Pokémon Enimia
5 Cap. 1: O Emergir de um vilão ácido
Notas iniciais
Região de Kanto, cidade de Viridian 10:28
Era uma manhã calma na cidade de Viridian. Amber, um jovem treinador pokemon, esperava a visita de seu irmão que mora em Johto.
Amber é um jovem de 20 anos, alto, cabelos negros e curtos, e com um olho cor de âmbar e outro negro. Trajava uma jaqueta de couro com uma regata branca por baixo, uma jeans e sapato pretos. Não tinha tempo de se importar com sua aparência, sempre estava ocupado pois o jovem era um detetive, empregado a pouco tempo, mas já possuía uma lista consideravel de casos resolvidos. O rapaz estava atolado de trabalho, já que pretendia descobrir o paradeiro de seu pai, que há alguns meses havia sumido sem deixar rastro algum.
Amber tomava seu café da manhã, quando bateram em sua porta. Ao abrir a porta, o jovem descobre que era um adolescente com cabelos negros que formavam uma franja caída sobre um de seus olhos, esta por sua vez não era da mesma tonalidade que o resto do cabelo mas era pintada de roxo, seu olho que ficava a mostra era negro, o jovem trajava uma camisa roxa, luvas sem dedo, uma gargantilha de couro, uma calça preta, um cinto com suspensórios caidos,um tênis roxo com detalhes brancos. Amber olhou para o jovem e disse:
—Pois não? Em que posso ajudar?
O jovem da um sorriso de canto de boca, e responde o jovem detetive.
—Que história é essa? Não reconhece mais seu irmão?
De fato, aquele era Purple, o irmão mais novo de Amber, um adolescente de 15 anos um tanto problemático.
—Purple?
— Eu mesmo!
— QUE PORRA É ESSA MULEQUE?
Purple se assusta com o berro de seu irmão.
—Qual o problema?
—Que viadagem é essa que tu chama de cabelo? E que caralhos é essa coleira? Virou um Growlithe agora?
—O termo correto é “gargantilha”, entendeu? Aff... Até parece a mamãe...
—É imagino o quanto a mãe falou no seu ouvido por essas viadagens aí!
—Vai ficar me criticando ou vai me convidar pra entrar? Foi uma longa viagem sabia?
Os dois irmãos jogam muita conversa fora, afinal, já fazia alguns anos que eles não se viam. Amber começa a preparar um café, oferece um pouco a seu irmão, mas o mesmo recusou e preferiu uma lata de refrigerante.
Já com suas bebidas, os dois se poem a conversar.
—Então Purple, como tem passado nesses últimos anos?
Mais uma vez, o jovem da um sorriso, dessa vez, cheio de orgulho, mostrando uma badge case com todas as insígnias de Johto
—Nada demais… só fazendo umas viagenzinhas por ai…
Ambêr fica surpreso, mas sem mudar seu semblante de seriedade, e virando um gole de uma caneca de café ele diz para seu irmão.
—Hum… realmente impressionante. E a escola?
Purple se mostra desconfortavel, começa a coçar sua nuca e desviar o olhar.
—Er… Vai bem…
—Não foi o que a mamãe me disse…
—Nem começa, só a mamãe já é o suficiente!
—Relaxa… não vou bancar o chato hoje. Parabéns pelas insígnias!
Purple estava surpreso, esperava ouvir um sermão de seu irmão com uma pitada de comentários de sua mãe, mas, não foi o caso. Ele sorri para seu irmão mais velho e os dois batem seus punhos em um brofist.
—Então… quando pretende enfrentar a Elite dos Quatro? Quem sabe meu irmãozinho não vira o novo campeão! Isso seria bem maneiro!
—Assim que abrirem a competição eu vou me escrever!
—Todos os treinadores que conseguiram as 8 insígnias, disputando na Victory Road por uma chance de tentar se tornar o campeão da região… Não te deixa nervoso?
—Nah… eu já sou o campeão, they just don’t know it!
Os dois irmãos riem por um tempo, porém, Amber recebe uma ligação da delegacia, um homem suspeito apareceu em Pallet. De acordo com testemunhas, o homem vestia roupas negras e tinha um Nidoking e uma Nidoqueen, talvez ele tivesse alguma ligação com os casos corrosivos, uma série de assassinatos que utilizava pokémon do tipo veneno, e que possivelmente estariam ligados ao desaparecimento de seu pai. Devido a emergência, Amber decide ir para Pallet, dando ordens pro seu irmão ficar esperando, que ele não demoraria. Os pensamentos de Amber começavam a passar pela sua cabeça, será que ele finalmente descobria algo sobre o paradeiro de seu pai?
Cidade de Pallet, 14:07
Os policiais estão em volta de um laboratório. Um laboratório que um dia, pertenceu ao famoso professor Carvalho, mas, com os dados da pesquisa aumentando a cada dia, com o encontro de mais e mais pokemons em diversas regiões, ele se mudou para um outro laboratório maior e entregou seu laboratório antigo e uma pequena porção de sua antiga pesquisa, para um amigo de confiança, esse amigo era ninguém mais ninguém menos que Belkior, pai de Amber e Purple, um cientista que visava a criação de pokemons perfeitos e aprimorados, mas, havia simplesmente sumido a alguns meses. Amber ajudou seu pai por um tempo em suas pesquisas, e sabia que alguma pessoa poderia usar o que seu pai descobriu para o mal. A idéia preocupava Amber.
Ao chegar no laboratório, um dos policiais muda a expressão séria para um sorriso sincero ao ver o rapaz.
—Amber! Você chegou, até que enfim!
—Olá capitão, qual a situação?
—O suspeito continua dentro do laboratório, o local está cercado, não tem como ele fugir, estamos esperando que ele se renda e que tudo acabe de forma pacifica, mas não parece que ele quer cooperar. Talvez devêssemos entrar.
—Vou dar uma checada.
Amber fecha seus olhos e se concentra, Amber sente uma presença humana e uma de um pokemon dentro do laboratório, o humano tinha uma aura maléfica que apenas por senti-la, deu calafrios na espinha de Amber. Já a aura do pokemon era forte, não era um pokemon comum, estava muito acima do nível dos pokemons dos policiais normais. Amber dava graças por suas habilidades psíquicas, se não fosse por elas, esses pobres policiais enfrentariam alguém de um nível muito maior.
—Seu suspeito esta lá dentro capitão, e possui um pokemon fortíssimo.
—O que acha que devêmos fazer?
—Eu vou entrar… vou tentar enfrenta-ló de frente, não posso permitir que ele pegue nada das pesquisas de meu pai, estou sem tempo para pensar em um plano. Se eu demorar demais, mande uma equipe tática atrás de mim, diga para eles evitarem combate com o indivíduo…
—Claro… Tome cuidado, filho!
Ao entrar, Amber vê o laboratório completamente bagunçado, revirado e empoeirado, aquele lugar trazia muitas lembranças. Bem no final da sala, na frente de um grande computador, um homem com um jaleco negro, botas e luvas de couro, uma calça militar preta e uma mascara de gás que cobria seu rosto inteiro. Na manga e no peito de seu traje havia o símbolo da gangue dos Toxics, os principais suspeitos dos casos corrosivos, como se fosse um brasão de algum exercito, em sua mão havia uma masterball.
—Hunf…Só um garoto? Admito que esperava que a policia me levasse mais a sério...
A voz do homem é pesada e intimidadora. Ela é abafada pela mascara de gás e por alguma razão, Amber fica com medo, como se pela própria postura daquele homem, Amber já soubesse que ele seria um oponente admirável.
—Não posso permitir que você saia daqui com seja lá o que você pegou! O que faz no laboratório de meu pai!?
O homem fica em silêncio por um tempo e calmamente segura seu queixo com dois dedos de forma pensativa, e guarda a masterball.
—De seu pai? Interessante, eu conheci seu pai garoto! Um homem brilhante!
—De onde você conhece meu pai!? Não me obrigue a usar a força!
Amber retira uma pokébola e a arremessa.
—Vá! Baltazar!
O Alakazam de Amber aparece, em postura de combate. O jovem policial escolheu este pokémon para tentar amedrontar o suspeito, se ele realmente tinha 2 pokémon do tipo veneno consigo, Amber apenas pode assumir que ele teria mais ou que jogaria algum dos dois, se fosse o caso, ele teria vantagem na luta, além disso, o jovem torcia para o criminoso se assustar com a escolha do pokémon com vantagem e repensar se a luta seria a melhor opção. Isso daria a Amber a chance de tentar entrar na mente do homem. Porém, além dele não ter se abalado em nada, os pensamentos do homem eram vazios e obscuros, Amber não conseguia entender nada, era como se duas pessoas falassem ao mesmo tempo, o jovem telepata nunca tinha visto algo desse tipo.
O homem retira de seu cinto uma pokébola, é possivel ver as outras 5 presas no mesmo.
—Nidoking…
Da pokébola do homem, um Nidoking de aparência raivosa sai, o homem não demonstra nenhum temor por enfrentar um pokémon com vantagem, o que preocupar Amber.
—Baltazar! Psychic!
O pokémon estica seus braços, e das colheres que ele segura, uma onda de energia roxa voa e acerta em cheio o peito do Nidoking que nem tentou revidar. Aquilo incomodou Amber.
—Bem rápido… Nada mal garoto. Minha vez...
Amber começou a se preocupar seriamente com aquilo, como podia alguém se manter tão calmo a ponto de levar um golpe com vantagem sobre seu pokémon apenas para ver o quão forte é o oponente?
—Nidoking, Shadow Ball.
A esfera de energia negra voa na direção do Alakazam, mas Amber da o comando para um Light Screen e por questão de segundos, Baltazar consegue fazer a parede mágica antes da esfera acerta-lo, porém, isso apenas deixou Amber ainda mais frustado, pois seu pokémon não parecia nada bem, mesmo com a barreira para protege-lô.
O Nidoking levanta uma de suas patas, pronto para atacar o Alakazam ajoelhado em sua frente. Antes que ele o faça, um grito ecoa sobre o laboratório.
—Thrash! Use o Stone Edge!
Um amontoado de pedras cresce, acertando a lateral do torso do Nidoking.
No canto do laboratório, Purple, que havia entrado por uma janela, se encontrava de pé, com um Tyranitar ao seu lado e com um sorriso de canto de boca.
Amber e Purple começam a ajudar Baltazar a se levantar. Amber faz uma expressão de bravo para seu irmão, o mesmo responde com um sorriso de deboche.
—O que diabos você está fazendo aqui!?
—Pergunta boba, saving your ass!
O homem novamente segura o queixo, pensativo ele tira mais uma pokébola de seu cinto.
—Parece que as coisas estão ficando interessantes finalmente… Muk. Use Toxic no Tyranitar.
O pokémon cospe uma gosma roxa e estranha na direção de Thrash, o que não causou dano inicialmente, mas deixou o mesmo envenenado.
—Cuidado, Purple! Esse cara tem uns pokémon muito forte! Não deixe que ele te acerte!
—Ta tudo certo! Eu tenho tudo sobre controle!
Purple retira uma pokéflauta de seu cinto e começa a tocar uma suave melodia, uma aura roxa começa a sair da pokéflauta e cura o pokémon envenenado! O mesmo se levanta com um sorriso cheio de determinação. O Homem começa a bater palmas
—Bravo! Uma habilidade explêndida e única! Foi um bom show, mas eu devo me livrar de você antes que se torne um verdadeiro infortúnio! Nidoking, Thunderbolt, no garoto!
O grande monstro roxo lança um raio na direção de Purple, o mesmo se assusta quando seu Tyranitar não consegue entrar na frente e o raio parece vir em cheio na direção do garoto. No último instante uma cadeira aparece voando e colidindo contra o raio. Amber está com a mão esticada e com seu olho ambâr brilhando.
—Você não vai encostar no meu irmão!
—Vocês não se cansam de me impressionar, não!?— Diz o homem, mais uma vez aplaudindo, mas logo em seguida colocando uma de suas mãos no bolso e estendendo a outra- Acerte o garoto!
—Você acha mesmo que vai ser tão fácil assim me acertar!?
Quando Purple termina de dizer essa frase, o chão abaixo dele começa a rachar, desesperado, ele tenta saltar para trás, mas já era tarde. Uma Nidoqueen sai da terra, golpeando o garoto no torso, fazendo o rapaz vomitar um pouco de sangue e o arremessando para trás. Depois de quicar algumas vezes no chão, o rapaz finalmente para. O movimento rápido de Purple impediu que o golpe o acertasse em cheio, mas ele ainda sentia uma dor insuportável em suas costelas, deduziu que elas haviam sido fraturadas, ou coisa pior. Seu irmão estava em estado de choque, enquanto o rapaz foi acertado, logo em seguida que o rapaz parou, Amber correu para ver como estava seu irmão mais novo, mas enquanto fazia isso, o oponente dos dois tinha dado o comando para que seu Nidoking usasse MegaHorn, que acertou Baltazar, quase o nocauteando, um buraco foi aberto no ombro do pokémon psiquíco. Thrash se colocou a frente dos humanos e do Alakazam ferido, e rugiu em uma vã tentativa de amedrontar seus oponentes.
O homem começa a ajeitar suas luvas e depois a tirar a poeira de seu terno, mas de repente, seus pokémon começam a cair no chão
—Um Future Sight!? Quando você deu esse comando? Ou… você possui a capacidade de dar comandos mentais para seus pokémon?
Aproveitando o momento de distração de seu inimigo, Purple usa todas as suas forças para gritar um último comando para seu Tyranitar.
—THRASH! *cof* *cof* EARTHQUAKE!!!!
Um tremor na terra começa, e os pokémon do suspeito começam a gritar e se contorcerem enquanto caem no chão, mas ainda não estão nocauteados. O homem começa a rir e bater palmas enquanto o laboratório começa a desabar.
—Hahahaha! Obrigado por me divertir, garotos! Jovem Mcloud! Seu pai está em um de nossos laboratórios! Quer encontra-ló!? Primeiro saia vivo daqui, depois, entre em nossos dominios! Tenho grandes planos para vocês dois!
Amber escutou com atenção, mas ele não tinha tempo de fazer perguntas, e rapidamente deu o comando.
—Baltazar! Teleport!
O pokémon se concentra, e em um instante, os dois pokémon e os dois humanos se encontravam do lado de fora do laboratório, pouco antes dele desabar por completo.
Os dois foram levados para o hospital de Viridian, os ferimentos de Amber eram quase que inexistentes e Graças a técnica Recover, Baltazar se recuperou rápido, em contrapartida, Purple precisou ficar internado mas seu pokémon estava bem.
—Então Purple, como se sente?
—Acho que eu to legal… cara, quando a mãe descobir… I’m gonna be so fucked…
—Só você!? O que você acha que vai acontecer comigo!? Apropósito… onde ela está?
—Eu não avisei? Mals, devo ter esquecido. Ela disse que ia re-encontrar uns amigos em Pallet e que eu podia ir na frente me encontrar com você.
Os dois irmãos conversavam quando a TV do hospital ficou fora de ar, e de repente na tela apareceu o homem que eles enfrentaram.
—Saudações! Nobres cidadãos de Kanto!Prazer, me chamo BIO, líder do grupo de bio-terroristas conhecidos como os “Toxics”. Nós buscamos a criação de um mundo melhor, criando pokemon melhores, aperfeiçoando-os em laboratório... Mas essa é uma pesquisa que precisa de fundos, verbas! E estamos dispostos a realizar uma proposta comercial irrecusável! Gostaríamos que a Liga entregasse para nós 1 milhão de pokedollares e o presidente da liga, preciso conversar com ele. Como toda legítima transação, precisamos oferecer algo em troca, eis o que tenho a oferecer…
Ele retirou um dispositivo do bolso que lembrava um detonador. Ao apertar o botão do dispositivo, uma grande explosão foi ouvida por toda Kanto.
Purple se aproxima da janela e grita com todas as suas forças.
—NÃO!
—Aquela direção…- Foram as únicas palavras proferidas por Amber, que se encontrava boquiaberto.
—Acabo de explodir uma bomba contendo um terrível vírus em Pallet, eu possuo a cura, e estou disposto a entrega-la a vocês, se estiverem de acordo com meus termos, pelos meus cálculos, os que não morreram imediatamente com a explosão, tem mais ou menos um mês de vida, claro… Alguns morrerão em minutos… Mas o tempo para me darem a resposta é de um mês! Parando para pensar… Um mundo melhor custa bem mais do que o que estou pedindo, considerem isso uma oferta! Não quero parecer um canalha cobrando muito por uma cidadezinha medíocre como essa… Tenham um bom dia!
A televisão volta a sua programação normal. Os dois irmãos mal podem acreditar no que houve, eles não conseguiram parar os planos desse tal BIO, deixaram ele escapar, e por isso, muitas vidas foram tiradas e possivelmente, a vida de alguém muito importante para os dois.
Amber entra em contato com um amigo seu, que estava trabalhando na missão de resgate,para descobir se sua mãe estava viva. O rapaz afirma que uma mulher estava consciente apesar de infectada e se chamava Magdalene Rosemell. O alívio tomou conta de Amber, sua mãe estava viva! Porém ainda tinha o problema dela estar infectada. Um homem chamou o jovem rapaz, dizendo ser um agente especial da interpol. O homem trajava um sobretudo e um chapéu beje com sapatos e calça sociais pretos, a expressão em seu rosto era sempre séria e seu cabelo era castanho bem claro, apesar do chapéu cobrir ele quase todo já que era bem curto. Depois de contarem tudo o que aconteceu, Amber faz a pergunta para o homem.
—Senhor, eu preciso saber… Nossa mãe estava no momento da explosão. A Liga… vai cumprir as exigências deles? Teremos a cura?
O homem suspira ao ouvir a pergunta, e retira o chapéu para coçar sua cabeça.
—Escuta garoto, eu não quero te dar falsas esperanças, acho pouquissímo provavél que o presidente da Liga se entregue para um grupo de terroristas para salvar civis. Mas eu estou no caso, e farei de tudo para prender esses canalhas e conseguir a cura a tempo.
Como um policial, Amber sabia o quanto essa frase heróica não era de fato real. Um homem impedir um grupo terrorista inteiro? Loucura, mas Amber sorriu para o homem pela sua tentativa de faze-lô se sentir melhor, e estendeu a mão para o homem.
—Muito obrigado, senhor…?
—Noir. E o prazer foi meu, senhor Mcloud.
Noir faz um comprimento com seu chapéu e sai do hospital.
Amber começa a pensar em o que ele dirá ao seu irmão mais novo. Afinal, a mãe foi tudo que ele teve nos últimos anos.
Ao entrar no quarto, Purple está olhando pela janela, sério, apoiando seu queixo com uma mão. Depois de explicar toda a situação para seu irmão, Purple age de uma forma que Amber não esperava. Com muita calma e tranquilidade, o rapaz diz:
— Temos 1 mês até que o vírus mate essas pessoas certo? Então vamos achar a base desses filhos de uma puta, roubar o antidoto e salvar os civis e a mãe, piece of cake. Ou você prefere ficar parado esperando algo acontecer?
Era a mesma coisa que Noir disse que faria e Amber julgou idiotice, mas quando seu irmão disse, fazia sentido. Era a única maneira de tentar, e BIO disse que seu pai estava nos laboratório dos Toxics trabalhando, provavelmente forçado. Amber ainda era um detetive, e tinha que resolver esse caso
—Não acredito que vou dizer isso mas, Purple, você tem razão! Vamos achar o esconderijo desses caras, salvar o papai, roubar o antidoto, e salvar a mamãe e todos os outros civis!
—Assim que se fala bro!
E assim, emergiu-se um novo vilão, mas com isso, também surgiram novos heróis!
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