Pokémon Idaina Shinjitsu
3 A morte e o juramento de vingança
Notas iniciais
Episódio bastante misterioso. As coisas estão começando a se encaixar (Ou não)
- Está bem, por mim já chega! — Gritou Soul. — Eu não vou desistir até de destruir, bicho feio!
— Hahahah! — Riu o homem. — Você não entende que não tem a menor chance! E o homem, com o braço de Tyranitar usou a Fire Fang, mas por sorte Soul e Aipom conseguiram desviar a tempo, fazendo o bater tão forte na parede, que perfurou ela e seu braço ficou preso. — Tempo para nós fugirmos. — Disse Soul enquanto corria com Aipom em direção a porta, mas se lembrou do pobre Haunter, que estava atacando o "homem" preso. — Podem ir, eu me viro! — Gritou o Haunter. — Como é... Ele fala? — Soul perguntou-se, mas deixou pra lá, abriu a porta e saiu do castelo. — Você fugiu pela última vez! Eu sei onde você mora! Eu sei onde você mora, seu pirralho! Eram 22:00 PM quando Soul chegou em casa, entrou silenciosamente com Aipom no colo e quando chegou em seu quarto... — Filho! Onde você estava!? — Eeeer... Mãe, eu... Vi esse Aipom ferido pela janela e... Desci para ir capturá-lo! Foi isso! — Não minta para mim Soul Darkmoon! — Gritou sua mãe, segurando o chinelo. — Cara... Dificil vai ser dormir com uma chinelada na bunda, preciso pensar numa desculpa agora... — Pensou Soul. — Eu te dou três segundos para explicar o que aconteceu. — Mãe... Sabe como é que é... Eu adoro Pokémons, e eu já tenho 10 anos, então eu fugi para procurar um Pokémon... Sua mãe botava o chinelo no pé e explica ao filho. — Soul... Sei o quanto é importante pra você começar uma jornada Pokémon, como todos os outros treinadores, mas você sabe o quanto é dificil deixar você ir embora... Vai dormir, que eu vou arrumar sua mochila para você partir amanhã, tudo bem para você? — Claro mãe, já estou indo dormir! — Disse Soul, enquanto subia as escadas e entrava em seu quarto. Soul sabia que tinha muitas coisas em sua mochila que ele devia tirar, pois sua mãe ia mexer em sua mochila, ele pegou o seu caderno, a Pokébola GS e os colocou debaixo de sua cama, guardou Aipom na Pokébola depois deitou-se e fingiu que estava dormindo, esperando sua mãe subir e colocar as coisas em sua mochila. Passou-se mais de cinquenta minutos e ele estranhou que sua mãe ainda não tinha vindo, ele então desceu pra ver o que tinha acontecido. — Mãe... Está aí? — Soul perguntou. Ao olhar para cima, viu que um tijolo estava caindo em sua direção, por sorte ele conseguiu esquivar a tempo, o teto estava desabando. — O quê? Mãe! Socorro! Quando ele entrou na cozinha, reparou que ela estava toda destruida, e com marcas de arranhões por toda parte, ele escutou o barulho de alguma coisa se quebrando na sala de estar e foi correndo para lá. Quando chegou lá, percebeu que havia um buraco na janela, e a cortina estava no chão, parecendo que tinha alguma pessoa por baixo dela. — Eeer... Mãe? — Soul perguntou, segurando o choro. Quando ele tirou a cortina, era sua mãe, morta, o que o jovem Soul fez para merecer isso? Na hora ele chorou muito e começou a gritar. — Eu não devia ter me metido nisso, eu não devia ter mentido para ela... — Reclamou. — EU VOU ME VINGAR! NÃO IMPORTA QUEM SEJA VOCÊ! A noite se passou, já era de manhã e estava Soul sentado no sofá, só pensando na vida e no que podia ter feito para evitar isso. Ele pegava a Pokébola de seu Pokémon e lançava. — Aipom... Está decidido, hoje eu vou fazer o que minha falou antes de morrer, vou partir para minha jornada, vou pegar todas as insignias e me tornar um mestre Pokémon... Mas, eu me vingarei desse homem que é metade Pokémon, a qualquer custo! — Disse Soul. — Aipoooom! — Concordou Aipom. E então o jovem Soul partia para sua jornada, com sua mochila toda preparada. Será que ele vai conseguir realizar todos os seus objetivos? Quem afinal é esse cara que é metade humano e metade Tyranitar? O que será que tem nessas Pokébolas GS? Será que um dia Soul encontrará Ho-oh? Eeer... Do jeito que as coisas vão indo; não. Numa manhã chuvosa, na Rota 29, a primeira rota de Johto ao Oeste de New Bark, se encontra o jovem Soul, que partia para uma aventura. O Aipom de Soul que andava ao lado dele estava um pouco confuso, desde que sairam de New Bark, não ouviu seu dono falar nem uma única palavra. Se passou vinte minutos, até que encontraram um Rattata selvagem que fugia para algum lugar entre as árvores, Soul não pensou duas vezes, foi logo atrás do Pokémon para capturá-lo e ter mais um no time. Depois de alguns segundos de perseguição, percebeu-se que não era somente o Rattata que corria para aquela direção, eram vários Pokémons: Sentrets, Pidgeys, Caterpies, Furrets. — O que será que está acontecendo, para os Pokémons estarem assim? — Pensou Soul. — Parecem estar fugindo de alguma coisa... Soul seguiu cautelosamente os Pokémons, durante 5 minutos, e percebeu que eles estavam correndopara o norte da Cidade de Cherrygrove e suldeste da rota 30, onde se encontrava uma pequena lagoa, e próximo a ela, havia uma caverna, e era lá onde os Pokémons entravam. — Hmmm... Isso é estranho, não é, Aipom? — Perguntou Soul. — Vamos lá investigar!
E os dois entraram na caverna, que era aparentemente, muito escura. Soul pegou a lanterna em sua mochila e ligou e começou a investigar pouco a pouco a caverna, até que ele viu um Zubat, que voou em sua direção, mas rápidamente Aipom entrou na frente de seu treinador e atacou Zubat com um arranhão, que acertou em cheio o adversário. — Ótimo Aipom, vamos derrotar esse Pokémon! Zubat se levantava e contra-atacava com Leech Life, deixando Aipom enfraquecido. — Está machucado, Aipom? — Perguntou Soul, e Aipom balançava a cabeça, negando. — Então vamos continuar a batalha! Quando Soul olhou novamente para Zubat, viu que estavam se revelando outros Zubats e Golbats, prontos para atacar Soul. — Whooaaaahhh! Vamos embora daqui Aipom! — Gritou Soul, mas era tarde para dizer isso, pois estavam cercados. — Use Ember agora! — Dizia um jovem, com um casaco preto, olhos vermelhos brilhantes, e um cabelo liso e escuro, que estava atrás de Soul. Um Cyndaquil apareceu, e acertou todos os Pokémons que estavam em volta, os que não foram acertados, ficaram assustados e fugiram. — Hehehe! Pelo visto você parece ter dificuldades em batalhas Pokémons... — Disse o jovem. — Quem é você, e por que me ajudou? — Perguntou Soul. — Meu nome é Jase, e... De nada. — Respondeu. — Ei, exibido! Eu podia ter me virado! Se me der licença eu vou continuar a fazer o que eu estava fazendo! Soul continuava seguindo investigando a caverna, e deixando aquele tal de Jase para lá. Até que ele chegou no que parecia ser o fim da caverna, mas não havia nenhum Pokémon selvagem próximo. — Estranho... Para onde eles foram? — Perguntou Soul. — Aipom, vamos esperar um pouco para ver o que acontece, vou analisar a carta. Ele pegava a carta em sua mochila, e analisava pouco a pouco. — Bom, ele disse que ele precisa entregar essa carta... Mas, por que ele não faz outra? Acho que tem alguma coisa nessa carta que eu ainda não percebi... Isso me lembra da lava dominando Cinnabar e um Tyranitar misterioso que lutava junto a seu treinador. — Falou Soul, sentado numa pedra, olhando a carta. — Aipom, agora que a água secou, se eu ter um pouquinho de percepção e delicadeza, talvez eu consiga enxergar o resto da carta sem rasgar ela em pedaços. Soul mirava a lanterna para a carta e tentava ler o que estava escrito, e percebeu que novas palavras se revelaram. — "Professor, o projeto está pronto, venha para a cidade C-", o resto não dava para enxergar, mas havia na outra estrofe "Muito poder e velocidade, fazer desse mundo um lugar melhor", e na outra estrofe "Ligue a TV no Canal de Noticias Pokémon, no último dia do mês, as 7:00 PM", espera, então não tem nada a ver com aquele vulcão em erupção? E como é que ele sabe que vai acontecer alguma coisa no último dia desse mês as 7:00 PM? Estamos quase no final desse mês, então...
Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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