá falar com seus amigos. – diz Thomas calmamente. — Mas então, o que veio fazer em nosso continente, por acaso está em busca de novos desafios?

Assim que o professor termina sua frase, eles escutam um barulho vindo de fora do laboratório.

— O que foi isso? — perguntou Olly assustada.

— Não sei, vamos lá ver.

Ao sair e irem até o local de onde veio o som, se deparam com um pokémon que acabara de virar um grande pote de mel, o pokémon em questão era um Pinsir.

— Cuidado jovens, esse pokémon pode ser perigoso!

O Pinsir irritado com a intervenção enquanto fazia sua refeição, parte em ataque contra eles.

— Deixem comigo! — Olly toma a frente com seu Jigglypuff. — Jiggly use o pisar!

A Jigglypuff parte para o ataque sem temer o Pinsir que vem em sua direção, o golpe atinge a cabeça do Pinsir, porém ambos sofrem danos, pior para Jigglypuff que é arremessada para trás.

— Droga ela não vai conseguir sozinha, você precisa ajudar ela Toshi! – diz o professor.

— Mas eu não tenho um pokémon.

— É serio isso? — se surpreende Thomas.

— Certo, não podemos é perder tempo, lá dentro há três pokébolas na mesa, pegue uma e volte rápido pra ajudar.

Toshi vai imediatamente.

"E agora qual escolho, não me imaginei passando por isso". – Toshi pensou.

Ele pega a da esquerda e corre para ajudar, enquanto isso Jigglypuff evita os golpes do Pinsir.

— Toshi use o pokémon que escolheu.

Toshi libera o pokémon da pokébola, e dela sai um Turtwig.

—Turt, Turtwig!

— Então o primeiro pokémon que usarei em batalha será um Turtwig. Certo, legal, vamos lá use a investida!

O Turtwig é valente e ataca sem medo, porém sofre com o golpe do Pinsir e fica no chão.

— Droga ele é mais forte claro.

— Turt, Turtwig!

O pokémon se levanta, mostrando que ainda está na batalha.

— Ei Toshi, só preciso que distraía ele por um tempo. — grita Olly.

— Certo, Tortwig use a evasiva e não deixe que ele te atinja.

O pokémon começa a se esquivar.

— Perfeito, é nossa chance Jiggly. Vocês aí, tapem os ouvidos!

Todos olham para Olly e fazem o que a garota pediu.

— Agora Jiggly, vamos colocar esse inseto para dormir!

O Jiggypuff começa a cantar e logo o Pinsir, junto com Tortwig dormem.

— É agora, vai pokébola.

Olly arremessa a pokébola, e com isso faz a captura do Pinsir, mesmo sem demonstrar muita empolgação com isso.

— Nossa, mesmo trabalhando muito tempo com pokémon essa é a primeira vez que vejo uma captura com meus próprios olhos! — disse Toshi empolgado.

Olly passa por ele com a pokébola em mãos e vai até o professor.

— Professor, pode ficar. — ela entrega a pokébola contendo o Pinsir.

— Só capturei, pois seria a melhor forma de tirá-lo da nossa vila, você pode ficar com ele, por favor?

— Claro Olly sem problemas, e Toshi, vejo que ficou interessado na possibilidade de se tornar também um treinador. Por que não fica com o Tortwig? Assim poderão aprender juntos, garanto que lhe trará muito conhecimento sobre os pokémon.

— É uma ótima ideia Toshi, eu estou partindo em busca de informações sobre um pokémon diferente que pessoas disseram ter visto. Você podia me acompanhar, viajar em grupo é sempre mais divertido. — diz Olly tentando esconder a empolgação.

Toshi caminha até o Tortwig que se encontra em profundo sono, e o pega no colo.

"Um pokémon diferente? Será que pode ser aquele.", pensou Toshi.

— Apesar de estar um pouco mais velho do que geralmente as pessoas que iniciam essa jornada, eu irei aceitar o desafio.

— Sério Toshi? Isso é ótimo, apesar de não ter tanta experiência assim poderei ajudar você em algumas coisas.

— Obrigado Olly, então esta decidido, me tornarei um treinador pokémon!

Após decisões tomadas, Toshi e Olly foram comer algo, enquanto o Professor foi analisar o ovo pokémon de Toshi. Passados alguns minutos eles se encontram em frente ao laboratório .

— Aqui está seu ovo Toshi, ele está em ótimo estado. Pelo o que analisei o pokémon que está aí dentro está muito próximo de sair.

— Obrigado Professor, e sim, já ando com ele por muito tempo, já já nascerá.

— Certo, já não são crianças, mas mesmo assim tomem cuidado. O mundo pokémon é cheio de surpresas e algumas podem ser perigosas.

— Pode deixar professor, teremos cuidado e serei uma boa guia para Toshi aqui na nossa região.

Eles se despedem e partem para a saída da Vila do Mel, onde terá início a sua viagem em busca de novas descobertas e para Toshi, em busca de uma forma de voltar para casa.

Notas finais
Próximo capítulo: (Cuidado com os ferrões) - Eles são muitos Toshi, temos que sair daqui!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.