Pokémon Pyro Max
456 PPMAX-428: Breaking News!!!
O Escudo de Pallas parou nas mãos de Bernardo Greco sem nenhuma dificuldade, haja vista o rapaz havia se instalado na parte muito próxima de onde o objeto caiu. Um golpe de sorte.
— Deixem entrar — falou aos seus pokémons.
Dalesandra e Richie ficaram maravilhados ao verem o escudo.
— Que lindo. Ficaria um arraso na parede da nossa sala de estar — disse Dalesandra ao chegar perto do objeto.
— Mas não foi por isso que viemos, irmãzinha.
— Você é um chato!
— Desenrolem! Não me interessa intriga de irmãos. Vamos, vamos.
Richie revelou que tanto ele quanto a irmã se encontraram com Jason e duelaram por um breve momento. Não conseguiram sequer arranhar o pokémon dele, pois era uma criatura muito forte.
— HAHAHAHAHA!!! Bando de trouxas. Nem se fossem 100 de vocês conseguiriam. Aquele lá ainda vai pagar muito caro pelo que fez comigo no passado.
Os dois ficaram inconformados com o desdém do vilão. Juraram que ainda teriam a chance de se vingarem.
— Cada um de nós trouxe dois pokémons. Guardamos o melhor para o final — falou Dalesandra.
— Exato. Como o jogo permite outros tipos de pokémons, trouxemos os nossos melhores.
Bernardo gostou da convicção dos dois e desejou sorte.
Comodoro atingiu a velocodade máxima e saiu totalmente da costa da cidade, indo ao norte do país.
As águas do norte eram mais turbulentas e com constantes tempestades.
— Tenho uma leve impressão de que estamos cada vez mais distantes da costa — Peter falou baixo para o seu câmera.
— Jura? Você é jornalista, deveria ter o faro da notícia. Claro que saímos da costa — Proton chegou de surpresa.
Os barcos com a Equipe Neo-Rocket surgiram e ficaram proximos da embarcação maior.
— Jogar ganchos! — gritou Neutron.
Os bandidos atiraram ganchos na murada do navio e subiram, mesmo com o petroleiro em movimento. Cerca de 150 indivíduos invadiram Comodoro e se espalharam por vários cantos.
— Chefe Proton — Elétron foi a primeira entrar.
— Não saiu como planejamos. Aqueles que roubaram só podem ser da Equipe Black — comentou Quarks.
Neutron perguntou pelo escudo.
— Como não conseguiu recuperá-lo?
Proton empurrou o subordinado, segurando-o pelo colarinho.
— Sou só um, Neutron — soltou. — Alguém aqui tem bola de cristal para adivinhar? Eu não. Portanto, não previ que a Black faria isso.
Elétron pediu para os dois pararem de brigar.
— É fato que a Equipe Black nunca se importou com o Escudo de Pallas — Quarks. — Mas agora estamos lidando com um cenário nada ideal. Eles deram o primeiro passo. Nossa expectativa de sucesso desceu de 71% para 58%.
— Você e seus cálculos mirabolantes. Pode fazer a estatística que quiser. Nós vamos pegar esse escudo — Neutron.
Proton empurrou Neutron e viu que o lugar estava vazio. Era bem no canto. Peter e o câmera fugiram diante deles.
— Procurem-nos!!
Ambos corriam desesperadamente. Dois grunts foram no encalço.
— Sou um jornalista de primeira linha. Não posso perder a matéria.
— Você deve ser um doido mesmo — o câmera filmava com o ccelular.
Simon pegou carona nas costas de Houndoom e fugiu das garras da prima Lavana.
— Não vai fugir de mim, Simon!
— Melhor voltar para casa. Tenho mais o que fazer.
— Idiota!
Jason e Charmander chegaram à cozinha e buscaram por alguma fonte de alimento. Os armários estavam quase vazios.
— Alguém já deve ter raspado. Aqui. Ração para pokémon.
Ele deu a comida para Charmander. Os demais não precisavam, pois os outros demoravam muito mais a ficarem com fome.
De repente, uma panela veio na direção do garoto, mas Charmander conseguiu golpear o objeto e impedir que o treinador se ferisse.
— Que foi isso?
— Kekekekeke... Meu nome é Zakeh e desafio você a uma batalha pokémon.
Zakeh era um rapaz magro, alto e com olheiras chamativas. Seus cabelos eram trançados. Seus olhos idênticos a de um gato. Sua roupa era um macacão verde com um boné branco.
— Eu te estudei durante todo o jogo. Agora é a minha vez de acabar com a tua raça.
Jason percebeu que Zakeh segurou um cabo de vassoura e pulou. O protagonista teve que desviar do ataque.
— Capeta!! Pensei que era uma batalha pokémon!
— Eu fui bem pago para te dar um espanco. Ataque, Fraxure!
O pokémon era um dragão.

Nome: Fraxure
Designação: Pokémon mandíbula de machado
Número: 611
Tipo: Dragão
Sexo: Macho
Grupo de ovos: dragão/ monstro
Peso: 40 kg
Altura: 1 metro
Razão de gênero: 50% masculino e feminino
Estado: Ataque
Fraxure girou no ar e usou as duas pontas ao lado da mandíbula como arma cortante. Bateu sobre os armários metálicos, abrindo um rombo e passando para o outro lado do ambiente.
— Vaporeon!!
O outro pokémon era um Vaporeon.
— Que foi? — Jason percebeu uma das pokébolas mexerem.
Dratini saiu imediatamente da pokébola. O dragão serpentino também queria duelar.
— Você também tem um dragão. Essa luta vai ser interessante — falou Zakeh.
O outro pokémon a deixar a pokébola foi Seismitoad.
...
Frienz ficou responsável por Robert.
— Senhor, tem umas garotas procurando por algo. Entre elas está a amiga do Jason — falou um blacker num rádio.
— Vigie-as. É certo que procuram Robert.
— Sim.
— Seu filho tem muitos amigos. Mas não importa os esforços delas. Nunca nos acharão.
— Como pode ter tanta certeza?
— Por que já não estamos mais no Parque Olímpico.
De repente o cenário do quarto mudou completamente. Agora era o interior de uma van.
— Que houve?
— Você caiu nos poderes psíquicos de Orbeetle. Faz uns dez minutos que saímos do parque.
Klauss Cunnis decidiu virar repórter e assumir o trabalho do seu amigo sequestrado. Saiu da emissora numa van com um cinegrafista como motorista.
— Mais rápido! Entre naquela rua.
— Não posso. É contramão.
— O Parque Olímpico fervilha de notícias em primeira mão. Não será você que vai me fazer perder essa manchete — Klauss pisou no pé do motorista e acelerou com tudo. A van entrou numa rua e bateu de frente com a van da Black.
A porta do veículo abriu. Robert correu assim que teve a oportunidade.
— Maldição — Frienz bateu a cabeça. — Atrás dele.
Klauss escutou a gritaria e mandou o cinegrafista filmar tudo. A imagem de Robert correndo apareceu ao vivo.
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