Pokémon - A Batalha Por Unova

1 Capítulo 1 - A fúria das Lendas


Notas iniciais
Sam, Cheren e Bianca ganham da professora Juniper os seus Pokémon inicial. Sam tem uma estranha e real visão, cujo é possível ver Zekrom e Reshiram.

Capitulo 1 – A fúria das Lendas

O sol brilha mais forte do que o normal na cidade de Nuvema. Olho pela janela da minha casa e vejo a Juniper chegar e conversar com minha mãe. Elas são grandes amigas. Meu nome é Sam Hastings. Olhos e cabelos castanhos. Doze anos. Nos dias atuais, é com essa idade que você ganha seu primeiro Pokémon. Vejo a professora Juniper entregar a minha mãe uma caixa e depois ir embora. Saio da janela e pulo na cadeira da mesa onde fica o computador. Meus amigos, Bianca e Cheren estão conversando comigo via webcam. Eles estão rindo por que hoje faz um mês que Cheren fez treze anos e ainda não ganhou seu Pokémon inicial. Escuto pegadas vidas da escada. É minha mãe. Abaixo a guia da conversa e minha mãe chega ao meu quarto. Não é bom quando a sua mãe vê a sua conversa com seus amigos. Não mesmo. Ela está com o pacote que a professora Juniper deu. Ele está todo coberto por um papel verde e preso com uma fita com de rosa. Minha mãe se aproxima da mesa do computador e coloca a caixa ao lado do monitor. Olho para ela. Minha mãe assim como eu tem cabelos castanhos, porém, seus olhos são azuis como o mar.

- Ligue para Bianca e Cheren – Diz minha mãe. – A professora Juniper deixou essa caixa. Ela disse que é para abrir apenas quando os três estiverem aqui. É um presente dela.

Minha mãe deu um sorrisinho e saiu do quarto. Não deixou nem mesmo eu falar alguma coisa. Bom pra mim. Fico me segurando para não abrir a caixa. Seja lá o que esteja lá dentro deve ser bem emocionante. Na verdade, tudo que vem da professora Juniper é emocionante. Quando paro de escutar as pegadas da minha mãe descendo a escada, abro a guia da converso e falo com Cheren e Bianca.

- O que tem na caixa? – Pergunta Bianca.

- Não sei – Respondo. Bianca é alguns meses mais nova que eu. Ela é loira e tem olhos bem verdes.

- Espero que seja o que eu estou pensando. – Diz Cheren. Cheren é o mais velho de nós três. Ele também é o mais fechado e sem duvida, o mais chato. Cabelos negros bem escuros. Um óculos vermelho de fundo de garrafa. Ele é um tipo de nerd nada inteligente.

- Ela disse pra não abrir até vocês dois chegarem aqui – Digo. Bianca grita e Cheren se assusta. Ela começa a ficar histérica e desliga a webcam. Em breve ela chegará aqui. Cheren diz que também está vindo e desliga o chat. Sem ninguém para conversar, desligo o computador e sento na cama. No criado mudo, pego um colar quem contem uma Pokébola como pingente. Ela está inativa. Sempre que tento ativa-la para liberar o que esteja dentro eu falho. Meu pai me deu ela antes de desaparecer misteriosamente. Coloco o colar no pescoço. “Em quanto você estiver usando esse colar, nada de ruim acontecerá com você.” Prometeu meu pai dias antes de sumir.

Depois de alguns minutos de espera, Bianca e Cheren chegam quase ao mesmo tempo. Assim que abro a porta, Bianca corre escada à cima em quanto Cheren diz apenas um:

- Oi.

Ele sobe vagarosamente a escada. Quando nós três estamos sentados no chão do meu quarto, em forma de circulo com o pacote no meio, Cheren começa a abri-lo em quanto Bianca pula de euforia. Cheren vai abrindo o pacote de forma lenta e doentia. Provavelmente um ritual de sorte ou algo assim. Quando ele termina de tirar o laço e o papel verde, a caixa é aberta. Dentro dela, três Pokébolas estão separadas e devidamente bem alindas. Nós três trocamos olhares e eu vejo um cartão no canto da caixa. Eu pego o cartão e começo a ler.

- Feliz dia inicial. Desejo que vocês tenham sorte nas escolhas das Pokébolas. Nela contem seu futuro. Escolham com sabedoria. E Cheren, feliz aniversário atrasado. Com amor, Professora Juniper.

Essas Pokébolas são nossas. Quando termino de ler, Bianca começa a gritar e pega a Pokébola mais brilhante. Ela começa a abraçar a Pokébola e a gritar com ela. Cheren escolhe uma e a ultima é dirigida a mim. Bianca ativa a Pokébola e raio vermelho sai de dentro dela. Aos poucos, um Tepig se forma na nossa frente. Bianca tira da bolsa um Pokédex. Ele começa a falar sobre Tepig, o Pokémon porco de fogo. O inicial de fogo da região de Unova. A professora Juniper inventou um aplicativo que identifica o sexo do Pokémon. O que é bem útil em uma jornada Pokémon.

- É uma fêmea. – Grita Bianca. Ela agarra a pequena Tepig que começa a se esfregar em Bianca. As duas se darão muito bem.

Cheren e eu resolvemos lançar as Pokébolas ao mesmo tempo. Os raios vermelhos aparecem ao mesmo tempo. Uma criaturinha fofa e azul aparece na minha frente. Oshawott. O Pokémon lontra d’água. Pela primeira vez, um sorriso pequeno e malicioso apareceu no rosto de Cheren. Snivy, o Pokémon serpente da campina. O inicial de Grama. Oshawott está sorrindo para mim. Lembro que a professora Juniper também me deu um Pokédex. Eu o ligo e vejo a ficha completa do Oshawott. Então percebo que o meu também tem o aplicativo que descobre o sexo dos Pokémon. Eu o ligo e aponto para o meu Oshawott. Macho. É um macho. Eu o afago na cabeça e um sorriso surge ainda maior em seu rosto redondo e fofo. Sinto uma dor profunda onde o colar está em contato em minha pele. É como se fosse um choque. Vejo minha vista escurecer e um Pokémon negro de olhos vermelhos aparece na minha frente. Não consigo identifica-lo. Ele grita e uma nuvem negra o cerca. Trovões fortes destruidores começam a cair em todo lugar. Um forte clarão repentino acontece e vejo quem está causando todos os raios. Zekrom. O Pokémon turbina trovão. Os olhos vermelhos. As nuvens negras. Os raios. O rugido. Tudo realmente indicava o lendário Pokémon de Unova. Ele voa e vejo seus olhos me fitarem. Ele ruge outra vez. Dessa vez umas palavras. Palavras estranhas e sem coerências.

- Você... você causou isto

Ele ruge ainda mais alto. O barulho ensurdecedor me faz tampar os ouvidos com as mãos. Ele gira e depois lança uma bola gigante com vários raios em volta. Quando me atinge, sinto a eletricidade azul percorrendo minhas veias. Sinto cada uma delas estourar, uma por uma. É como se eu estivesse morrendo de dentro para fora. Tudo dentro de mim começa a ferver. Os olhos de Zekrom se aproximam de mim e gigante Pokémon negro apenas fica parado, me observando morrer. Nunca senti nada assim antes. Um ataque tão poderoso não poderia ser apenas imaginação. O ataque se esvai e eu desabo no chão. Zekrom continua me olhando e agora eu o encaro. Ouço um tipo de choro e vejo o meu Oshawott ao meu lado. Ele está triste. Quando percebe a presença de Zekrom, Oshawott pula em direção ao monstruoso Pokémon. Um grito desesperado e Oshawott é transformado em um foco de luz que em seguida se transforma em um Samurott. Ele retira uma espada do braço e acerta o Zekrom com uma velocidade inacreditável. Zekrom geme em quanto cai no chão. Vejo um Pokémon branco cair sobre o corpo de Zekrom. Reshiram. O Pokémon turbina de fogo. Ele ruge em quanto um homem vem caminhando em sua direção. Ele afaga a perna de Reshiram e sorri quando me vê no chão. Ele chega perto de mim e sussurra em meu ouvido.

- Adeus, Hastings.

Ele grita algo e o Reshiram forma uma bola de fogo em sua boca. Ele espera alguns segundos e libera o poder das suas chamas. O fogo me atinge e a dor é tão insuportável quanto à do Zekrom. Minha visão escurece e volto ao meu quarto. Cheren e Bianca olham para mim, em quanto eu estou deitado no chão. Oshawott ao meu lado. Olho para Cheren e o vejo com uma feição estranha. Vejo Bianca com assustada e com os olhos cheios de lagrima. Eu me levanto e fico apoiado em meus cotovelos.

- O que aconteceu? – Pergunto

- Você gritou e segurou o colar do seu pai – Diz Cheren. Eu olho para o colar em meu pescoço. – Você caiu e começou a se debater.

Eu vi Zekrom. Eu vi Reshiram. Eu vi meu pequeno e novo Oshawott como Samurott. Eu vi um homem sombrio cujo Reshiram o obedecia. Estava confuso demais. Feliz demais. Triste demais. Não sabia o que realmente estava sentido. Uma coisa eu sei. Eu realmente senti a fúria das lendas.

Notas finais
Espero que tenham gostado. O drama central é o sumiço do pai de Sam e a sua relação com os Pokémon lendários e com a Equipe Plasma. Comentem.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.