Pokémon Blaze: Saga Kanto

1 Capítulo1: O sonho de Reyden!


Notas iniciais
Olá! Bem vindo ao mundo Pokémon! Um mundo habitado por criatúras fantásticas chamadas de pokemons. Os pokemon vivem em todos os cantos do mundo e em todos os lugares, coexistindo com os humanos desde o começo. Vamos até um canto em particular do mundo na região de Kanto e onde está nosso herói, Reyden. Neste primeiro capítulo veremos um pouco da infância desse jovem treinador e qual o motivo de ele ter escolhido iniciar uma jornada para se tornar o mais poderoso dos treinadores.

Pokémon Blaze: Saga Kanto

Capítulo1: O sonho de Reyden!

Amanhecia na região de Kanto, o sol ia aos poucos surgindo de trás das montanhas no horizonte ao norte iluminando toda a costa Sul, Leste e Oeste. Seus raios tocavam as janelas de uma pequena, mas aconchegante casa em um sítio. Logo as portas começaram a ser abertas por um homem que lá mora. Este homem é Mark Plate, um excelente engenheiro de pokebolas e cientista que trabalha para a Silph Company. Além de engenheiro, Mark é um exímio competidor de torneios por todo o mundo e se tornou popular em Hoenn depois de quase derrotar o campeão Steven com apenas um pokemon, seu poderoso Steelix. Sua esposa Kim é quem cuida da casa quando ele está fora e é mãe do nosso querido Reyden Plate que tem nesta época 6 anos, é filho de Mark Plate e Kim.

Era um dia de Domingo, Mark não tinha ido trabalhar e sua esposa estava assando alguns pães para o café.

–Reydeeeeen! Acorde! O café vai esfriar! -Gritou Kim.

Mas não houve nenhuma reação do garoto. Ela então foi até a porta do quarto e bateu na porta dizendo novamente: -Vamos querido! Acorde! Eu fiz seu café favorito hoje! Ela então abriu lentamente a porta do quarto e viu que a cama estava vazia, a janela aberta e o menino e seu Zigzagoon tinham desaparecido. Kim disse com um suspiro:

–De novo! Já é a milésima vez que ele tenta fazer isto.

De repente aparecem pela porta da frente, Reyden sujo de terra, com algumas folhas grudadas no cabelo e uns pequenos arranhões no braço e no rosto e o Zigzagoon.

–Eu disse para não tentar descer pela janela novamente, já que nós temos escadas. –Disse a mãe.

–Mas é mais divertido mamãe! –Disse ele.

O garoto logo limpou-se, sentou-se à mesa e ficou conversando por minutos com seus pais até que se levantou, pegou uma mochila que havia preparado e disse:

–Hoje irei capturar um pokemon com esta pokebola.

O menino mostrou uma pokebola que havia pego de um dos armários de seu pai e saiu correndo.

–Vou voltar antes de escurecer! Vejo vocês mais tarde! –Gritou o menino distanciando-se da casa.

Mark levou um susto e levantou-se da mesa, apressado, e gritou:

–Espere! Esta pokebola é minha.

Mas o garoto o ignorou e desapareceu da vista dos dois.

–Não se desespere, ele também levou um dos sanduíches e uma Oran Berry que estavam em cima da geladeira. –Disse Kim. –Ele não tem nem 10 anos ainda, com certeza não vai conseguir capturar um pokemon.

–Eu conheço esse menino desde quando ele nasceu! Pela determinação dele, com certeza vai trazer um pokemon dentro daquela pokebola e ainda vai me desafiar para uma batalha. –Disse o pai, confiante e rindo.

Se passaram alguns minutos de caminhada por uma floresta pouco densa e o garoto chegou até a beira de um precipício e avistou um vasto campo onde pastavam centenas de Taurus e vários Pidgeys, Pidgeottos e outros pokemons pássaros sobrevoando o local. O garoto ficou encantado, mas quando virou-se para continuar seu caminho, um Ratata estava o encarando e rosnando. Reyden então logo percebeu o perigo que corria quando o animal começou a correr em sua direção usando o investida. O garoto desviou e começou a fugir desesperado até que tropeçou e deixou sua pokebola cair da mochila. Ele se abaixou para pegá-la, mas acidentalmente a chutou lançando em cima de uma árvore que estava nas profundezas de uma espécie de cratera enorme.

O garoto então viu que tinha despistado o Ratata, mas foi surpreendido por um Spearow que o arremessou para trás com o ventania. Reyden levantou-se e começou a correr novamente até se esconder atrás de uma pedra. O garoto pensou um pouco e teve uma ideia brilhante: uma vez ele tinha ouvido de sua avó quando era criança que existia um pokemon que conseguia atrair metais com magnetismo, era o Magnemite e poderia ser achado dentro de cavernas. Ele pensou em atrair um desses para fora de uma caverna e quando ele passasse correndo pela arvore, a pokebola que é feita de metal, seria atraída para o Magnemite e o garoto poderia pegá-la.

O jovem Reyden então levantou-se até chegar em uma caverna. Ao entrar, foi surpreendido por uma revoada de Zubats que saíram voando da escuridão da caverna. Rayden acendeu uma lanterna que carregava consigo e foi adentrando até avistar três Magnemites pairando perto da parede. O garoto correu gritando na direção dos três, mas de repente um Magneton caiu do teto atrás dele. Reyden assustado virou-se para trás recebeu um choque do trovão que o arremessou contra a parede. O indefeso garoto levantou-se e tentou agarrar o Magneton, mas foi eletrocutado novamente e jogado para fora da caverna com o corpo saindo fumaça e os cabelos arrepiados.

–Por que é tão difícil capturar um pokemon?! –Disse Reyden.

–Porque você não tem uma pokebola! –Disse uma voz vindo de trás dele.

Era uma garota da mesma idade de Reyden e um centímetro mais baixa que ele. Ela estava com um Pidgey no braço direito e uma pokebola na mão esquerda.

–Está procurando por isto? –Disse ela mostrando a pokebola.

–Sim! Como conseguiu pegá-la? –Perguntou Reyden.

–Não há nada que eu e meu companheiro Pidgey não façamos! –Disse a garota. –Meu nome é Merry e como se chama?

–Eu sou Reyden! Prazer em conhecê-la! –Disse o garoto.

–Venha! Quero te mostrar uma coisa. –Disse Merry.

Os dois foram andando até um local que pareciam ser ruínas de uma pequena construção antiga que levava até um túnel com espelhos d’água e ao fim da passagem em linha reta havia um pedestal com uma espécie de esfera pequena alaranjada e com um símbolo de uma chama vermelha e amarela dentro.

–Olhe! Aquela esfera é linda não acha? –Disse Merry.

–Uau! Come descobriu? –Perguntou Reyden.

–Estava passando por aqui outro dia e eu a vi brilhando. –Disse Merry.

–E se eu pegasse para dar uma olhada? –Disse Reyden indo em direção à esfera.

–Sei lá... tenta! –Disse ela. –Ainda não peguei porque eu tenho medo, sei lá... de alguma armadilha ser ativada ou o tempo parar... ou acontecer...

–Vamos! –Disse Reyden passando por Merry rapidamente e guardando o pequeno objeto na mochila.

Os dois saíram da caverna, mas de repente passou pela mente do garoto um monte de imagens de esferas como essa e de um Charizard. Reyden então voltou a si e continuou a andar junto à Merry.

Ao entardecer, os dois, carregados de berrys sentaram-se sobre uma árvore e Merry perguntou:

–O que faz por aqui Reyden?

–Eu estou tentando capturar um pokemon até o fim da tarde. Mas não consigo. –Disse Reyden. –Um dia eu vencerei todas as ligas e me tornar o trinador mais poderoso que o mundo já viu, eu vou superar meu pai e o campeão de Hoenn, Steven, para quem meu pai perdeu.

–E meu sonho é me tornar a melhor especialista pokemon que existe e ajudar os cientistas e os professores em estudos sobre os pokemons e novas descobertas. –Disse a garota.

–Uau! Parece incrível! Então vamos formar um time! O campeão e a especialista, a combinação perfeita para o sucesso. –Disse o garoto,

Merry concordou com a ideia e sorriu.

Mas de repente surgiu um pokemon, de trás de uma moita que parecia ser um grande felino. Era um Persian, a forma evolutiva de Meowth. Merry então lançou a pokebola do Pidgey nas mãos de Reyden e disse:

–Vá em frente, use o meu Pidgey para derrotar o Persian.

O garoto, entusiasmado, joga a pokebola dizendo:

–Pidgey vai!

Então o pequeno pássaro e o felino mortal ficam cara a cara e a chama que corre pelo corpo do jovem Reyden se torna mais quente.

–Continua...

Notas finais
Quem será que ganha? O Pidgey ou o Persian?