Pokémon Rebellion & Justice
Pokémon Rebellion & Justice
Pokémon Rebellion & Justice
Calor era tudo o que eu sentia. “Paf!” Algo havia me atingido na cabeça. Despertei lentamente. Tudo o que eu via era um mundo feito de chamas.
O-o que aconteceu?? - Perguntei, enquanto despertava.
Havia fumaça. Muita fumaça. Minha casa... estava em chamas! Eu estava caído no chão do meu quarto e ao meu lado, pude distinguir a figura de um ser pequenino ao meu lado. Estava me dando leves golpes na cabeça.
Você me acordou?
Riii! - Ele respondeu.
Minha mente havia começado a clarear e minha visão estava se acostumando à pouca luminosidade do ambiente. Levantei-me, mas comecei a tossir. Por pouco não caí no chão novamente. O Pequeno pokémon ajudou-me a ficar de pé. Percebi que ele havia uma pequena faixa no braço. Eu mesmo a havia colocado algumas horas antes.
Vocẽ é o riolu vira-lata que estava abandonado aqui perto de casa, não é?
Riii! - Ele respondeu, acenando a cabeça positivamente.
Comecei a tossir novamente. O riolu me puxou pela mão em direção à saída. Saímos do meu quarto e eu olhva em volta, em busca dos meus pais ou da minha irmã. Nada. O riolu me puxou em direção à porta de saída, mas eu o puxei de volta.
Precisamos encontrar minha família!
Rio rio rio! - ele gritava e se debatia, me puxando para a porta.
Eu o ignorei e puxei-o de volta. O calor estava insuportável, a fumaça estava densa. Não conseguia respirar direito. Corri com dificuldade até o quarto dos meus pais. Abri a porta do quarto e tentei olhar dentro, estava mais quente e tinha mais fumaça do que no resto da casa. Procurei com os olhos sinal de alguém no quarto, até que avistei alguém caído, perto da janela. Me aproximei da pessoa e vi que era minha mãe. Parecia estar inconsciente.
Mãe! Mãe! Acorda! Precisamos sair daqui! - Gritava para ela enquanto tentava reanimá-la.
Ela abriu os olhos com dificulade. Seu rosto, que era tão belo quanto o de um anjo, estava chamuscado e com queimaduras horríveis. Ela Tentou limpar os olhos e me focou.
Filho! Você está bem! Que bom!
Mamãe! Onde está o papai? E a mana?
Filho escute! Cof, cof. - Minha mãe falava com dificuldade. - Seu pai, tentou consertar tudo, mas foi em vão, mesmo assim, confie nele!
Precisamos sair mamãe!
Filho, acabou para mim, não consigo sair daqui. E sua irmã...
Ela moveu o corpo para o lado e eu vi a pior cena da minha vida. Minha irmã, que tinha apenas 4 anos, estava inconsciente, com a pele totalmente queimada, sangue escorria de sua cabeça e lhe cobria o rosto deformado pelas queimaduras. Metade de seu corpo estava abaixo de uma pilha de madeira em chamas, onde estava também as pernas da minha mãe. Era evidente que a minha mãe tentou protegê-la, em vão.
Fiquei paralisado. A cena era muito forte. Comecei, aos poucos, a perder a consciência. A voz da minha mãe fez-me voltar a realidade.
Filho! Me escute! Seu pai pode te explicar tudo! Mas até lá você precisa viver! Saia daqui! FUJA!
Eu ainda estava em choque, mas por instinto, corri até porta. Saí do quarto, parei e dei uma última olhada. Não conseguia mais ver nada além fogo e fumaça. Riolu e eu corremos com dificuldade em direção à saída, partes das paredes e do teto caiam próximas a nós. Paramos bruscamente com um som alto e repentino. Uma parte do teto havia caído em nossa frente, impossibilitando nossa passagem. A fumaça se acumulava acima de nós, eu não conseguia mais manter os olhos abertos e tossia freneticamente. Ajoelhei-me no chão e abracei o riolu.
Acho... cof! Cof! Que chegou ao fim, parceiro...
Rio, rio. - Ele me abraçou de volta.
BLAM! O corredor à nossa frente se abriu com um estrondo. Ao fim do corredor, na porta de saída, havia a silhueta de um cervo levemente brilhante como um arco-íris, encarando-me.
“Ainda não é sua hora, Fenrir Kamiya. Você ainda tem um importante papel a cumprir. ”
A voz angelical ecoou na minha mente pouco antes de eu perder os sentidos...
O-o que aconteceu?? - Perguntei, enquanto despertava.
Havia fumaça. Muita fumaça. Minha casa... estava em chamas! Eu estava caído no chão do meu quarto e ao meu lado, pude distinguir a figura de um ser pequenino ao meu lado. Estava me dando leves golpes na cabeça.
Você me acordou?
Riii! - Ele respondeu.
Minha mente havia começado a clarear e minha visão estava se acostumando à pouca luminosidade do ambiente. Levantei-me, mas comecei a tossir. Por pouco não caí no chão novamente. O Pequeno pokémon ajudou-me a ficar de pé. Percebi que ele havia uma pequena faixa no braço. Eu mesmo a havia colocado algumas horas antes.
Vocẽ é o riolu vira-lata que estava abandonado aqui perto de casa, não é?
Riii! - Ele respondeu, acenando a cabeça positivamente.
Comecei a tossir novamente. O riolu me puxou pela mão em direção à saída. Saímos do meu quarto e eu olhva em volta, em busca dos meus pais ou da minha irmã. Nada. O riolu me puxou em direção à porta de saída, mas eu o puxei de volta.
Precisamos encontrar minha família!
Rio rio rio! - ele gritava e se debatia, me puxando para a porta.
Eu o ignorei e puxei-o de volta. O calor estava insuportável, a fumaça estava densa. Não conseguia respirar direito. Corri com dificuldade até o quarto dos meus pais. Abri a porta do quarto e tentei olhar dentro, estava mais quente e tinha mais fumaça do que no resto da casa. Procurei com os olhos sinal de alguém no quarto, até que avistei alguém caído, perto da janela. Me aproximei da pessoa e vi que era minha mãe. Parecia estar inconsciente.
Mãe! Mãe! Acorda! Precisamos sair daqui! - Gritava para ela enquanto tentava reanimá-la.
Ela abriu os olhos com dificulade. Seu rosto, que era tão belo quanto o de um anjo, estava chamuscado e com queimaduras horríveis. Ela Tentou limpar os olhos e me focou.
Filho! Você está bem! Que bom!
Mamãe! Onde está o papai? E a mana?
Filho escute! Cof, cof. - Minha mãe falava com dificuldade. - Seu pai, tentou consertar tudo, mas foi em vão, mesmo assim, confie nele!
Precisamos sair mamãe!
Filho, acabou para mim, não consigo sair daqui. E sua irmã...
Ela moveu o corpo para o lado e eu vi a pior cena da minha vida. Minha irmã, que tinha apenas 4 anos, estava inconsciente, com a pele totalmente queimada, sangue escorria de sua cabeça e lhe cobria o rosto deformado pelas queimaduras. Metade de seu corpo estava abaixo de uma pilha de madeira em chamas, onde estava também as pernas da minha mãe. Era evidente que a minha mãe tentou protegê-la, em vão.
Fiquei paralisado. A cena era muito forte. Comecei, aos poucos, a perder a consciência. A voz da minha mãe fez-me voltar a realidade.
Filho! Me escute! Seu pai pode te explicar tudo! Mas até lá você precisa viver! Saia daqui! FUJA!
Eu ainda estava em choque, mas por instinto, corri até porta. Saí do quarto, parei e dei uma última olhada. Não conseguia mais ver nada além fogo e fumaça. Riolu e eu corremos com dificuldade em direção à saída, partes das paredes e do teto caiam próximas a nós. Paramos bruscamente com um som alto e repentino. Uma parte do teto havia caído em nossa frente, impossibilitando nossa passagem. A fumaça se acumulava acima de nós, eu não conseguia mais manter os olhos abertos e tossia freneticamente. Ajoelhei-me no chão e abracei o riolu.
Acho... cof! Cof! Que chegou ao fim, parceiro...
Rio, rio. - Ele me abraçou de volta.
BLAM! O corredor à nossa frente se abriu com um estrondo. Ao fim do corredor, na porta de saída, havia a silhueta de um cervo levemente brilhante como um arco-íris, encarando-me.
“Ainda não é sua hora, Fenrir Kamiya. Você ainda tem um importante papel a cumprir. ”
A voz angelical ecoou na minha mente pouco antes de eu perder os sentidos...
Fenrir Kamiya
Sinopse
Calor era tudo o que eu sentia. “Paf!” Algo havia me atingido na cabeça. Despertei lentamente. Tudo o que eu via era um mundo feito de chamas.
O-o que aconteceu?? - Perguntei, enquanto despertava.
Havia fumaça. Muita fumaça. Minha casa... estava em chamas! Eu estava caído no chão do meu quarto e ao meu lado, pude distinguir a figura de um ser pequenino ao meu lado. Estava me dando leves golpes na cabeça.
Você me acordou?
Riii! - Ele respondeu.
Minha mente havia começado a clarear e minha visão estava se acostumando à pouca luminosidade do ambiente. Levantei-me, mas comecei a tossir. Por pouco não caí no chão novamente. O Pequeno pokémon ajudou-me a ficar de pé. Percebi que ele havia uma pequena faixa no braço. Eu mesmo a havia colocado algumas horas antes.
Vocẽ é o riolu vira-lata que estava abandonado aqui perto de casa, não é?
Riii! - Ele respondeu, acenando a cabeça positivamente.
Comecei a tossir novamente. O riolu me puxou pela mão em direção à saída. Saímos do meu quarto e eu olhva em volta, em busca dos meus pais ou da minha irmã. Nada. O riolu me puxou em direção à porta de saída, mas eu o puxei de volta.
Precisamos encontrar minha família!
Rio rio rio! - ele gritava e se debatia, me puxando para a porta.
Eu o ignorei e puxei-o de volta. O calor estava insuportável, a fumaça estava densa. Não conseguia respirar direito. Corri com dificuldade até o quarto dos meus pais. Abri a porta do quarto e tentei olhar dentro, estava mais quente e tinha mais fumaça do que no resto da casa. Procurei com os olhos sinal de alguém no quarto, até que avistei alguém caído, perto da janela. Me aproximei da pessoa e vi que era minha mãe. Parecia estar inconsciente.
Mãe! Mãe! Acorda! Precisamos sair daqui! - Gritava para ela enquanto tentava reanimá-la.
Ela abriu os olhos com dificulade. Seu rosto, que era tão belo quanto o de um anjo, estava chamuscado e com queimaduras horríveis. Ela Tentou limpar os olhos e me focou.
Filho! Você está bem! Que bom!
Mamãe! Onde está o papai? E a mana?
Filho escute! Cof, cof. - Minha mãe falava com dificuldade. - Seu pai, tentou consertar tudo, mas foi em vão, mesmo assim, confie nele!
Precisamos sair mamãe!
Filho, acabou para mim, não consigo sair daqui. E sua irmã...
Ela moveu o corpo para o lado e eu vi a pior cena da minha vida. Minha irmã, que tinha apenas 4 anos, estava inconsciente, com a pele totalmente queimada, sangue escorria de sua cabeça e lhe cobria o rosto deformado pelas queimaduras. Metade de seu corpo estava abaixo de uma pilha de madeira em chamas, onde estava também as pernas da minha mãe. Era evidente que a minha mãe tentou protegê-la, em vão.
Fiquei paralisado. A cena era muito forte. Comecei, aos poucos, a perder a consciência. A voz da minha mãe fez-me voltar a realidade.
Filho! Me escute! Seu pai pode te explicar tudo! Mas até lá você precisa viver! Saia daqui! FUJA!
Eu ainda estava em choque, mas por instinto, corri até porta. Saí do quarto, parei e dei uma última olhada. Não conseguia mais ver nada além fogo e fumaça. Riolu e eu corremos com dificuldade em direção à saída, partes das paredes e do teto caiam próximas a nós. Paramos bruscamente com um som alto e repentino. Uma parte do teto havia caído em nossa frente, impossibilitando nossa passagem. A fumaça se acumulava acima de nós, eu não conseguia mais manter os olhos abertos e tossia freneticamente. Ajoelhei-me no chão e abracei o riolu.
Acho... cof! Cof! Que chegou ao fim, parceiro...
Rio, rio. - Ele me abraçou de volta.
BLAM! O corredor à nossa frente se abriu com um estrondo. Ao fim do corredor, na porta de saída, havia a silhueta de um cervo levemente brilhante como um arco-íris, encarando-me.
“Ainda não é sua hora, Fenrir Kamiya. Você ainda tem um importante papel a cumprir. ”
A voz angelical ecoou na minha mente pouco antes de eu perder os sentidos...
O-o que aconteceu?? - Perguntei, enquanto despertava.
Havia fumaça. Muita fumaça. Minha casa... estava em chamas! Eu estava caído no chão do meu quarto e ao meu lado, pude distinguir a figura de um ser pequenino ao meu lado. Estava me dando leves golpes na cabeça.
Você me acordou?
Riii! - Ele respondeu.
Minha mente havia começado a clarear e minha visão estava se acostumando à pouca luminosidade do ambiente. Levantei-me, mas comecei a tossir. Por pouco não caí no chão novamente. O Pequeno pokémon ajudou-me a ficar de pé. Percebi que ele havia uma pequena faixa no braço. Eu mesmo a havia colocado algumas horas antes.
Vocẽ é o riolu vira-lata que estava abandonado aqui perto de casa, não é?
Riii! - Ele respondeu, acenando a cabeça positivamente.
Comecei a tossir novamente. O riolu me puxou pela mão em direção à saída. Saímos do meu quarto e eu olhva em volta, em busca dos meus pais ou da minha irmã. Nada. O riolu me puxou em direção à porta de saída, mas eu o puxei de volta.
Precisamos encontrar minha família!
Rio rio rio! - ele gritava e se debatia, me puxando para a porta.
Eu o ignorei e puxei-o de volta. O calor estava insuportável, a fumaça estava densa. Não conseguia respirar direito. Corri com dificuldade até o quarto dos meus pais. Abri a porta do quarto e tentei olhar dentro, estava mais quente e tinha mais fumaça do que no resto da casa. Procurei com os olhos sinal de alguém no quarto, até que avistei alguém caído, perto da janela. Me aproximei da pessoa e vi que era minha mãe. Parecia estar inconsciente.
Mãe! Mãe! Acorda! Precisamos sair daqui! - Gritava para ela enquanto tentava reanimá-la.
Ela abriu os olhos com dificulade. Seu rosto, que era tão belo quanto o de um anjo, estava chamuscado e com queimaduras horríveis. Ela Tentou limpar os olhos e me focou.
Filho! Você está bem! Que bom!
Mamãe! Onde está o papai? E a mana?
Filho escute! Cof, cof. - Minha mãe falava com dificuldade. - Seu pai, tentou consertar tudo, mas foi em vão, mesmo assim, confie nele!
Precisamos sair mamãe!
Filho, acabou para mim, não consigo sair daqui. E sua irmã...
Ela moveu o corpo para o lado e eu vi a pior cena da minha vida. Minha irmã, que tinha apenas 4 anos, estava inconsciente, com a pele totalmente queimada, sangue escorria de sua cabeça e lhe cobria o rosto deformado pelas queimaduras. Metade de seu corpo estava abaixo de uma pilha de madeira em chamas, onde estava também as pernas da minha mãe. Era evidente que a minha mãe tentou protegê-la, em vão.
Fiquei paralisado. A cena era muito forte. Comecei, aos poucos, a perder a consciência. A voz da minha mãe fez-me voltar a realidade.
Filho! Me escute! Seu pai pode te explicar tudo! Mas até lá você precisa viver! Saia daqui! FUJA!
Eu ainda estava em choque, mas por instinto, corri até porta. Saí do quarto, parei e dei uma última olhada. Não conseguia mais ver nada além fogo e fumaça. Riolu e eu corremos com dificuldade em direção à saída, partes das paredes e do teto caiam próximas a nós. Paramos bruscamente com um som alto e repentino. Uma parte do teto havia caído em nossa frente, impossibilitando nossa passagem. A fumaça se acumulava acima de nós, eu não conseguia mais manter os olhos abertos e tossia freneticamente. Ajoelhei-me no chão e abracei o riolu.
Acho... cof! Cof! Que chegou ao fim, parceiro...
Rio, rio. - Ele me abraçou de volta.
BLAM! O corredor à nossa frente se abriu com um estrondo. Ao fim do corredor, na porta de saída, havia a silhueta de um cervo levemente brilhante como um arco-íris, encarando-me.
“Ainda não é sua hora, Fenrir Kamiya. Você ainda tem um importante papel a cumprir. ”
A voz angelical ecoou na minha mente pouco antes de eu perder os sentidos...
Notas adicionais
Escrito por
Fenrir Kamiya
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 10 de nov. de 2015 22:25
Atualizado em 10 de nov. de 2015 22:25
1142 palavras
As opções ainda não foram implementadas
Nada para exibir
Nada para exibir
Acesse este conteúdo em outro dispositivo
Notas adicionais
Autor
Fenrir Kamiya
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 10 de nov. de 2015 22:25
Atualizado em 10 de nov. de 2015 22:25
1142 palavras