Pokémon - Os Diamantes De Influência
1 Capítulo I - Que comece a jornada
– Cidade de Ekilio, dia 24 de março de 2011 ás 16h30m -
Um garoto de 11 anos se preparava para partir em sua jornada por Farawelt — atrasado é claro pois decidiu esperar sua amiga Julie — o mesmo se encontrava sentado numa cadeira de madeira perto de uma mesa de vidro usava um pijama desbotado e tinha os cabelos bagunçados.
"Finalmente, esperei tanto por esse dia, será que minha mãe vai mandar o Mime Jr.? Estou com tanta sauda..." — Logo o pensamento do garoto era interrompido por um grande estrondo do abrir da porta, lá estava Julie, uma menina de cabeleiros loiros que escorriam pelas suas costas, uma saia azul curta e uma blusa verde esmeralda usando um lenço preso ao pulso cor turquesa.
– Oi, como está?
– Oi Julie, es... — O garoto era interrompido por Julie quando mal começava a falar.
– Espero que bem, não quero que me atrase.
"Eu que vou te atrasar? Você me fez ficar um ano aqui para esperar você fazer 10 anos" — O garoto pensava com raiva mais não dizia para não mágoa a amiga.
– Cadê a professora Amy? — perguntava Julie.
– A tia Amy, foi na casa da senhora Stroms.
– Fazer o que?
– Acho que foi buscar uns doces.
– Hum... acho que vou engordar mais ainda.
– Não são para você. — Julie ignorava o amigo e começava a imaginar os deliciosos doces feitos pela senhora Stroms.
Então surgia na porta com uma cesta coberta por um pano xadrez uma mulher ruiva com um jaleco branco aberto usando uma blusa de gola longa preta e uma calça larga da mesma branca.
– Oi Joseph. — A mesma entrava e percebia a presença da menina a cumprimentando. — Oi Julie.
– Oi tia.
– Oi professora Amy. O que temos ai?
– Uns doces, quer um?
– Claro. — Julie pulava em cima da cesta a puxando do braço de Amy e corria pondo ela em cima da mesa e descobrindo a mesma. — Ai delícia.
– Não coma tudo... — Falava Joseph que era interrompido pelo olhar de reprovação de sua tia.
– Coma quantos quiser. E vá se trocar garoto. — Agora Julie olhava para Joseph com o rosto todo sujo de chocolate e apontava para a escada.
– An-dia logio galoto maõ vlai me atlapaia. — Julie falava tudo errado com a boca cheia de um bolinho de caramelo com cobertura de chocolate.
– Não sabe que é feio fala de boca cheia? — Joseph falava com reprovação para amiga rindo torto e ia para o quarto se trocar dos trajes sujos e dos cabelos mal penteados.
– Alguns segundos depois... -
Então surgia Joseph da escada com os cabelos negros penteados valorizando seus olhos verde musgo, usava uma blusa azul turquesa e um casaco preto e calça jeans e sapatos marrons. Enquanto Julie estava sentada limpando o rosto da cobertura e Amy escondendo os doces da garota.
– Vai passar mal, beba um pouco de água. — dizia Amy apotando o para onde os copos se repousavam virados para baixo.
– Não vou passar mal, e eu guardei este doce para você Joseph.
– Sobrou algum então.
– Sim, sobrou meu sobrinho, por incrível que pareça.
Então Joseph e Amy caiam na gargalhada enquanto Julie se levantava e pegava um copo de água e bebia de uma vez só e o garoto virava para tia segurando o riso.
– Tia, onde estão os nossos pokémons?
– Estão no laboratório, vamos ir lá buscar?
– Ok.
Amy então caminhava até uma porta onde passava um cartão eletrônica e a mesma abria e eles agora andavam dentro de um grande corredor cheio de prateleiras com pokébolas.
– Tia minha mãe mandou Mime Junior?
– Sim, ela mandou fique tranquilo. — E ela continuava a caminhar até passar por uma nova porta e agora estavam numa grande sala com dois sofás beges, com uma mesa de centro enfeitada com um jarro de flores, um grande balcão se estendia pela sala a parede era de vidro com uma porta logo em frente.
– Venham, por aqui.
Logo chegavam perto de vários computadores imensos e tinha um pedestal estranho de metal onde existiam quatro pokébolas e ela pega uma que se encontrava no centro e dava a Joseph.
– Toma o seu Mime Junior. — Joseph pegava a pokébola em mãos muito sorridente e Amy se virava a Julie. — Qual Pokémon vai querer? Só temos de outras regiões como falei semana passada.
– Pode ser aquele azul.
– Piplup, então pois bem. — Amy passava a mão por cima das pokébolas sobre os pedestais como as examina-se e pegava uma após alguns minutos dando a Julie.
– Sim é este, mais cuidado senão vai machuca-lo, Joseph veja se é a outra.
– Obrigada.
– Esqueci, obrigado tia.
– De nada Julie e não há de que Joseph. Agora não vão tirar seus pokémons da pokébola? — A professora virava o pescoço e cruzava os braços olhando para as crianças. Julie lançava primeiro o cilindo esférico após aperta um botão de presão presente nele liberando um feixe de luz que ao atingi o chão libertava um pokémon pinguim..
– Que coisa mais fofa.
Julie pulava em cima de Piplup o agarrando e abraçando com força, nisso Joseph jogava a sua pokébola no ar libertando uma fonte de luz branca que se materializava em forma de um pokémon palhaço.
– Mime Junior, quanto tempo. — Joseph pulava em cima de Mime Jr. e o abraçava tendo o abraço retribuido pelo pokémon mímica. — Que saudade.
– Mime, Mime Junior. Aaaa... — Julie soltava um grito agudo e soltava Piplup indo abraça Mime Jr. o arrancando dos braços de Joseph. — Lembra de mim? Hein? No verão que eu ia na casa do Joseph?
– Mime, mime, mime.
Mime Jr. falava enquanto ria sendo esmagado por Julie e Joseph ficava coçando a cabeça e rindo de vê Piplup virado de costas se roendo de ciúmes.
– Julie, deveria dá atenção a Piplup.
– Piplup, a perdão meu lindo. — Novamente Julie largava Mime Jr. que caia no chão após ouvi Amy, e implorava por perdão ao seu pokémon. — Me perdoa lindo, só estava com saudade dele.
– Pi..pi, plu-u-u-u-u-p. — Piplup com o seu grande se virava de costa pa Julie que ficava raivosa pegando ele pela cabeça e o abraçando com muita força e depois pega nas bochechas do pokémon e as esticando com força.
– Que coisa fofa, ai que vontade de morde.
– Ele não é comida Julie, trate ele bem, agora venham me dá um abraço. — Amy estava ali em pé com os braços esticados com os olhos cheios de lágrima esperando por eles, que respondia rapidamente correndo até ela e a abraçando com todas as suas forças. — Quem diria que eu ia perdeu dois pestinhas que me atentavam aqui no mesmo dia.
– Não irá nos perde. — Falava Joseph olhando para os olhos da tia e Mime Jr. pulava no momento em sue ombro fazendo o garoto se assustar mais depois voltar o olhar aos olhos mel de Amy.
– Nos veremos em breve, tchau professora Amy. — Julie com sua sensibilidade maior tinha sobre seu rosto lágrimas que escorriam rapidamente então ela agarrava Piplup entre os braços com força acenava em despedida com a cabeça e saia correndo.
– Espera Julie.
Então Joseph corria atrás da menina pela estrada de terra assim dando início a jornada que irá marca não só a vida deles mais de todos os habitantes da região de Farawelt.
– Continua no próximo capítulo. -
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