Pokemon, a Jornada Dos Cinco
4 Capítulo 4 - Primeiro dia de Florence
Notas iniciais
Lá estavam Malu, Leticia e Sunshine entrando no Centro pokemon. Era uma estrutura pequena, havia no máximo dois andares. Era largo e pouco comprido. Na estrutura havia também varias janelas de prováveis quartos médicos para pokemons. Era cinza azulado, com um telhado redondo avermelhado. Havia uma grande porta de entrada de vidro, mas brancas em volta. Em cima da porta estava escrito: “Centro Pokemon” em letras grandes, vermelhas, contornadas em branco.
Dentro do lugar as paredes eram brancas e o piso espelhado. Havia um balcão branco no centro. Uma parede ao fundo do balcão com duas portas, uma em cada extremo. Aos lados do balcão existiam escadas que davam para um andar de cima, que tinha varias portas brancas simetricamente colocadas. Do lado esquerdo a porta de entrada havia um balcão onde vendiam itens para recuperar seu pokemon, em casos extremos, como no meio de uma rota. O balcão azul, assim como as prateleiras era a única coisa que quebrava a monotonia do lugar. Ao lado direito havia uma pequena sala de espera. Com dois sofás brancos, duas poltronas da mesma cor e uma planta, em um vaso branco, no meio dos sofás. No meio das poltronas havia uma pequena mesa de vidro com algumas revistas em cima.
Era ali que Luis e Larissa estavam. Os dois estavam segurando os ovos que foram encontrados na rota. Luis com uma cara de preocupação e Larissa gesticulava chamando os três para chegarem mais perto. Aproximaram-se e sentaram-se.
–Luis, como esta o Charmander? – Perguntou Malu
–Bem, quando fui falar com a enfermeira daquele balcão – Luis apontou para o Balcão branco – ela falou que o veneno de Beedrill é extremamente nocivo e doloroso e que ele devia estar sofrendo muito. Então levaram ele pra terceira sala do segundo andar. – Apontou para a porta da qualestava falando – Não tive noticias até agora, mas acho que estão tentando tirar o veneno dele.
–Ahn, espero melhoras para ele! – Falou Sunshine
–Eu também. – Respondeu Luis sem emoção
–E os ovos? Já falou com algum deles, sobre isso? – Perguntou Leticia, referindo-se aos enfermeiros
–Ainda não. Estava esperando vocês chegarem pra falarmos todos juntos com todos os ovos. Principalmente porque esse ai que a Malu ta segurando é diferente dos outros. – Respondeu Luis
–Que tal irmos falar agora? – Sugeriu Larissa
–Pode ser. – Respondeu Leticia
Levantaram-se e foram até o balcão principal, onde uma atendente estava sentada anotando algo. Ela tinha cabelos ruivos e olhos verdes, era até que bonita. O seu crachá indicava que seu nome era Sarah.
–Boa noite. – Ela falou quando viu o grupo se aproximar
–Boa noite. – Respondeu Malu – Eu gostaria de pedir uma informação. Achamos esses ovos pokemon na floresta aqui da rota. Não sabemos o que fazer com eles. Se temos que devolver ou ficamos com eles. Poderia responder?
–Bom eu não sei nada. Mas temos uma perita em ovos pokemon aqui. Por sorte ela esta de plantão hoje. Vou comunicá-la que vocês estarão subindo.
–Obrigada! – Disse Malu
–Por nada! – Respondeu a atendente, que pegou o telefone, murmurou algumas palavras que não ouviram, o desligou e disse: — Podem subir. Quinta por à direita. Usem a escada a sua esquerda.
Viraram-se para ir para escada a direita, quando iam subir perceberam que Sunshine tinha ficado para trás.
–Vem Sunshine! – Falou Malu
–Depois! – Sunshine estava admirando a atendente (Que alias não percebia, e nem, provavelmente, dava bola pra ele)
–Vem logo – Malu tinha começado a ficar estressada
–Não, deixa eu ficar aqui! – Ele estava quase babando
–Ah! Então ta! Fica ai! – Esbravejou a menina
Os quatro subiram, foram em direção a quinta porta. Luis parou para tentar espiar o seu pokemon para ver se ele estava bem.
–Vem Luis! – Encorajou Larissa – Ele vai ficar bem!
Como Luis não conseguia ver nada, ele confiou na menina e continuou. Entraram em uma sala clara. Assim como fora, as paredes eram brancas e o chão espelhado. Se virassem a esquerda dariam de cara com a parede. A direita tinha uma mesa de escritório, atrás dela havia uma cadeira com uma mulher sentada. À frente da mesa haviam duas poltronas. Do lado haviam varias prateleiras com incubadoras pequenas e media e embaixo delas, grandes. Ovos pokemons verdadeiros e falsos espalhados pela sala ou dentro de incubadoras. No centro havia uma mesa retangular alta.
A mulher era morena e branca. Tinha olhos castanhos escuros. Um Zigzagoon dormia ao em cima da mesa. Eles se aproximaram a doutora se levantou (Eles perceberam como ela era alta) para os cumprimentar.
–Sou a Dra Rosangela, especialista em ovos pokemon. – Ela falava enquanto apertava a mão de todos – Bom, sentem-se e me expliquem o que aconteceu. – Larissa e Leticia sentaram nas duas poltronas. Luis e Malu ficaram de pé. Todos colocaram os ovos pokemon na mesa
–Bom, achamos esses ovos na floresta do rota – Começou Luis – Depois que... Bom, não importa. E... E...
–O importante é que achamos e não sabemos o que fazer com eles. – Falou Malu, rapidamente. Ela só queria sair dali para ir comer e não queria perder tempo com Luis enrolando
–Hmmm. Bom, vocês têm duas opções: doar o ovo ou ficar com ele, o que vocês querem?
–Acho que vou ficar com ele. – Disse Luis
–Eu também! – Falou Leticia
–Lógico que vou ficar com ele! – Larissa falou rapidamente
–Claro que vou ficar! – Malu disse, depois da trabalheira que deu pra salvar, não ia abandonar o ovo
–Bom, então se for assim, peguem o ovo e me acompanhe. Vou fazer alguns exames nele e vou dar algumas dicas. – Falou a Dra
Cada um pegou o ovo que antes segurava e caminhou até a mesa, onde a Dra já estava. Colocaram o ovo na mesa alta. A Dra olhava, passava a mão e usava um aparelho para por todo o ovo. Após alguns minutos fazendo isso, a professora os olhou e disse:
–Bom, já sei de algumas cosias. Os ovos não estão bem aquecidos, então, provavelmente, fazia tempo que não eram chocados. Eu suponho que a mãe os largou ou foi capturada.
“Todo aquele fogo do Charmander e eles ainda não estão bem aquecidos?!” Pensou Letícia
–Ah, então a gente não precisa se preocupar do fato de estar tirando o ovo da mãe pokemon? – Perguntou Larissa
–Não, não precisam.
–E do que que são esses ovos? – Malu perguntou, estava louca de curiosidade, principalmente do ovo azul. Carregou ele desde a rota e o ovo agora era dela, então ela precisava saber!
–Tem certeza de que querem saber? – A Dra perguntou
Todos se encararam por um segundo e disseram, na mesma hora:
–Sim! Queremos!
–Hahaha! – A Dra riu – Curiosos, não?! Eu também ficaria. Bom, esses três marronzinhos aqui são de Eevee. Quem é que vai ficar com o marronzinho mesmo?
–Eu! – Disse Letícia, que tinha ficado com um deles desde o achado
–Eu também! – Disse Larissa
–Eu! – Disse Luis, pensando em ter um Eevee, e poder evolui-lo para um Vaporeon, e ter o seu desejado pokemon de água
–O meu é o azul! – Disse Malu – De que pokemon ele é?
–Vou ser bem sincera. – Disse a Dra – Não sei.
–Como assim? Você não é especialista? – Malu indagou
–Sou. Mas o mundo pokemon é meio misterioso. Há ovos iguais de pokemons completamente diferentes. Mas há, também, ovos únicos, como o de
Eevee. Agora uma curiosidade: como na ninhada haviam três de Eevee, provavelmente a mãe era um Eevee também, ou uma de suas evoluções. E é sobre isso que gostaria de falar com vocês. Voltem a sentar ali, por favor.
Eles voltaram para a mesa de Rosangela, ficaram no lugar de origem. A Dra falou:
–Bom, como já devem saber o Eevee tem varias evoluções. Eu, como sou dona de um, aconselho vocês a ver os pontos fracos e fortes de todas as evoluções. Bom, ok. Não temos que prolongar mais esse assunto. Só mais duas coisas antes de liberar vocês. Pokemons bebês requerem muita atenção. Mas muita atenção mesmo. Quando chocam o ovo, eles vão precisar ver vocês. Isso vai facilitar muito, porque assim, não vão precisar ficar tentando capturá-los usando a pokebola, se a primeira pessoa que eles verem forem vocês, concerteza vocês serão os donos deles. Mas, tem que ser vocês, hein! Tomem cuidado. E, antes que eu me esqueça, vocês vão precisar de incubadoras para manter os ovos aquecidos para os pokemons nascerem. Temos algumas aqui, que serão doadas para vocês. Hmm... Onde esta? Ah! Achei! – A Dra levantou-se foi até uma de suas prateleiras, empilhou quatro incubadoras, chegou a mesa e as distribuiu – Agora vocês estão prontos!
–Ah, obrigado! – Disse Luis, apertando a mão da Dra, depois de colocar seu ovo na incubadora
–Não há de quê! Eu que agradeço!
–Antes de a gente ir, será que você podia nos dizer se tem um hotel com restaurante por aqui? É que a gente ta com fome, sono, sabe? – Perguntou Malu
–Vai para a direita do centro pokemon, andem três quarteirões, vire a esquerda e quando acharem: “Poke Hotel, Hotel e Restaurante” é ali. Eles são tanto hotel como restaurante, para gente e para pokemons. – Disse a professora rindo. Ela olhou para o relógio e disse: — Olha! Já são 19:00 horas! Daqui a uma hora eu encerro. Bom, tchau para vocês. Divirtam-se na jornada!
Agradeceram e saíram do consultório. Agora só faltava pegar o Charmander e ir para esse tal hotel e restaurante.
Desceram as escadas, onde o Charmander já os esperava (Estava parecendo bem). Sunshine ainda estava admirando a atendente (Tanto que teve que ser puxado para fora). Eles saíram do Centro pokemon. Charmander já estava agarrado na perna de Luis.
–Bom, — começou a diz Letícia – ela disse que era por aqui. – e apontou para a direita
Eles caminharam conforme a Dra havia dito. A cidade era pequena, mas muito bonita e organizada. Prédio eram raríssimos. Os poucos que se viam eram pequenos prédios de no máximo três andares com vários apartamentos por andar. Muitas casas térreas existiam por ali. Lojas eram vistas com bastante freqüência. Viram apenas um shopping, pequeno, de somente um andar, mas havia isso ali. As três construções mais altas dali eram um estádio, uma base de treinamento para pokemons, que, de final de semana era aberta para treinadores de todos os lugares e um prédio altíssimo no meio da pequena cidade.
Quando os jovens chegaram ao lugar, eles pararam na frente, olharam. O lugar era lindo. A esquerda ficava o restaurante. Estava cheio. Haviam diversas mesas em uma varanda para o lado de fora. Dentro também haviam mesas. Lindas planta eram espalhadas por todo o lugar. A varanda era toda cercada por vasos de flores. Do lado esquerdo ficava o hotel. Era o prédio altíssimo que dava pra ver de longe. Ele era dourado com varias janelas brancas. Era, assim como o restaurante, muito fino e chique.
Sem se preocupar com o dinheiro que tinham ou deixariam de ter, entraram. A parte de dentro era magnífica. Totalmente decorada com vasos, plantas, quadros, tapetes, etc. Os lustres eram enormes. O lugar, em termos de beleza, era magnífico. Havia um homem atrás de um pequeno balcão de madeira, usava um smoking. Era velho, faltava cabelo (branco) em sua cabeça e tinha olhos azuis. Ele perguntou:
–Mesa para quantos?
–Cinco. – Disse sunshine
–Aqui dentro ou na varanda?
Os cinco de olharam, sorriram e disseram, simultaneamente:
–Varanda!
–Então acompanhem um de nossos garçons. – Ele gesticulou para um homem, que também vestia smoking, ele chegou perto e o velho disse a ele – Leve-os para a mesa 36, na varanda. – Virou-se para o grupo – Boa refeição.
–Obrigado. – Disse sunshine
Eles acompanharam o garçom. Passaram por entre mesas, viram outros garçons, tanto humanos quanto pokemons (Machokes vestidos de terno). Enquanto os humanos levavam comida “humana”, os pokemons levavam comidas
“pokemon”.
Pararam em uma mesa retangular na varanda, que tinha uma de suas pontas encostadas em um dos vasos altos com varias flores. Luis se sentou ao lado ao gigantesco vaso, Larissa a sua frente, Malu ao seu lado. Letícia sentou a frente de Malu. Sunshine pegou o ultimo lugar restante, a ponta. Colocaram os quatro ovos dentro da incubadora na ponta da mesa. Os pokemons também se sentaram em cima da mesa.
O garçom entregou os cardápios, mas antes que Luis, Larissa, Letícia ou Sunshine pudesse abrir o cardápio Malu falou:
–Traz tudo o que você tem de bom ai! E uma coca de 3 litros! Para os pokemons trás qualquer coisa gostosa também!
O garçom anotou tudo e se foi. Larissa comentou:
–Não é muito exagero?
–Não, não é! – Respondeu Malu
–É verdade, não é mesmo. Coca vai que nem água! – Concordou Luis
–Hm. Agora já foi pedido, então já era! – Falava Letícia – Então, enquanto esperamos vamos conversar para tentar distrair esse estomago que não para de pedir comida!
–É verdade! Hmm, deixa eu pensar em um assunto. Ah! Vocês lembram na época que a gente teve que estudar? – Perguntou Sunshine
–Lembramos. – Falou Luis
–Então lembram daquela professora chata?
–Sim... – Respondeu Luis
–Ela era muito chata, né? – Falou Sunshine sem emoção
–É... Então, já que puxaram o assunto sobre escola, lembram que a gente brincava de “sou um mestre pokemon” e batalhava entre si?
–Né! – Luis respondeu rindo
–Lembro sim, nós e... o Rodrigo! – Disse Letícia
–É, o Rodrigo. – Falou Larissa
–Como é que ele ficou chato mesmo? – Perguntou Luis
–Depois que ele brigou com a gente, por causa da misteriosa pokebola de brinquedo importada que “a gente” roubou! – Disse Larissa
(Flash Back On)
Luis, Letícia, Larissa, Malu e Sunshine brincavam, riam e se divertiam. Não esperaram Rodrigo, ele estava demorando muito. Tinham 9/10 anos.
Rodrigo vinha vindo com uma cara muito pouco amigável. Chegou e já começou a brigar:
–Quem foi que pegou a minha preciosa pokebola? – A raiva já estava em seu ápice. Era capaz de bater em alguém
–Ninguém, daqui ninguém. – Respondeu Malu
–Mentirosa! Sua mentirosa! – Gritou Rodrigo
–Calma ai. Vem brincar com a gente! – Tentou acalmar Luis
–Calma nada! Vocês pegaram! E pra brincar dessa ridícula brincadeira! – Esbravejou Rodrigo
–Opa! Eu que inventei essa brincadeira! Ridículo é você! – Berrou Sunshine
–Vou te mostrar o ridículo!
Rodrigo partiu para cima de Sunshine, mas não conseguiu. Quando ele chegou bem perto do enorme garoto ele o socou, deixando o olho de Rodrigo roxo.
–Não! – Gritou Letícia, mas já era tarde
Os quatro que não participaram da briga a tentaram separar. Mas Rodrigo, se soltou, dando uma cotovelada no estomago dos dois que o seguravam, Luis e Malu. Malu ia correr atrás dele, mas Luis a impediu e disse:
–Deixa ele!
Rodrigo tinha saído correndo gritando: “Idiotas! Idiotas! Ladrões!” com uma voz raivosa e chorosa, talvez pela dor que sentiu do soco.
(Flash Back Off)
–O que quer dizer com isso? – Perguntou Letícia a Larissa — "A gente"?
–Lembra daquela briga? Então, foi a Ana que roubou. Eu vi. Não sei porque ela fez aquilo. – Respondeu Larissa
–Porque você não falou nada? – Perguntou Sunshine
–Porque eu estava em desespero. Desculpem! – Desculpou-se Larissa
–Bom a Ana é uma louca e transformou o Rodrigo em um também! – Falou Luis
–Ela não gostava de mim. – Falou Malu
–Como você pode ter tanta certeza? – Perguntou Letícia
–Uma vez perguntei se era verdade um boato que tinha ouvido. Eu devia ter uns nove anos. – Falou Malu
–Que boato? – Perguntou Larissa
–De que o pai dela foi preso. Não sei por que ficou tão brava.
–Porque era verdade. – Falou Luis
–Como? – Perguntou Sunshine
–A Evelyn. Ela me contou. Aquele dia que a irmã dela chegou no tapa. Deve ter ouvido. – Respondeu Luis
–Isso explica muita coisa, como por exemplo, porque a Ana nos odeia e não nos deixa chegar perto da irmã dela. – Falou Malu
–Bom, vamos parar de falar disso, porque a comida esta chegando! – Falou Larissa apontando para dois homens com duas bandejas cada e um Machoke, que, além da bandeja, trazia um carrinho, que, provavelmente, usariam como apoio
Eles chegaram, colocaram os pratos, copos e talheres em seus devidos lugares. Apoiaram uma bandeja no carrinho e começaram a colocar os pratos. Um peixe frito, uma sopa, pães de alho, batatas fritas, alguns camarões, macarrão, salada, torradas com patê de aliche e varias outras comidas com cara (e gosto) delicioso (sem esquecem a coca de 3 litros pedida por Malu). Malu olhou para o peixe e disse:
–Eu pedi coisas gostosas!
–Não é! – Concordou Letícia
–Sou vegetariano! – Falou Sunshine
–Bom, já que vocês não querem, sobra mais. – Falou Luis, rindo e se servindo de tudo
Para os pokemons o cardápio era diferente. Tinha algumas coisas que eram difíceis de saber o que era, então eles batizaram aquilo de “comida pokemon”.
Depois de devorarem tudo (Humanos e Pokemons) eles pediram a conta. A conta ficou impressionantemente pequena. Tinha dado R$72,99. Se dividiram e pagaram com o dinheiro que trouxeram.
–Eu achei que era pago com dinheiro pokemon! – Falou Malu
–Mas não. Algumas coisas são pagar com dinheiro pokemon, outras com reais mesmo. – Respondeu Sunshine
–Sabiam que o dinheiro um pokedolar é o mesmo que cinco reais? – Falou Luis
–Nossa, então se fez bem ao aceitar a aposto com aquele cara, né? – Perguntou Larissa
–Muito! – Respondeu Luis
–Bom, vamos pro hotel agora. A gente dorme logo, acordamos cedo para fazermos alguma coisa aqui. — Disse Malu
Eles foram para o hotel, que era do lado do restaurante. Dentro do saguão, era tudo lindo e maravilhoso, assim como a parte de fora dos lugares e o restaurante. Totalmente decorado com belíssimas esculturas, vasos, plantas, quadros, tapetes, cortinas, etc decoravam o ambiente, o deixando magnífico. Luis foi resolver a estadia de todos no hotel com o recepcionista que estava lá naquela noite. Depois de cinco minutos de falação, Luis voltou e os comunicou:
–Dois quartos. O 512 para vocês três, Malu, Letícia e Larissa, e o 513 para nós dois, Eu e Sunshine. Se for só essa noite, sem café, sem nada são R$100 a estadia.
Pagaram com o dinheiro que trouxeram (novamente). Luis entregou a chave as meninas, eles subiram para seus quartos, tomaram banho e se deitaram.
A manhã seguinte foi marcada por sono e a chatice de acordar cedo. Tudo por causa de Luis:
–Hoje é sexta! – Disse com animo
–É! Um ótimo dia para dormir! – Falou sunshine, que não acordava. Luis foi até a janela do quarto e a abriu. Já tinha colocado uma roupa.
Ele foi acordar as meninas, que também estavam dormindo. Alguns minutos depois Luis conseguiu (ninguém sabe como) tirar todos da cama.
–Luis! Caramba! Deixa a gente dormir! – Brigou com ele Malu
–Não! Hoje é sexta! A base de treinamento abre para todos de graça! Eu disse de graça! G-R-A-Ç...
–Ta bom! Ta bom! Agora cala a boca! – Esbravejou Letícia, interrompendo Luis
–A gente precisa treinar! A gente vai enfrentar um líder de ginásio! Acham que vai ser fácil? Não fica nervosinha ai! – Respondeu Luis
–Concordo com ele! Por mais que seja chato acordar cedo! – Falou Larissa
–Isso mesmo! Lá tem profissionais que ajudam o treinamento, um lugar que simula o pokemon que você quiser para treinar o seu. Aquele lugar é o melhor lugar para se treinar no mundo! Ontem esqueci que ele estava aqui!
Malu, Sunshine, Letícia e Larissa, mesmo bravos estavam começando a aceitar a idéia. A empolgação de Luis não era tão ruim assim, nesses casos.
Quando todos se trocaram foram até o saguão do hotel, guardar as chaves, provavelmente voltariam ali. Os ovos ficaram no quarto, mas os pokemons vieram (Seriam eles que precisavam do treinamento). Então, saíram do hotel para ir para o centro de treinamento.
Fale com o autor