Pokémon Hopes And Dreams
3 Finalmente, Lavender!
Notas iniciais
Ahá, mais um capítulo, ladies and gentlemen! Qualquer erros, favor avisar nas reviews. Beijos! o/
Após tomarem um belo café da manhã, Jade havia mandado Claire lavar a louça — já que a morena era a única que cozinhava naquele trio. Kyle, sentindo-se em desvantagem pelo inicial da amiga — e rival — já estar totalmente evoluído, estava treinando seus pokémons: Swellow, Nidorino, Geodude, Machop e principalmente Marshtomp. Ditto estava ao lado do garoto, recusando-se a ajudar no treino.
— Jade, eu já terminei... — Disse, exausta. — Posso descansar um pou-- Furret, VOCÊ TÁ COMENDO DE NOVO?! — Pego no flagra por sua dona, o pokémon marrom estocou o máximo de ração possível em suas bochechas e saiu correndo. — EI! Um pokémon de Torneio não pode engordar! VOLTA AQUI! — E saiu correndo atrás dele. Suas outras pokémons: Bulbasaur, Clefairy e Beatifly apenas riam. — Pikachu, você pode chamar o Kyle? — Ela levou as mãos à cintura. — Temos que ir embora logo e nada dele aparecer. — Ele assentiu com a cabeça e correu rapidamente até o treinador de Hoenn, que estava enfiado em algum lugar um pouco mais distante na floresta. Jade havia encontrado Pikachu quando ele ainda era um Pichu. A Equipe Rocket matara sua mãe, e ele estava desesperado, a procurando todo dia num Centro Pokémon. Para piorar, um trio de membros dessa mesma equipe quis capturá-lo: Jessie, James e Meowth — o pokémon falante assustou o grupo inteiro de início. Mais tarde, descobriram que toda essa confusão fora por causa do Pikachu de Ash, amigo de infância dela e de Claire. A coordenadora quis ficar com o ratinho, por causa de sua fofura, mas este acabou escolhendo a morena como sua treinadora, assim que esta o salvou. — Pika, pi, pika pi! — O rato amarelo acenou com as patinhas para que o ruivo parasse de treinar Machop e Marshtomp, mas foi claramente ignorado. — Chuuuuu... — Irritado, andou até ele, acertando-lhe um Doubleslap no rosto. — Ow! Será que você pode esperar?! Tô quase terminando. Machop, use Low Kick! — Pikachu girou os olhos, e assim que o pokémon lutador avançou para dar uma rasteira em seu alvo, o rato elétrico apareceu em sua frente, dando uma piscadela. Ele freou rapidamente, não entendendo o que estava acontencendo, ao contrário de Kyle. — Machop, Evasiva. — Porém, já era tarde demais, Pikachu já havia mandando um beijo a Machop, fazendo um coraçãozinho flutuar e acertá-lo em cheio, deixando-o confuso. — Ei, tá afim de lutar, é?! — O ruivo cruzou os braços, visivelmente irritado. Em resposta, o pokémon elétrico apoiou as quatro patas no chão, o desafiando com o olhar. — Certo, então, Marshtomp, use Mud Shot! O pokémon de água tomou fôlego e abriu a boca, lançando uma grande bola de lama na direção do rato elétrico, que rapidamente desviou com um salto para a esquerda. — Pika, chu pi! — Ele deu dois pulinhos, desafiando-o. Quando o pokémon aquático investiu em sua direção, saiu correndo. — Tomp, Marshtomp! — Gritou, correndo atrás dele e usando vários de seus golpes. — Voltem aqui! — Kyle fez Machop retornar, e saiu correndo para seguir os monstros de bolso. — Marshtomp, para com isso! — Ditt, diiiitto! — Sem saber o que fazer, ele simplesmente imitou o garoto, correndo também para não ficar sozinho. — Diiiiiii! Aproximando-se do local onde sua treinadora estava, a pequena criatura amarela saltou para o galho de uma árvore, desviando do jato d'água que acabara de ser lançado por Marshtomp, fazendo-no acertar em cheio Charizard, que dormia calmamente ao lado dos outros dois pokémons de Jade: Umbreon e Eevee. Ao ser acordado bruscamente, o dragão rapidamente levantou e rugiu para a criatura aquática. — Marsh... Tomp! Tomp, Marshtomp, Marsh! — Tentou se explicar, apontando desesperadamente para Pikachu. O pequeno pokémon cor-de-rosa, querendo escapar de qualquer golpe que pudesse ser lançado sem querer em sua direção, correu e escondeu-se dentro da mochila de Jade. Enquanto isso, Claire havia finalmente alcançado Furret, arrastando-no pela cauda. Choroso, o pokémon agarrou-se ao pote de comida. — Pare de agir como gordo, Furret, você vai acabar virando uma bolinha! — Assim que terminou de falar, sentiu o calor do Flamethrower de Charizard passar raspando pelo lado direito de seu corpo. — O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI?! A morena, que tentava guardar calmamente as coisas para que pudessem partir, parou ao ouvir toda a confusão. Pikachu ria em cima de uma árvore, enquanto Marshtomp saía correndo desesperadamente para fugir dos golpes de um furioso Charizard. Kyle gritava para seu pokémon deixar de ser medroso e atacar, afinal, ele tinha vantagem de tipo. De repente, a coordenadora pulou no pescoço do ruivo, exigindo uma explicação, e o pokémon marrom aproveitou para atacar o estoque de ração. — ... Vocês já podem parar agora. — Comentou, entendiada. Porém, a morena fora totalmente ignorada. — Gente, chega. — Disse, rígida, mas ninguém pareceu ouvir. Suspirou e depois finalmente gritou: — CHEGA! Após o berro, todos finalmente pararam. Furret congelou com uma farta quantidade de ração em suas bochechas, enquanto a loira estava parada com suas mãos ao redor do pescoço de Kyle. Pikachu rapidamente desceu da árvore e parou ao lado de sua treinadora, enquanto Charizard voltava ao local em que estava dormindo. Marshtomp simplesmente se escondeu atrás de uma árvore. Aliviado com o silêncio, Ditto colocou sua cabeça para fora da mochila roxa, soltando um suspiro de alívio.
— Foi culpa de-- — O ruivo tentou se explicar, entretanto fora cortado por um olhar mortal da treinadora. — Podemos seguir viagem? — Os outros dois garotos balançaram a cabeça e rapidamente fizeram seus pokémons retornarem às Poké Bolas, enquanto Jade fazia o mesmo. — Vamos, Ditto! — A criaturinha finalmente saiu totalmente de dentro da mochila, não era doido de contestar as ordens daquela menina.Duas horas depois, o trio finalmente chegou à cidade de Lavender, com Claire abraçando a si própria e resmungando sobre os arrepios que sentia com a energia fantasmagórica daquela cidade, deixando Ditto cada vez mais assustado. — Eu não sabia que você era medium, Claire. — Kyle comentou com uma sobrancelha arqueada. — Não é possível que eu seja a única sentindo as forças esquisitas daqui. — A única coisa esquisita por aqui é o seu cérebro. — Sua amiga comentou, girando os olhos. — Quantas vezes vou ter que dizer que a cidade NÃO é assombrada? — Falou por entre os dentes e apontando com os olhos para Ditto. — Eu não vou mentir para o pobre pokémon! — E agachou-se ao seu lado. — A cidade É assombrada! — CLAIRE! — Ela empurrou a loira. — Não liga pra essa doida. Não tem nada aqui da qual você tenha que ter medo. — Dit, diiiitto... — Ele pareceu não acreditar muito na morena, mas a seguiu assim que ela saiu andando arrastando a coordenadora pelo braço, e apenas parou quando ouviu algo tocar dentro da sua bolsa. — Hã? — Ela rapidamente tirou um aparelho branco e rosa e leu o que dizia no visor, o antendendo logo em seguida. — Mãe? — Claire aproveitou a distração para escapar e esconder-se atrás do treinador. — Você nunca mais ligou! — Eu acabei de chegar em Lavender! Nem chegamos no Centro ainda... — E girou os olhos. — Eu fiquei preocupada... O professor Carvalho disse que o Gary não ligou ainda... — A garota fez uma careta ao ouvir o nome do outro treinador de Pallet. — E o que eu tenho a ver com isso? Eu não vou procurá-lo. — JADE! Ele tá preocupado com o neto, você pode ser caridosa uma vez na vida? — Mas mãe-- — A loira ameaçou aproximar-se para poder ouvir a conversa, mas foi rapidamente puxada pelo ruivo. — Eu tô mandando. — Jade finalmente cedeu, bufando forte o suficiente para sua mãe ouvir do outro lado da linha. — Táááá. Mas eu não sou babá, que isso fique claro. — Obrigada, filha. Beijo! — E desligou, fazendo com que a filha desse um tapa na própria testa. — Eu não acredito que ela só ligou pra isso! — O que houve? — Claire rapidamente perguntou, querendo matar logo a sua curiosidade. — Temos mais uma "missão". Achar Gary Carvalho. — Os olhos da coordenadora começaram a brilhar, mas antes que ela pudesse ter qualquer reação explosiva que incluísse gritar ou sair correndo pela cidade até encontrar o garoto, a garota levantou a mão num sinal de "pare". — Pode se contendo, ô tiete de zé ninguém. Nós primeiro vamos deixar nossos pokémons no Centro, procurar um lar para o Ditto — ele consentiu com a cabeça, não se importando com o garoto desconhecido. — e só aí vamos atrás do Gary. — E aí eu aproveito e o desafio para mais uma batalha pokémon! — Kyle considerava o garoto como um rival. Principalmente pelo fato de que a coordenadora tinha uma admiração inexplicável por ele. — Pra perder de novo? — A garota de olhos verdes perguntou, com uma sobrancelha arqueada e uma mão na cintura. O ruivo ficou vermelho de raiva. — DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?! — Tava só sendo "sincera". — Respondeu, usando o principal argumento dele, o fazendo resmungar. — Mas espera aí, aconteceu alguma coisa com o Gary? MEU DEUS, PRECISAMOS SALVÁ-LO! — Claire, presta atenção. O nome disso é paranoia de avô. O garoto provavelmente tá ótimo. Agora vamos. O Centro Pokémon não ficava longe, e assim que a enfermeira Joy da cidade os atendeu, feliz e simpática como sempre, entreolharam-se. Ela provavelmente conhecia uma boa parte da cidade, e até mesmo alguns treinadores que poderiam estar procurando por um Ditto, talvez. Claire pegou o pokémon cor-de-rosa no colo e o colocou em cima do balcão. — Ei, enfermeira Joy... Por um acaso você não sabe de ninguém que queira este Ditto lindinho? — Ela deu um cutucão no pokémon, o forçando a fazer a cara de mais carente possível. — Diit, diiittoooo! — E chorou lágrimas falsas, fazendo com que os outros dois treinadores quisessem se esconder atrás do balcão e fingir que não os conheciam. — Hm... Sabe, existe um senhor aqui na cidade chamado Fuji. Ele cuida de pokémons órfãos e que foram abandonados por seus treinadores. — E onde ele mora?— ... Kyle, você é PÉSSIMO com mapas! — O ruivo, teimoso, disse que chegaria num instante até a casa do tal Sr. Fuji, observando o ponto no mapa que a enfermeira criou no Pokégear de Claire. A garota agora gritava com ele, notando que já era a terceira vez que passavam em frente à uma praça com uma fonte de Gengar. — E essa fonte me dá arrepios! Será que você pode evitar de passar por aqui?! — A culpa é daquela Joy! Ela deve ter marcado o lugar errado... — Enquanto isso, Jade nem se importava com o que estava acontecendo, olhando os arredores com Ditto em seu colo. — ... Isso tá dizendo pra eu virar pra direita ou pra esquerda? — Ótimo, vamos parar em Johto. Se você fosse um Pidgey-correio, já teria morrido de fome! — Quer olhar o mapa? É confuso, olha só! — Ele mostrou o visor do aparelho, com um ponto vermelho piscando e deixando óbvio que era o destino que procuravam. — Ehm... Ele tá mandando ir pra direita, óbvio! Duuh. — Não, a loira não fazia ideia de para onde eles tinham que ir. Sua amiga repentinamente parou, olhando para o lado esquerdo da rua. — Ei, eu acho que é aqui. — Lógico que não! — A coordenadora apertou os olhos azuis. — Esse mapa tá falando pra gente virar pra direita! — A outra garota a olhou com o canto dos olhos. — Kyle? — Olha... Com o tempo que a gente já perdeu aqui, eu acho que tanto faz. É só dar a volta mais uma vez, qualquer coisa. — A morena suspirou. — Eu queria que o Pikachu estivesse aqui pra te dar um Doubleslap como ele sempre faz quando você leva a gente prum caminho totalmente errado... Para a felicidade do trio, um velho senhor saía de sua casa, no lado esquerdo da rua, no exato momento em que eles virariam para o lado direito. Notando que eles pareciam completamente perdidos, chamou a atenção dos garotos. — Ei, vocês precisam de ajuda? — Claire mais do que rapidamente correu até ele. — SIM! — Gritou, chorosa. — VOCÊ SABE AONDE FICA A CASA DO SENHOR FUUJI?! — O senhor, assustado, arregalou os olhos. — Erhm... Sim... Eu acho que sei aonde eu moro. — A loira piscou três vezes, confusa, mas antes que qualquer um dos dois treinadores pudesse começar a conversa sobre Ditto, ela cruzou os braços e disse: — Não, senhor, eu disse FUJI no final e não apenas "a casa do senhor". — Kyle capotou para trás, uma gota oceânica se formou na cabeça de Ditto e Jade engasgou com o ar, não acreditando no que tinham ouvido. O ruivo rapidamente se recuperou e tampou a boca da garota. — Heheheh, essa Claire, sempre tão piadista. — Um ponto de interrogação se formou acima da cabeça dela. — Então, sabe o que que é? Um treinador desnaturado largou esse pobre Ditto porque ele não gosta de batalhar... — Jura? — Ele aproximou-se do pokémon, que imediatamente pareceu feliz pela sua presença. — Ditto! Di, ditto di! — O homem riu. — Mas é claro que eu posso cuidar de você! — Ele o pegou do colo de Jade. — Vocês não querem entrar para conhecer a casa? — Claro! — Os três disseram em uníssono. O senhor Fuji riu e bateu três vezes na porta, um Hitmonchan abriu a mesma, os convidando para entrar. Assim que o fizeram, a casa parecia uma enorme confusão: um pequeno Dwebble corria pela sala, fugindo das brincadeiras sem noção de um Squirtle. Um Farfetch'd, que tentava dormir, ameaçava bater neles com seu graveto, e um Cubone e uma Chikorita brincavam calmamente embaixo da mesa, para a felicidade de Hitmonchan, responsável por cuidar da turma. — Ei, Squirtle, chega! — Ao finalmente notar a presença do homem, ele rapidamente parou, fingindo-se de santo. Ele riu. — Esses são os recém-chegados, os pokémons mais antigos ficam no quintal dos fundos. Se bem que... Cadê o Lickitung? — O pokémon cor-de-rosa surgiu repentinamente da cozinha e lambeu o dono, assustando-no.
— Eeeew. — Claire comentou, pegando sua Pokédex para analisar a estranha criatura. "Lickitung, o Pokémon Lambedor. Ele usa sua língua que chega a ser mais do dobro do comprimento de seu corpo para batalhar e juntar comida." Após se recuperar da lambida, ele soltou Ditto para que este se enturmasse com os outros pokémons, rapidamente fazendo amizade com Squirtle e Dwebble. Os quatro humanos sentaram à mesa, e tanto a coordenadora quanto Kyle atacaram os biscoitos que estavam em cima da mesa. — Hm... — Ele engoliu antes de perguntar: — Todos esses pokémons foram abandonados pelos treinadores? — Nem todos. O Cubone perdeu sua mãe há poucos dias atrás por causa daqueles malditos Rockets. — Os três se entreolharam. — Esses caras de novo não... — O garoto comentou. — Mas quais Rockets? Uns caras com um Meowth? — Não. Um deles tinha um Fearow... E o outro eu não me lembro. Ela morreu defendendo o Cubone, já que o crânio deles vale muito dinheiro, por sorte eu estava lá, e fugi com ele. — Jade cruzou os braços. — Impressionante como esses caras são baixos. O meu Pikachu também virou órfão por causa deles. — Pior do que eles apenas a Equipe Dreams. — Todos os três arregalaram os olhos, já não bastava a Equipe Rocket, e ainda existia mais uma organização criminosa agindo em Kanto? — Pelo jeito vocês ainda não os conhecem... É melhor assim. — Quem são eles? — Os rivais da Equipe Rocket. Tomem muito cuidado, ninguém sabe quais são as verdadeiras intenções dessa Equipe, já que ela raramente age por dinheiro. — Claire engoliu em seco com as palavras do velho. — Mas mudando de assunto... Vocês são treinadores indo para Saffron, certo? — Chikorita de repente parou para prestar atenção na conversa, deixando Cubone de lado. — ELES são treinadores, eu sou coordenadora. — E sorriu. — Bom, se vocês querem uma dica, na Torre Pokémon vocês podem encontrar pokémons fantasmas. Será útil contra a Sabrina. — A loira arregalou os olhos e tirou o sorriso do rosto. — EU NÃO VOU ATÉ LÁ! — Aaah, vamos sim! — O ruivo comentou. — Obrigado pela dica, Sr. Fuji! Nós vamos para lá agora mesmo! — Tanto ele quanto Jade levantaram-se, esta curvando-se em sinal de agradecimento ao homem. — Obrigada pela hospitalidade e pelos biscoitos, senhor. E Ditto, — Ela foi até ele, acariciando-lhe a cabeça. — se cuida. — A garota sorriu para o pokémon, e ele fez o mesmo. — Ditto, diiitto ditto di! — Disse ao outros dois garotos, que acenaram para ele. — De nada! — Disseram em uníssono. — Vamos! — O treinador falou com suas energias renovadas, e segurando a amiga coordenadora pelo braço, arrastando-na porta afora logo em seguida. A morena riu e os seguiu, fechando a porta. — Vocês não estão esquecendo de NADA?! Temos que achar o Gary! — A garota de rosa gritou. — Deixe pra procurar seu pokémon fantasma mais tarde, quando eu estiver na minha cama quentinha no Centro Pokémon! — Deixa de ser medrosa, e eu garanto que ele é grandinho o suficiente para cuidar de si mesmo. — A Torre Pokémon estava cada vez mais próxima, e quando finalmente chegaram à entrada, Jade parou bruscamente ao ver um grupo de garotas com pompons de líder de torcida sentadas. Ela olhou para Claire, reconhecendo aquelas meninas. — Ei, essas não são as puxa-sacas do Gary? — O ruivo arqueou uma sobrancelha. — Dois Bunearys com uma cajadada só. — Elas parecem preocupadas... — A loira comentou. — ... SERÁ QUE O GARY TÁ BEM?! — Sem pestanejar, correu na velocidade da luz até as garotas, fazendo sua amiga girar os olhos. — Ei, ei, aconteceu alguma coisa com o Gary?! — Ele já tá dentro dessa torre há quase duas horas e não deu nenhum sinal ainda... — A chefe do grupo, uma morena de cabelos curtos e olhos azuis desabafou. Enquanto isso, as engrenagens do cérebro de Claire começaram a funcionar. — Eu espero que nada de ruim tenha acontecido... — OH, MEU DEUS, GARY! — As líderes de torcida gritaram e choraram ao mesmo tempo. — Parece que elas perderam a fé no queridinho delas... — A treinadora sussurrou para o outro. — Se tivermos sorte, ele foi enterrado vivo em uma das covas. — EU TIVE UMA IDEIA! — A coordenadora puxou sua amiga para um canto. — Se eu salvar o Gary, ele vai ficar doidinho por mim! — Se é que ele realmente tá em perigo e-- Agora você quer entrar lá, é?! — Ela lançou um olhar mortal à amiga. — Lógico! Eu finalmente vou conseguir que ele se apaixone por mim... KYYYLEEE, VAMOS ATRÁS DE SEU POKÉMON FANTASMA! — Tudo aconteceu rápido demais para que os olhos humanos de Jade e Kyle pudessem acompanhar. Num segundo, ela estava cantarolando para o garoto de Hoenn, no outro, ela já estava dentro da Torre, arrastando seus dois amigos. Escondida atrás de uma árvore há poucos metros da porta, estava Chikorita, querendo entender qual era a intenção daquele trio. Desistindo poucos segundos depois, ela os seguiu, da maneira mais furtiva possível. — Eles não vão sobreviver lá dentro, vão? — Uma das líderes de torcida, uma garota de longos cabelos e olhos verdes, perguntou à garota ao seu lado, uma ruiva, que simplesmente deu de ombros.
Notas finais
Claire, a tiete que deixa qualquer Fabianática no chinelo.
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