Pokemon, a Jornada Dos Cinco
7 Capítulo 7 - Rota 28 e seus acontecimentos PT. 1
Notas iniciais
Luis acordou, sentou-se na cama e virou-se para ver o relógio do criado mudo que havia ao lado da cama. Ja eram sete e vinte. Ele acordava cedo, mas os outros não e ja que o dia anterior havio sido muito exaustivo, então os deixou dormir um pouco mais.Percebeu que até aquela hora não havia vasculhado sua mochila. Pegou-a e a abriu por completa. Dois sacos de dormir ("Melhor previnir, do que remediar" sua mãe sempre lhe dizia), alguns pacotes de biscoitos (provavelmente ja amassados), roupas, roupas intimas, pijamas, calçados, um pacote de comida pokemon, uma caixa de fosforos (sabe-se la para que), uma garrafa térmica vazia, sua carteira (com uma quantia generosa de dinheiro), escova de dentes e:
-Meu celular? — Se perguntou, Luis, enquanto o ligava e retirava o carregador da bolsa — Mãe coruja a minha, hein? — E riu baixinho, para não acordar Sunshine
Ao liga-lo viu que havia oito ligações perdidas de sua mãe e uma mensagem de texto, também de sua mãe, que dizia: "Lembre-se sempre de marcar o numero dos amigos que fizer nesta jornada no seu celular." E mais um monte de coisas falando sobre saudade, amor materno e que não ia ficar ligando muito (O que fez Luis pensar que isto era meio contraditorio, ja que ela ja havia ligado oito vezes para ele). Lembrou-se do numero que Alice havia anotado em sua mão (O numero do qual o fez não lavar a mão direito durante o banho para tentar decora-lo depois) e o anotou em seu celular.
Olhou novamente para o relógio e ja havia se passado dez minutos desde a ultima vez que olhara, tempo suficiente para os outros descansarem do dia anterior. Primeiro chamou Sunshine, que, mesmo batendo palmas, demorou para acordar. Depois foi ao quarto das meninas, que acordaram com fortes batidas na porta (O que quase fez Luis tomar um soco triplo, mas ele se salvou ao usar o argumento de que a rota era longa e a floresta que cercava o caminho ficava menos densa a medida que se aproximavam da proxima cidade, Itulem). Todos escovaram os dentes, prepararam as bolsas, tomaram café da manhã no hotel que estavam e partiram para a rota 28.
A floresta era realmente muito densa, mas exalava vida. Os cinco jovens estavam parados no começo da rota, preparando sua pokebolas e seus pokemons — Quatro deles com muito dificuldade, pois seguravam um ovo pokemon em uma de suas mãos -. Entraram na rota. Ali dentro havia poucos raios de luz que conseguiam ultrapassar as densas copas das árvores. Haviam também diversos pokemons selvagens, como Pidgeys (Ja não mais cobiçados por Sunshine), Oddishs, Caterpies e...
-Um weedle! — Falou Luis e rapidamente lançou uma pokebola em direção ao pokemon
-Você não vai conse... — Ia falando, Malu, mas ficou quieta ao ver que o pokemon havia sido capturado
-Legal! Eu tenho um Weedle! — Gritou de alegria, Luis, pegando a pokebola
-Não sei vocês, mas eu quero entrar nessa floresta para capturar mais pokemons! — Disse Sunshine
-Eu também! — Concordou Leticia
-A gente deveria se separar, nos encontramos no lago dos pokemons de planta! — Falou Malu, que rapidamente saiu correndo floresta a dentro
-Ok então, né! — Disse Leticia, correndo em outra direção
Luis e Sunshine correram para dentro da floresta também, deixando Larissa sozinha, que continuava andando pela rota solitariamente.
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Depois de correr uns cinco minutos, Luis parou de correr e começou a andar, pois percebeu que havia espantado muitos pokemons que por ali estavam. Depois de andar algum tempo, finalmente achou algum pokemon que achasse legal, um Tailow, que estava completamente distraido. Era uma otima oportunidade para testar seu novo pokemon e conseguir mais um.
-Weedle, tiro de estilingue! — O pequeno inseto soltou uma teia com o que parecia ser sua boca, o pokemon voador, por reflexo, se desviou, mas ao ver que era um Weedle que o havia atacado, o contra atacou — Weedle, desvie-se — O voador passou raspando, mas Weedle se desviou — Agora tente o picada venenosa! — O inseto deu um tiro certeiro, mas o pássaro era resistente e mesmo envenenado, não cederia. O pássaro atacou novamente e desta vez mais determinado — Weedle, use o picada venenosa mais uma vez! — Tailow, tendo sido atingido mais uma vez pelo ataque venenoso de Weedle, voou e fugiu para não ser capturado, deixando Luis frustrado, mas feliz pelo bom desempenho de seu pokemon — Parabéns Weedle! — Charmander que estava agarrado a perna de Luis, sorriu para ele também
Luís pegou seu ovo pokemon e quando ia voltar Weedle para a pokebola ele começou a brilhar. Weedle estava evoluindo para um Kakuna, como descobriu Luis, após a luz acabar.
-Uau! — Exclamou — Parabéns, Kakuna! — E o colocou a pokebola
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Malu andava meio sem rumo atraz de pokemons que pudesse capturar. Via alguns pokemons, mas eles fugiam com medo de batalharem ou de serem capturados. Depois de andar um bom tempo com seu Cyndaquill e seu ovo, ela ouviu um gemido leve de dor e ao olhar para uma árvore mais a frente viu um pequeno Buneary totalmente machucado. Aproximou-se e viu a cena mais triste de sua vida: o pequeno pokemon estava com o rosto inchado. Também havia um pouco de sangue ressecado pelo corpo. Com dó e raiva de quem fez aquilo, Malu pegou o Buneary e saiu correndo atras de ajuda.
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Leticia adentrou tanto na floresta que a mesma estava ficando cada vez mais densa, sombria e pavorosa, mesmo assim, Leticia continuava avançando, sempre abraçada com seu ovo de Eevee e o seu Mudkip na cabeça. A cada passo a luz da floresta diminuia e o pavor de Leticia aumentava. Qualquer pequeno barulho na floresta fazia seu coração saltar.
Derrepente, no meio da escuridão, uma caveira apareceu e, por pura extinto, Leticia, que estava tremendamente assustada, tacou o que tinha a seu alcance, uma pokebola.
Estranhamente, o Duskull ficou por la.
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Sunshine andava pela floresta completamente encantado com o que via. A fauna do lugar era extraordinária. Estava preparado para capturar o pokemon certo. Caterpies, Weedles, Pidgeys, Spearows eTailows não o interessavam. Ele queria um pokemon diferente e a oportunidade foi adquirida quando um grupo de Aipoms passaram por sua cabeça, pulando de árvore em árvore.
-Pidgey, é com você! — A escolha do pokemon voador, em vez do Totodile, que era mais forte e treinado, foi devido a altura em que estavam os pokemons macacos — Ataque rápido, Pidgey! — O Pokemon conseguiu derrubar um dos macacos no chão, atordoado pela queda, o Aimpom ficou um tempo no chão, mas tempo suficiente para que Sunshine jogasse uma pokebola e conseguisse captura-lo — Beleza! Bem vindo ao time, Aipom!
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Enquanto todas essas emoções aconteciam com Luis, Malu, Leticia e Sunshine, Larissa caminhava tranquilamente pela rota. Seu Chikorita caminhava atras dela com a mesma tranquilidade. A menina observava a fauna e a flora do belo lugar. Era lindo e diversificado.
Depois de algum tempo, Larissa e Chikorita, ouvem alguns gritos de pokemons desesperados. Uma figura feminina surge a sua frente gritando por ajuda:
-Socorro! Eles estão atacando! — Gritava enquanto corria em direção a Larissa
Larissa disparou em direção a garota, que parou de correr ao perceber que Larissa vinha em seu auxilio.
-O que aconteceu? — Perguntou Larissa, quando alcançou a menina
-Não tenho tempo para explicar! Só vem comigo e me ajuda! — Disse a garota
A garota conduziu Larissa para um grande lago de água doce. Diversos pokemons de planta fugiam de um enorme robô com dois canon que tentanvam sugar pokemons, mas sem muito êxito. Somente dois Oddishs foram capturados pela grande máquina e estavam dentro de um grande recipiente de vidro. Duas figuras humanas estavam ao lado deste robô, o controlando.
-Ei! Parem com isso! — Gritou Larissa
-Eles não vão parar! Eles são a equipe Rocket! — Falou a garota
Ah, é! Então, Chikorita, use o folha navalha! — O ataque cortou o vidro, possibilitando a fuga dos dois pokemons. Cada um se escondeu atras de uma perna de Larissa — Mais uma vez Chikorita! E no mesmo lugar! — Ao acertar novamente, ocorreu uma pequena explosão interna no robô, mas sem danos externos
Você estragou nossos planos! — Disse uma das figuras humanas, que, na verdade, era uma mulher loira, alta, de olhos azuis, com um vestido branco que ia até o joelho e um broche em forma da letra "R"
-E agora nós vamos estragar vocês! — Disse o outro, que era um homem moreno, alto, olhos castanhos. Usava uma camisa branca, calça preta e o mesmo broche que a garota usava (Esta fala fez Larissa pensar que eles não eram muito bons com foras, mas a situação estava critica e ela esqueceu isso)
-Va... — Começou a loira com uma pokebola na mão, mas foi interrompida
-Bulbasaur, use o chicote de cipó para amarra-los! — Disse a garota que pediu ajuda a Larissa. O Bulbasaur amarrou os dois vilões — Você pode pegar aquelas cordas? — Pediu a garota, para Larissa, apontando para uma corda ao lado de uma pequena casa de madeira que Larissa não havia reparado antes.
-Claro! — Ela respondeu e foi buscar
Depois de amarrarem os bandidos (descobriram que seus nomes eram Annie e Igor) e os encostaram do lado da pequena casa, a garota chamou Larissa para entrar:
-Você não quer entrar? Ah, a propósito, meu nome é Meg!
-Entro sim! Meu nome é Larissa, prazer em conhece-la!
A pequena casa, além de pequena, era simples. A unica divisão era para o banheiro. Meg foi fazer um chá enquanto Larissa sentou-se na mesa da pequena... Do que se parecia a cozinha. Os dois oddishs que foram salvos por Larissa entraram e sentaram-se um em cada perna de Larissa, com um pouco de dificuldade, pois o ovo também estava la. Meg riu e disse:
-Eles gostaram de você! Talvez queiram ficar com você!
-Ah! — Exclamou Larissa olhando para os oddishs. Virou para Meg e perguntou: — O que você faz por aqui?
-Eu cuido dos pokemons selvagens do lado dos pokemons de planta. Eles ficam comigo até que estejam prontos para serem capturados ou seguem um treinador. Eu acho que esses dois ai vão querer ficar com você, mesmo! Eles são irmãos e não se desgrudam! Tanto que quando a femea foi capturada pela equipe Rocket o macho foi capturado também tentando salva-la!
-Uau! — Larissa estava admirada com os dois pokemons — Vocês vão querer ficar comigo? — Os Oddishs balançaram a cabeça em concordancia — Otimo! — E sorriu para eles
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Luis agora estava na entrada de uma vaverna. O mapa dizia o nome dela, mas ele não se recordava agora. Ali dentro havia pokemons selvagens agressivos, mas estava tentado a entrar nela. "Entrar ou não entrar?" Pergunta a si memso. "Ah! Vou entrar! É só uma olhadinha mesmo!".
Quando deu o primeiro passo para entrar na caverna uma pequena aranha saiu correndo de dentro dela. Um Ziubat estava a seguindo. A aranha se escondey atras de Luis e o bom senso do mesmo o fez ajuda-la.
-Charmander, use o lança chamas! — O pokemon de fogo usou seu ataque e espantou o Zubat para dentro da caverna novamente
Luis abaixou-se para examinar o novo pokemon que havia visto. Era um Joltik, que agora subia num Charmander muito curioso.
-O que foi, pequenina? — Perguntou, Luis, ao pequeno pokemon, obetendo somente "Joltik, Joltik" como resposta, mas, estranhamente, Luis entendeu: — Você quer ficar com a gente, não é? — Joltik deu um salto de confirmação — Então esta bem, entre na pokebola! — Mas joltik se desviou e exclamou: "Joltik!" — Mais um que não gosta de pokebolas, hein, Charmander? — E riu, junto aos dois pokemonz.
Luis só não havia percebido que, mais uma vez, Charmander, sem querer, colocou fogo em uma árvore. E desta vez, era uma árvore cheia de Beedrills raivosos.
Continua...
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