Pokémon Torn

2 “Pokémon Torn – Encontro com Gary”


Notas iniciais
Não ficou bom como eu esperava, e também ficou meio curto...
mas leiam e tirem suas próprias conclusões!
Ah! obrigado por terem gostado da Fic! E peço que deixem críticas e sugestões ae pra mim!

Vlw, até a próxima!

Torn já conseguira ver Veridian. Dentro de meia hora ele estaria lá.

Pensou em desafiar Gary agora mas logo mudou de idéia. O líder do ginásio possui um time muito equilibrado e ele possui apenas \"seu\" Houndour. E além disso Gary era neto do Professor Carvalho e não deixaria o jovem treinador seguir em frente com um pokémon roubado. Gary era amigo de Torn, mas era muito justo e honesto.

Então Torn tomou uma decisão, passaria rapidamente por Veridian, indo diretamente a cidade de Pewter. Quando estivesse forte o suficiente ele voltaria até Veridian desafiaria seu amigo, e maior rival.

Ao passar pela cidade ele parou na porta do centro Pokémon, olhou para os lados para ter certeza de que Gary não estava por ali. A barra estava limpa, ele entrara.

Lá dentro tudo estava bem iluminado e alegre. Ele foi de encontro ao balcão e logo foi recebido pela mulher de cabelos rosa que ele sabia quem era de cor:

- Oi, Torn! — cumprimentou ela.

- Oi, enfermeira Joy — Queria recuperar meu pokémon!

- Ah! Onde conseguiu seu pokémon Torn? A época de distribuição já passou, não já?

- Err... Bem, o professor Carvalho me...

- Torn! — uma voz impediu Torn de continuar a falar, na porta do centro pokémon estava Gary.

- Gary, eu...eu...eu explico, ok? — adiantou-se Torn.

Gary se aproximou de Torn e encarou o garoto nos olhos. só agora Torn percebeu a força que Gary tinha olhos e como era maior que ele. Gary deu um suspiro e olhou para Torn decepcionado.

- Vamos lá em casa, precisamos conversar. — disse o líder de ginásio, em tom sério.

- O-Ok... — respondeu o garoto de cabeça baixa.

Quando estavam na porta, ele ouviu a voz da enfermeira Joy: \"Seu Pokémon, Torn!\" e ele simplesmente sorriu meio sem graça enquanto pegava a pokébola.

Eles caminharam durante um tempo até a casa de Gary, que ficava próxima ao Ginásio. Estava tudo organizado e um Umbreon dormia sobre a cama do rapaz. Logo o pokémon estava junto ao dono.

- Me passe a pokébola. — Disse Gary.

Torn não sabia o que fazer, e no fim entregou ao amigo que retirou o Houndour de lá. O pokémon cão, olhou para todos na sala e pulou no colo de Gary, feliz. Gary acariciou o pokémon.

- Esse Houndour é meu — disse sem olhar pra Torn — Não acredito que pode roubar um pokémon!

- Gary, eu posso explicar...

- Sei quais seriam essas explicações, Torn. — disse gary voltando a encarar o garoto e colocando o Houndour no chão. — Mas isso não justifica o que você fez. Se tivesse falado comigo eu...

- Teria feito a mesma coisa que seu Avô fez! — Gritou Torn se levantando da cadeira em que estava — Teria me dito para esperar!!!

Gary se levantou também e o Houndour rosnou.

- Vocês são todos iguais... Todos vocês... — disse Torn, as lagrimas escorrendo nos olhos.

- Eu não sou meu avô Torn; e pensei que você soubesse disso. — disse Gary firmemente.

Torn não sabia o que fazer, apenas enxugou as lágrimas com as mãos e se sentou novamente.

- E meu avô não é o monstro que você acha. Ele normalmente vê o potencial das pessoas...

- E com certeza não viu nada disso em mim...

- Não me interrompa, ok? — Disse Gary sorrindo — Ele te manou isso.

Era uma National Dex. Um aparelho que memoriza todos os pokés que um treinador vê pela jornada.

Os olhos de Torn brilharam de emoção e logo ele caiu em um pranto sem fim. Ele abraçou gary o mais forte que pode.

Mais tarde, agora com a mochila mais pesada por causa das inúmeras pokébolas que ganhou de Gary, Torn e Houndour iam rumo a floresta de Veridian, onde no fim, ficava Pewter e o ginásio de Brock.

>— Continua

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.