Notas iniciais
Estamos começando, espero que gostem, o capitulo é unico, mas enormeeeee, vou fazer mas uma fanfic curtam, leiam e obg .

Meu nome é Guilherme Ketchum, sou um líder de ginásio da cidade de Pallet, ano 2075, estou contando minha história de como virei treinador Pokémon, herdei o dom de meu pai, Ash Ketchum, tudo começou em 2030:

Eu estava empolgado, meu primeiro dia de jornada estava para começar, meu pai e o professor Carvalho falaram que às sete da manhã era para eu estar no laboratório para escolher meu Pokémon, eu sai de casa e entrei no laboratório, estava sem nenhuma pessoa, sem contar papai e o professor, olhei para o relógio da parede e vi o horário, nove e meia da manhã, corri em desespero em direção aos dois e perguntei:

– Sobrou algum Pokémon?

– Apenas um.

Disse meu pai, eu, quase chorando de alivio, perguntei:

– Qual?

– Totodile.

Disseram meu pai e o professor em uníssono.

–Legal.

Eu estava feliz, eu tinha um Pokémon, o problema era que eu tinha experiência com todo tipo de Pokémon, mas eu queria um elétrico, pois eu era acostumado ao Pokémon de meu pai, Pikachu. Pensei bem e resolvi que preferia um de água, no caso Totodile, do que um fantasma ou um voador, e até mesmo um psíquico, peguei a pokébola que estava Totodile e abracei e me despedi de meu pai e do professor Carvalho. Fui à minha casa e disse adeus a minha mãe, May, sai correndo e fui em direção à cidade de Pewter, lutar contra o primeiro líder, e também meu padrinho, Brock.

Chegando a cidade, meu padrinho estava me esperando, já era noite e eu estava com sono, cumprimentei Brock e falei:

– Vamos dormir, amanhã de manhã vamos batalhar beleza?

– Beleza.

Nós entramos no seu carro e fomos para sua casa para poder dormir.

Na manhã seguinte, comemos e fomos ao ginásio, chegando lá Brock perguntou:

– Você está com quantos Pokémon?

– três, no caminho capturei um Bulbasaur e um Wartortle, e no laboratório peguei um Totodile.

– Boa escolha, e capturou dois ótimos Pokémon.

– Você está com os Pokémon que deixei aqui para você treinar um pouco?

– Sim.

Ele me entregou meu Charmander e um Nidorino, que quando deixei era um Nidoran M.

– Legal você evoluiu.

– Pronto para a luta?

–Sim

– Só estou usando um Pokémon, a evolução do Onix, Steelix.

A batalha começou, eu e Brock gritamos ao mesmo tempo:

– Vai Nidorino/Steelix.

Eu comecei:

–Nidorino, investida.

–Steelix, evasiva. Agora use cauda de ferro.

–Use evasiva Nidorino.

–Boa, acertou amigão.

–Nidorino, volte. Vai Charmander.

– Vamos lá, Steelix, investida.

– Evasiva e depois use ember.

–Não

– Acertei, agora use scratch.

– Evasiva, deixe que ele acerte a parede.

– Charmander não.

– Legal, já foram dois, só mais três.

– Charmander volte. Bulbasaur vai. Folha de navalha.

– Me acertou, Steelix investida.

– Bulbasaur, é ariscado, mas invista e use folha de navalha ao mesmo tempo.

– Acabei com ele, mas estou só com metade do poder do Steelix.

– Volta Bulbasaur. Vai Wartortle. Bolhas.

– Evasiva

– Bolhas de novo.

– Me acertou.

– Investida Wartortle.

– Acerte ele com a cauda.

– Não. Volte. Vai Totodile. Use water gun.

– belo ataque, foi super efetivo. Agora acabo com você, use cabeça de ferro.

–Totodile, evasiva no ultimo segundo.

– Não tem como.

–Não!

–Venci.

–Espera.

Meu Totodile começou a ficar branco e mudar de forma, cresceu e de repente:

– Ele evoluiu para um Croconaw.

Disse Brock, impressionado. Logo, me olhou e falou:

–Vamos continuar a batalha.

– Croconaw investida.

– No ultimo segundo use evasiva Steelix, ele está fraco e você também, o próximo a atacar vence.

Quando disse isso, meu Croconaw acertou Steelix em cheio, e eu venci, derrotei o meu primeiro líder de ginásio.

–Caramba, que golpe, parabéns.

–Obrigado.

–pegue sua insígnia, essa é a de rocha.

– Obrigado.

Alguns dias depois, eu estava andando em meio à mata e dei de cara com elites rocket, os soldados mais bem treinados da equipe rocket, que agora não eram apenas Jesse e James, era uma organização global, eu os encarei e falei:

– Saiam daqui.

– Garotinho marrento.

Disse um dos três, dando um peteleco na minha testa, eu nervoso, disse:

– Vai se ferrar.

– Cala boca ai, marrento.

Eu coloquei a mão no cinto e tirei a pokébola do Charmander, e falei:

– Charmander vai.

O elite que me chamou de marrento sorriu para os outros dois, esticou a mão ao cinto, tirou um bastão elétrico e começou a rir como um louco, acertando meu Charmander com o bastão, eu sai correndo, a certa distancia, olhei para trás e vi ele matando meu Charmander, comecei a chorar, ele parou, me olhou, deitou sobre o Pokémon e começou a morde-lo, só me dei conta do que ele fazia depois de alguns segundos, ele estava comendo meu amigo, tomei coragem e sai correndo na direção dos soldados, gritando:

– Desgraçados!

Um deles entrou na minha frente, eu pulei em cima dele e comecei a soca-lo, eu gritava, chorava e espancava-o, parei quando vi o sangrando, implorando por perdão e chorando como um bebê, os outros dois, tinham cara de medo e estavam prestes a correr, eu não bati neles, mas só por vingança olhei e para assusta-los, disse:

– Quem é o próximo?

Eles pegaram o soldado machucado no colo e saíram correndo, eu vi que, em seus cintos, tinham dois tipos de pokébola, em alguma estava escrito escravo e em outras ajudantes, uma de escravo caiu no chão e eu a peguei, liberei o Pokémon e vi, era um Pichu, ele começou a me acariciar para agradecer, segurei o Charmander no colo e liguei para o professor Carvalho, contei tudo que aconteceu até ali e ele disse para eu colocar o Charmander na frente do celular, quando vi ele ficou vermelho e de repente estava com o professor, ele disse que podia cura-lo, ia demorar, mas meu amigo sobreviveria, e disse que colocaria um braço robótico no coitado, por fim, me deu os parabéns pela insígnia e disse que contaria tudo a meu pai, nós nos despedimos e eu segui viagem até a próxima líder de ginásio, Misty.

Alguns dias depois cheguei à cidade de Curulean, era manhã, eu já conhecia Misty, ela era amiga de meu pai, e viajou com ele e Brock, não só por isso, mas também por outro motivo, que vocês já vão descobrir, entrei no ginásio e cumprimentei a líder, ela foi até a janela do quarto de sua filha, que andava ficando apenas no ginásio, pois ficava quase o dia inteiro treinando e disse:

– Andressa, minha filha, seu namorado chegou.

– Sério?

– Sim.

Ela saiu de lá, pulando a janela, eu a segurei pela cintura e a beijei, depois disse:

– Eu estava com saudade meu amor.

– Eu também querido.

Nós nos abraçamos mais um pouco e eu disse:

– Misty, eu quero que seja uma batalha em duplas, eu e Andressa e você com uma de suas irmãs, pode ser?

– É claro, Gui.

– Um Pokémon para cada treinador?

–Sim.

A batalha começou, eu com meu Croconaw, minha namorada com seu único, mas poderoso Pokémon, Lucario, Misty com Vaporeon, e a tia de Andressa com Seal.

Eu e Andressa, mais nossos Pokémon, trabalhamos em perfeita sincronia, não abrimos a boca durante toda a batalha, nós pensávamos e os Pokémon obedeciam, Croconaw atacava Seal e Lucario atacava Vaporeon, mas de repente mandei meu Croconaw lançar o Pokémon de Misty para o auto com um water gun, ele obedeceu, Lucario pulou e socou ele para o fundo da água do campo de batalha, de uma vez só, acabamos com Seal, e Vaporeon, assim nos abraçamos e gritamos:

– Vencemos, ganhamos a insígnia cascata.

– Parabéns crianças, filha, quero que coloque essa pedra, feita em laboratório pelo velho Fuji, perto de Lucario.

– Tá

Ela colocou e de repente Lucario ficou com mãos e pés vermelhos e com dois espinhos cada, as faixas de sua mascara cresceram e suas roupas mudaram um pouco. Eu perguntei:

– o que é isso?

– Uma mega evolução.

–como ganho uma pedra dessas?

– Carvalho vai te dar uma quando seu Croconaw evoluir para Feraligatr.

–Legal.

–Crianças, vocês tem que ir, Lucas espera os dois em Vermilion, para a batalha contra o líder Tenente Surge, quero que cheguem hoje, por isso, vou leva-los de carro, tudo bem?

–Sim, vamos.

Eu disse empolgado para ver meu melhor amigo.

Misty nos deixou na frente do ginásio, Lucas estava nos esperando, nos cumprimentamos, conversamos, para colocar o papo em dia e apresentei Andressa a ele, mas descobri que quando menores, tinham estudados juntos, nossa batalha ia ser de dois tempos, três Pokémon do Tenente, contra um de cada um de nós, tudo de uma vez, quando entramos no ginásio, vimos um adulto chorando e falando que perdeu seis Pokémon e não acertou um ataque no Raichu dele, no primeiro e segundo tempo, poderíamos trocar de Pokémon, nós entramos na arena, ele nos cumprimentou e disse que sabia que viríamos, tinha falado com Misty, ele não enrolou e já falou para começar a batalha, eu comecei com Pichu, minha namorada com o Mega Lucario e meu amigo com um Mew Brilhante, eu babei um pouco e ele riu, falou que trocou 35 Pokémon por aquele Mew, disse que é forte e valeu a pena. Nós quatro juntos gritamos:

– Vai.

Surge jogou Raichu, Raichu nem atacou e ficou parado, chegou perto de meu Pichu e Lucas falou para seu Mew:

– Use transformar, vire um Pichu e fique perto de Raichu.

O Pokémon obedeceu, assim ficamos com dois Pichu, logo descobrimos que aquele Raichu era fêmea, pois tinha extinto maternal, Andressa mandou Mega Lucario dar um golpe na cabeça de Raichu, ele deu e o Pokémon desmaiou, depois Surge mandou um Pokémon nem um pouco forte, Elekid, eu falei:

– Deixa comigo, Pichu, Choque do trovão.

–Não, você me acertou.

–investida Pichu.

–Evasiva no último segundo Elekid.

–Você não consegue.

–Ah, você acertou de novo. Use investida.

– Evasiva e depois cauda de ferro, amigão.

Assim acabou o primeiro tempo, Surge só tinha mais um Pokémon, no segundo tempo eu resolvi usar Croconaw, quero evoluí-lo, e estou criando certo carinho por ele, assim, começou o segundo tempo:

–Croconaw, vai.

–Mega Lucario, vai.

–Mew Brilhante, vai.

–Raikou, vai.

–Boa escolha, mas o Mew do meu melhor amigo também tem os seus truques.

–Mew, quero que você tome a forma de um Mega Mewtwo Y.

– Boa Lucas.

Disse minha namorada. Mewtwo começou a bater em Raikou e Raikou em Mewtwo, quando Mewtwo voltou a ser Mew e desmaiou, Raikou estava com metade de seu poder, Mega Lucario começou a socar Raikou, quando desmaiou, o Pokémon com aparência de tigre só tinha metade da metade de seu poder, eu gritei para meu amigo Croconaw:

–Use water gun, scratch, arranhe e depois o soque até desmaiar.

Ele obedeceu e em pouco tempo, Raikou tinha desmaiado.

– Parabéns, filho de Ash, você e seus amigos merecem a insígnia, a insígnia do trovão, Carvalho disse para vocês passarem uma semana aqui em Vermilion, não posso deixa-los ficar em minha casa, pois é pequena, mas posso leva-los ao melhor centro Pokémon, pode ser?

– Olha seu Pokémon amor.

–Ele está evoluindo para Feraligatr, preciso falar com o professor.

Liguei pra ele e ele me enviou a pedra de mega evolução e evolui ele para Mega Feraligatr, ele parecia feito de cristal.

Fiquei feliz, e levei todos meus amigos, ficaram recebendo um tratamento do melhor, recebendo fortificantes, e aumentando seu potencial, eu fiquei a semana inteira treinando cinco horas, e o resto brincavam ou descansavam, meus amigos estavam adorando.

Eu estava almoçando com Andressa, quando uma enfermeira Joy, veio correndo e sem falar nada, nos pegou pelo braço e nos arrastou até a sala de treinamento intensivo para Pokémon, quando entrei vi um Pikachu, ele veio em minha direção, começou a me fazer carinho, e eu percebi e falei:

–Garotão, você evolui.

– Na verdade descobrimos que ele é ela, ou seja, é uma Pokémon fêmea.

– Legal, na minha cidade, meu pai tem um Pikachu.

Assim, seguimos viagem, quando estávamos em Nurinoh, uma cidade pequena, eu avistei um ginásio, na entrada estava escrito que o local estava sendo usado para um campeonato não oficial de Pokémon, eu corri e me inscrevi, Lucas e Andressa fizeram o mesmo, enfrentei vários Pokémon e descobri que quando o poder da pedra de mega evolução acaba, você fica com o amigo que tinha antes, eu, venci o campeonato, por pouco não perdi para Lucas, ele derrotou Andressa nas semifinais, ela, por número de vitórias, ficou em terceira, a batalha contra Lucas foi um ótimo treino, cada um tinha direito a dois Pokémon, Lucas só usou Mew e eu usei Feraligatr e Pikachu, quando estávamos saindo do pequeno ginásio vi uma televisão, nela um repórter falava que o mundo estava acabando, de pouco em pouco, com pequenos acidentes geográficos, e o próximo seria lá onde a gente estava, era uma ordem do governo para evacuar a cidade, pessoas começaram a correr e gritar como loucos, nós três saímos correndo, eu na frente, Lucas atrás e Andressa logo depois, quando íamos sair da cidadezinha, o terremoto começou a derrubar casas prédios e tudo o que tinha lá, eu parei, um prédio começou a cair, minha namorada em sua direção, Lucas parou, ficou com cara de espanto, eu sai correndo na direção de Andressa, a empurrei com toda minha força, ela caiu e se machucou, mas estava a salva do prédio, já eu não, sabia que mesmo que corresse com toda minha velocidade, não sairia de baixo do prédio, olhei para Lucas e falei com todas as forças que tinha, usando o que poderiam ser minhas ultimas palavras:

– Cuide dela, e dos meus Pokémon.

Baixei a mão até o cinto de pokébolas, o tirei e joguei para meu melhor amigo, o fim se aproximava, eu olhei nos olhos de Andressa e mexi a boca dizendo:

– Eu te amo.

Eu senti o prédio se encostar na minha cabeça, e em uma fração de segundo, a pokébola do Mew de Lucas estourou, ele veio em minha direção, criou uma explosão, e me jogou para longe, o prédio caiu sobre ele e nós vimos sua essência ser dizimada, ele não tinha morrido, logo vimos uma explosão bem no lugar onde Mew tinha estado, depois do clarão, vimos um Mewtwo que veio em nossa direção, concertou a pokébola usando um poder psíquico, depois entrou nela.

Começamos a achar estranho, Mew não evolui então Lucas contou que sabia que se um Mew morre, seu treinador recebe sua cópia específica, assim nenhum treinador de Mew ficaria sem Pokémon.

Eu e meus amigos tínhamos uma meta, eu queria oito insígnias para o campeonato em Kanto, Lucas queria ser um colecionador de Pokémon raros, e Andressa queria viajar e no futuro, ser a líder de ginásio no lugar de sua mãe, eu tinha saído de Pallet há três semanas e já tinha quatro insígnias, como os treinadores da minha cidade tinham saído atrasados, eu só tinha mais duas semanas até o campeonato, eu achei que não conseguiria as oito insígnias, mas agora tinha esperança, estava chegando ao próximo líder que deveria enfrentar, um líder de primeira viagem, mas muito poderoso, Sakoshi, da cidade de Fhetas, entrei no ginásio, ele estava sentado em uma cadeira, levantou e conversou comigo, então começamos a batalha, Guilherme Ketchum da cidade de Pallet contra Sakoshi Yamaru, líder de ginásio que me daria a insígnia raridade:

– Você sabe que uso só um Pokémon e ele é lendário, ninguém pode contar o Pokémon que uso, seria um crime, ninguém que nunca tenha batalhado comigo ou visto uma luta não sabe que Pokémon uso.

– Beleza

– Vai Feraligatr.

– Vai Ditto.

– Use water gun, amigão.

– O que aconteceu? Você acabou com meu Ditto em um ataque só, como?

– Não sei, também estou surpreso.

– Pega essa porcaria de insígnia e vai embora do meu ginásio.

Gritou ele, jogando a insígnia para mim, achei besteira da parte dele fazer isso, mas o que importava era que eu tinha minha quinta insígnia, só faltavam mais três.

No dia seguinte eu estava chegando ao próximo líder da cidade de Veridian, não sabia quem era, meu pai disse para não ir lá, era perigoso, ele nem disse o porquê, mas era necessário, o campeonato estava perto e eu não queria ficar sem ao menos entrar nele.

Cheguei ao ginásio, estava escuro, cheguei ao lugar onde aconteciam as lutas e de repente as luzes acenderam, eu vi de pé, no outro lado do campo de batalha, um homem que nunca tinha visto pessoalmente, mas já tinha ouvido falar muito, era um velho inimigo de meu avó, chamado Red, esse inimigo era Giovanni, o chefe da equipe Rocket, eu falei:

– Eu te mato.

Eu joguei todos meus amigos, os cinco que estavam comigo, lancei-os e eles começaram a rosnar, ele lançou um Mewtwo, meus Pokémon foram para cima, em uma explosão, todos eles foram lançados para longe, menos um, Pikachu:

– Pikachu, use choque do trovão, ganhei babaca.

– Porque está falando assim? Eu não sou mais chefe da Rocket, os abandonei, os novos lideres são Jessie e James, pegue sua insígnia e corra, você precisa ir para o campeonato.

Assim eu tinha a sexta insígnias só faltavam duas e eu ia conseguir.

Continuamos viagem e três dias antes do campeonato eu já estava na nova sede do tão esperado torneio, eu tinha derrotado Erika e Koga, entrei no lugar da batalha e ai...

– Agora nas semifinais, Guilherme contra Jasmine, batalha de um contra um, Guilherme e seu Feraligatr, e Jasmine com seu Emboar, começar.

– Eu escolho você Feraligatr

– Vai Emboar.

– use water gun

– Evasiva e use Ember.

–Cuidado, a não, me acertou.

– Boa

– Se levanta meu amigo, Agora use mordida.

–Evasiva no ultimo segundo Emboar.

–Acertei.

Ficamos horas nesses altos e baixos, até que os dois estavam fracos e usaram seus ataques mais fortes:

– Use water gun com toda sua força amigão.

– Emboar, use pilar de fogo.

Os dois sofreram ataque e começaram a ficar zonzo e quando um deles caiu e o juiz gritou:

– O vencedor é Guilherme Ketchum, da cidade de Pallet, e seu Feraligatr.

Comecei a pular e comemorar, quando olhei nos olhos de Andressa, ela pulava e era quem mais comemorava, dei um aperto de mão em Jasmine e disse que tinha sido a melhor batalha até o momento, logo olhei nos olhos de minha namorada e comecei a andar em sua direção, todos abriram caminho para mim, a maioria tentava me segurar e eu encostava em suas mãos como cumprimento, mas só olhava nos olhos de Andressa, Lucas estava a seu lado, ainda olhando nos olhos dela dei um abraço nele, e logo depois a segurei pela cintura e dei nela o melhor beijo de todos os tempos, todos no ginásio começaram a aplaudir e fomos avisados que eu iria precisar de um parceiro para a próxima batalha, eu escolhi Lucas pois ele tinha um Pokémon muito forte e assim fomos para a batalha final.

Os adversários estavam encapuzados, e começaram a falar:

– Prepare-se para a encrenca!
– Encrenca em dobro!

– Para proteger o mundo da devastação!
– Para unir as pessoas de nossa nação!

– Para denunciar os males da verdade e do amor!
–Para estender nosso poder às estrelas!

– Jessie!
–James!

–Equipe Rocket decolando na velocidade da luz!
– Renda-se agora ou prepare-se para lutar!

– Meowth! É isso aí!

–Equipe Rocket, não pode ser.

– Somos sim e você vai nos enfrentar.

Eu liguei para o professor Carvalho, e pedi uma coisa, depois levei minha mão até uma pokébola e gritei:

– Charmander vai.

– James, aqueles elites tinham matado ele, não era pra ele estar aqui.

– Eu sei.

– Charmander, ember, scratch, soque eles, chute-os, use lança chamas.

–Pare seu Pokémon cretino, Jessie, faça algo.

Eu falei sem nenhuma intenção, mas disse:

– Charmaleon, repita tudo e aumente a força do lança chamas.

Charmander ficou branco e de repente era um Charmaleon, e obedeceu minhas ordens, Meowth disse:

– Alguém nos ajude, por favor.

Mais uma vez, sem nenhuma intenção eu disse:

– Charyzard, repita tudo com o triplo de força.

Foi o que aconteceu, e eu desci no campo de batalha fiquei atrás do meu Pokémon, senti uma chama dentro de mim ardendo, eu estava dentro do meu amigo, eu dava os golpes, e sem falar nada, eu e meu Pokémon começamos a nos separar, eu virei um Mega Charyzard X e meu amigo era um Y, ao mesmo tempo, por mente, nós nos comunicamos e dissemos:

– Lança chamas.

Usamos e ele voltou a ser um Charyzard, assim como eu voltei a ser Guilherme, ao longe ouvi três vozes dizendo:

– Equipe Rocket decolando de novo.

Eu vivi um momento único, mas não sabia que muito ainda estava por vir.

Eu estava sem paciência, sai correndo em direção do único lugar que eu seria feliz, minha cidade. Corri com tudo de mim, um dia inteiro, e parei a duas cidades depois, comecei a sentir dor no peito, cai no chão e comecei a gritar de dor, não sei quanto, mas, certo tempo depois, Lucas e Andressa estavam me colocando em um carro, eu por uso de toda minha energia, desmaiei de dor, nós três estávamos sentados no banco de trás, eu desmaiando de cinco em cinco minutos, deito no colo de Andressa, ela cuidando de mim, e Lucas fazendo uns remédios, não sei quantas horas depois, vi o carro parar na frente da minha casa, eu tomei os remédios de Lucas e logo fiquei forte novamente, desci do carro, e vi meu pai, fui a sua direção e ele me abraçou, nunca tinha me sentido tão feliz de estar ao seu lado, ele disse para eu descansar, eu estava meio pálido, então ele me disse que eu poderia entrar em uma nova jornada, não seria para ir a um campeonato, mas eu iria com meus primos, filhos do irmão da minha mãe, Max, meus primos se chamavam Max Junior, que era o mais velho e o que eu e a nossa família só chamávamos de J., que era a inicial de Junior e o mais novo chamado Nero, eu tinha dois meses até lá, um ótimo intervalo entre jornadas, eu ficaria treinando.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!