Pokémon Pyro Max
382 PPMAX-354: O laço perigoso de Baron Harris
Zubat, Ekans e Koffing foram para cima de Charizard e utilizaram os seus golpes Supersonic, Poison Sting e Smog respectivamente. O pokemon de Jason evadiu todos os ataques e contra-atacou com as suas poderosas chamas.
— Droga! Ele nos derrotou! — resmungou um dos grunts ao ver os três monstrinhos derrotados.
Com o caminho "livre" Jason se preparou para ir atrás do Chucky e do Gamb, mas uma outra dupla de grunts interceptou o menino e lançaram pokébolas.
— Vai, Koffing.
— Vai, Zubat.
— Argh... vocês são chatos e repetitivos — reclamou Jason.
Enquanto isso, um avião cargueiro taxiou na pista do aeroporto e aguardou a chegada do caminhão com os objetos roubados. Os trabalhadores do aeroporto se aproximaram e pediram para os pilotos saírem, haja vista a torre de comando não havia autorizado o pouso de um avião desconhecido. A porta abriu e dele saíram cerca de dez homens à paisana. Eles permitiram que os trabalhadores entrassem na aeronave e verificassem o que havia dentro. Entretanto, foram emboscados e amarrados pelos blackers.
O caminhão em que Jaws estava aproximou da pista e derrubou a grande de proteção.
— O que tem de bom nessa cidadezinha? Não vejo a hora de sair daqui — Jaws desdenhou da cidade.
Enquanto isso, Kayden limpava o avião quando viu o caminhão estranho passar por ele e ir para perto de um dos aviões na pista.
— Que merda é aquela? — pegou um binóculos e observou os blackers descarregando as caixas e entrando no avião.
O homem resolveu entrar no avião e ficou quietinho.
...
Ainda na fábrica abandonada, Jason e Pyro venceram mais blackers. Já não restavam mais oponentes, por isso o menino subiu em Pyro e foi atrás de Chucky e Gamb.
— Eles foram para a cidade, Pyro. Aqueles desgraçados nunca se cansam de apanhar?
O carro que Chucky dirigia tinha mais dois grunts na parte de trás. Eles tomavam conta do casal Olliver.
— A gente é mau mesmo, né?
— Cala a boca, idiota. Por causa dessa lata velha, demora mais chegar ao aeroporto. Espero que o avião não tenha partido sem nós.
Um grunt bateu atrás de onde Chucky estava e avisou que alguém se aproximava pelo céu.
— Jason maldito. Ele vai tentar nos prender?
— Chucky, acho que ele tá atrás dos reféns aí atrás.
— Nossa! Como você é inteligente, Gamb.
— Brigadu.
A picape parou.
Chucky entregou uma pokébola para um dos grunts e avisou para que duelassem contra Jason. Também botou o casal Olliver para fora.
— Parados aí — gritou Jason.
Mas Chucky e Gamb conseguiram fugir.
— Você não vai atrás dos nossos superiores. Estamos aqui para acabar com vocês. Aqui está o pokémon que vai eliminar esse Charizard.
O grunt lançou a pokébola. O monstro que surgiu era... um Rattata. O grunt ficou furioso com a dupla fugitiva.
Rattata fugiu com medo antes da luta contra Charizard. O blacker também não ficou.
— Melhor acrescentarmos um pouco de emoção. O que acha? — O segundo grunt mostrou um controle remoto.
— O que é isso? Que pretende fazer?
O grunt simplesmente apertou. O teto do aeroporto explodiu, causando um grande incêndio.
Luiza sobrevoava quando viu a fumaça subir. Pessoas e pokémons correram para fora do prédio.
— Olha ali, Drampa. Tem algo acontecendo ali — apontou na direção do avião cargueiro.
Os blackers ainda descarregavam as caixas quando Drampa pousou com Luiza. Isso deixou os bandidos apreensivos e chamaram Jaws.
— Vocês são da Equipe Black! Aquela explosão foi causada por vocês?
— Não tenho tempo para brincar. Detenham-na! — ordenou Jaws.
Três grunts surgiram e liberaram os seus pokémons. Eram Ekans, Koffing e Spearow.
Enquanto isso, Chucky e Gamb invadiram a pista do aeroporto e passaram pelo avião de Kayden. Estavam desesperados, pois a rampa do cargueiro começou a subir e os blackers já dentro (tirando os 3 pokémons que ficaram para trás na luta contra Luiza). Gritavam para o piloto parar. Então Chucky pegou um pedaço de madeira e colocou no acelerador, subiu no capô do veículo e pulou na rampa quase elevada. Gamb se segurava em suas pernas.
— Senhor, aqueles dois querem entrar.
— Vão ficar querendo — Jaws riu.
E o avião cargueiro voou com os dois pendurados.
Luiza não acreditou no que viu. Sua atenção era toda para a batalha contra o trio. Aparentemente, eram pokémons manipulados.
Jason não acreditou quando escutou o som da explosão. Estavam longe do aeroporto, mas ainda deu para escutar.
— O que fez?
— Dei um drama a mais nessa história.
Charizard caminhou alguns passos a fim de acabar com aquele grunt, mas algo ocorreu repentinamente. Um pokémon saiu de uma das pokébolas na cintura e revelou ser Drapion. A aparência do monstro era idêntica ao de um pokémon de um dos subordinados de Prizoghin.
— Está confuso, não é? — o grunt tirou o capuz, revelando a aparência de Baron Harris, um dos top executivos da Black.
— Não tenho a menor ideia de quem seja.
Baron explicou que era aquele subordinado de Prizoghin, mas que era tudo um disfarce. Sua identidade real era Baron Harris.
— Top executivos? O que é isso? Veio a mando da Maytsa ou algo assim?
— Maytsa é minha subordinada.
— Ela não era comandante? Vocês da Equipe Black só complicam as coisas!!
— Eu sou o 2° na hierarquia da Black. Os comandantes são 3°. Ficamos abaixo apenas do presidente. E chega de papo furado. Estou aqui para exigir que trabalhe para mim.
— Vai sonhando! Pyro, ataque os dois.
Charizard utilizou Flamethrower na direção dos dois. Drapion usou o próprio corpo como escudo para proteger Baron. Drapion resistia ao fogo pois criara uma camada de veneno em sua pele.
— Adoro esse show de labaredas!
— Droga, não adianta. Esse Drapion é um tanque resistente.
— E nem é o meu pokémon mais forte. Sabe, posso esmagá-lo como um inseto aqui e agora. Ou posso voar para Aqualaguna e matar Robert, o seu pai.
As palavras de Baron assustaram Jason num nível jamais visto. Nenhum outro inimigo fora tão efetivo ao menino quando o assunto era ameaça. Jason pediu para Charizard parar a ofensiva, pois estava disposto a ouvir o vilão.
Fale com o autor